22 de junho de 2015

Fim de venda de milho subsidiado prejudica agricultores cearenses


A seca deixa mais de 90 municípios do Ceará em emergência. É praticamente a metade do estado, Mas esse ano, os agricultores não contam com o milho vendido pela CONAB por valores abaixo do mercado. Essa ajuda está fazendo falta nas propriedades.
O agricultor Antônio dos Santos plantou quase sete mil pés de milho em Canindé, no sertão central cearense. Ele esperava colher oito sacas do produto. Mas, com a seca, perdeu quase tudo. O pouco que colheu o agricultor vai usar para a ração das galinhas.
“A chuva veio e foi muito pouca. Aí o resultado é esse que o legume ficou dessa forma. Daí foi perda total”, diz Santos.
Os agricultores esperavam receber o milho subsidiado pela CONAB para enfrentar a estiagem. Mas o armazém da companhia de abastecimento que atende Canindé e outros sete municípios está fechado. A última carga, de mil toneladas, chegou em fevereiro e logo acabou.
“E até então o que nós sabemos que não iremos mais receber o milho da CONAB”, explica José Airton Lima, secretário de agricultura de Canindé.
O galpão da CONAB também está vazio em Santa Quitéria, na região norte do estado. A agricultora Maria da Penha de Oliveira teve que comprar o milho no mercado. Ela pagou o dobro em relação ao ano passado, quando adquiriu o produto com subsídio.
“A gente veio ver como eram as condições da CONAB, se ela ia voltar a funcionar, se vai voltar esse milho pra gente, por que é uma ajuda muito grande pra gente. O valor de dois sacos que nós comprava aqui, nós estamos comprando um hoje no mercado”, diz Maria da Penha.
O agricultor Evandro Lopes, que é produtor de leite, comprava a saca de milho por R$ 33. Hoje, ele está pagando R$ 47 no mercado local. A ração dada ao gado diminuiu, o que levou à queda na produção de leite. Há dois meses, ele não faz queijo. O preço do leite foi mantido, mas o produtor não sabe até quando.
O problema é que a portaria que liberava a venda do milho subsidiado pela CONAB expirou no fim de 2014. Este ano, a companhia está vendendo o milho a preço de mercado.
Hoje, o galpão em Maracanaú, que atende a 36 municípios do Ceará, ainda tem mais de sete mil sacas de milho. Foi o que restou da última carga do ano passado. O preço da saca é definido em Brasília. O valor é atualizado a cada 15 dias. Mas, a cotação desta segunda quinzena ainda não foi divulgada. Até a semana passada, a saca de milho era vendida a R$ 35,76.
Em Brasília, a ministra da Agricultura Kátia Abreu comentou a situação. “Nesse ainda não tem acordo sobre isso”, diz.
No fim de 2014, a saca de milho subsidiada sai por R$ 23.
Anézia GomesDo Globo Rural

19 de junho de 2015

Só nos resta saudade, Sanfoneiro CAÇULA BENEVIDES descanse em Paz!



Câmara aprova permissão para policial militar não reeleito voltar às suas funções

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, por 392 votos a 43 e 15 abstenções, destaque do PR à reforma política (PEC 182/07) para permitir ao policial ou bombeiro militar retornar a suas funções se não reeleito para mandato eletivo. O texto também prevê a contagem de tempo do mandato para todos os efeitos legais, menos para promoção por merecimento.
Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Sessão para análise e discussão da Reforma Política. Dep. Alberto Fraga (DEM-DF)
Alberto Fraga: "Sabemos que o promotor de Justiça, o delegado e o agente de polícia podem se candidatar e, se não forem eleitos, podem retornar a sua profissão, os militares não”
Originário da Proposta de Emenda à Constituição 7/15, do deputado Capitão Augusto (PR-SP), o texto estabelece ainda que o policial ou bombeiro, independentemente do tempo de serviço que possui, ficará agregado desde o registro da candidatura até dez dias após o término das eleições, com remuneração até o limite máximo de três meses.
Atualmente, a Constituição não faz distinção entre militares e policiais militares ou bombeiros. Ela determina que o militar com menos de dez anos de serviço se afaste da atividade para se candidatar. Aqueles com mais de dez anos, se eleitos, passam automaticamente para a reserva.
Debate
O deputado Alberto Fraga (DEM-DF) foi favorável à proposta. “A Constituição de 88 tornou possível ao militar se candidatar, mas ainda há uma grande injustiça. Sabemos que o promotor de Justiça, o delegado e o agente de polícia podem se candidatar e, se não forem eleitos, podem retornar a sua profissão, os militares não”, disse.

Fraga afirmou que, atualmente, mesmo um coronel com 39 anos e com vários cursos não pode voltar para corporação simplesmente porque assumiu um cargo eletivo. “Eu, com 39 anos, já era coronel da PM, fui um oficial caro para o meu estado e, graças a Deus, me elegi, mas se não tivesse ganhado?”, indagou.
Contrário à proposta, o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), disse que o retorno do militar à instituição de origem após exercer mandatos eletivos desvirtua a hierarquia das organizações militares. “Estamos destruindo as instituições militares no Brasil , que são baseadas na disciplina e na hierarquia”, disse.


O Nordeste está de luto morre aos 68 anos o Grande Sanfoneiro Potiguar, Caçula Benevides

CAÇULA Benevides está internado
CAÇULA Benevides estava internado no Hospital Tarcísio Maia em Mossoró
O renomado sanfoneiro Caçula Benevides morreu no início da manhã desta sexta-feira (19) no Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró.
O músico sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC), e levado no último dia 10 deste mês para o Hospital Regional de Caraúbas, e em seguida, pela gravidade do problema, transferido para Mossoró.
Caçula Benevides é natural de Caraúbas, e conhecido como um dos maiores sanfoneiros da região, grande representante do forró pé de serra do Nordeste.
Benevides chegou a se apresentar com grandes nomes do Nordeste, como é o caso de Luiz Gonzaga, Dominguinhos. Também tocou com Walmonys e Dorgival Dantas.


MossoróHoje

17 de junho de 2015

Conheça o homem mais rico e poderoso do Ceará.

Francisco Ivens Dias Branco, o cearense mais rico do nordeste e o 5ª mais rico do Brasil.
Fortaleza – De uma Mercedes vinho ano 1993, desce um senhor grisalho, vestindo uma camisa verde militar e uma calça preta surrada. Ele cumprimenta algumas pessoas e segue rumo a seu helicóptero.
A bordo dele, voará por cerca de 2 horas sobre os arredores de Fortaleza, a fim de vistoriar do alto alguns de seus principais empreendimentos: uma empresa de cimento, um moinho de trigo, um dos maiores complexos turísticos da América Latina, que está sendo erguido numa faixa de 12 quilômetros à beira da praia, uma pista de pouso de 1 800 metros, de onde sai seu avião Challenger 300, avaliado em 20 milhões de dólares, e as aeronaves de outros empresários e políticos da região e, finalmente, a sede da M. Dias Branco, a maior fabricante de massas e biscoitos do país.
O homem discreto, entusiasmado com a própria descrição dos detalhes de seus principais negócios, é o quase octogenário Francisco Ivens Dias Branco. Com uma fortuna estimada em 3,8 bilhões de dólares, Ivens, como é mais conhecido, passou a fazer parte da lista de bilionários da revista Forbes neste ano.
De acordo com o ranking, é o nono homem mais rico do Brasil, com um patrimônio superior ao dos banqueiros André Esteves e Pedro Moreira Salles e ao dos empresários Elie Horn, dono daCyrela, e Rubens Ometto, presidente do conselho da Cosan. “Conseguir alguma coisa no Ceará é como tirar leite de pedra”, diz Ivens.
Ele se refere à pobreza histórica da região, a um ambiente que por décadas foi habitado por pouquíssimas grandes empresas — fatos que fazem de sua declaração uma manifestação do próprio orgulho. Ivens conseguiu tirar leite de pedra durante muito tempo, ganhou espaço com isso e aproveitou como poucos os sopros de crescimento do Nordeste brasileiro nos últimos dez anos.
As marcas da M. Dias Branco, seu principal negócio, já eram imbatíveis na região quando multinacionais como Kraft e Nestlé começaram a montar suas fábricas e investir agressivamente na região. Com os biscoitos Richester e os macarrões Fortaleza, a empresa é líder, dominando metade do mercado local.
Nos anos 90, o mais novo bilionário brasileiro da Forbes decidiu avançar para as regiões Sul e Sudeste e, em 2003, comprou a tradicional marca Adria. Hoje, a M. Dias Branco — com suas 12 fábricas, em sete estados — possui 25% do mercado nacional de massas e biscoitos.
Nos últimos oito anos, o faturamento da companhia triplicou, chegando a 2,9 bilhões de reais. A rentabilidade, de cerca de 20% ao ano, continua bem superior à média do setor, que varia de 5% a 8%, segundo os analistas.
Uma parte do sucesso da M. Dias Branco pode ser creditada a práticas que — até pouco tempo atrás — seriam consideradas obsoletas. Seu modelo de distribuição está concentrado em pequenos e médios varejistas, que normalmente negociam descontos menores que os grandes.
Ivens também insistiu na produção integrada. O grupo produz metade do volume que utiliza de farinha e gordura vegetal, suas principais matérias-primas. Desde 2001, Ivens é dono de um terminal portuário na Bahia. É lá mesmo que ele mói o trigo, transportado para a fábrica local por meio de esteiras.
Trata-se de um modelo de baixo custo, apoiado numa particularidade do Nordeste brasileiro: os agressivos incentivos fiscais usados por vários estados para atrair investimentos. Segundo estimativas de analistas, cerca de 40% do lucro da M. Dias Branco vem daí.
O Nordeste na bolsa
É impossível calcular o valor adicionado pelo recente crescimento do mercado de consumo nordestino ao negócio de Francisco Ivens. Criada na década de 50 a partir de uma padaria em Fortaleza, a M. Dias Branco se tornou a empresa certa, no lugar certo, num momento em que investidores e multinacionais despertaram para o poder da nova classe média brasileira.
Por duas vezes, nos últimos cinco anos, Ivens foi sondado para vender sua empresa. A primeira oferta partiu da americana Kraft e, segundo pessoas próximas às negociações, não foi fechada por uma questão de preço. A segunda veio da  Pepsico — e também não prosperou.
Naquela altura, Ivens já havia se tornado o primeiro empresário do Nordeste a abrir o capital na Bovespa. Em 2006, no auge da onda brasileira de IPOs, captou 411 milhões de reais numa emissão secundária — e, assim, todo o dinheiro investido por seus novos acionistas foi parar diretamente em seu bolso.
“Ele acreditava que estar na bolsa melhoraria a gestão, porque a cobrança por resultados é praticamente diária”, diz José Vita, sócio do banco BTG Pactual, que estruturou a abertura de capital. Desde a estreia na bolsa, o valor de mercado da M. Dias Branco mais que dobrou, atingindo 5,5 bilhões de reais.
Em 2010, a companhia fez uma nova oferta de ações, também secundária, para atender a uma exigência de liquidez do Novo Mercado. Com as duas operações, Ivens aumentou sua já considerável fortuna em cerca de 1 bilhão de reais. “Só fará sentido realizar uma oferta primária quando quisermos fazer uma grande aquisição”, diz Geraldo Luciano Mattos, vice-presidente financeiro e o único executivo do alto escalão que não pertence à família Dias Branco. Seguindo a tradição patriarcal nordestina, os cinco filhos de Ivens trabalham no grupo.
O homem mais rico do Nordeste é um empreendedor típico, fruto de uma organização familiar. No início da década de 50, foi convencido pelo pai a abandonar a escola para trabalhar na rede de padarias da família — Ivens tinha, então, 18 anos e jamais terminaria o segundo grau. Foi dele a ideia de sair do varejo e montar uma fábrica de massas e biscoitos.
Hoje, seu maior desafio é acelerar a expansão da M. Dias Branco fora do Nordeste, em regiões onde a companhia não domina a cadeia de suprimentos. “A questão é como crescer mantendo as margens de lucro elevadas”, diz Joseph Giordano, analista da corretora Raymond James.
Enquanto não resolve o problema, Ivens toca outros quatro negócios dentro de seu próprio território: um porto, uma empresa de cimentos, uma construtora e investimentos em hotéis. A cimenteira Apodi foi criada em meados do ano passado para competir no mercado nordestino com as gigantes Votorantim, Camargo Corrêa, Cimpor e Holcim.
Metade do investimento — de 600 milhões de reais — foi feita pelo empresário. O restante veio de investidores. Ivens é sócio do Aquiraz Riviera, um dos maiores empreendimentos turísticos da América Latina. Sua construtora, a Idibra, tem projeto de criar uma cidade planejada ao lado da sede da M. Dias Branco, no município de Eusébio, próximo de Fortaleza.
O porto de Aratu, na Bahia, foi concebido inicialmente para atender a M. Dias Branco, mas se tornou uma operação independente, que escoa para exportação a soja e o milho produzidos no oeste baiano. Hoje, esses negócios, somados, faturam pouco mais de 250 milhões de reais, uma fração da receita da M. Dias Branco.
“Mas, em dez ou 20 anos, essas empresas poderão dar tanto dinheiro quanto o restante do grupo”, diz Ivens. Aos 77 anos, ele não tem um sucessor indicado para o mercado. Pessoas próximas apontam Ivens Júnior, vice-presidente industrial da M. Dias, como o candidato favorito. Seu estilo, dizem, é muito parecido com o do pai. Enquanto o momento da sucessão não chega, Francisco Ivens Dias Branco vai reinando em um recém-descoberto pedaço do Brasil.
Ce24horas.com

Morre aos 88 anos o ex-deputado cearense Paes de Andrade

Morreu na tarde desta quarta-feira, 17, o ex-presidente da Câmara dos Deputados e ex-embaixador do Brasil em Portugal,Antonio Paes de Andrade (88). Segundo familiares, ele foi vítima de falência múltipla dos órgãos. O velório e o enterro ainda não foram divulgados pela família.
Natural de Mombaça, no Sertão Central, Paes de Andrade foi presidente da Câmara dos Deputados entre 1989 e 1991, assumindo por diversas vezes a Presidência da República. Em uma dessas ocasiões, sancionou projeto de construção do açude Castanhão.
Paes de Andrade era presidente de honra do PMDB e sogro do líder da maioria no Senado Federal, Eunício Oliveira (PMDB). Era também figura de destaque e prestígio na diplomacia brasileira.
Biografia
Filho de José Alves de Castro e Raimunda Paes de Andrade. Casou-se com Zilda Maria Martins Rodrigues de Andrade, filha de José Martins Rodrigues, deputado federal pelo Ceará de 1955 a 1969. Teve quatro filhas. Iniciou seus estudos superiores em 1949 na Faculdade de Direito do Distrito Federal, formando-se em 1953. Foi eleito deputado estadual no Ceará pelo PSD em 1950 e reeleito em 1954 e 1958 até 1962.
Eleito pela primeira vez para o cargo de deputado federal em 1963 e reeleito em 1966 pelo MDB, por causa da institucionalização do bipartidarismo. Foi por várias vezes reeleito, sempre representando seu estado natal, o Ceará. Foi presidente da Câmara dos Deputados de fevereiro de 1989 a fevereiro de 1991. É filiado desde 1980 ao PMDB, do qual já foi presidente nacional no ano de 1994.

Foi primeiro secretário da mesa diretora da Câmara dos Deputados no período de 1987 a 1989, quando em fevereiro deste último ano foi eleito presidente da Câmara dos Deputados, sucedendo a Ulysses Guimarães. Como presidente da Câmara dos Deputados e substituto constitucional do presidente José Sarney, Paes de Andrade assumiu a Presidência da República por 12 vezes durante o ano de 1989. Em uma dessas oportunidades, aproveitou para fazer uma visita presidencial à sua cidade natal, acompanhado de uma expressiva comitiva, sendo acusado de gastos excessivos. Foi por isto apelidado de “Presidente Mombaça”.

Foi embaixador do Brasil em Portugal de 2003 a 2007. Publicou A reestruturação agrária do Nordeste (1968), Afirmação democrática do Nordeste (1971), O itinerário da violência (1976), O poder absoluto (1977), A violência da reforma e a denúncia de Caracas (1979), Francisco Pinto, as imunidades parlamentares e a Lei de Segurança Nacional (1980), As secas (1980), O poder ou o subpoder (1980), A greve no ABC e os bispos do Brasil (1980), A universidade e o professor (1980), CNBB e reflexão cristã, O Poder Legislativo e o golpe militar na Bolívia (1980), A inviolabilidade absoluta, Dom Hélder e o seu cinquentenário de ordenação (1981), Comemoração do CLX aniversário da Confederação do Equador, 1824-1984 (1984), Proposta de ação econômica e social (1985), A Interparlamentar e os direitos humanos (1987), O Brasil e a União Interparlamentar (1988), Perfis parlamentares: Martins Rodrigues (1989), História Constitucional do Brasil – em co-autoria com Paulo Bonavides (1989) e Presença na Constituinte.

Blog do Eliomar de Lima

16 de junho de 2015

Após rescisão com o Macaé, goleiro Ricardo Berna já treina no Fortaleza

Ricardo Berna, Fortaleza (Foto: Caio Ricard/TV Verdes Mares)Ricardo Berna já treina no Fortaleza nesta terça-feira (Foto: Caio Ricard/TV Verdes Mares)
O goleiro Ricardo Berna, que rescindiu contrato com o Macaé, já treina no Pici nesta terça-feira (16). Berna, de 36 anos, é a quarta contratação do Fortaleza para a Série C do Campeonato Brasileiro. O clube cearense comunicou que só vai anunciar o goleiro depois de ele assinar contrato. Insatisfeito no Macaé, Berna procurou a diretoria do clube na quarta-feira passada para informar sobre a oferta da equipe cearense e o desejo de aceitá-la. 
Ricardo Berna deixou o Macaé depois de pouco mais de seis meses. Foram 21 partidas disputadas com a camisa alvianil e 20 gols sofridos entre compromissos no Campeonato Carioca e Série B do Brasileiro. Ele participou da histórica campanha do clube no estadual, onde foram batidos recordes como a maior pontuação e a maior sequência de invencibilidade equipe na história da competição. 
Após as falhas de Deola na final do Campeonato Cearense, o Fortaleza vem atuando na terceira divisão com o jovem goleiro Erivélton. Deola não chegou a ser sequer relacionado para as partidas iniciais do Tricolor do Pici na Série C do Brasileiro. No último jogo, contra o ASA na Arena Castelão, estava entregue ao departamento médico. Na segunda-feira, já recuperado de um edema ósseo no pé direito, ele voltou a treinar com o restante do elenco. 
Por 
Fortaleza, CE

15 de junho de 2015

Atual bicampeão brasileiro, Marcelo Oliveira é o novo técnico do Verdão

Marcelo Oliveira é o novo treinador do Palmeiras. Atual bicampeão brasileiro com o Cruzeiro, seu ex-time, o técnico assinou contrato nesta segunda-feira (15) com um ano e meio de duração, até 31 de dezembro de 2016.

Junto do comandante chegam os auxiliares Tico dos Santos e Ageu Gonçalves e o preparador físico Juvenilson de Souza.
Somado aos dois títulos nacionais, a comissão foi também bicampeã paranaense em 2011 e 2012, pelo Coritiba, e mineira em 2014, pelo Cruzeiro – além de três vices da Copa do Brasil, dois pelo time paranaense e um pelo clube celeste. Os profissionais passaram também por Atlético-MG, Paraná e Vasco.
A apresentação do novo treinador alviverde será nesta terça-feira (16), às 12h, na sala de imprensa da Academia de Futebol.
Confira a primeira entrevista de Marcelo Oliveira como técnico do Verdão:
Projeção para o início de trabalho
“O Palmeiras tem um elenco muito bem montado pelo Alexandre Mattos. São jogadores de qualidade semelhante e de características diferentes, o que facilita bastante. O meu antecessor deixou um trabalho bom, pois eu o conheço bem, e vamos dar sequência e criar novos objetivos. Temos de ser ambiciosos, construir uma equipe vibrante e proporcional à tradição do clube”.
Primeira oportunidade em São Paulo
“A pressão no futebol existe em todos os lugares, principalmente nas grandes equipes. Como pessoa do futebol há 15 anos, já que fui atleta, temos de nos acostumar e a melhor maneira de minimizar isso é trabalhar muito e intensamente”.
Brasileirão
“Ser tricampeão nacional é um objetivo. Estou em um clube com tradição, com estrutura, com um bom elenco e camisa e isso é possível. Claro que é difícil, como foi no Cruzeiro, mas fica possível à medida que o trabalho se concretize e evolua”.
“Existe um horizonte bem aberto à nossa frente. A camisa do Palmeiras é tradicional, a torcida é numerosa e temos bons jogadores. Agora temos de arregaçar as mangas, criar e estimular os objetivos e formar um time”.
Ajuda ter trabalhado com Prass, Egídio, Robinho e Alecsandro?
“Ajuda. São jogadores importantes e representativos no grupo e normalmente os atletas passam aos demais a maneira como o treinador trabalha, o relacionamento pessoal e profissional. Com esses jogadores eu tive uma relação muito boa, são ótimos atletas. Esperamos fazer um ambiente favorável e positivo, com ambição e muito trabalho”.
Torcida: média de público incrível e engajada no Avanti
“Eu vejo isso com muita satisfação e prazer. O maior patrimônio de um clube é a sua torcida e, se ela for parceira do time, ele tem muito mais possibilidade de obter vitorias e conquistas. Se ela cobra, cabe a nós todos trabalhar cada vez mais para retribuir esse apoio fazendo um jogo forte, competitivo e de boa qualidade O time dentro de campo leva a torcida também”.
Allianz Parque
“Estou bastante ansioso. Não conheço ainda. Vejo que é muito importante utilizar bem a nossa casa, onde o aproveitamento tem de ser alto. Não existe um cenário melhor, pois temos um estádio novo e confortável e uma torcida vibrante e numerosa. Esse conjunto de coisa vai nos levar a grandes resultados”.
Ficha técnica
Nome completo: Marcelo de Oliveira Santos

Nascimento: 04/03/1955, em Pedro Leopoldo (MG)
Clubes: CRB (2007), Atlético Mineiro (2008), Ipatinga (2009), Paraná (2010), Coritiba (2011-2012), Vasco da Gama (2012), Cruzeiro (2013-2015) e Palmeiras (2015)
Títulos: Campeonato Paranaense (2011 e 2012), Campeonato Mineiro (2014) e Campeonato Brasileiro (2013 e 2014)

Veja o primeiro depoimento do novo técnico palestrino pela TV Palmeiras:

Site oficial da s. e. Palmeiras

Elenco reapresentou na manhã desta segunda-feira e treinou em dois períodos, no Pici. Foco segue total na Série C, o próximo adversário do Leão é o Salgueiro, no dia 28, fora de casa.

Elenco reapresentou na manhã desta segunda-feira e treinou em dois períodos, no Pici. Foco segue total na Série C, o próximo adversário do Leão é o Salgueiro, no dia 28, fora de casa. (Fotos: Bruno Bayma)
Na tarde desta segunda-feira (15), o elenco do Leão voltou a treinar no Pici, na ocasião os atletas participaram de um aquecimento acompanhados do preparador físico Celso Santos. 

Em um segundo momento, o técnico Marcelo Chamusca comandou um trabalho técnico em campo reduzido, com alternância de um treinamento físico, sob o comando de Roger Gouveia. 

O grupo leonino volta a treinar na manhã desta terça-feira, novamente em dois períodos.

Balanço do DM 

O volante Correa e o atacante Cassiano estão em transição e treinaram fisicamente nesta tarde, com o preparador físico Celso Santos. Os zagueiros Genilson e Lima seguem tratando de lesão, assim como Everton e Romarinho. 

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO FORTALEZA ESPORTE CLUBE:
Afonso Ribeiro e Raíssa Feijó
E-Mail: imprensa@fortalezaec.net
 

LEÃO DO MERCADO ANUNCIA SEU TREINADOR PARA A SÉRIE D

Carlos Octávio técnico Rio Branco-SP (Foto: Sanderson Barbarini / Foco no Esporte)Carlos Octávio estava no Rio Branco-SP até maio de 2015 (Foto: Sanderson Barbarini/Foco no Esporte)
O nome do novo técnico do Guarani de Juazeiro foi definido. Carlos Octávio, que estava no Rio Branco-SP, chega ao Guaraju com o objetivo de comandar a equipe na disputa da Série D do Campeonato Brasileiro. O treinador desembarca em Juazeiro do Nordeste, na próxima quinta-feira (11), para ser apresentado. 
Carlos Octávio, de 53 anos, já esteve à frente do Americana-SP, do Social-MG, do Tupã-SP e do Guaratinguetá desde que iniciou sua carreira como técnico em 2012 e, também, já foi coordenador das categorias de base do Corinthians entre 1999 e 2008.

O treinador deverá iniciar preparação para a Série D na próxima segunda-feira (15). O Guarani de Juazeiro estreia contra o Santos-AP, às 16 horas, no dia 12 de julho, no Romeirão, em Juazeiro do Norte. O Guaraju está no Grupo A2 que, além do time amapaense, têm Imperatriz, Interporto e River-PI. 

*Com informações do repórter Fabiano Rodrigues, da TV Verdes Mares Cariri
Por Juazeiro do Norte, CE

LEÃO DO MERCADO ACABA DE ADQUIRIR UM ÔNIBUS

O GUARANI JUNTO COM UMA EMPRESA DE SÃO PAULO "NETO ESPORTE" CONSEGUE COMPRAR UM ÔNIBUS PARA O CLUBE. COM OBJETIVO DE ECONOMIZA R AS DESPESAS DE VIAGEM E DESLOCAMENTO PARA OS TREINOS O GUARANI ECONOMIZARÁ  EM TORNO DE  100 MIL REAIS POR ANO, O ÔNIBUS ESTA SENDO ADESIVADO  E DEVE CHEGAR Á JUAZEIRO AINDA NESSE MÊS.  

Blog 100% Guarani

Novo uniforme do Guarani de Juazeiro

O NOVO UNIFORME DO LEÃO DO MERCADO CONFECCIONADO PELA EMPRESA, KAMPPO , DE SÃO PAULO A NOVA CAMISA DEVE SER ESTREADA NO BRASILEIRO DA SÉRIE D,AINDA  ESSE ANO DE 2015.

Blog 100% Guarani

Confira os 20 participantes da Copa do Nordeste de 2016


Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O título do Campinense no Campeonato Paraibano selou o último estadual nordestino de 2015. Com isso, já é possível traçar a lista completa de equipes participantes da Copa do Nordeste de 2016. Se o formato se mantiver (e é bem provável que permaneça o mesmo), a competição terá ausências de grandes clubes.
A maior delas é a do Vitória, maior campeão do torneio. Ao cair nas quartas-de-final do Campeonato Baiano, o Rubro-Negro abriu espaço para Juazeirense e Vitória da Conquista ocuparem, além do Bahia, as vagas do estado.
Outro importante desfalque será o Náutico, que não conseguiu emplacar no Campeonato Pernambucano e acabou fora das semifinais. O Santa Cruz, ausente em 2015, estará de volta, além dos já habituais Sport e Salgueiro.
Destaque ainda para a volta do ABC, fora da competição desde 2013 (em 2014, a segunda vaga do Rio Grande do Norte ficou com o Potiguar de Mossoró, enquanto o Globo a ocupou em 2015).
Confira a lista completa
Alagoas: CRB e Coruripe

Bahia: Bahia, Juazeirense e Vitória da Conquista
Ceará: Ceará e Fortaleza
Maranhão: Imperatriz e Sampaio Corrêa
Paraíba: Campinense e Botafogo
Pernambuco: Sport, Santa Cruz e Salgueiro
Piauí: River e Flamengo
Rio Grande do Norte: ABC e América-RN
Sergipe: Confiança e Estanciano

Esporte Interativo

14 de junho de 2015

Caxias apresenta técnico Marcelo Vilar nesta segunda-feira

Caxias apresenta técnico Marcelo Vilar nesta segunda-feira Rafael Passos/Jornal Correio da Paraíba
Vilar inicia trabalho e deve pedir reforços à direçãoFoto: Rafael Passos / Jornal Correio da Paraíba
A segunda semana de intertemporada promete definições importantes no Estádio Centenário. A preparação do Caxias para o retorno da Série C iniciou de forma conturbada, com mudança no comando e a renúncia do vice-presidente Paulo César Santos. 

Nesta segunda-feira, além da apresentação oficial do técnico Marcelo Vilar, pela manhã, está prevista uma reunião do Conselho Deliberativo à noite, com a presença do presidente Nelson Rech Filho, que retorna de uma viagem à Europa. Em pauta, o futuro do clube após o novo período de turbulências. 

A semana será importante para que o treinador conheça o grupo de atletas e passe ao departamento de futebol as carências e necessidades para a sequência da competição. O meio-campo e o ataque, que contam com poucas alternativas, devem ser os principais alvos de contratações. O nome de Danilo Sacramento, meia de 33 anos que está na Ferroviária-SP, está na lista de possíveis contratações. 

O time grená ainda deve realizar pelo menos um amistoso antes da volta para a Série C, dia 28, contra o Guaratinguetá, fora de casa.

Pioneiro

"Vizinho" de Chico Anysio, Everton troca fábrica por títulos e mira acesso

"Jesus é meu caminho; Maranguape, meu lugar". A placa, com o escudo de todos os times pelos quais Everton já atuou, recebe aqueles que o visitam em casa, na cidade distante 30 quilômetros da Capital cearense. Maranguape não é somente a terra natal do meia do Fortaleza. Por lá, nasceram figuras ilustres como o humorista Chico Anysio e o historiador Capistrano de Abreu. Perto da família, Éverton se recupera de cirurgia no ombro, após lesão na final do Campeonato Cearense, e projeta retorno um mês antes do esperado: em julho, deve estar em campo na Série C do Campeonato Brasileiro. Uma espera difícil para aquele que quer ajudar, e não só torcer. 
Everton, Fortaleza, Maranguape (Foto: Thaís Jorge)Everton, do Fortaleza, colocava marca em ventiladores, em Maranguape (Foto: Thaís Jorge)

- Em 10 ou 12 dias, estou tirando o ferro do meu ombro. Depois de tirar esse ferro, posso fazer os trabalhos físicos. Esse é o processo de volta. Creio que, junto com o preparador físico, depois desses dias, eu deva estar com 80% de recuperação. Em vinte dias, devo estar voltando aos 100%. Em julho, devo voltar a jogar. No começo, era em agosto. Mas a minha recuperação está boa. Os fisioterapeutas estão gostando. A cicatrização está bem. Quero voltar e ficar feliz - conta, em entrevista ao GloboEsporte.com/ce na última quarta-feira (10), em Maranguape.
Em julho, devo voltar a jogar. Quero voltar e ficar feliz
Everton
Cobrado no início da temporada e sem render o esperado, Everton ganhou protagonismo no decorrer do estadual, em que o Fortaleza saiu vencedor. O jogador, de 30 anos, acumula outros títulos importantes na carreira: foi campeão estadual e da Série A do Brasileiro, em 2013, pelo Cruzeiro; em 2014, comemorou com o Joinville o acesso à elite, também com troféu. Em 2015, o fato de ser torcedor, de ter recebido boa proposta, de ser amigo de dirigentes, de querer estar mais perto da família e dos amigos pesou. Assim, explica a escolha pelas cores do Fortaleza, clube que defende atualmente e do qual é artilheiro da temporada, com sete gols, ao lado do volante Pio. 
- O meu início no campeonato (Cearense de 2015) não foi tão bom. A torcida pegou no meu pé, estava sendo cobrado. O motivo foi uma pré-temporada que não foi boa. Em cinco dias, estava jogando. Acho que a torcida teve paciência depois. Comecei a jogar bem, fazer gol. Pelo Joinville, fiz o gol do acesso, mas foi somente um. Em 2013, fiz três ou quatro. No Ferroviário, fiz muitos gols, fui até o vice-artilheiro da Série C (do Brasileiro, em 2006). Esse ano, sou artilheiro ao lado do Pio. Espero voltar logo para fazer mais gols e alegrar nossa torcida - afirma. 
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EMPREGO EM FÁBRICA E VIZINHO ILUSTRE
Em Maranguape, Everton não viveu histórias relacionadas apenas ao futebol. Se hoje ele desfila com braço imobilizado devido a uma lesão dentro do gramado da Arena Castelão, antes ele ralava em uma fábrica de ventiladores. A função? Colocar o nome da marca em cada objeto, um por um. Então, foi descoberto quando disputava a Liga Amadora de Indústrias de Maranguape. Um olheiro do Santana Têxtil, da Terceira Divisão do Campeonato Cearense, convidou o menino, ainda em 2003, para mudar de vida. Everton acertou. Depois do Santana Têxtil, Everton foi para o Ferroviário e despontou para o resto do País. 
- Eu fazia a tampografia. Eu colocava o nome da marca no ventilador. Não consertava. Nunca tive reclamação - brinca. 
Do "Recanto do Guerreiro", nome dado pelo meia do Fortaleza ao local de lazer da casa em Maranguape, também é possível o contato com outra personalidade. Everton é vizinho do museu em homenagem a Chico Anysio, casa onde o humorista viveu até os sete anos de idade. Um ano depois, mudou-se para Fortaleza e, depois, para o Rio de Janeiro. 
Na rua "Chico Amador", a placa de número 68 avisa que ali pode-se viver um pouco da história do conterrâneo famoso, que faleceu em 2012. Personagens de Chico e uma estátua gigante enfeitam a casa, de aproximadamente 100 anos, aberta para visitações durante toda a semana. Em Maranguape, o humorista esteve pela última vez em 2010, em um show de humor, na Praça Capistrano de Abreu, outro ilustre da cidade. 
Everton, Fortaleza, Maranguape (Foto: Thaís Jorge)Caso de Chico Anysio, em Maranguape, ao lado da residência do jogador do Fortaleza (Foto: Thaís Jorge)

- É bom, é gratificante ser conhecido aqui. Todo maranguapense tem sua referência. Tem o museu do Chico Anysio, que é do lado da minha casa. Meu tio trabalha lá há dois anos. Muitos torcedores rivais vêm conversar comigo. Isso é bom também. Onde passo o pessoal fala comigo. Rivalidade? Somente dentro de campo - pontua Everton.
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À ESPERA DE MAIS UM PÔSTER

Na Série C do Campeonato Brasileiro, o Fortaleza tem dez pontos e é o atual líder do Grupo A. O próximo duelo do time é apenas no dia 28, após Copa América, diante do Salgueiro. Com tantos títulos na bagagem e referência na equipe de Marcelo Chamusca, Everton é firme ao apontar qual o cartaz que ainda falta na parede do seu "Recanto do Guerreiro": o do acesso à Série B do Campeonato Brasileiro. E espera retornar aos gramados com a mesma inspiração dos anos anteriores.

Everton, Fortaleza, Maranguape (Foto: Thaís Jorge)Everton quer mais um pôster: o do acesso à Série B do  Brasileiro (Foto: Thaís Jorge)
- É difícil demais apenas torcer, não vou ao estádio quando estou machucado. É melhor jogar e torcer do que somente torcer, sem ajudar o time. Eu jogo com o coração e com a alma. E o espírito é esse aí. Esse ano, se Deus quiser, vai dar certo - arremata o jogador.
Por Direto de Maranguape, CE