4 de dezembro de 2013

Mulher dá à luz quadrigêmeos após 70 dias internada e 23

História de parto_parte1 (Foto: Arquivo pessoal)
“Nunca pensei que iria querer ser mãe um dia. Já estava casada há mais de dez anos, com trabalho estável em uma empresa de petróleo e tinha certeza de que não conseguiria conciliar filho e carreira. Quando fiz 35 anos, meu pai faleceu repentinamente de meningite. Foi quando percebi que dessa vida nada se leva... Minha visão do mundo mudou e decidi que era hora de engravidar. Meu marido Fábio e eu tentamos o resultado positivo por um ano, sem sucesso.
Então, fizemos alguns exames e descobrimos que poderíamos demorar para conseguir engravidar de maneira natural. Para não perder mais tempo, resolvemos partir para o tratamento de fertilização, que durou 30 dias. A gente queria duas crianças e, como eu não pretendia passar pela gravidez duas vezes, principalmente por conta da idade, o médico sugeriu colocarmos três embriões. Mas, na hora, o Fábio preferiu implantar quatro. Aceitei, com medo de não conseguir engravidar de primeira. A fertilização foi um sucesso. Na primeira consulta, o médico viu a dilatação do útero e disse que era difícil ser apenas um bebê. ‘Devem ser dois. Três é improvável, quatro é impossível.’ Ficamos superfelizes!
No dia do primeiro ultrassom, a surpresa: eram quatro bebês! Assim que soube disso, quis todos na mesma hora, mas tive muito medo de perder algum. Sou baixa, tenho apenas 1,57 metro de altura. Tinha receio de que nascessem muito prematuros e com problemas de saúde.
Felizmente, a gestação estava correndo bem. Na 22ª semana, fui fazer o pré-natal em uma clínica no Rio de Janeiro, como de costume. O exame consistia em escutar os bebês e medir o colo uterino. Só que, em sete dias, meu colo diminuiu pela metade, o que levou à conclusão da necessidade de uma cerclagem (cirurgia que ‘costura’ o colo do útero) – seguida de internação.
história de parto_parte2 (Foto: Arquivo pessoal)
Quando ouvi: ‘Agora você só sai daqui com seus filhos nos braços’, fiquei desesperada! Não tinha comprado enxoval nem montado o quarto das crianças! A ordem era repouso absoluto. Fiquei dez semanas em uma maca, sem poder levantar nem para tomar banho, que era dado na cama. Mas mantive o foco na saúde dos bebês e comecei a estabelecer metas. A primeira era chegar a 24 semanas. Depois, a 27 – e os médicos já acharam um milagre!
Com 31 semanas, no entanto, minha pressão começou a baixar muito. Os médicos falaram que não dava mais para esperar e me convenceram que era hora dos meus filhos nascerem. Então, juntaram duas salas de parto e 23 pessoas. Entre elas, quatro pediatras, quatro assistentes, dois anestesistas e dois obstetras, além dos enfermeiros. Antes da cesárea, as meninas da clínica em que eu estava internada fizeram meu cabelo, me maquiaram e cheguei à sala de parto toda empolgada. Eu estava muito bem, sempre confiei que daria tudo certo.
Tomei anestesia raquidiana e fiquei consciente o tempo todo. Lembro de ver o lençol verde e logo nasceu o primeiro bebê: a Vitória. Ela demorou um pouco para chorar, mas, assim que a tiraram da minha barriga, eu voltei a respirar – não tinha percebido, mas estava há algum tempo prendendo a respiração. A segunda que veio foi a Gabriela, depois o Pedro Henrique e, por último, a Beatriz, todos com dois minutos de diferença. O pai fez questão de cortar todos os cordões umbilicais. Quando colocaram os quatro em cima da gente, foi aquela batelada de fotos.
história de parto_parte3 (Foto: Arquivo pessoal)
Todos os pediatras quiseram fotografar com os bebês, porque o sucesso do procedimento era um troféu para eles também. Acho que ninguém botava fé que ia dar tudo certo, por serem quatro e por eu ter sido internada com 22 semanas. Mas deu. Eles nasceram bem, ficaram apenas uma semana na encubadora, mas sem precisar de oxigênio.
Hoje meus filhos têm 2 anos e são muito saudáveis. Ninguém diz que são gêmeos, porque são superdiferentes. E enormes. Puxaram o pai, que tem 1,83 m. O pediatra até hoje vibra tanto quanto a gente, foi uma vitória enorme para todos nós.”
história de parto_parte4 (Foto: Arquivo Pessoal)
Mais bebês, mais cuidados
A gravidez de múltiplos aumenta os riscos de complicações como pressão alta, diabetes gestacional e parto prematuro, além de baixo peso do bebê ao nascer e dificuldades respiratórias. Por isso, o acompanhamento deve ser cuidadoso. A quantidade de ultrassons pode ser o dobro (seis ou mais), mas alguns médicos pedem o exame a cada 15 dias. Na hora de agendá-lo, avise sobre a gravidez de gêmeos. Isso porque a condição exige mais tempo e cautela no procedimento.
As visitas de pré-natal também precisam ser mais frequentes. O desconforto da gestante (dificuldade para ir ao banheiro, enjoo, azia...) é grande, já que a produção de hormônios é maior. Na maioria dos casos, os especialistas aconselham repouso em casa por volta da 28ª semana para aumentar a chance de os bebês nascerem no tempo certo. Uma das justificativas é que os hormônios produzidos pelo estresse do dia a dia podem estimular as contrações.

revistacrescer

Papa revela ter trabalhado como segurança de boate na juventude

Papa Francisco durante audiência geral em 20 de novembro, no Vaticano (Foto: Stefano Rellandini/ Reuters)
O Papa Francisco revelou recentemente que, antes de se tornar padre e dedicar sua vida à Igreja Católica, chegou a trabalhar como segurança de uma casa noturna, informa o jornal do Vaticano, "L´Osservatore Romano".

O emprego ocorreu quando Francisco era estudante universitário em Buenos Aires. O Papa também trabalhou na limpeza de pisos e em testes num laboratório químico para conseguir um dinheiro extra.

As revelações foram feitas durante de Francisco visita a uma paróquia de Roma no último fim de semana, quando ele contou um pouco sobre sua vida antes de se tornar religioso.

Na mesma ocasião, um paroquiano pediu que o Papa rezasse por um parente seu que quer se tornar frade franciscano.

O pontífice disse que rezaria para que a pessoa tivesse "a perseverança para avançar, mas também a coragem para retornar se entender que esse não é o caminho certo".

As novas revelações reforçam a imagem do Papa de ser um homem comum, que recusou os luxos tradicionalmente oferecidos aos líderes máximos da Igreja.

 G1

Marcelo Chamusca começa a trabalhar no Parque dos campeonatos

Atletas que voltavam das férias, como Danilo Rios, Eduardo Luiz, Waldison e Adalberto, deram voltas em torno do gramado, iniciando a preparação para 2014. (Fotos: Nodge Nogueira)

O técnico Marcelo Chamusca, apresentado à imprensa na semana que passou, assumiu de fato e de direito as suas funções á frente do Tricolor de Aço. Chamusca iniciou o trabalho nessa segunda feira, com quatorze atletas no estádio Alcides Santos. 

Novo técnico do Leão esteve reunido com a diretoria no início da tarde, quando tratou de assuntos relativos à remontagem do elenco leonino, que passa por uma fase de reformulação, se preparando para a temporada de 2014, que se inicia para o Fortaleza no dia 05 de janeiro, quando encara o Quixadá, no estádio Abilhão, pela primeira rodada do Campeonato Estadual. 

Na parte da tarde Marcelo acompanhou um intenso trabalho físico que foi comandado pelo preparador Roger Gouveia. Em seguida comandou um treino leve com espaço reduzido, participando ativamente do ensaio, passando a conhecer melhor as características de cada atleta que tem á disposição no momento. 

As novidades da atividade dessa segunda feira foram os zagueiros Eduardo Luiz e Adalberto, o meia Danilo Rios e o atacante Waldison. Os quatro fizeram parte do elenco tricolor na atual temporada, e como retornaram agora do período de férias, fizeram trabalhos específicos dando voltas em torno do gramado. 

Treinaram na tarde dessa segunda feira os seguintes atletas: 

Goleiros: Max Walef e Bruno (base) 
Zagueiros: Max Oliveira, Alan, Adalberto e Eduardo Luiz 
Laterais: Sidney e Bruno 
Volante: Walfrido 
Meias: Danilo Rios, Edinho e Laertes 
Atacantes: Waldison e Romarinho 



Clubes da Série B se animam com possível queda de Vasco e Fluminense

(Foto: Lancenet)
A matemática está contra o Fluminense. Em seis cenários possíveis de rebaixamento no Brasileirão, o Flu só escaparia em um. O Tricolor precisa secar com todas as forças Vasco e Coritiba para fugir da degola. Segundo Gilcione Nonato Costa, professor da UFMG, a probabilidade de queda do Fluminense é 82%. E o Vasco tem 79% de chances de formar com o rival a Série B mais badalada da história, com dois dos maiores clubes do país.


Os clubes que aguardam Flu ou Vasco – ou até os dois – colocaram a questão na balança e veem com bons olhos o rebaixamento dos gigantes cariocas, ainda que isso restrinja ainda mais as vagas de acesso à Primeira Divisão.

– Clubes como Fluminense e Vasco serão sempre bem-vindos à Série B. Isso gera mais visibilidade e mais retorno financeiro. Neste ano, quando o Palmeiras enfrentou o Icasa, Juazeiro parou – contou Fred Gomes, diretor de futebol do time cearense, que brigou até a última rodada para subir.

Um dos presidentes do América-MG, Marcos Salum prefere que apenas um dos dois caia.

– A competição fica valorizada, melhora em mídia. Mas não precisa ser os dois. Um só está bom – disse Salum, sugerindo mais retorno financeiro aos clubes da Série B:

– Os grandes ganham R$ 80 milhões em cotas de TV, enquanto os outros levam R$ 3 milhões. Os menores deveriam receber mais para deixar a disputa mais equilibrada.

Recém-chegado à Série B depois de seis anos, o Santa Cruz também comemora a chance de enfrentar os grandes do Rio.

– É um cenário legal. Prefiro que venha os dois. Vamos estender tapete vermelho para eles. A Série B ganha muito – opinou Constantino Júnior, diretor de futebol coral.

FLUMINENSE: DA SÉRIE B PARA A COPA

No Fluminense, três jogadores podem disputar a Série B do ano que vem e representar o Brasil na Copa do Mundo. São os casos de Diego Cavalieri, Fred e Jean, que disputaram a Copa das Confederações deste ano.

No caso do atacante, sua presença já foi praticamente confirmada por Felipão, caso não esteja lesionado. Já Cavalieri disputa vaga com Victor e Diego Alves, para ser o terceiro goleiro. Por último, Jean não vem sendo convocado ultimamente e pode ficar fora do Mundial.

VASCO: NOVO DESCENSO EM CURTO TEMPO

Ao pensar em um novo rebaixamento para a Série B no fim deste Campeonato Brasileiro, o torcedor vascaíno remete ao ano de 2008, quando o Cruz-Maltino caiu pela primeira vez. Assim, caso não consiga evitar a degola nesta temporada, o clube chegaria ao segundo descenso em um espaço de cinco anos.

No elenco de 2008, ídolos como Pedrinho e Edmundo participaram da campanha. Este ano, Juninho, outro ídolo, pode ter o mesmo destino. O Reizinho, que está lesionado, ainda não deu o veredicto, mas existe a possibilidade de que encerre a carreira este ano. Pensando em evitar uma mancha no currículo do camisa 8, os jogadores do clube falam em evitar a queda por ele.

Lance 

Icasa sofre desmonte do elenco, mas base da defesa deverá permanecer

Naylhor e Preto Costa deverão deixar o Verdão, enquanto outros dois zagueiros podem permanecer (Foto: Agência Miséria)
Com o término da Série B, natural e inevitavelmente o Icasa sofrerá um desmonte do seu elenco. Isto se deve à valorização do elenco, quinto colocado e segundo melhor nordestino da competição. O técnico Sidney Moraes também tem a sua saída praticamente certa.

O treinador tem pelo menos cinco propostas de Paysandu, Paraná, Mogi Mirim, Avaí e Coritiba. Ainda esta semana ele estará reunido com a direção icasiana para analisar a oferta alviverde.

“Eu trabalho até hoje, a partir de hoje é vida nova, vou me reunir com a diretoria para saber o que vai acontecer e a partir de semana que vem a gente resolve o que é melhor para a gente. Fiz o meu trabalho e fui reconhecido”, afirmou o técnico Sidney Moraes ao final da partida contra o Paraná.

Dos jogadores, Chapinha deverá reforçar o Ceará na Copa do Nordeste; Geraldo deverá encerrar a carreira no Confiança/SE, enquanto Neilson se divide entre propostas de Internacional e Figueirense.

Já a base da defesa deverá ser mantida, já que o goleiro João Ricardo e os zagueiros Luis Gustavo e Luis Otávio tem tudo para permanecer. Além deles, o atacante Juninho Potiguar é outro que deverá disputar o estadual, inclusive informando em seu perfil em rede social que ainda tem contrato.

Agência Miséria

Terremoto que causou acidente de Fukushima afetou gravidade da Terra

Satélite Goce, da Agência Espacial Europeia, detectou alteração na gravidade da Terra após o terremoto de 2011 no Japão. Na imagem pequena à esquerda, a gravidade sobre o Japão aparece alterada (Foto: Esa/AP/Sergey Ponomarev)
O terremoto que atingiu o Japão em março de 2011 e que causou um maremoto e o acidente nuclear de Fukushima afetou também o campo gravitacional da Terra, divulgou nesta terça-feira a Agência Espacial Europeia (ESA).
O satélite Goce permitiu detectar que a catástrofe deixou "uma marca" na gravidade do planeta, a qual os cientistas seguem estudando para quantificar, explicou a ESA.
"Estamos trabalhando com uma equipe interdisciplinar para combinar os dados do Goce com outras informações para obter uma imagem melhor da ruptura no campo de gravidade em relação a que temos agora", declarou Martin Fuchs, cientista do Instituto de Pesquisa em Geodetecção da Alemanha (DGFI).
A ESA lembrou que há meses o satélite GOCE já havia "sentido ondas sonoras no espaço" que provinham desse terremoto de nove graus na escala Richter.

EFE

Com Parkinson, Gil Gomes está abandonado e precisando de ajuda

Uma das imagens mais marcantes do telejornal era o gesto repetido por Gil Gomes, uma espécie de "assinatura" de suas matérias (Foto: Folhapress)
Um alô aos amigos do Gil Gomes: ele está precisando muito de todos. Seu estado de saúde inspira cuidados.

O apresentador, que sofre do mal de Parkinson, está abandonado e precisa de alguém que cuide dele permanentemente.

Na semana passada, já existiu um socorro do Raul Gil, que pagou vários alugueis atrasados, comprou comida e deu uma ajuda pelos próximos três meses.

Mas ainda é necessário o apoio dos demais, que conviveram com ele em seus áureos tempos de rádio e TV.

Coluna do Flávio Ricco no UOl

Ex-Náutico e Sport, Waldemar Lemos assume América-PE para o Estadual

A temporada será especial para o América, que estará na centésima edição do Campeonato Pernambucano Coca-Cola 2014. Tradicional equipe do futebol do Estado, o Mequinha, que possui seis títulos Estaduais, completará 100 anos no dia 12 de abril.

Para comandar o elenco alviverde em um ano tão especial os dirigentes do América fizeram um esforço maior e contrataram o experiente Waldemar Lemos. Com passagem pelas categorias de base da Seleção Brasileira, por equipes da Jamaica e da Coreia do Sul, o treinador também já treinou o Flamengo. Ele vai ter como assistente o ex-lateral-esquerdo Edson Miolo.

O trabalho de Waldemar é bastante conhecido pelos pernambucanos, pois passou por Náutico, duas vezes, e Sport. "Não tem pessoa mais indicada para comandar o América. Falar de Waldemar é chover no molhado. É um nome respeitado, que treinou Náutico e Sport. Tem visão para trabalhar com as categorias de base", declarou o presidente do Mequinha, João Antônio Moreira.

Vice-campeão da Série A2 do Campeonato Pernambucano 2013, os dirigentes do América permaneceram com alguns destaques da campanha do acesso. Entre eles estão o goleiro Grison, o volante Glauber e o meia Kássio, campeão da Copa do Brasil com o Sport em 2008.

"Contratações estão sendo feitas, tudo está se encaminhando bem. Vamos ter um grupo bastante homogêneo, sem estrelas, mas com muita força de vontade", afirmou o presidente do América.

Em seu retorno à elite do futebol pernambucano o Mequinha quer uma vaga em competições nacionais. Através do Estadual o time pode se classificar para a Série D do Brasileiro e Copas do Brasil e do Nordeste.

"A nossa expectativa é a melhor possível. Nosso time vem de uma campanha vitoriosa na Série A2, tem tudo para se dar bem e fazer uma bela campanha, principalmente no primeiro turno", disse João Antônio Moreira.

O América estreia no Campeonato Pernambucano Coca-Cola 2014 no domingo, diante do Serra Talhada, às 16h, no Estádio Ademir Cunha, em Paulista.
 
Agência Futebol Interior

3 de dezembro de 2013

Iarley diz que ter começado na base do Ferrão ajudou no retorno ao clube

Iarley - Paysandu (Foto: Reprodução/ Tv Liberal)Iarley diz que ainda jogará por cerca de quatro anos
(Foto: Reprodução/ Tv Liberal)
De volta ao clube que o formou, Iarley disse que o fato de ter começado no Ferroviário fez a diferença na hora de acertar com o clube coral. O jogador, que está com 39 anos e deixou o Paysandu recentemente, foi anunciado como reforço do Tubarão da Barra na noite desta segunda-feira (2).
- O fato de eu ter começado no Ferrão foi o que pesou para eu acertar o meu retorno. Acho que é importante nesta minha reta final de carreira - pontuou.
Mas, segundo ele, essa reta final de carreira ainda deve durar um tempinho a mais. A certeza é de que, em 2014, ele não para. E a previsão é de que fique em atividade até os 43 anos.
- Eu devo jogar mais uns três, quatro anos, em tese. Ainda estou em forma e quero continuar jogando mais tempo - esclareceu Iarley.
O objetivo da diretoria do coral é formar um time jovem e mescla-lo com a experiência de Iarley, que já passou também pelo futebol espanhol e argentino. No Brasil, ele atuou por grandes no Norte-Nordeste, como Paysandu e Ceará, e em clubes nacionais de grande apelo popular, como Internacional, Goiás e Corinthians.


- O meu objetivo é ficar no Ferroviário e fazer com que o time cresça mais no futebol cearense e brasileiro. Eu costumo dizer que o Ferrão tem a maior torcida do Estado. Porque se joga contra o Ceará, a torcida do Fortaleza apoia. E vice-versa - contou ele.

Outros reforços
O vice-presidente do Tubarão da Barra, Evandro Ferreira Gomes, informou que até esta quarta-feira, o clube deve anunciar mais quatro reforços para a temporada 2014.
Fortaleza, CE

Ídolo do São Paulo e do Uruguai, Pedro Rocha morre aos 70 anos

O ex-jogador uruguaio e ídolo do São PauloPedro Rocha morreu nesta segunda-feira em casa, em São Paulo, vítima de uma doença degenerativa, um dia antes de completar 71 anos. A informação foi confirmada por seu filho Pedrinho. O craque lutava havia cinco anos contra uma atrofia no mesencéfalo, doença que lhe trouxe dificuldade para falar e até se locomover.
O meia-atacante foi o único uruguaio a jogar quatro Copas do Mundo, entre 1962 e 1974, e é considerado o segundo melhor jogador sul-americano, atrás apenas de Pelé. O Rei do Futebol, inclusive, acredita que Pedro Rocha foi um dos cinco maiores jogadores de todos os tempos.
Com o apelido “El Verdugo”, Pedro Rocha foi ídolo também no Peñarol, onde conquistou oito títulos uruguaios, três Libertadores e dois Mundiais de Clube, marcando 81 gols. Já pelo São Paulo, onde jogou de 1971 a 1977, o ex-jogador fez 393 jogos e contabilizou 119 gols, conquistando dois estaduais e ainda o Brasileiro em seu último ano no clube. Na sua passagem pelo país, Pedro Rocha ainda jogou por Coritiba, Palmeiras e Bangu, e encerrou a carreira no Al-Nassr, da Arábia Saudita, em 1980.
Após a aposentadoria, Pedro Rocha se tornou treinador e comandou 17 clubes no total. O principal foi o Internacional, numa breve passagem em 1996. Também passou por Coritiba, Portuguesa e Guarani. Seu último trabalho na função de técnico foi em 2009, no Uberaba, em Minas Gerais.
Em nota oficial, o São Paulo lamentou a morte do ex-jogador: "O São Paulo Futebol Clube comunica com o mais profundo pesar e saudade o falecimento de seu eterno craque Pedro Rocha, El Verdugo, em São Paulo, na noite da última segunda-feira (2). Um dos maiores nomes da história do Tricolor, o ex-meio-campista completaria 71 anos de idade nesta terça-feira (3). (...) A mágica e a mística de Pedro Rocha estarão para sempre nas páginas de ouro da trajetória do São Paulo Futebol Clube, que se solidariza com a família, amigos e admiradores deste notável gênio da bola neste momento de dor e saudade".

Pedro Rocha (Foto: Agência Estado)Pedro Rocha foi ídolo do São Paulo e do Peñarol, no Uruguai, onde nasceu (Foto: Agência Estado)
Rio de Janeiro

Aprovado o Novo Estatuto do Leão de Aço Cearense

Comissão nomeada para dirigir os trabalhos abre a urna para a contagem dos votos. Resultado apontou uma aprovação por grande maioria, do Novo Estatuto Social do Fortaleza Esporte Clube (Fotos: Nodge Nogueira)

A noite desta segunda feira foi histórica para a família tricolor. Com o Salão José Raymundo Costa lotado de Conselheiros e Sócios Proprietários, foi aprovado por grande maioria, o Novo Estatuto Social do Fortaleza Esporte Clube. 

Sem dúvida um marco na história do Leão, tendo em vista que essa mudança era uma reivindicação antiga dos Conselheiros, que viam a necessidade de uma modernização da Carta Magna do clube, com a inclusão de pontos importantes, que visam uma maior participação do torcedor fidelizado na vida do Tricolor de Aço. 

A Assembleia Geral Extraordinária desta noite contou com a participação de 65 votantes, entre Conselheiros e Sócios Proprietários. Após a votação secreta, os mesários contaram 49 votos a favor da aprovação e 16 votos contra, representando na aprovação por esmagadora maioria. 

Dirigiram os trabalhos os Conselheiros Luiz Fernando Barros, Giovanni Santos, Churchill Donato e Noé de Brito. Contados os votos, doutor Luiz Fernando divulgou o resultado, informando que agora o documento segue para registro em cartório e publicação oficial na imprensa, quando então passará a ter vigência. 

Depois do pronunciamento do presidente da mesa confirmando a aprovação do documento, todos cantaram o hino do Fortaleza Esporte Clube, que teve uma noite histórica nessa primeira segunda feira de dezembro. 

Dentre as principais novidades o Novo Estatuto dá direito a voto para presidente, aos sócios torcedores com dois anos de adimplência ininterrupta. Em breve o Site Oficial do Fortaleza estará publicando o documento na íntegra, e destacando as principais mudanças. 



Papa Francisco nomeia Dom Odilo para órgão de educação católica

O cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, em seu escritório na capital paulista (Foto: Juliana Cardilli/G1)O cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo
Pedro Scherer, em seu escritório na capital paulista
(Foto: Juliana Cardilli/G1)
Papa Francisco nomeou no último sábado (30) os membros da Congregação para a Educação Católica, entre eles o cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer. Dom Odilo trabalhará em conjunto com outros cardeais e arcebispos, entre eles o cardeal Zenon Grocholewski, que foi confirmado com o prefeito da congregação, e o arcebispo Angelo Vincenzo Zani como secretário, informou oVaticano.
Além de Dom Odilo e Grocholewski, participam da comissão outros seis careais Béchara Boutros Raï, patriarca maronita; John Njue, arcebispo de Nairóbi; Timothy Michael Dolan, arcebispo de Nova York; John Tong Hon, bispo de Hong Kong; Luis Antonio G. Tagle, arcebispo de Manila; e Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade Cristã.
A congregação tem como responsabilidade zelar por todos os seminários – exceto aqueles que estão na jurisdição das congregações para a evangelização e de igrejas orientais – e casas de formação de religiosos e institutos seculares. Universidades, faculdades e outras instituições católicas de educação também são supervisionadas pela congregação.
Dom Odilo é o grão-chanceler da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e enfrentou nos últimos meses protestos de estudantes por ter nomeado como reitora a terceira colocada na eleição para a Reitoria da universidade.
Do G1, em São Paulo

Leão de Aço acerta retorno do atacante Dico

O atacante Dico é mais um atleta do elenco 2013 que acertou seu retorno ao Parque dos Campeonatos. Jogador vestirá a camisa do Tricolor de Aço durante o Campeonato Cearense de do próximo ano.

Dico, 25 anos, é natural da cidade de Quixadá, localizada a 160 km de Fortaleza, no Sertão Central do nosso Estado. Jogador se destacou no Estadual desse ano vestindo a camisa do Tiradentes, que o emprestou ao Leão para as disputas da Série C, mas não teve muitas oportunidades. 

Jogador deve se apresentar nesta terça feira no Pici, quando dará início aos treinamentos da pré-temporada, que já contam com o acompanhamento do técnico Marcelo Chamusca. 






Marcelo Chamusca comandou ontem o seu primeiro treino no Tricolor Gigante do Nordeste.

Com a presença de 14 atletas - além de Juninho Cearense e Rinaldo - a pré-temporada do Fortaleza começou ontem com mais intensidade, no Estádio Alcides Santos. Os jogadores Eduardo Luiz, Waldison, Adalberto e Danilo Rios foram as novidades, ao lado do técnico Marcelo Chamusca, que comandou o primeiro treino para os atletas.

Técnico Marcelo Chamusca comandou ontem o seu primeiro treino. Foto: Bruno Gomes

Havia a expectativa de que o diretor de futebol do clube, Adailton Campelo, comparecesse para uma entrevista coletiva e anunciasse ou apresentasse os cinco reforços que têm sido comentados pela imprensa, mas o esperado não aconteceu.

Os dez atletas das categorias de base que já vinham treinando se juntaram aos quatro que chegaram e o grupo começou a aumentar, embora ainda esteja aquém do que pretende o técnico Marcelo Chamusca.

Conhecidos

O pensamento do treinador, a propósito, sobre os retornos de Eduardo Luiz, Danilo Rios, Waldison e Adalberto foi o mesmo da diretoria tricolor. E o técnico aproveitou para comentar sobre eles: "o Danilo Rios eu conheço desde os 15 ou 16 anos, quando ele estava na base do Bahia. Acompanhei toda a evolução dele. É um meia canhoto de qualidade e a gente teve a oportunidade de se confrontar na Copa do Brasil, eu pelo Salgueiro e ele pelo Nacional de Manaus", elogiou o técnico do Tricolor.

O comandante disse ainda conhecer bem o atacante Waldison do futebol pernambucano. Já sobre Eduardo Luiz e Adalberto ele disse ter recebido boas informações do pessoal do clube.

Robert deve voltar

O atacante Robert, que fez boas partidas pela Série C do Campeonato Brasileiro deste ano vestindo a camisa do Fortaleza, deverá retornar ao clube. Há quem diga que ele já está de contrato assinado com o Tricolor para 2014.

Outro atleta que confirmou o seu retorno é o também atacante Dico, que foi emprestado pelo Tiradentes até maio de 2014. Dico ficou de se apresentar na tarde de hoje no Pici.

Copa do Brasil

Para os dirigentes do Fortaleza, o clube está confirmado na Copa do Brasil do ano que vem, pelo critério do ranking da CBF. O gerente de futebol do clube, Júlio Manso, recebeu um e-mail do secretário geral da Federação Cearense de Futebol, Marcos Augusto, confirmando a presença do Leão na Copa do Brasil.

"Ele tem todos os cálculos e nos informou até de forma extraoficial, mas cremos que a notícia seja verdadeira. O nosso time é o 10º colocado no ranking da CBF e ganha a vaga por causa do Grêmio, que se classificou para a Libertadores e entrará na competição apenas na segunda fase".

Novo patrocinador

O Fortaleza apresenta hoje, às 18 horas, no Hotel Gran Marquise o seu novo patrocinador master. Será a multinacional Weber Quartzolit. A empresa pagará algo em torno de R$ 80 mil mensais, pelo prazo de dois anos. 

DN

Lula e Dilma Rousseff se despedem de Marcelo Déda em Aracaju

Lula compareceu ao velório de Marcelo Déda, em Aracaju (Foto: Marcelle Cristinne/ASN)Ex-presidente Lula compareceu ao velório de Marcelo Déda, em Aracaju (Foto: Marcelle Cristinne/ASN)
A presidente da República, Dilma Rousseff, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participaram de uma missa durante o velório do governador de Sergipe, Marcelo Déda, na noite desta segunda-feira (2), no Palácio Olímpio Campos, em Aracaju. Déda morreu às 4h45, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em decorrência de um câncer no estômago e no pâncreas.

O velório começou por volta das 20h, e a missa foi realizada pelo arcebispo de Aracaju, Dom Palmeira Lesse. A cerimônia contou apenas com a presença da família e dos amigos mais próximos. Em seguida, o velório foi aberto para visitação de moradores.

A assessoria de comunicação do governo de Sergipe informou que, durante a missa, Lula fez um discurso, se mostrou orgulhoso com a trajetória construída pelo companheiro de partido e foi aplaudido. "Você não nos deve nada, Dedinha. Nós lhe seremos eternamente gratos", afirmou o ex-presidente.

Lula fala sobre a amizade de longa data com Marcelo Déda (Foto: Marina Fontenele/G1)Lula fala sobre a amizade com Marcelo Déda
(Foto: Marina Fontenele/G1)
Após a cerimônia, Lula conversou com os jornalistas.
"Acompanhei a carreira de Déda desde o início. Além de militantes do PT, fomos amigos e compadres. Ele morreu muito novo, tudo aconteceu muito rápido na vida dele. Meu sonho era vê-lo no Senado. Ele poderia ser o tribuno que está faltando lá e se destacar como um senador extraordinário de que o Brasil precisa. Ele vivia pela política 24h por dia e sofria com os problemas da comunidade e dos amigos. Estou triste com a partida precoce dele, mas temos que guardar em nossas memórias ele bem e feliz", disse Lula.
Sobre a doença enfrentada por Déda, o ex-presidente disse acompanhou todo o sofrimento do colega e sempre fez questão de fazer constantes visitas para incentivá-lo a lutar pela vida. “Ele sofreu muito e ficava muito triste cada vez que passava por uma sessão de quimioterapia e o medicamento não funcionava. Tinha dia que ele estava se entregando e dizia ser o fim, mas eu estava sempre por perto dando força para ele e o colocando para cima, incentivando-o a lutar pela vida e nunca desistir”, lembrou Lula.

Velório ficará aberto ao público até o meio-dia desta terça-feira (3) (Foto: Marina Fontenele/G1)Velório ficará aberto ao público até o meio-dia desta terça-feira (3) (Foto: Marina Fontenele/G1)

A presidente Dilma Rousseff não se pronunciou e retornou a Brasília no fim da noite. Lula voltou para São Paulo. "Queria ficar mais um pouco, mas a Marisa está me esperando", afirmou.


Janeiro de 2013 - O governador de Sergipe, Marcelo Deda, e a presidente Dilma Rousseff conversam durante cerimônia de inauguração do Parque Eólico Barra dos Coqueiros, em Aracaju (Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo/Arquivo)Déda e Dilma em conversa durante cerimônia em
Sergipe (Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)
Dilma fala em 'grande amigo'
Mais cedo, Dilma Rousseff lamentou, em seu perfil no microblog Twitter, a mortedo governador de Sergipe e disse que perdeu "um grande amigo" e que Déda "fará falta".
Em nota oficial divulgada pelo Palácio do Planalto, a presidente ressaltou os talentos literários e políticos do governador.
"Déda era capaz de recitar poesia, inclusive as próprias, com a força de um grande artista e a naturalidade de um repentista. Ao mesmo tempo, era capaz de aprimorar uma discussão com uma lógica irretocável", disse Dilma em nota oficial.
No comunicado, a presidente citou o nome da mulher e dos cinco filhos de Déda e disse que eles perderam "um companheiro leal" e "um pai amoroso". "Déda foi um exemplo de coragem na saúde e na doença e um exemplo de caráter na vida privada e na trajetória pública", destacou Dilma.
Além da presidente e do ex-presidente Lula, participaram do velório o governador em exercício de Sergipe, Jackson Barreto (PMDB), o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), os governadores da Bahia, Jaques Wagner, do Ceará, Cid Gomes, do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Os ministros José Elito Siqueira (Segurança Institucional), Helena Chagas(Comunicação), Eleonora Menicucci (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres), José Eduardo Cardozo (Justiça), Aloizio Mercadante (Educação) e Tereza Campello (Desenvolvimento Social) também participaram da cerimônia de despedida de Déda.
O velório segue aberto para o público até as 13h desta terça-feira (3). Em seguida, o corpo será levado para ser cremado em Salvador.
População acompanha de longe a cerimônia religiosa na Praça Fausto Cardoso (Foto: Marina Fontenele/G1)População acompanha de longe a cerimônia religiosa na Praça Fausto Cardoso (Foto: Marina Fontenele/G1)
Chegada a Aracaju
O corpo do governador Marcelo Déda chegou a Aracaju às 17h35 (horário de Brasília) em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) a pedido da presidente Dilma Rousseff. O corpo saiu do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e seguiu no fim da manhã para o Aeroporto Internacional de Guarulhos, em um carro fúnebre. O avião decolou para Aracaju por volta das 15h, de acordo com a assessoria do governo de Sergipe.

Corpo do governador Marcelo Déda foi trazido por um avião da Força Aérea Brasileira (Foto: Divulgação/ASN)Corpo do governador Marcelo Déda foi trazido por avião da Força Aérea Brasileira (Foto: Divulgação/ASN)
Do Aeroporto Santa Maria, o corpo foi transportado pelo Corpo de Bombeiros para o Palácio Museu Olímpio Campos, no Centro da capital, para o velório. O trajeto foi feito em carro aberto, pela Avenida Beira Mar, uma das mais importantes de Aracaju.
A primeira-dama, Eliane Aquino, os filhos de Marcelo Déda e o petista Luis Eduardo Dutra acompanharam o cortejo em cima do carro do Corpo de Bombeiros. Centenas de sergipanos seguiram o cortejo e acompanharam a passagem do carro pelas ruas. Por onde passou, o governador foi aplaudido com a bandeira de Sergipe e também camisas, bandeiras e bonés do PT.

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), e o governador do Ceará, Cid Gomes(PROS), também participaram do cortejo.

Corpo de Marcelo Déda foi colocado no carro do Corpo de Bombeiros que segue em cortejo até o Centro da capital (Foto: Marina Fontenele/G1)Corpo de Marcelo Déda foi colocado em carro do Corpo de Bombeiros que seguiu em cortejo até o Centro de Aracaju (Foto: Marina Fontenele/G1)
O governador em exercício Jackson Barreto, secretários de estado, deputados, prefeitos, diversas autoridades e centenas de sergipanos acompanharam a chegada do corpo e seguiram em cortejo.
“Estive com Déda pela última vez há 15 dias e ele me perguntou se eu estava inaugurando as obras e pediu para eu continuar me comprometendo em realizar nossos projetos. A morte dele é difícil até para nós cristãos, que acreditamos nos ensinamentos de Cristo”, disse Barreto.
Governador em exercício, Jackson Barreto, e diversas personalidades foram ao aeroporto receber Marcelo Déda (Foto: Marina Fontenele/G1)Governador em exercício Jackson Barreto e várias personalidades foram ao aeroporto receber o corpo de Marcelo Déda (Foto: Marina Fontenele/G1)
Centenas de pessoas tomaram a Avenida Senador Julio César Leite para acompanhar a saída do cortejo (Foto: João Áquila/G1)Centenas de pessoas tomaram a Avenida Senador Julio César Leite para acompanhar a saída do cortejo (Foto: João Áquila/G1)
O governador em exercício Jackson Barreto decretou luto oficial de sete dias em homenagem a Marcelo Déda.

Déda cumpria seu segundo mandato como governador, após ser reeleito em 2010. Filiado ao PT desde os anos 1980, iniciou a carreira como deputado estadual. Foi eleito duas vezes deputado federal e também foi prefeito da capital Aracaju.

O político foi diagnosticado com câncer em 2009, quando se submeteu a uma cirurgia para retirada de um nódulo benigno do pâncreas. Em 2012, ele retomou o tratamento quimioterápico.
Tratamento em São Paulo
No dia 27 de maio, Déda transferiu seu cargo para o vice-governador de Sergipe, Jackson Barreto (PMDB). Naquele momento, a assessoria de imprensa do governo informou que ele se afastaria por 15 dias para dedicar mais atenção ao tratamento de saúde realizado em São Paulo.

Segundo especialistas ouvidos pelo G1os tipos de câncer no estômago e no pâncreas, são silenciosos e dos mais letais, pois provocam metástase, processo em que a doença se espalha pelo organismo através da corrente sanguínea.

Marcelo Déda deixa cinco filhos, sendo três do primeiro casamento, com Márcia, (Marcella, Yasmim e Luísa), e dois do segundo casamento, com Eliane Aquino (João Marcelo e Mateus).
Carreira política
Marcelo Déda era militante do PT desde 1985 e conquistou seu primeiro cargo político em 1986, quando foi eleito deputado estadual com mais de 30 mil votos. Voltou à política em 1994, quando foi eleito deputado federal, e reeleito na Câmara em 1998.

Em 2000, Déda foi eleito prefeito de Aracaju e começou seu primeiro mandato em 2001. Foi reeleito em 2004. Além disso, o petista foi eleito governador de Sergipe em 2007 e reeleito em 2011.

No fim de 2009, o Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sua cassação por abuso de poder. Em 2010, o TSE absolveu Déda da mesma acusação.
Fredson Navarro e Marina FonteneleDo G1 SE