20 de agosto de 2015

Dezoito jogadores do Fortaleza convocados para a partida contra o ASA

Delegação tricolor embarcou para Maceió com os retornos de Ricardo Berna e Daniel Sobralense

Na manhã desta quinta-feira, a delegação do Fortaleza embarcou no Aeroporto Internacional Pinto Martins rumo a Maceió com 18 jogadores, convocados pelo técnico Marcelo Chamusca para a partida contra o ASA, neste sábado, às 16h, no estádio Coaracy Fonseca, em Arapiraca/AL, válida pela 13ª rodada da Série C. 

A relação de atletas tem duas novidades. O goleiro Ricardo Berna concluiu o processo de recuperação da fratura do osso nasal e está novamente à disposição para atuar. Já o meia Daniel Sobralense se recuperou da contratura muscular na panturrilha direita e foi liberado pelo departamento médico do Leão. 

O Tricolor treina em Maceió na tarde desta quinta, no CT Arthur Feijó, do Corinthians/AL, e na manhã de sexta-feira, no CT Mutange, do CSA. No período da tarde, segue para Arapiraca, palco do confronto de sábado. 

O Fortaleza é o líder do Grupo A do Campeonato Brasileiro, com 27 pontos. 

Confira os relacionados: 
Goleiros
 
Ricardo Berna e Erivelton 

Laterais 
Radar, Thallyson e Tinga 
Zagueiros 
Adalberto, Genilson e Lima 
Volantes 
Auremir, Corrêa, Pio e Vinícius Hess 
Meias 
Daniel Sobralense, Éverton, Maranhão e Tiago Azulão 
Atacantes 
Lúcio Maranhão e Ricardo Jesus 


Assessoria de Comunicação do Fortaleza Esporte Clube
Afonso Ribeiro e Raíssa Feijó
imprensa@fortalezaec.net 

Recuperado, Ricardo Berna celebra retorno e pede Leão focado

Arqueiro tricolor pode retornar aos gramados diante do ASA, sábado
Pouco mais de um mês após sofrer a fratura no osso nasal, o goleiro Ricardo Berna está novamente à disposição para atuar pelo Fortaleza. Recuperado, o arqueiro relata o período de tratamento longe dos gramados, admite a ansiedade para voltar a jogar e quer o time focado em busca da classificação às quartas de final da Série C. 

Berna sofreu a fratura no primeiro tempo da vitória por 3 a 0 sobre o Botafogo-PB, na Arena Castelão, no dia 18 de julho. O jogador paulista de 36 anos passou por uma cirurgia corretiva, iniciou o retorno com treinos físicos após período de recuperação e usou máscara facial durante duas semanas para retomar as atividades com bola. Livre do equipamento, o goleiro mira o futuro com a camisa do Leão. 

"O mais duro é ver os colegas trabalhando, se esforçando ao máximo e eu ter que me privar disso. A primeira semana foi compreensível, até pela situação pós-cirúrgica, mas no período de cicatrização, já sem o tampão, fica mais igual aos outros. Mas o período tem que ser respeito. Para nós, jogadores, que estamos acostumado a superar dor e outros dificuldades é complicado administrar isso. Para mim, não foi diferente. Quem sente muito em casa são os familiares, que têm que ajudar a controlar a ansiedade. Mas o pior momento em relação a isso já passou. Agora é olhar para frente, só alegria e contribuir com meus amigos para que a gente possa fazer um bom trabalho dentro de campo nas partidas", disse. 




Relacionado para a partida contra o ASA, neste sábado, às 16h, no estádio Coaracy Fonseca, em Arapiraca/AL, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, o arqueiro alerta que o Tricolor não pode deixar o ritmo cair devido à liderança da chave, com 27 pontos, e afirma que a cobrança por atuações melhores são normais para a equipe selar vaga na próxima fase. 

"Mesmo com nossa posição na tabela, não queremos ficar na zona de conforto. Temos que sair dela e incomodar nosso adversário, mesmo ele jogando dentro de casa. Cada jogo tem sua dificuldade e é durante a partida que se constrói o placar positivo. É com essa mentalidade que a gente vai para o jogo. A temporada vai se tornando mais desgastante, a carga de treinamentos é muito forte e estamos nos aplicando ao máximo para chegar no ápice no momento de decisão. Essa cobrança é natural quando se fala de competição em alto nível. Quem tem que sofrer são os adversários", afirmou Ricardo Berna. 
Assessoria de Comunicação do Fortaleza Esporte Clube
Afonso Ribeiro e Raíssa Feijó
imprensa@fortalezaec.net 



Sem jogadores expulsos nesta Série C, Fortaleza é o segundo time mais disciplinado da competição

Pio é o atleta mais advertido do Tricolor: são cinco cartões em 11 jogos
Não é só na tabela da Série C do Brasileiro que o Fortaleza tem apresentado bons números. Dono da melhor campanha da competição, com 27 pontos em 12 jogos, e praticamente classificado ao mata-mata, o Leão está bem na fita com a arbitragem da Terceira Divisão.

Dos 20 times participantes, o Tricolor aparece em 2º lugar no número de cartões amarelos recebidos. Até a 12ª rodada, os leoninos foram advertidos 24 vezes. O time do técnico Marcelo Chamusca fica atrás apenas do Salgueiro, que recebeu 17 cartões. No entanto, os pernambucano tiveram duas expulsões, enquanto o Leão não levou cartão vermelho.

“A marcação sempre tem que começar com os atacantes e meias. Não é só zagueiro que tem que marcar. Se todo mundo marcar bem, temos condições de fazer um bom trabalho”, diz o meia Éverton, justificando na aplicação tática as razões para o baixo número de cartões.

O bom desempenho disciplinar facilita o trabalho de Chamusca, que não tem tido tantos problemas com suspensão de atletas. Quatro jogadores desfalcaram a equipe nesta Série C. O volante Pio é o mais advertido do elenco com cinco amarelos, seguido por Lúcio Maranhão e Corrêa, com três. Fora do último jogo, contra o Cuiabá, Vinícius Hess completa a lista dos que já desfalcaram o Leão nesta campanha. 

“É filosofia dele (Chamusca). É uma equipe que marca quando não tem a bola, mas sempre no jogo limpo. Até os meus cartões mesmo, se você for ver dessa vez que fui suspenso, dois deles foram por reclamações”, explica o volante Corrêa.

Como parâmetro, a média de amarelos por time da Série C é de 2,68 por partida, enquanto a do Fortaleza é de dois. O Tricolor tem, por exemplo, pouco mais da metade dos 41 amarelos recebidos por Vila Nova, Caxias e América-RN, times mais indisciplinados da competição. A equipe potiguar coleciona ainda seis expulsões.

O Povo

Mais que triplicar: para não cair, Ceará precisa aumentar pontuação em 221%

Ceará, Vitória, Arena Castelão  (Foto: JL Rosa/Agência Diário)Para não cair, Ceará precisa ganhar, pelo menos, 10 jogos até a 38ª rodada (Foto: JL Rosa/Ag. Diário)
A vitória, na última rodada do 1º turno da Série B do Campeonato Brasileiro, sobre o Macaé, deu novo ânimo ao Ceará e a sua torcida. Mas o time precisará fazer muito mais se quiser escapar do rebaixamento para a Série C, em 2016. Com apenas 14 pontos marcados na primeira parte da competição, o Vovô tem que mais que triplicar a sua pontuação para se salvar, ou seja, aumentar a quantidade de pontos em relação às 19 primeiras rodadas em 221%.
De 2006 até 2014, a Série B de pontos corridos computou uma média de 45 pontos para ficar em 16º lugar, última colocação antes da zona de rebaixamento. Em 2012, o Guaratinguetá conseguiu escapar do descenso com 43 pontos, a pontuação menos exigida. Mas em 2007, por exemplo, o mesmo Alvinegro de Porangabuçu precisou de 50 pontos para não ser rebaixado. Nos anos seguintes, a pontuação para evitar a queda ficou sempre entre esta margem.
Se o Vovô tomar por base a média de 45 pontos para escapar, precisaria de mais 31 pontos para respirar na Segundona. O que equivale a 10 vitórias e um empate, por exemplo. Para chegar a esse número, o Ceará teria que, em um caminho menos difícil, ganhar todos os jogos em casa neste 2º turno da Segundona e ainda arrancar um empate fora. Isso significa dizer que, no atual cenário, só sobrariam oito jogos para "serem perdidos" entre os 19 restantes. No 1º turno, a equipe perdeu 11.
Atualmente, sites especializados em estatísticas de futebol, como o "Chance de Gol", apontam 61 pontos para que o time se livre em 100% do descenso. Mas essa pontuação alta cai drasticamente na reta final da competição, quando a distância dos times na tabela fica menor. E justamente por isso, o número de pontos fica no intervalo entre 43 e 50 durante esses anos.
Sendo assim, resta ao Ceará engrenar uma reação a partir do próximo domingo (23), para seguir na Série B do Brasileiro em 2016.
Gol do Ceará Macaé x Ceará - Campeonato Brasileiro Série B (Foto: Tiago Ferreira)Ceará superou Macaé na 19ª rodada e encerrou o 1º turno com 14 pontos (Foto: Tiago Ferreira)

Confira a pontuação do 16º colocado desde o início dos pontos corridos:
2006 - 44

2007 - 50
2008 - 45
2009 - 46
2010 - 46
2011 - 48
2012 - 43
2013 - 44
2014 - 46

Por 
Fortaleza, CE

Deputado Heitor Férrer tem convite do PMDB, PSDB, PPS e Solidariedade

Heitor-FérrerO deputado estadual Heitor Férrer revelou já ter recebido convites de alguns partidos para se filiar e que a primeira sinalização nesse sentido veio do PMDB. Ele disse que a convivência na Assembleia Legislativa com os colegas parlamentares gerou o convite de deputados estaduais do PMDB. Heitor disse, ainda, que dirigentes do PSDB, PRB, PPS e o Solidariedade, liderado no Ceará pelo deputado federal Genecias Noronha, também, se colocaram a sua disposição. Heitor espera a filiação dos irmãos Cid e Ciro ao PDT para deixar a sigla brizolista.
Do PSDB, segundo ele, veio o convite pessoalmente do senador Tasso Jereissati, para ser o candidato a prefeito de Fortaleza pela sigla em 2016. Heitor se disse lisonjeado pelos afagos recebidos de todas as siglas e não descartou nenhuma de uma possível filiação.
A saída do PDT é o maior castigo para Heitor Férrer, que passou 28 anos filiado ao partido, se tornando uma das maiores lideranças da agremiação no Ceará. Heitor foi vereador por Fortaleza e depois eleito deputado, sempre com expressivas votações. Na eleição municipal passada ficou em terceiro lugar no primeiro turno, com votações bem próximas aos dois primeiros – Roberto Cláudio e Elmano Freitas.
Segundo ele, o convite a Ciro e Cid partiu do presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, “a quem eu não critico, pois o mesmo tem o projeto nacional para o partido, que é ter candidato a presidente da República. Lupi viu que Ciro Gomes tem condições de exercer esse papel. Ele também convidou o prefeito Roberto Cláudio. Portanto é um projeto nacional, que tem como efeito colateral a Prefeitura de Fortaleza, ai sim, isso nos constrange, pois nós tínhamos a intenção na disputa e se Roberto Cláudio vier como tudo se delineia, não serei candidato pelo PDT e ai vou definir se fico no partido, se saiu do partido e para qual partido irei”, concluiu.
Ceará Agora

14 de agosto de 2015

Izolda Cela é a primeira mulher na história a assumir o Governo do Ceará

Rgov4Às 9h30 desta sexta-feira (14), a vice-governadora Izolda Cela se tornou a primeira mulher a assumir o comando do Governo do Estado. Ela ficará como governadora em exercício até o próximo dia 20. O governador Camilo Santana retornará às atividades no dia 21.  “Este é um momento histórico”, resumiu Camilo Santana, ao assinar o livro de transmissão de cargo.  

Izolda Cela chegou ao Palácio da Abolição por volta das 9 horas e se reuniu com o governador Camilo Santana. A transmissão de cargo, realizada no gabinete, durou cerca de 15 minutos e contou com a presença dos secretários Alexandre Landim (Casa Civil) e Élcio Batista (Chefia do Gabinete) e de Rgov3Fernando Oliveira, chefe do gabinete da governadora em exercício.

“Para mim é uma honra estar esses dias respondendo pelo exercício do Governo e ser a primeira mulher a ter esta função. Espero cumprir o papel que me cabe da melhor maneira possível e, com o retorno do governador na próxima semana, poder prestar contas do trabalho exercido”, citou Izolda Cela.

14.08.2015

Thiago Cafardo
Porta-voz / Governador


Foto: Carlos Gibaja / Governo do Ceará

Governo do Estado do Ceará

Começa neste sábado (15) Campanha de Vacinação Contra a Poliomielite

Ministério da Saúde distribui 16 milhões de doses para vacinar 12,7 milhões de crianças contra a paralisia infantil. Haverá atualização de outras vacinas da infância  
Para proteger as crianças contra paralisia infantil, o Zé Gotinha entra em ação mais uma vez a partir deste sábado (15), dia D de mobilização. Em parceria com estados e municípios, o Ministério da Saúde realiza a 36ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. Até o dia 31 deste mês, a meta é imunizar 12 milhões de crianças entre seis meses e cinco anos incompletos. Isso representa 95% do público-alvo, formado por 12,7 milhões de crianças.

A ida ao posto de saúde também será a oportunidade para colocar a vacinação das crianças  em dia. Por isso, paralelamente à campanha contra poliomielite, o Ministério da Saúde promove uma mobilização para atualizar o esquema vacinal dos menores de cinco anos. Os profissionais de saúde vão avaliar a caderneta infantil, alertando aos pais sobre as vacinas que estão vencendo ou em atraso.
Durante a apresentação da Campanha nesta terça-feira (11), o Ministro da Saúde, Arthur Chioro, convocou pais e responsáveis a levar seus filhos menores de cinco anos a um posto de vacinação. "É extremamente importante seguir a orientação da Organização Mundial da Saúde e vacinar o máximo possível de crianças. Vamos aproveitar também para colocar a caderneta das crianças em dia com a atualização de outras vacinas", reforçou Chioro. O ministro destacou o esforço do Sistema Único de Saúde (SUS) para garantir a vacinação para todas as crianças brasileiras, inclusive aquelas que vivem em regiões remotas, como áreas indígenas e população tradicional.
As doses atrasadas serão aplicadas e agendadas, de acordo com a situação de cada criança. Aquelas que nunca foram vacinadas contra a poliomielite, não receberão as gotinhas na campanha. As crianças que estão iniciando o esquema vacinal devem ser imunizadas com vacina inativada poliomielite (VIP injetável), aplicada aos dois e quatro meses de vida. Já aos seis meses, a criança deve receber uma dose da vacina oral e outra de reforço aos 15 meses. (confiram tabela abaixo). Para isso, pais ou responsáveis devem  levar o cartão de vacinação aos postos de saúde.
A vacina é extremamente segura e protege contra os três sorotipos do poliovírus 1, 2 e 3. A eficácia da imunização é em torno de 90% a 95%. Não existe tratamento para a poliomielite e a única forma de prevenção é a vacina. Ela é recomendada, até mesmo, para as crianças que estejam com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarreia. Já, para crianças com infecções agudas, com febre acima de 38ºC ou com hipersensibilidade a algum componente da vacina, o Ministério da Saúde recomenda aos pais que consultem um médico para avaliar se a imunização é indicada.  
VACINAÇÃO INCOMPLETA - Com a campanha de atualização, o Ministério da Saúde busca aumentar a cobertura vacinal e diminuir o risco de transmissão de doenças que podem ser evitadas, além de reduzir as taxas de abandono. As vacinas oferecidas protegem contra tuberculose, rotavírus, sarampo, rubéola, coqueluche, caxumba, varicela, meningites, febre amarela, hepatites, difteria e tétano, entre outras.  A campanha nacional conta com uma infraestrutura composta por mais de 100 mil postos espalhados por todo o país, 350 mil profissionais de saúde e 42 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais).
A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, Carla Domingues, ressaltou a importância da vacinação. Segundo ela, é importante que o Brasil mantenha as altas taxas de cobertura para não correr o risco da reintrodução da doença. “O nosso país tem um grande fluxo de turistas e de comércio, por isso é fundamental que as nossas crianças continuem a ser vacinadas. Temos de garantir boas coberturas vacinais tanto na rotina, como na campanha”, explicou a coordenadora.
CAMPANHA PUBLICITÁRIA – A mobilização da população já começou. Com o slogan “Você é o protetor do seu filho”, a campanha publicitária já está sendo veiculada desde domingo (9). As peças mostram a responsabilidade dos pais de levar as crianças para serem vacinadas. Até o dia 31 de agosto, as mensagens serão veiculadas na TV aberta e fechada, rádio, internet, redes sociais e aplicativos de mobile.
POLIOMIELITE - O Brasil está livre da poliomielite desde 1990 e, em 1994, o país recebeu, da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), a Certificação de Área Livre de Circulação do Poliovírus Selvagem em seu território. Entretanto, nove países registraram casos em 2014 e 2015. Em três países - Nigéria, Paquistão e Afeganistão - a poliomielite é endêmica. Nos outros seis (Somália, Guiné Equatorial, Iraque, Camarões, Síria e Etiópia) os casos registrados da doença foram decorrentes de importação do poliovírus selvagem. Por isso, a vacinação é fundamental para que casos de paralisia infantil não voltem a ser registrados no Brasil.
A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança não vai a óbito quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral.
O Brasil é referência mundial em vacinação e o Sistema Único de Saúde (SUS) garante à população brasileira acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente, são disponibilizadas pela rede pública de saúde, de todo o país, 17 vacinas que integram o Calendário Nacional e combatem mais de 20 doenças, em diversas faixas etárias.
Esquema sequencial de vacinação contra a poliomielite
 Idade
Qual a vacina
2 meses
Vacina inativada poliomielite – VIP
4 meses
VIP (injetável)
6 meses
Vacina oral poliomielite – VOP
15 meses
VOP (reforço)
Por Carlos Américo e Camila Bogaz, da Agência Saúde Atendimento à imprensa – Ascom/MS (61) 3315-2577 / 2861 / 3580

Motorista erra freio no ES e carro acaba pendurado em parede de garagem; fotos

Motorista acelera em garagem e carro fica pendurado em Colatina, espírito santo (Foto: Divulgação/Polícia Militar)Motorista acelera em garagem e carro fica
pendurado (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Um carro ficou pendurado em um prédio residencial, na avenida das Nações, no bairro Colatina Velha, em Colatina, no Noroeste do Espírito Santo, por volta de 6h, desta sexta-feira (14).
O motorista do veículo automático, modelo Cruze, contou para a Polícia Militar que se assustou e acelerou em vez de frear dentro da garagem. O carro foi projetado para frente e derrubou a parede.
O veículo ficou pendurado, no segundo pavimento do prédio, a 15 metros de altura do chão.
No carro, estava um eletricista de 30 anos, morador do prédio. Ele não se feriu e, após passar 20 minutos pendurato até o resgate, ficou em casa aguardando a chegada do seguro do automóvel. Ele ficou muito abalado com o acidente.
A mulher do motorista, uma atendente de farmácia de 31 anos, contou que o marido saiu de casa, por volta de 4h, para ir à residência de um parente, que estava passando mal. O acidente aconteceu no retorno dele, por volta de 6h.
A esposa, que não quis ter o nome divulgado, disse ainda que acordou com o barulho e viu o que tinha acontecido. Ela e os vizinhos chamaram a polícia e o motorista aguardou dentro do carro a chegada do socorro.
Socorro
Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi ao local e retirou o eletricista pela parte de trás do veículo. A Polícia Militar disse que não foi feito o teste do bafômetro porque o motorista não apresentava sinais de embriaguez.

Para a remoção, o carro foi amarrado a uma pilastra da garagem e puxado por um guincho, com o auxilio de cordas e uma roldana.
Estrutura
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a estrutura do prédio não foi abalada, porque não atingiu nenhuma pilastra de sustentação, apenas tijolos. A Defesa Civil municipal não precisou ser acionada.

A garagem foi completamente isolada para a realização de reparos e para a avaliação da seguradora do condomínio.
Vizinhança
Uma vizinha que mora atrás do prédio disse que ficou assustada com o barulho. “Pensei que fosse um temporal. Quando saí, vi a minha varanda cheia de concreto. Ao olhar para cima, vi o meu vizinho acelerando o carro. Gritei para ele parar de acelerar e ficar calmo”, disse Laudiceia Iglesias.

Motorista acelera em garagem e carro fica pendurado em Colatina, espírito santo (Foto: Divulgação/PM e Bombeiros)Motorista acelera em garagem e carro fica pendurado em Colatina, espírito santo (Foto: Divulgação/PM e Bombeiros)
Carro ficou pendurado em Colatina, no Noroeste do Espírito Santo, após homem acelerar na garagem (Foto: Divulgação/Polícia Militar e Corpo de Bombeiros)Carro ficou pendurado em Colatina, no Noroeste do Espírito Santo, após homem acelerar na garagem (Foto: Divulgação/Polícia Militar e Corpo de Bombeiros)
Carro pendurado (Foto: Divulgação/PM e Bombeiros)Carro pendurado (Foto: Divulgação/PM e Bombeiros)

Juirana Nobres e Alessandro BachetiDo G1 ES e da TV Gazeta

13 de agosto de 2015

Reformulação total – Pisada Forrozeira contrata Leandro Mendes e anuncia nova formação

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Com o desligamento dos cantores: Juliana Martins e Claudioney para integrar um novo projeto, a Banda Pisada Forrozeira, acaba anunciar a sua nova linha de frente.
Depois de contratar a cantora, Aldynha Vox (ex-Forró Cangaço e Forró Boca a Boca), é a vez do cantor, Leandro Mendes, até então integrante da Banda Brasas do Forró, ser confirmado como o novo cantor da banda, assim também como o vocalista, Bianno Cantor, formando um trio. 
A estreia oficial da nova frente da Pisada Forrozeira composta pelos vocalistas: Leandro Mendes, Aldynha Vox e Bianno Cantor acontecerá no dia 06 de setembro na cidade de Jaguaribara-CE, onde será gravado um novo CD promocional.
Diário do Forró

PSB lembra 10 anos sem Miguel Arraes e um ano sem Eduardo Campos

  

Treze de agosto é, para o PSB e para a política brasileira, um dia de relembrar – além de duas grandes perdas – o legado de dois homens públicos que transformaram sua vida em verdadeiros exemplos para o Brasil. Em 13 de agosto de 2005, o País perdeu Miguel Arraes. Em 13 de agosto de 2014, perdeu Eduardo Campos.

A triste coincidência da partida de dois dos mais importantes políticos da história do Brasil iniciou há muitos anos, em Pernambuco, onde eles forjaram suas lutas e suas histórias. E foi a partir da vida desses dois homens que o Brasil passou a conhecer Pernambuco e uma nova forma de fazer política. 

Miguel Arraes – Dr. Arraes – como era carinhosamente chamado – nasceu em Araripe, interior do Ceará, e construiu sua carreira política em Pernambuco. Foi o grande líder da esquerda brasileira no Nordeste e um dos maiores do Brasil. Teve sua vida pública marcada pelo compromisso com a redução das desigualdades sociais, com a educação de qualidade e pela luta em prol da democracia brasileira.

Além de Secretário da Fazenda de PE, Arraes foi deputado estadual e federal, prefeito do Recife e governador de Pernambuco por três mandatos. No dia 1º de abril de 1964, quando era governador, foi deposto pelo Golpe que instituiu a ditadura militar no Brasil e ficou preso em quartéis do Recife e da Ilha de Fernando de Noronha. 

Em 1965, partiu com da família para o exílio na Argélia, onde permaneceu por 14 anos. Em 1979, com a anistia, voltou ao Recife e não desistiu da política.

"Nunca me preocupei com rótulos. O rótulo de radical, conciliador, não tem nenhum sentido para mim, como não tinha sentido me chamarem de comunista no passado. O que importa é a prática política; o que importa são os posicionamentos que se tomam ao lado de determinadas camadas sociais em defesa de teses que interessam à nação como um todo".

Em 1982, foi eleito deputado federal; em 1986, foi eleito pela segunda vez para governar Pernambuco. Em 1990, já filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) foi eleito, novamente, deputado federal, desta vez com a maior votação proporcional do País. Em 1993, foi eleito presidente nacional do PSB, cargo que ocupou até 2005. Em 1994, foi eleito pela terceira vez governador de Pernambuco. Em 2002, elegeu-se mais uma vez deputado federal.

Arraes morreu aos 88 anos, no dia 13 de agosto de 2005, no exercício do seu mandato no Congresso Nacional. Em todos os anos de vida pública, deixou um importante legado, especialmente na educação, na área social e no setor rural.

Com trajetória exemplar, Miguel Arraes é lembrado até hoje com muita emoção pelo povo pernambucano.

Eduardo Campos – Neto de Miguel Arraes, Eduardo herdou do avô a paixão e a vocação política. Desde muito cedo se dedicou à sua formação e capacitação. Em 1986, abriu mão de um mestrado nos EUA e ajudou a campanha de Arraes para o Governo do Estado de Pernambuco. O projeto foi vitorioso, e ele acabou nomeado chefe do gabinete do governador. Desde então sempre mostrou seu pensamento inovador e sua visão de futuro, características que, aliadas ao carisma, foram sua marca.

No ano de 1990, Campos filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) e concorreu pela primeira vez a deputado estadual. Elegeu-se e, na Assembleia Legislativa de PE, desempenhou como poucos o papel de liderança, destacando-se como um dos melhores parlamentares da bancada de oposição.
Com olhar no futuro, Eduardo avançou. Decidiu concorrer a deputado federal e foi eleito, em 1994, com grande votação – 133 mil votos. De 1996 a 1998 foi Secretário da Fazenda em novo governo de Arraes em PE. Em 1998 e 2002 reelegeu-se deputado federal. O próximo desafio, seguindo em forte ascensão, foi comandar o Ministério de Ciência e Tecnologia. Já na política partidária, Eduardo substituiu o avô na presidência do PSB, em 2005.

Com experiência e coragem, o passo seguinte foi concorrer ao governo de Pernambuco. E, de forma brilhante, em 2006, fez uma grande campanha, dialogando diretamente com a população. Foi eleito com 65% dos votos.

A dedicação e o vigor de Campos fizeram de Pernambuco um novo Estado. Os resultados garantiram a reeleição do projeto com 82% dos votos válidos. Nos oito anos como governador, o neto do Dr. Arraes foi eleito por cinco vezes o melhor governador do Brasil e, ao deixar o Palácio do Campo das Princesas, tinha 90% de aprovação.

Sem jamais desistir de olhar para o futuro, em 2014 enfrentou o maior desafio da sua trajetória política: a candidatura à Presidência do Brasil. Com coragem e audácia, percorreu o Brasil apresentando suas ideias. Por onde passava, ganhava a confiança de milhões de pessoas.
“Não vamos desistir do Brasil. É aqui que nós vamos criar nossos filhos. É aqui que nós temos que criar uma sociedade mais justa.”

A campanha, porém, foi interrompida no dia 13 de agosto, em meio à corrida eleitoral. Eduardo e mais seis pessoas morreram em um acidente aéreo. Na véspera Eduardo Campos tinha feito um pedido ao povo brasileiro: “Não vamos desistir do Brasil!”.

Miguel Arraes e Eduardo Campos nos deixaram um importante legado: além da certeza de que a política deve ser feita com o coração, com carisma, coragem, capacidade e responsabilidade, através da liderança deles, os pernambucanos e os brasileiros reaprenderam a sonhar.

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PSB busca líder nacional um ano após a morte de Eduardo Campos

Um ano após a morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, o PSB busca um líder nacional capaz de garantir união à legenda e disputar, com chance de vitória, a Presidência da República.
O partido tenta ainda conquistar espaço nos estados, com a filiação de nomes capazes de concorrer com chances de vitória às eleições para governador, em 2018.

Carismático e herdeiro de uma família com forte tradição política em Pernambuco, Eduardo Campos era a maior liderança do PSB. A morte prematura em meio à campanha pela Presidência, no ano passado, gerou um vácuo e incertezas sobre o futuro do partido que ele ajudou consolidar.

Para manter a visibilidade obtida na eleição de 2014, líderes do PSB tentam convencer a viúva do ex-governador, Renata Campos, a concorrer à Presidência da República em 2018.
João Campos, filho de Eduardo Campos, discursa na Câmara durante sessão em homenagem ao pai (Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados)João Campos, filho de Eduardo Campos, discursa na Câmara durante sessão em homenagem ao pai (Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados)
A maior aposta do PSB para o futuro, porém, é João Campos, filho do ex-governador. Estudante de engenharia civil, o jovem de 24 anos quer seguir os passos do pai e deve estrear no campo político disputando uma cadeira na Câmara dos Deputados em 2018.
“O filho do Eduardo vai ser candidato a deputado federal”, confirmou ao G1 o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira.

O vice-presidente de Relações Governamentais do partido, Beto Albuquerque (RS), também aposta no sobrenome e desenvoltura de João Campos, que já assumiu, na própria família, o papel de porta-voz – ele é incumbido de fazer os discursos em eventos públicos e conceder entrevistas.

“A gente tem que continuar firmes no propósito de continuar fazendo protagonismo. O João vai terminar a faculdade dele e certamente vai dar continuidade à política. Acho que ele vai ser candidato a deputado federal em 2018”, disse Beto Albuquerque, candidato a vice-presidente da República, em 2014, na chapa liderada por Marina Silva após a morte de Campos.
A presença de Marina Silva no PSB, aliás, é considerada temporária, devido às divergências políticas entre ela e a direção do partido.
O nome da ex-senadora sequer é citado pelos dirigentes do PSB nos planos da sigla, e a expectativa é de que ela migre para a Rede Sustentabilidade, partido que tenta fundar, assim que a criação da legenda for autorizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Filho
João Campos não descarta a candidatura a deputado, mas adota tom de cautela ao falar do assunto.

“Hoje, eu sou estudante de engenharia da Universidade Federal de Pernambuco e meu plano é terminar a faculdade, me formar. O futuro a Deus pertence. Depois de terminar a faculdade posso pensar melhor, discutir e avaliar no tempo correto o que devemos seguir”, afirmou João Campos, que também herdou do pai a aparência e os olhos claros.
A viúva de Eduardo Campos, Renata, na Câmara dos Deputados (Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados)A viúva de Eduardo Campos, Renata, na Câmara dos Deputados (Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados)

Mulher

Mais difícil que encorajar o jovem a seguir carreira política será convencer a mãe dele a disputar a Presidência em 2018.
Discreta, Renata Campos tem reiteradamente dito que defenderá o legado do marido, mas nos bastidores.
“Acho que, nesse cenário de o partido ter candidato, a Renata Campos é um nome ainda cedo para discussão, mas temos que cultivar a possibilidade de ela ser nossa candidata a presidente. Ela não admite, mas em política a gente tem que discutir as coisas mesmo sem acordo”, diz Beto Albuquerque.

Muito próximo à família de Eduardo Campos e afilhado político do ex-governador, o atual governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), destaca que Renata não tem interesse em ingressar na política. Logo após a tragédia de agosto do ano passado, o PSB tentou convencer, sem sucesso, a viúva a ser candidata a vice na chapa de Marina Silva.

“Renata, no momento, não se mostrou disposta a fazer a travessia para a política eleitoral. Ela foi uma grande pessoa que ajudou Eduardo, mas como militante do partido. Ela quer continuar ajudando o partido, nos ajudar a governar bem. Ela tem sempre contribuído, mas tem o seu espaço. Ela vai ter voz, como sempre teve no partido, e vai almejar aquilo que ela entende que será bom para ela”, disse Câmara ao G1.

Apesar da resistência de Renata, o presidente nacional do PSB não descarta a candidatura. “É uma possibilidade concreta, mas o partido também não precisa só considerar lideranças conhecidas, pode lançar novos nomes”, disse Carlos Siqueira.

Presidência

Mesmo com a indefinição em torno do nome, a certeza do partido é de que terá, de qualquer forma, candidato próprio à Presidência nas próximas eleições.
“Nós não temos mais o Eduardo e vamos demorar para ter outro líder completo, como ele se apresentava. Agora, a forma de você lançar lideranças é  trabalhar internamente com a perspectiva de continuar disputando a presidência da república, ainda que não tenha alguém como Eduardo”, defende Beto Albuquerque.
“Se você observar, procure um Eduardo Campos no PT, no PSDB. Não era uma liderança qualquer. Da mesma maneira que o PSB não tem, os outros não têm. Isso vai se forjando na luta política. Não se fabrica um líder”, afirma Siqueira.
Em busca de filiações

Além de buscar um “líder nacional”, o PSB investe na filiação de políticos de renome para viabilizar candidaturas próprias para prefeituras, em 2016, e governos estaduais, em 2018. Senadores do PT e do PSDB estão entre os alvos da legenda.

“Estamos conversando com o governador do Mato Grosso [Pedro Taques, do PDT], o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), a senadora Lúcia Vânia (sem partido-GO). Quanto às eleições municipais, temos candidaturas em pelo menos dez capitais. Nossas prioridades são capitais e cidades-polo”, relatou o presidente do PSB.

Se o senador tucano Álvaro Dias aceitar migrar de partido, poderá disputar o governo do Paraná pelo PSB em 2018. O partido também negocia a filiação dos senadores Paulo Paim (PT-RS) e Marta Suplicy (PT-SP), que também almejam o comando de prefeitura ou governo estadual.

“Sim, fui procurado pelo PSB, como também fui procurado por outros partidos. Conversei com senadores do PSB, como Romário, Lídice da Mata, Fernando Bezerra, mas também estou conversando com inúmeros partidos. Recebi muitos convites, estamos conversando”, confirmou Paim ao G1.

Unidade partidária
Após a morte inesperada de Eduardo Campos, o maior desafio do PSB foi garantir unidade. Na época da tragédia, quem assumiu o comando da sigla foi Roberto Amaral, então vice-presidente.

Quando o partido decidiu apoiar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) no segundo turno da eleição presidencial, Amaral se opôs e foi substituído no comando por Carlos Siqueira.

“O maior desafio foi encontrar um ponto de equilíbrio entre os que comandavam o partido com Eduardo Campos. Ele era a liderança maior, e o partido teve que buscar, no colegiado, uma forma de comandar o partido. Isso foi feito com Carlos Siqueira, que conseguiu unificar. E tomamos decisões corajosas, como ser independente em relação ao governo, não ter cargos”, ressalta o governador de Pernambuco, Paulo Câmara.

Beto Albuquerque também destaca que o PSB teve que enfrentar um período de instabilidade com a morte do homem que dava cara ao partido e que concentrava em si as principais decisões.

“O partido sofreu muito a perda do Eduardo. Ele era um polo aglutinador. Conduzia o partido e as decisões da legenda. Ao alterarmos a direção do partido, assumimos o Carlos Siqueira, eu e o Renato Casagrande. A principal tarefa nesse semestre foi manter o partido unificado. Sempre que você perde o polo aglutinador, corre-se o risco de haver uma desunião e fragilização política”, disse.

Nathalia Passarinho e Fernanda Calgaro
Do G1, em Brasília