8 de novembro de 2016

CBF anuncia premiação de R$ 60 milhões aos clubes do Brasileirão 2016

taça brasileirão (Foto: Marcos Ribolli)A taça do Brasileirão (Foto: Marcos Ribolli)
A CBF anunciou nesta terça-feira a premiação do Campeonato Brasileiro 2016. Os valores serão 67,6% maiores do que no ano passado, que foram de R$ 35,8 milhões. Ao todo, R$ 60 milhões serão divididos entre os 16 clubes que permanecerem na Série A, com o campeão ficando com R$17 milhões e o vice, R$ 10,7 milhões.

Confira quanto ficará com cada um:
Campeão - R$17 milhões

Vice-campeão - R$10,7 milhões
3º colocado - R$7,3 milhões

4º colocado - R$5,3 milhões

5º colocado - R$3,85 milhões

6º colocado - R$2,6 milhões

7º colocado - R$2,25 milhões

8º colocado - R$1,95 milhões

9º colocado - R$1,7 milhões

10º colocado - R$1,5 milhões

11º colocado - R$1,3 milhões

12º colocado - R$1,15 milhões

13º colocado - R$1 milhão

14º colocado - R$900 mil 

15º colocado - R$800 mil

16º colocado - R$700 mil

Por Rio de Janeiro

Oposição apresenta propostas alternativas à PEC dos Gastos Públicos

A oposição no Senado apresentou hoje (8) quatro proposições legislativas como alternativas à Proposta de Emenda à Constituição do Teto de Gastos Públicos (PEC 55/2016). Foram apresentados três projetos de lei e uma PEC que vão na contramão da solução fiscal sugerida pelo governo até o momento.

A PEC da oposição é um substitutivo à PEC 55 e será apresentado como uma alternativa ao texto da PEC dos Gastos Públicos, que será votado amanhã (9) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O texto apresentado pela oposição sugere, entre outras coisas, um prazo máximo de prevalência das medidas fiscais compatível com o do Plano Plurianual (PPA), que tem validade de quatro anos. A PEC 55 prevê o teto para os gastos públicos pelos próximos 20 anos.
Brasília - O senador Roberto Requião, fala durante o quinto dia de julgamento final do processo de impeachment da presidenta afastada, Dilma Rousseff, no Senado (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
O senador Roberto Requião disse que a proposta da oposição foi negociada e conversada com economistas nacionalistasFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Além disso, o substitutivo prevê a irredutibilidade do gasto social per capita, ou seja, que os gastos do governo sejam condizentes com o crescimento populacional. A oposição alega que o congelamento de gastos pelos próximos 20 anos vai representar um retrocesso nesse aspecto, porque a população está em expansão no Brasil.

O texto prevê ainda a garantia do aumento real do salário mínimo sempre que houver crescimento econômico. Atualmente há lei prevendo isso, mas a oposição quer constitucionalizar o aumento do mínimo para garantir que esse direito não seja revogado e que a política monetária e cambial esteja comprometida com o crescimento econômico e a geração de empregos.

“E tem mais: qualquer alteração que reduza direitos previstos nesse título deve ser submetido a referendo. Nós colocamos na Constituição a questão do referendo”, explicou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). Segundo ele, o objetivo do substitutivo é fazer “uma disputa em cima desses pontos” e a oposição espera “sensibilizar uma parte dos senadores” na CCJ durante a votação da PEC 55.

O substitutivo é de autoria do senador Roberto Requião (PMDB-PR) em conjunto com a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Requião disse, ao apresentar o substitutivo, que não se trata de “uma proposta petista”, uma vez que ele é do PMDB.

“É uma proposta negociada e conversada com economistas nacionalistas e com sensibilidade social e nós chegamos à conclusão de que a PEC 55 é uma tolice absoluta, uma bobagem monumental e se destina ideologicamente a acabar com o Estado Social”, disse Requião.

Projetos de lei
Além do substitutivo à PEC 55, os oposicionistas também apresentaram três projetos de lei. O primeiro deles estabelece uma nova regra para a política fiscal, alterando a Lei de Responsabilidade Fiscal para determinar que as metas apresentadas pelo governo sejam ajustadas de acordo com o ciclo econômico. Isso evitaria que medidas de ajuste de um governo afetassem outros governos posteriores, impedindo a adoção de medidas anticíclicas em caso de recessão econômica.

O segundo projeto prevê a taxação de lucros e dividendos. De acordo com Lindbergh, o projeto combina aumento de arrecadação com justiça fiscal, porque prevê a taxação das pessoas mais ricas. “Há um debate que não está sendo feito que é: quem está pagando a conta da crise? Não tem nada para o andar de cima. Então queremos a taxação de lucros e dividendos”, diz Lindberh.

O terceiro projeto prevê o que os oposicionistas chamam de “duplo mandato do Banco Central”. A ideia é estabelecer que, além de cuidar da estabilidade monetária e do câmbio, o BC também seja obrigado, por lei, a atrelar isso à geração de empregos, aumento de renda e crescimento econômico. “Disso eles não falam. Ninguém fala em controlar as despesas financeiras do país, só as despesas primárias. Nós estamos gastando mais de R$ 500 bilhões anuais em juros”, diz o senador.

Os projetos de lei seguem a tramitação normal do Senado.

Agência Brasil

Caixa reduz juros e limite mínimo de financiamento para crédito imobiliário

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As pessoas físicas e jurídicas que comprarem imóveis financiados pela Caixa Econômica Federal vão pagar menos juros. O banco reduziu as taxas dos financiamentos imobiliários e diminuiu a cota mínima de financiamento dos imóveis comprados dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Em nota, a Caixa informou que a redução dos juros é reflexo da diminuição da taxa Selic (juros básicos da economia), anunciada recentemente pelo Banco Central. De acordo com o banco, o objetivo é contribuir para impulsionar as vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e atrair novos clientes para a instituição.

Todos os clientes pessoa física que financiarem imóveis novos ou usados, enquadrados no SBPE, terão redução linear de 0,25 ponto percentual na taxa, independente do relacionamento com o banco, que concentra dois terços do crédito imobiliário do país. Caso o cliente compre imóveis novos ou na planta, com construção financiada pela Caixa e escolham receber o salário pelo banco, a redução será maior, com juros iguais aos oferecidos aos servidores públicos.
Para as pessoas físicas nessa situação, os juros passarão de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), de menor valor, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do Sistema Financeiro Imobiliário, de valor mais alto.

Para os financiamentos imobiliários a empresas, a Caixa reduziu os juros em 1 ponto percentual para todas as faixas de relacionamento. As taxas cairão de 14% para 13% ao ano para micro e pequenas empresas e de 13,5% para 12,5% ao ano para médias e grandes empresas. O banco adotou ainda um sistema de classificação de risco que poderá beneficiar as empresas consideradas como boas pagadoras com redução de até 1,5 ponto percentual.

Além da redução dos juros, a Caixa diminuiu, de R$ 100 mil para R$ 80 mil, o limite mínimo de financiamento no SBPE para pessoas físicas. A medida vale tanto para imóveis novos e usados e independe do valor da unidade habitacional.

Operado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o SFH financia imóveis de até R$ 650 mil em todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o teto corresponde a R$ 750 mil. O SFI, que cobra juros mais altos, financia imóveis acima desse com recursos da poupança, sem o uso do FGTS.

Agência Brasil

Brasil terá que investir R$ 225 bilhões a mais caso queira cumprir Plano Nacional de Educação


EBC
Segundo dados mais recente do Inep, Brasil investe o equivalente a 6% do PIB em educação
O Brasil precisa investir R$ 225 bilhões a mais para atingir a meta prevista no Plano Nacional de Educação (PNE) de destinar pelo menos o equivalente a 10% do Produto de Interno Bruto (PIB) à educação até 2024. O valor está em relatório divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) de monitoramento das metas do PNE.
O PNE é uma lei federal, sancionada em 2014, que prevê metas para melhorar a educação brasileira em dez anos. As metas vão desde a educação infantil à pós-graduação, passando pelo investimento, melhorias em infraestrutura e pela valorização do professor.
A meta 20 trata do financiamento e estabelece, além da meta final, uma meta intermediária de investir, até 2019, pelo menos 7% do PIB em educação. Para atingir esse patamar, o Inep aponta que será necessário o investimento de cerca de R$ 54 bilhões adicionais aos R$ 344 bilhões já aportados atualmente no setor. Os cálculos são baseados nos dados de investimento de 2014.
De acordo com os últimos dados disponíveis, de 2014, o Brasil investe no total o equivalente a 6% do PIB, ou aproximadamente 344 bilhões. O valor vem crescendo nominalmente desde 2004. Em 2013, o investimento total foi de R$ 337,7 bilhões. Em termos de pontos percentuais, o investimento público total em educação apresentou evolução de 1,5 ponto percentual desde 2004.
PNE, Plano Nacional de Educação, Ministério da Educação, investimento
Elaborado pela Dired/Inep com base em dados fornecidos pela Deed/Inep
Já o investimento público direto, feito apenas em instituições públicas, apresentou menor evolução do percentual alcançado em relação ao PIB em termos absolutos, variando 1,2 pontos percentuais em 10 anos – com crescimento de 3,8%, em 2004, para 5,1% do PIB. De 2013 para 2014 houve uma retração de 5,1 para 5.
O investimento direto é aquele feito nas instituições públicas, descontados os valores despendidos pelos entes federados com aposentadorias e pensões, investimentos com bolsas de estudo, financiamento estudantil e despesas com juros, amortizações e encargos da dívida da área educacional.
Distribuição
Inep, Educação, Plano Nacional de Educação, PNE, investimento, Ministério da Educação

Do total do investimento equivalente a 6% do PIB, o Brasil investe a maior parte na educação básica, que vai da educação infantil ao ensino médio, o equivalente a 4,9% do PIB. A educação infantil recebe o equivalente a 0,7%; o ensino fundamental, 3,1%; e ensino médio, 1,1%. Já a educação superior concentra o equivalente a 1,2% do PIB.
Em relação à natureza da despesa, os gastos com pessoal ativo representam a maior parte do investimento, 46,2%. A porcentagem caiu desde 2004, quando representava 52,8%. Já o financiamento estudantil apresentou o maior crescimento em pontos percentuais. Em 2004, o gasto representava 0,8% do total, já em 2014, subiu para 4%.
Salário do professor
De acordo com o relatório divulgado pelo Inep, professores ganham em média 81,6% do salário médio de outros profissionais com escolaridade equivalente. Pelo PNE, até o sexto ano de vigência da lei (2020) o país deverá equiparar o rendimento médio dos professores ao dos demais profissionais.
O cálculo do Inep diverge de outros estudos. O levantamento feito pelo movimento Todos pela Educação mostra, por exemplo, que os professores ganham ainda menos em relação aos demais profissionais com escolaridade equivalente: 54,5%. Segundo o movimento, os baixos salários tornam a carreira pouco atraente aos melhores profissionais, o que vai na contramão de países que estão no topo dos rankings internacionais de educação.
“O aumento do indicador é devido, em grande parte, ao crescimento no salário médio de professores que, em 2004, era R$ 1.965,80 (em valores constantes de 2014) e, em 2014, passou para R$ 2.740,45, ganho real de 39,4% acima da inflação ao longo de dez anos. Já o salário médio de não professores saltou de R$ 3.316,65 (em valores constantes de 2014) para R$ 3.356,36, em 2014, ou seja, um aumento real de apenas 1,9%. A inflação apurada no período foi de 71,1%”, diz o relatório.
Monitoramento
Os dados estão no Relatório do 1º Ciclo de Monitoramento das Metas do PNE: Biênio 2014-2016. Este é o primeiro relatório que mede a evolução do cumprimento da lei pelo Brasil. Em 2015, o Inep divulgou um documento inicial que serve de base para o monitoramento.
Pelo PNE, o Inep tem a missão de, a cada dois anos, ao longo do período de vigência deste Plano, publicar estudos para aferir a evolução do cumprimento das metas, com informações organizadas por ente federado e consolidadas em âmbito nacional, tendo como referência os estudos e as pesquisas, sem prejuízo de outras fontes e informações relevantes.
O relatório desde ano é publicado com alguns meses de atraso, uma vez que, pela lei, deveria ter sido divulgado até o dia 25 de junho, quando o plano completou dois anos de vigência.
Congresso em Foco

Coelce muda e vira Enel

A Enel, empresa de energia que atua em mais de 30 países em quatro continentes, adota a partir de hoje sua marca para todas as distribuidoras do grupo no Brasil, incluindo a Companhia Energética do Ceará (Coelce). Com a mudança, a empresa passa a se chamar e Enel Distribuição Ceará. Já a empresa de soluções em energia da Enel, Prátil, passa a se chamar Enel Soluções.
A mudança faz parte da nova identidade e posicionamento globais da Enel, baseados na plataforma Open Power, que se traduz na abertura para mais pessoas, novas tecnologias, novos usos da energia e novas parcerias como pilares da estratégia e enfoque operacional do Grupo. “O processo de mudança de marca é um passo importante para o Grupo no Brasil, que nos coloca totalmente em linha com a nova visão e identidade da Enel e reforça nosso compromisso de longo prazo com o país”, explica o representante da Enel no Brasil, Carlo Zorzoli. “Queremos ser protagonistas no mercado brasileiro de energia, atuando como uma empresa inovadora e sustentável”, ressalta Zorzoli. 
As empresas de distribuição do grupo Enel no Brasil fornecem energia a cerca de 7 milhões de clientes nos Estados do Rio de Janeiro, por meio da Enel Distribuição Rio, e no Ceará, por meio da Enel Distribuição Ceará.
Nos primeiros nove meses de 2016, as duas empresas aumentaram seus investimentos na rede de distribuição para melhoria da qualidade do serviço. A Enel Distribuição Ceará investiu no período R$ 333 milhões (13% a mais na comparação com o mesmo período de 2015), enquanto a Enel Distribuição Rio investiu mais de R$ 571 milhões (2% a mais do que nos nove primeiros meses de 2015).
No segmento de geração convencional, a Enel, por meio da Enel Geração Fortaleza, possui e opera uma usina térmica de ciclo combinado com cerca de 327 MW de capacidade instalada, localizada no Ceará.
Em geração renovável, a Enel, por meio da Enel Green Power Brasil, opera 39 plantas com uma capacidade instalada total de 546 MW em 30 de junho, dos quais 401 MW provenientes de fonte eólica, 12 MW de fonte solar e 133 MW de fonte hídrica. Por meio da Enel Green Power Cachoeira Dourada, o grupo também  opera  uma usina hidrelétrica de 658 MW, localizada no Estado de Goiás.
Nova marca das companhias no Brasil
Enel Distribuição Rio em substituição à Ampla, empresa de distribuição que opera em 66 municípios do Estado do Rio de Janeiro, com mais de 3 milhões de clientes.
Enel Distribuição Ceará em substituição à Coelce, empresa de distribuição que atende a quase 4 milhões de clientes no estado do Ceará.
Enel Soluções em substituição à empresa de soluções em energia Prátil.
Enel Cien em substituição à Endesa Cien que opera uma linha de transmissão e realiza a conexão energética entre Brasil e Argentina.
Enel Green Power Cachoeira Dourada em substituição à Endesa Cachoeira, que opera uma hidrelétrica em Goiás.
Enel Geração Fortaleza em substituição à Endesa Fortaleza, uma térmica de ciclo combinado localizada no Complexo do Pecém, no  Ceará.
Enel Green Power Brasil Ltda mantém a sua marca.
Cnews

Criciúma e Ceará se enfrentam com poucas chances de chegar ao G4

Criciúma e Ceará se enfrentam nesta terça-feira, às 19h15 (de Brasília), no estádio Heriberto Hulse, casa dos catarinenses. O duelo é válido pela 35ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, e deve servir apenas para os clubes cumprirem tabela, já que as chances de acesso de ambos são remotas.
O time da casa tem 47 pontos, nove a menos do que o quarto colocado Bahia. Assim, precisaria vencer todos os seus jogos e ainda assim contar com tropeços de diversos rivais para buscar um lugar entre os quatro primeiros.
A sequência da equipe de Roberto Cavalo é ruim. O Criciúma vem de quatro rodadas sem vitórias, o que afastou o time das chances de chegar à elite do futebol nacional. Na última partida, derrota para o Luverdense, por 2 a 1.
Para encarar os cearenses, o treinador não poderá contar com seus dois laterais. Paulo Cezar, que joga pela direita, está machucado, enquanto Marlon, que atua pela ala esquerda, vai participar de treinos da Seleção Brasileira. Ricardinho e Rômulo devem jogar.
Pelo lado do Vovô, a situação em busca do acesso é um pouco melhor, mas mesmo assim improvável. O Ceará tem 50 pontos, seis abaixo do G4. Uma vitória fora de casa, dependendo dos demais resultados da rodada, pode até reacender as esperanças dos comandados de Sérgio Soares.

Sergio Soares não deve ter grandes problemas para montar o Ceará (Foto: Christian Alekson/Ceará SC)
Sergio Soares não deve ter grandes problemas para montar o Ceará (Foto: Christian Alekson/Ceará SC)

Sem desfalques por suspensão, o time titular pode ser o mesmo que entrou em campo na vitória sobre o Tupi, no último sábado, por 2 a 1. Todos os 11 que iniciaram o último duelo estão entre os atletas que viajaram para Criciúma.
FICHA TÉCNICA

CRICIÚMA x CEARÁ

Local: Estádio Heriberto Hulse, em Criciúma (SC)

Data: 08 de novembro de 2016, terça-feira
Horário: 19h15 (Brasília)
Árbitro: Francisco de Paula dos Santos Silva Neto (RS)
Assistentes: José Eduardo Calza (RS) e Mauricio Coelho Silva Penna (RS)

CRICIÚMA: Luiz; Ricardinho, Raphael Silva, Diego Giaretta e Rômulo; Ruan, Douglas Moureira, Clayton e Caique Valdívia; Niltinho e Roberto

Técnico: Roberto Cavalo

CEARÁ: Éverson; Tiago Cametá, Ewerton Páscoa, Charles e Eduardo; Richardson, Felipe Menezes, Felipe e Wescley; Lelê e Bill

Técnico: Sérgio Soares

Gazetaesportiva.com

Camilo Santana não confirma se será candidato à reeleição em 2018

Após vitória dos aliados em Fortaleza e em Sobral, cidades consideradas prioritárias pelos Ferreira Gomes, o governador Camilo Santana (PT) não confirmou candidatura à reeleição em 2018. Questionado sobre isso e sobre sua permanência no Partido dos Trabalhadores, ele desconversou.
"A minha preocupação nesse momento é de cuidar do Ceará. A eleição só é em 2018 e até lá vamos tomar decisões importantes em relação a isso".
A afirmação foi dada na manhã desta segunda-feira, 7, em entrevista ao vivo no programa O POVO no Rádio, apresentada pelo jornalista Luiz Viana.
Nos bastidores, fala-se sobre possibilidade de Camilo deixar o partido e não candidatar-se ao Governo do Estado. Revistas nacionais chegaram a cogitar candidatura ao Senado. Em seu lugar, Cid Gomes (PDT) seria o candidato ao Palácio da Abolição, fortalecendo ainda o projeto do irmão Ciro Gomes (PDT) de chegar à Presidência da República. O governador não comentou sobre os boatos e preferiu focar no seu mandato, priorizando as áreas do combate à seca e da segurança pública.
A estratégia se assemelha à que o senador Tasso Jereissati (PSDB) tentou colocar em prática em 2006. Na época, o governador era Lúcio Alcântara (ex-PSDB, hoje no PR). Prevendo uma possível derrota do aliado e tentando evitar um rompimento com os Ferreira Gomes, Tasso buscou convencer Lúcio a concorrer a uma vaga no Senado e desistir da reeleição. Assim, o PSDB apoiaria a candidatura de Cid Gomes (na época no PSB, hoje no PDT) ao Governo do Estado. Lúcio Alcântara acabou recusando a proposta e os dois romperam politicamente. Foi derrotado por Cid ainda no primeiro turno.
SERVIÇO
Programa O POVO no Rádio
Quando: de segunda a sexta-feira, das 9 h às 11 horas, com o jornalista Luiz Viana
Onde: rádio O POVO/CBN. FM95.5
O Povo

7 de novembro de 2016

Clubes aprovam regulamento com playoffs no mata-mata do Campeonato Cearense 2017

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Em meio a polêmica entre Alto Santo e Ferroviário pela vaga na Série A do estadual,   foi realizado o conselho técnico do Campeonato Cearense 2017.
Com a presença dos dez clubes participantes do certame (Alto Santo, Ceará, Fortaleza, Guarani de Juazeiro, Guarany de Sobral, Horizonte, Itapipoca, Maranguape, Tiradentes e Uniclinic), a Diretoria de Competições da FCF apresentou a fórmula de disputa, que foi aprovada por unanimidade.
A competição tem data marcada para início em 22 de janeiro, com final programada para 30 de abril. A disputa terá um mínimo de 15 datas, podendo chegar a 17.
Na primeira fase, as equipes se enfrentarão em jogos de ida, totalizando nove rodadas. Os oito melhores colocados avançam para as quartas de final, e os dois últimos serão rebaixados.
Nas quartas (1º x 8º, 2º x 7º, 3º x 6º e 4º x 5º) serão partidas de ida e volta. Os quatro classificados disputarão as semifinais, que serão os playoffs, com três jogos. Para se classificar para a decisão, o time deve fazer ao menos cinco pontos. Se a equipe vencer os dois jogos, não haverá o terceiro jogo. A final seguirá o mesmo modelo de disputa.
Por exemplo, se o Time A vença o Time B no primeiro jogo e a partida de volta termine empatada em 1×1, o terceiro jogo será realizado, pois o Time B pode chegar ao mesmo número de pontos.
No mata-mata, o saldo de gols não será levado em consideração.
O modelo lembra o que era adotado antigamente, onde não havia saldo de gols e sempre que as equipes terminavam empatadas tinha um terceiro jogo para definir o campeão.
FutebolCearense.com

6 de novembro de 2016

Boa Esporte é Campeão do Brasileiro da Série C 2016 !

O Boa Esporte é campeão brasileiro da Série C. Mesmo entrando em campo com a vantagem do empate por 0 a 0, a equipe de Varginha dominou o Guarani, abriu 2 a 0 logo no início do jogo e não deu chances de reação, para alegria da torcida que fez uma bonita festa no Estádio Municipal de Varginha, o Melão. Nos acréscimos, deu tempo para festejar mais um gol para coroar a campanha
Os gols foram marcados pelo paraguaio Braian Samúdio, Fellipe Mateus e Kaio Cristian. O título é a primeira conquista nacional do Boa Esporte. Além disso, o título acontece apenas um ano após o rebaixamento do time na Série B e seis meses após a queda no Mineiro.
Com grande público no Estádio Municipal de Varginha, a torcida do Boa cantou do início ao fim do jogo. Aos gritos de "o campeão voltou",  a torcida embalou a festa do time mineiro.
O Time Campeão: 

Por Varginha, MG

Brasil não sairá da crise em 2017, diz economista da FGV

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As expectativas de recuperação da economia brasileira têm melhorado, mas ainda não será em 2017 que o país vai sair da crise. A previsão é que em 2016 haverá contração de 3,4% e que o próximo ano começará com queda de 0,5% no Produto Interno Bruto (PIB). Os dados foram apresentados pela economista Sílvia Matos no seminário Perspectivas 2017: Economia e Política em Momento de Mudança, promovido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV/Ibre).

Sílvia Matos é coordenadora técnica do Boletim Macro Ibre, estudo mensal que contempla estatísticas, projeções e análises dos aspectos mais relevantes da economia brasileira. “Acho difícil imaginar uma saída tão rápida dessa recessão. Uma recessão longa, profunda, similar à dos anos 80 e, sem dúvida, baixo crescimento neste ano”, disse.

A economista disse que o movimento de “desinflação”, tem ocorrido em ritmo lento e, por isso, o Banco Central, está sendo mais cauteloso, para não errar na calibragem da economia. “Nesse momento de transição econômica a gente não sabe quanto de desinflação virá, então o Banco Central está sendo extremamente cauteloso e, provavelmente, não terá a queda na taxa de juros esperada pelo mercado, logo, a economia não vai poder se recuperar com a mesma velocidade”, disse.

Sílvia disse que o calcanhar de Aquiles da economia brasileira é a política fiscal e que a trajetória da dívida bruta é insustentável. Ela diz que existe uma agenda de reformas para retomada dos investimentos e estabilidade das regras. Além disso, é importante sinalizar para investidores estrangeiros que um novo governo que vai assumir em 2019 vai manter o modelo econômico.

“Há sempre um risco das reformas e, por isso, é importante a gente passar isso. Mudanças constitucionais que são difíceis de ser aprovadas para depois ser difícil também de reverter. Previdência é uma batalha dificílima, mas se o governo conseguir pode até gerar um cenário mais favorável do que o que a gente está avaliando”, diz.

Setor de serviços
Para a economia acelerar mais rapidamente precisaria ter um crescimento mais robusto do setor de serviços e não apenas da atividade industrial, mas o momento atual é de redução de despesas do governo e ainda de consumo das famílias. “Como a gente não tem nada de fora puxando a indústria e o setor externo não vai contribuir para este super crescimento, o que poderia vir seria da demanda interna, mas para a demanda interna vir com uma aceleração muito forte, precisa ter capacidade de aceleração que viria pelo canal do crédito, que parece ainda estar entupido”, disse após o seminário.

Para 2018, a previsão ainda é de um PIB baixo, em torno de 2%, mas os índices de desemprego podem ser melhores. “A ideia é que a taxa de desemprego no segundo semestre de 2017 pode começar a mostrar algum recuo não é nada brilhante, mas é um sinal favorável e poderia continuar em 2018 esse processo. Mas a gente vai conviver com taxas de desemprego ainda elevadas, porque antes de contratar, tem espaço para aumento de horas trabalhadas”, disse.

A economista destacou que mesmo com as dificuldades provocadas na economia pelos reflexos da Operação Lava Jato, não existe opção para o país além de fazer as reformas. “Quando a situação econômica melhora de alguma forma o político é bem avaliado. Está dando os incentivos corretos. Vamos tentar arrumar essa economia, porque com a crise ninguém ganha, todos perdemos. É essa visão um pouco mais otimista. Não quer dizer que vamos resolver todos os problemas em 2017. O cenário de curto prazo reflete esses problemas tão grandes da nossa economia”.

Agência Brasil

Levir Culpi não resiste após derrota para Cruzeiro e deixa o Fluminense

Levir Culpi não é mais técnico do Fluminense. A derrota, por 4 a 2, para o Cruzeiro foi o fim do ciclo do treinador no comando do Tricolor. O anúncio foi feito ainda nos vestiários pelo presidente do clube Peter Siemsen. Marcão, ex-jogador da própria equipe carioca, e auxiliar técnico assume a função até o fim do Campeonato Brasileiro.

O técnico tem aproximadamente 52% de aproveitamento no comando do Fluminense. Foram 52 jogos, com 22 vitórias, 15 empates e 15 derrotas. O ápice foi a conquista da Liga Sul-Minas-Rio no primeiro semestre. Já no Brasileirão, o treinador engatou uma série de seis jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro, fator que deixou o time mais longe na briga por uma vaga na Copa Libertadores da América.
Levir Culpi não é mais o técnico do Fluminense
Levir Culpi não é mais o técnico do Fluminense
A derrota para o Cruzeiro foi a sexta partida consecutiva sem vitória do clube das Laranjeiras. No Brasileirão, o time caiu para a nona posição, com 48 pontos, três a menos que o Atlético-PR, sexto colocado e último na zona de classificação à Libertadores.
Segundo o anúncio oficial do Fluminense, o auxiliar-técnico Marcão será o treinador do time tricolor até o final do Campeonato Brasileiro, auxiliado por Matheus Costa, que era observador técnico.

Futebol Interior

Ceará faz dois no primeiro tempo, bate Tupi-MG e segue na briga pelo G-4

Pelo resultado conquistado pelo Ceará no primeiro tempo, até sem fazer muita força, a partida contra o Tupi-MG se encaminhava para uma vitória fácil. Mas o gol do time mineiro aos 30 do segundo tempo deu ânimo aos comandados de Ricardinho que tentou pressionar o Ceará nos minutos finais. Alívio mesmo só quando o juiz apitou o fim do jogo e o Vovô sacramentou a vitória por 2 a 1 na tarde deste sábado, no Castelão, pela 34ª rodada do Brasileiro da Série B. O Ceará abriu dois gols de frente no primeiro tempo com Bill e Lelê. Hiroshi marcou no segundo tempo e recolocou o Tupi-MG no jogo.
Com o resultado, o Ceará se recupera da derrota para o Bahia, chega a 50 pontos em oitavo lugar e segue na briga por uma vaga no G-4. O Galo Carijó volta a perder e segue no Z-4 da Série B com 30 pontos. As duas equipes entram em campo na terça-feira, às 19h15, pela 35ª rodada. O Ceará vai até o Heriberto Hülse onde enfrenta o Criciúma. No Mário Helênio, em Juiz de Fora, o Tupi-MG recebe o CRB.
Arena Castelao, Ceará x Tupi, Série B (Foto: Caio Ricard/TV Verdes Mares)Arena Castelao, Ceará x Tupi, Série B (Foto: Caio Ricard/TV Verdes Mares)






Por Fortaleza, CE

5 de novembro de 2016

Vida ou morte: Ceará joga por vitória contra Tupi para permanecer vivo na B

Bahia x Ceará; Arena Fonte Nova (Foto: Felipe Oliveira/Divulgação/EC Bahia)Ceará precisa da vitória para seguir na briga pelo acesso (Foto: Felipe Oliveira/Divulgação/EC Bahia)
No primeiro turno, o Tupi-MG ganhou de virada. Já estava na zona de rebaixamento neste época. O Vovô que perdeu era um dos quatro times do G-4 e brigava pela liderança da Série B do Campeonato Brasileiro. Hoje, pela 34ª rodada, o confronto marca uma nova situação. Não para a equipe mineira, que segue no Z-4 e está quase rebaixado, mas para o Ceará, que tenta uma recuperação de verdade  que dê a ele uma reaproximação com o G-4. Neste sábado (5), às 17 horas (de Brasília) e 16 horas (de Fortaleza), os dois se encontram na Arena Castelão.
O Tupi, com poucas chances de permanecer na Segundona, tenta vencer para ter uma sobrevida. Por isso, o Ceará precisa, mais do que nunca, se utilizar do favoritismo e fazer o dever de casa, que lhe garantirá permanecer na briga.
Para isso, o técnico Sérgio Soares colocará em campo um time bem ofensivo. Mas, como sempre, ele faz mistério com relação ao time. De certo mesmo, só o fato de Thallyson não ir a campo. Ele pediu dispensa para resolver problemas particulares. As opções são duas: ou repetir o time que perdeu para o Bahia, no sábado passado. Ou colocar Serginho no meio-campo. Para isso, Felipe teria que ir para a reserva. Por isso, o torcedor só saberá mesmo quem entra em campo naqueles "minutos antes do jogo". 
Se vencer, o Alvinegro chega aos 50 pontos. Empata em pontuação com o Luverdense, mas fica à frente no número de vitórias. E com uma pequena combinação de resultados, teria chance de ficar a quatro pontos do G-4. Empate ou derrota podem sacramentar o fim da esperança de acesso. Por isso, jogando em casa, a palavra de ordem é atacar. E com todos os 11 jogadores, se possível.
A escalação alvinegra para o jogo deve ser a seguinte: Éverson; Tiago Cametá, Ewerton Páscoa, Charles e Eduardo; Richardson, Felipe Menezes, Felipe e Wescley; Lelê e Bill. Serginho entraria no lugar de Felipe, no que seria a mudança mais óbvia. Mas com o papel decisivo do meia nos últimos compromissos alvinegros, a opção poderia ser também a saída do outro Felipe, o Menezes.
O Ceará entra em campo às 17 horas (de Brasília) e 16 horas (de Fortaleza), na Arena Castelão, pela 34ª rodada da Série B do Brasileiro.
Felipe Menezes, Ceará (Foto: Christian Alekson/Cearasc.com)Ceará tenta mais uma vitória em casa pela Série B. Triunfo pode garantir mais vida ao Vovô na competição
(Foto: Christian Alekson/Cearasc.com)

Por Fortaleza, CE