9 de janeiro de 2017

Nordeste enfrenta maior seca em 100 anos

Seca e recessão derrubam economia do Nordeste após anos de avanço


Uma perversa combinação entre crise econômica e problemas climáticos tem castigado o Nordeste do Brasil. A região, que nos últimos anos teve importantes avanços sociais, agora começa a perder parte dessas conquistas com o enfraquecimento da economia e perda do poder aquisitivo da população.
Levantamento feito pela Tendências Consultoria Integrada mostra que, em 2015 e 2016, o Produto Interno Bruto (PIB) da região teve recuo médio de 4,3% ao ano – o pior resultado entre todas as regiões do País. Com o desemprego em alta, a renda familiar encolheu 2% ao ano e, num efeito cascata, fez as vendas no comércio despencarem quase 20% nos dois anos.

Piores resultados
Crescimento do Nordeste
Parte desse resultado negativo é reflexo da pior seca dos últimos 100 anos. Entre 2012 e 2015, o Nordeste teve prejuízos de R$ 104 bilhões por causa da falta d’água. Desse total, R$ 74,6 bilhões foram na agricultura, R$ 20,6 bilhões na pecuária e R$ 1 bilhão na indústria, além de perdas dos próprios municípios com programas de ajuda. 
O fraco desempenho da região também tem origem em questões estruturais. O Nordeste é altamente dependente das transferências governamentais, que recuaram com a crise fiscal brasileira. Com a queda na arrecadação nacional, Estados e municípios passaram a receber menos dinheiro para investir e pagar despesas.
Aposentadoria. Outra característica é que, até 2015, quase 24% da renda familiar vinha de aposentadorias, pensões ou Bolsa Família. “Durante vários anos esses benefícios cresceram mais que a renda do trabalho e foram importantes motores de consumo do Nordeste”, diz o economista da Tendências, Adriano Pitoli.
Essa política – adotada na era Lula e Dilma Rousseff – ajudou a economia local a avançar acima da média nacional. De 2006 a 2014, o PIB da região teve crescimento médio de 3,9% ao ano, enquanto a média nacional foi de 3,5%. A renda familiar subiu 6,9%, impulsionando o comércio a uma taxa anual de 8,8%. 
Mas essa fonte de crescimento parece ter se esgotado, e não há perspectiva de que volte no mesmo ritmo e potência dos últimos anos. Entre 2015 e 2016, a renda do Bolsa Família, por exemplo, teve queda média de 5,7% ao ano, segundo a Tendências. No período 2017-2021 deve crescer apenas 0,3% ao ano.
Os avanços fizeram muitos economistas acreditarem que, em 50 anos, o Nordeste conseguiria se aproximar do PIB per capita nacional – o produto das riquezas totais produzidas pela região dividido pela quantidade de habitantes. Hoje essas estimativas não se aplicam mais. Segundo as previsões da Tendências, no ano passado o indicador recuou ao nível de 2009.
“O Nordeste teve ganhos de renda baseados em crédito e em programas sociais. Só que não fizemos nada para promover os avanços na produtividade para que essas conquistas fossem perenes”, afirma o pesquisador José Ronaldo de Castro Souza Júnior, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo ele, não se investiu em educação e saneamento para melhorar e desenvolver a região. “O resultado é que se tem uma convergência no curto prazo, mas depois volta o que era antes.”
O economista Jorge Jatobá, diretor da consultoria Ceplan, de Pernambuco, afirma ainda que a região foi fortemente prejudicada pela paralisia de grandes empreendimentos. “Vivemos uma conjunção de problemas. Além de depender muito das transferências estaduais e federais, projetos que vinham sendo construídos na região tiveram as obras reduzidas, paradas ou canceladas.” 
Segundo ele, entre 2007 e 2014, o Nordeste tinha R$ 104 bilhões de investimentos sendo tocados. Isso inclui a ferrovia Transnordestina, a transposição do Rio São Francisco e as refinarias da Petrobrás, atingidas pela Operação Lava Jato. 

Nordeste enfrenta maior seca em 100 anos

Sertão de PetrolinaAnimais que morreram de fome e foram colocados em uma área perto de sua casa, pelo agricultor Valdecir da Silva, em Serrinha, na área rural de Petrolina - Foto Hélvio Romero/Estadão

Valdecir João da Silva, de 53 anos, conta os cadáveres do seu pequeno rebanho que não resistiu à fome, à falta de água e às doenças causadas pela desnutrição. Em uma área afastada da pequena casa onde vive com a família, ele juntou 12 animais mortos ao longo dos últimos meses. De alguns, restam os ossos. De outros, mais recentes, os corpos inchados. “Morreram de fome”, resume ele, que prefere deixá-los aos urubus a enterrá-los. Ele tenta salvar os 20 animais que restam com mandacaru, a planta símbolo do Nordeste. “Ração não dá para comprar, pois está muito cara. O saco de milho que custava R$ 18 há dois anos hoje sai por R$ 65.”
No sertão de Petrolina, quinta maior cidade de Pernambuco, não choveu por 11 meses. Em meados de dezembro, caiu uma chuva forte, mas logo parou. O receio dos sertanejos do semiárido é de que se repita o ocorrido em janeiro passado, quando a chuva veio forte, “sangrou” açudes, mas durou só duas semanas.
“Plantei 60 quilos de milho e de feijão, mas não choveu mais e perdi tudo. Não deu nem palha”, diz Josilane Rodrigues, de 25 anos, enquanto expõe 11 ovelhas em uma feira em Dormentes, a 130 km de Petrolina. Quer vendê-las, mesmo a preço baixo, por não ter como alimentá-las.



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A maior seca do século
“Vou vender a qualquer preço porque não quero voltar com eles”, afirma Francisco Agostinho Rodrigues, de 64 anos, que levou à feira 23 de seus 60 animais. “A gente vende algumas para dar de comer às outras”. A feira semanal de Dormentes reúne, em média, 3,6 mil animais e atrai compradores da região e de outros Estados. Em tempos bons, tudo é vendido. Agora, em razão da crise e da seca, o número de animais expostos caiu à metade e muitos voltam para casa por falta de interessados, diz João Batista Coelho, da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária.
Após cinco anos seguidos de volume de chuvas abaixo da média histórica, a seca do semiárido já é considerada a maior do século. A região inclui Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e o norte de Minas Gerais e conta com cerca de 23 milhões de habitantes. 
Água. Grandes reservatórios do Nordeste – com potencial de armazenar mais de 10 bilhões de litros de água – operam, em média, com 16, 3% da capacidade, porcentual que era de 46,3% há cinco anos. Dos 533 reservatórios da região monitorados pela Agência Nacional de Águas (ANA), 142 estão secos.
Segundo Raul Fritz, da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), “não se via seca tão severa para um período consecutivo desde 1910”, quando dados sobre as chuvas passaram a ser coletados. O Ceará é o Estado em pior situação. Seus reservatórios têm apenas 7% da capacidade armazenada. Nos últimos cinco anos, choveu em média 516 milímetros no território, enquanto a média mínima é de 600 milímetros. “E o Ceará é o retrato do que ocorre nos demais Estados”, diz Fritz.
Vários rios e açudes também secaram. Muitos moradores, inclusive em grandes cidades, só têm acesso à água fornecida por caminhões-pipa bancados pelos governos federal e estaduais.
De 2012 a 2015, o Nordeste registrou prejuízos de R$ 104 bilhões com a seca. O valor equivale a quase 70% das perdas em razão desse fenômeno em todo o Brasil, segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM). Os valores de 2016 ainda não foram contabilizados.
Em Pernambuco, onde boa parte dos 185 municípios está em situação de emergência, a perda chega a R$ 1,5 bilhão só na pecuária. O rebanho bovino, formado por 2,5 milhões de cabeças em 2011, diminuiu em 554 mil cabeças no ano passado.
Ainda que caprinos e ovinos tenham sofrido com a estiagem, como os do criador Silva, o rebanho cresceu por ter substituído o gado, que é menos resistente à seca. O número de cabras, bodes e cabritos passou de 1,9 milhão para 2,4 milhões em quatro anos. O de ovinos saltou de 1,8 milhão para 2,4 milhões.

'Chuvinha pouca não conta'


HortêncioRodrigues só deixa o sertão quando for ‘envelopado’ 
Na região rural de Acauã (PI), primeira cidade a ser beneficiada pelo programa Fome Zero junto com Guaribas, em 2003, Hortêncio Francisco Rodrigues, de 78 anos, conta que, até 2012, tinha 20 cabeças de gado, mas hoje tem quatro: “Praticamente mandei colocar no caminhão e levar; vendi baratinho, pois ninguém queria.”
Agora se dedica à criação de 150 ovelhas e cabras, que são mais resistentes e comem plantas da caatinga, como mandacaru, angaroba e palma, que também começam a escassear em algumas regiões do Nordeste.
Rodrigues ficou contente com a chuva de dezembro, mas ressalta que “chuvinha pouca não conta”. Desde então, o sol voltou a ser “o mais quente da vida”, como define ele. 
De sorriso fácil, Rodrigues afirma que o valor recebido da aposentadoria é que tem ajudado a manter parte das despesas da casa, principalmente com os remédios da esposa Luzia, de 79 anos. Com seis filhos (dos quais dois já morreram), um número de netos que perdeu a conta e 31 bisnetos, ele diz que parte da família deixou o sertão. Alguns migraram para São Paulo, “à caça de emprego”. Apesar das secas constantes, umas mais duras, outras menos, não pensa em ir embora. “Nasci aqui e só saio envelopado”, brinca.
O vizinho José Teixeira de Macedo, de 64 anos, já viveu da plantação de algodão nos anos 80, mas perdeu tudo por causa da praga de bicudos. Participou de frentes de trabalho na grande seca de 1983 e agora cria ovinos e planta milho e feijão quando chove. Diz que, sem a aposentadoria, tudo estaria muito mais difícil. Ele e um dos filhos cuidam da roça e também não pensam em abandonar o sertão. Já a neta, Samara, de 16 anos, pretende mudar-se para uma cidade maior e estudar Administração. “Não vou morar aqui; vejo o sofrimento dos avós e dos pais e não quero isso”.
Produtor sugere" seguro bode"

Cândido“O que a gente vende não dá nem para as despesas”, lamenta o produtor
O agrônomo e criador de caprinos e ovinos em Acauã (PI), Cândido Roberto de Araújo, de 49 anos, comprou um rebanho com 122 animais por R$ 50 cada. Em períodos normais, sairia por cerca de R$ 200, calcula ele. “Estavam todos magros e tive de engordá-los para revender para o abate”.
Na região predomina a criação de animais para abate ou produção de leite. Araújo reclama da falta de um programa governamental voltado à atividade. O que tem disponível é o Seguro Safra, empréstimo subsidiado para quem perde a produção agrícola. “Precisamos é de um Seguro Bode”, diz, referindo-se ao animal cuja carne está entre as mais consumidas pela população local.
Antonio Felipe de Souza, de 60 anos, tem 80 cabeças de gado leiteiro. Após perder 20 animais, em 2012 e 2013, passou a plantar capim, irrigado com água de um poço que construiu com verba do Bolsa Estiagem. Seu irmão Norberto não obteve o crédito e, de 100 vacas, perdeu 80. Junto com familiares, Souza produz doce de leite e peta (biscoito de polvilho) e vende na região. “Dá para sobreviver”, diz.
Segundo a Cooperativa de Produtores de Afrânio (PE), a produção de leite caiu de 11 mil litros por dia em 2012 para 3,4 mil litros. O preço também caiu. “O que a gente vende não dá nem para as despesas”, diz Fortunato Rodrigues, de 74 anos. Vender o animal não é solução. “O preço da arroba está lá embaixo e quem vende não consegue repor o gado”. 
Diversificar atividade é alternativa
AdãoPara evitar maiores perdas com a seca, investiu 'poupança de muitos anos' na construção de um poço, no valor de R$ 6 mil
Não depender de uma única especialização e diversificar atividades para poder enfrentar com menos sofrimento o período de estiagem é a estratégia adotada pelo produtor Adão de Jesus Oliveira, de 40 anos. Ele, a esposa Fabiana, de 32 anos, e os filhos, de 12 e 8 anos, estão entre as 28 mil famílias da região do Araripe atendidas pelo projeto Caatinga, que tem parcerias com entidades internacionais e o Governo Federal em trabalhos voltados à agroecologia para pequenos produtores.
Além de criar 28 caprinos, vacas e éguas na área rural de Ouricuri (PE), Oliveira cultiva hortaliças, como coentro, e frutas – umbu e acerola, das quais faz poupa, congela e vende ao longo do ano. Planta palmas para dar aos animais e tem atividade de apicultura, embora nos últimos dois anos a falta de floradas prejudicou a produção de mel. No início do ano passado, também plantou milho e feijão e perdeu tudo. Em todo o Estado de Pernambuco, a produção média anual de milho de 2012 a 2015 foi de 31,2 mil toneladas, queda de 83% em relação aos quatro anos anteriores.
Para tentar evitar mais perdas, Oliveira fez um poço de 52 metros com bomba submersa, e gastou R$ 6 mil. “Foi uma poupança de muitos anos”, diz. “Foi um investimento arriscado, mas nesse período de seca e crise não passamos apertados”. A esposa ajuda nos gastos da casa com a confecção de sabonetes de aroeira e artesanatos.

Barragem de Ouricuri está seca há dois anos


Benedito
Dos seus dez filhos, quatro deixaram o sertão e foram viver em grandes cidades, como São Paulo. “Eu fiquei aqui porque dou valor a esse lugar.”
Sem plantar feijão e milho depois de ter perdido as últimas safras em razão da seca, o produtor Benedito Alencar, de 53 anos, e morador do povoado de Uruás, em Petrolina (PE), diz que ficou “deprimido” nas últimas semanas por ter de pagar R$ 10 por 1 quilo de feijão. “Quando a gente planta e colhe, o produto não vale nada”.
Ele vive com a esposa e o filho de 19 anos, que está desempregado, e faz bicos. Outros dois filhos se mudaram para a cidade. Ele conta, com orgulho, que um deles é formado em Direito, “depois de ter estudado em escola pública.” A família, diz Alencar, “passa necessidades, mas não passa fome”.
Parte dos problemas da região seria amenizada com as operações do canal Pontal, para receber água do rio São Francisco. Após 18 anos de obras, o canal com 7,7 mil km ficou pronto em meados deste ano. Levaria água para atividades de fruticultura irrigada a cerca de 35 mil famílias. Contudo, a área no entorno, destinada aos sequeiros (famílias que tiveram a terra desapropriada para a obra), foi ocupada por mais de 600 sem-terra. Segundo os moradores da região, o grupo que ganhou a concessão diz que só vai inaugurar o projeto quando os invasores forem retirados do local.
Em Ouricuri, a barragem Tamboril, inaugurada nos anos 60, está seca há dois anos. O aposentado Francisco Marques da Silva, de 74 anos, foi um dos operários que trabalhou na construção da barragem, responsável pelo abastecimento de cerca de dez cidades. 
“Antes, a gente conseguia plantar jerimum, feijão, macaxeira, mas agora arriou tudo, morreu”, diz Silva. Dos seus dez filhos, quatro deixaram o sertão e foram viver em grandes cidades, como São Paulo. “Eu fiquei aqui porque dou valor a esse lugar.”

COLABOROU CLEIDE SILVA
Com informações do Estadão

História Hoje: Lei do Império que criou título de eleitor completa 136 anos

Resultado de imagem para Lei Saraiva
Em 1881, foi sancionada a Lei Saraiva, mais importante legislação eleitoral do Brasil. A lei instituiu a obrigatoriedade do título de eleitor. O relator da lei foi o deputado Rui Barbosa, mas o nome da lei é uma homenagem a José Antônio Saraiva, ministro do Império.

A Lei Saraiva proibiu voto de analfabetos e adotou eleições diretas. Imigrante alfabetizados poderiam se candidatar desde que possuíssem renda não inferior a duzentos mil réis. Os crimes eleitorais também foram estabelecidos. Saiba mais nesta edição do História Hoje.

História Hoje: Programete sobre fatos históricos relacionados a cada dia do ano. É publicado de segunda a sexta-feira. Acesse aqui as edições anteriores.

Com informações da Agência Brasil

7 de janeiro de 2017

12 truques para limpar e recuperar coisas que você considerava perdidas

Por incrível que pareça, há muitas formas fáceis e rápidas de limpar alguns objetos. Para facilitar a sua vida, o Incrível.club juntou alguns truques simples que vão te ajudar a deixar a casa limpinha.

Grade do fogão

Para eliminar a gordura da grade do fogão, use amoníaco. Coloque a grade em uma sacola de plástico com 2-3 colheres de amoníaco. Após 12 horas, tire, lave e pronto.

Batente das janelas

Coloque um pouco de bicarbonato de sódio na parte interior do batente. Misture água e vinagre (proporção 1:1) e coloque sobre o bicarbonato. Esfregue com uma escova de dentes e limpe com um pano úmido. O resultado é maravilhoso.

Estofado de poltrona/sofá

Misture 1 colher de bicarbonato de sódio, 1/3 de copo de vinagre, água quente (não fervendo) e 1 colher de detergente e tire manchas sem problemas.

Rejunte dos azulejos

Elimine as manchas esfregando uma mistura de vinagre e bicarbonato de sódio. Deixe atuar por alguns minutos e, em seguida, lave com água.

Pia

Use bicarbonato de sódio para limpar a pia. Após 10 minutos, misture 50g de vinagre e 50g de branqueador e aplique sobre a primeira camada. Após meia hora, lave com muita água.

Forno

Coloque um pouco de amoníaco em um pote e deixe no forno (desligado) durante toda a noite. Pela manhã, deixe ventilar e lave o forno. A sujeira sai facilmente e não deixa cheiro.

Torneiras

Para deixar as torneiras limpas por mais tempo, esfregue papel de forno. Note que a limpeza fica muito mais fácil.

Forno micro-ondas

Coloque uma xícara de água com vinagre no micro-ondas e ligue. Deixe esfriar antes de abrir. Em seguida, limpe com uma esponja.

Tapete

Em primeiro lugar, coloque um pano ou papel toalha sobre a mancha para absorver o liquido da mancha. Jogue um pouco de bicarbonato de sódio, deixe durante 10 minutos e aspire. Misture 1 colher de detergente e 1 colher de vinagre e acrescente 2 xícaras de água morna. Esfregue a mancha e seque.

Objetos de prata

Forre um grande recipiente com papel alumínio, encha com água quente e acrescente meia xícara de sal e meia xícara de bicarbonato de sódio. Deixe os objetos nesta mistura durante 30 minutos, esfregue com um pano seco e veja como as manchas desaparecem.

Tábuas

Seque as tábuas, passe um pouco de sal e esfregue com uma esponja em água morna. Repita o processo, se necessário. Se quiser dar um efeito mais branco, use branqueador.

Estofado do carro

Misture água e detergente em uma garrafinha de spray e borrife a uma distância de 10 cm. Use uma esponja macia para esfregar e, depois, use um pano limpo. Lembre-se de ir limpando o pano. Ao final, use um pano de microfibra para secar.
Tradução e adaptação Incrível.club 

Como o Japão praticamente extinguiu as mortes por arma de fogo

RiflesImage copyrightRONALD GRANT
Image captionEspingardas de caça e rifles de ar comprimido são as únicas armas que se pode comprar legalmente no Japão
O Japão tem uma das menores taxas do mundo de crimes cometidos com armas de fogo. Em 2014, foram registradas no país seis mortes contra 33.599 nos Estados Unidos no mesmo período. Mas qual é o segredo dos japoneses?
Se você quer comprar uma arma no Japão é preciso paciência e determinação. É necessário um dia inteiro de aulas, passar numa prova escrita e em outra de tiro ao alvo com um resultado mínimo de 95% de acertos.
Também é preciso fazer exames psicológicos e antidoping.
Os antecedentes criminais são verificados e a polícia checa se a pessoa tem ligações com grupos extremistas.
Em seguida, investigam os seus parentes e mesmo os colegas de trabalho.

Lei rigorosa

A polícia tem poderes para negar o porte de armas, assim como para procurar e apreendê-las.
E isso não é tudo. Armas portáteis são proibidas. Apenas são permitidos os rifles de ar comprimido e as espingardas de caça.
A lei também controla o número de lojas que vendem armas.
Na maior parte das 47 prefeituras do Japão, o número máximo é de três lojas de armas e só se pode comprar cartuchos de munição novos se os usados forem devolvidos.
Homem apontando armaImage copyrightALAMY
Image captionAté mesmo o crime organizado no Japão dificilmente usa armas de fogo. Geralmente, os criminosos utilizam facas
A polícia tem que ser informada sobre onde a arma e a munição ficam guardadas - e ambas devem estar em locais distintos, trancadas. Uma vez por ano a polícia inspecionará a arma.
Depois de três anos, a validade da licença expira e a pessoa é obrigada a fazer o curso e as provas de novo.
Tudo isso ajuda a explicar por que os tiroteios e massacres com armas de fogo são muito raros no Japão.
Quando um massacre ocorre no país, geralmente o criminoso utiliza facas.

Apenas seis tiros em 2015

A atual lei de controle de armas japonesa foi criada em 1958, mas a ideia por trás dela remonta a séculos atrás.
"Desde que as armas chegaram ao país, o Japão sempre teve leis bastantes rigorosas," diz Iain Overton, diretor-executivo da organização não-governamental Action on Armed Violence e autor do livro Gun Baby Gun (Arma Baby Arma, em tradução livre).
"O Japão foi o primeiro país do mundo a criar leis sobre as armas e isso é a base para mostrar que elas não fazem parte da sociedade civil".
A população japonesa tem sido premiada por devolver armas antigas, algumas de 1685.
Overton descreve essa política como "talvez a primeira iniciativa para comprar armas de volta".
O resultado é um índice muito baixo de porte de armas: 0,6 armas por 100 pessoas em 2007, em comparação com 6,2 por 100 na Inglaterra e no País de Gales, e 88,8 por 100 nos Estados Unidos, de acordo com o projeto Small Arms Survey, do Instituto de Estudos Internacionais e de Desenvolvimento de Genebra, na Suíça.
"Quando se tem armas na sociedade, há violência armada. E acredito que a relação tem a ver com a quantidade", diz Overton.
"Se há poucas armas numa sociedade, é quase inevitável que os níveis de violência sejam baixos", acrescenta.
Policiais japoneses dificilmente andam armados e a ênfase é maior nas artes marciais - todos devem chegar a faixa preta do judô. Eles passam mais tempo praticando quendô (uma luta com espadas de bambu) do que aprendendo a usar armas de fogo.
"A resposta à violência nunca é violência. A polícia japonesa disparou apenas seis tiros em todo o país em 2015", diz o jornalista Anthony Berteaux.
"O que geralmente a polícia japonesa faz é usar imensos colchonetes para embrulhar, como uma panqueca, a pessoa que está violenta ou bebeu demais e levá-la para se acalmar na delegacia", explica.
Overton compara este modelo com o americano que, segundo ele, tem sido o de 'militarizar a polícia".
Policial em Ferguson, Missouri.Image copyrightGETTY IMAGES
Image captionEspecialistas afirmam que nos EUA a política é de "militarização das polícias" e isso aumenta a violência na sociedade
"Se há muitos policiais sacando armas nos primeiros instantes de um crime, isso leva a uma pequena corrida por armas entre a polícia e os criminosos", afirma.
Para frisar o tabu ligado ao uso inadequado de armas no Japão, um policial que usou a própria arma para cometer suicídio foi processado, depois de morto, por ter cometido um crime.
Ele se matou quando estava de serviço - os policiais nunca andam armados nas folgas e deixam as armas na delegacia quando terminam o dia de trabalho.
O cuidado que a polícia tem com as armas de fogo se aplica aos próprios policiais.
Uma vez, o jornalista Jake Adelstein assistiu a um treinamento de tiro e, quando todas as cartucheiras foram recolhidas, a preocupação foi imensa ao descobrirem que estava faltando uma bala.
"Uma bala tinha sumido - havia caído atrás dos alvos - e ninguém pôde sair dali até que fosse achada", lembra.
"Não existe um clamor popular no Japão para que as leis sobre armas sejam relaxadas", diz Berteaux. "Isso tem muito a ver com um sentimento pacifista do pós-guerra, de que a guerra foi horrível e não podemos nunca mais passar por isso".
Munição em loja de armas do JapãoImage copyrightREUTERS
Image captionA compra de munição também é rigorosamente controlada no Japão, onde o número de lojas que vendem armas é limitado por lei
"As pessoas assumem que a paz sempre vai existir e, quando se tem uma cultura como esta, você não sente a necessidade de estar armado ou de ter um objeto que acabe com esta paz".
Na verdade, movimentos para aumentar o papel do Japão em missões de paz no exterior têm causado preocupação.
"É um território desconhecido," diz Kouchi Nokano, professor de Ciência Política. "Será que o governo vai tentar tornar normal a morte nas forças de defesa e até mesmo exaltar o uso de armas?"
De acordo com Iain Overton, "o nível de rejeição que torna quase tabu" as armas no Japão significa que o país "caminha para se tornar um lugar perfeito" - embora ele lembre que a Islândia também tem um índice muito baixo de crimes com armas de fogo, apesar de ter muito mais donos de armas.
Henrietta Moore, do Institute for Global Prosperity da University College London, aplaude os japoneses por não considerarem a propriedade de armas como uma "liberdade civil" e rejeitarem a ideia de que armas de fogo "são algo que se usa para defender a sua propriedade contra outras pessoas".
Mas para o crime organizado japonês as rígidas leis de controle de armas são um problema. Os crimes da máfia japonesa, a Yakuza, caíram drasticamente nos últimos 15 anos e os criminosos que continuam usando armas de fogo têm que descobrir novas maneiras de entrar com elas no país.
"Os criminosos escondem armas dentro de carregamentos de atuns congelados", conta o policial aposentado Tahei Ogawa. "Já descobrimos alguns peixes recheados com armamento".
Com informações da BBC

Açudes do Ceará estão com apenas 6,60% de volume de armazenamento

Quase todo o Ceará entra em emergência por causa da seca (Foto: Rede Globo)Quase todo o Ceará entra em emergência por causa da seca (Foto: Rede Globo)
O nível de água nos açudes do Ceará é de apenas 6,60%, segundo dados da Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh) desta sexta-feira (6). A realidade dos açudes é consequência da escassez de chuvas registrada nos últimos cinco anos, quando o volume ficou bem abaixo da média histórica.
Atualmente, o volume de água das bacias está distribuído: Litoral (25,70%), Alto Jaguaribe (13,12%), Coreaú (25,82%), Metropolitanas (10,08%), Serra da Ibiapaba (13,76%), Médio Jaguaribe (4,64%), Salgado (9,27%), Acaraú(6,91%), Banabuiú (1,73%), Sertões de Crateús(1,36%), Curu (1,46%) e Baixo Jaguaribe (0,00%).
Nos últimos sete dias, destaca-se o aporte no açude: Gangorra, Patos, Macacos, Martinópole e
São Vicente. No ano de 2017, já foi registrado um aporte total de 1,84 milhões m³.

Com informações do G1 CE

6 de janeiro de 2017

Verdinha renova time de craques do esporte para a temporada 2017; conheça os nomes

Os times cearenses ainda estão se preparando para a temporada de 2017, mas a Verdinha sai na frente e anuncia a escalação dos craques para não deixar o ouvinte por fora de nenhum lance. A nova equipe do jornalismo esportivo alia a experiência e a tradição da rádio que é líder de audiência com o fôlego de jovens talentos, misturando em um quadro só Antero Neto, Gomes Farias, Mario Kempes, Sergio Pinheiro, Kaio César, Wilton Bezerra, Tom Alexandrino, Luiz Eduardo, André Ribeiro, Déo Luís e Carlos Cassiano.
Antero Neto vai comandar a nova equipe da rádio Verdes Mares. (Foto: Divulgação)⚽️ Antero Neto: Antero Pereira da Silva Neto, 30, natural de Aracati. Antero Neto começou no rádio muito cedo, aos 13 anos, em sua cidade natal. A primeira passagem do narrador pela Verdinha aconteceu em 2006. No ano seguinte, entretanto, foi contratado para ser narrador das transmissões esportivas da TV Verdes Mares e em 2013 chegou aos canais Sportv. Agora, mais experiente, volta para comandar a nova equipe da Rádio Verdes Mares.
⚽️ André Ribeiro: André da Silveira Ribeiro, 46, natural do Rio de Janeiro. A primeira passagem de André Ribeiro pela Rádio Verdes Mares foi em 1996, onde permaneceu até setembro de 97. Voltou para a Verdinha em julho de 98 e ficou até 2005. O retorno do carioca para Fortaleza e para a Rádio Verdes Mares aconteceu em março de 2016.
“Estarei nos bastidores da nova equipe, lado a lado com o Antero Neto. Atuarei como ancora em alguns programas no esporte da rádio. Será um prazer voltar a trabalhar, agora mais diretamente, com um grande profissional da nova geração como o Antero”, afirmou.
⚽️ Carlos Cassiano: Carlos Antônio Cassiano de Barros, 42, natural de Fortaleza. Começou a atuar no rádio em 93. Assinou pela primeira vez com a Rádio Verdes Mares no ano de 1995, quando foi contratado para ser o repórter do Ferroviário. Porém, dois anos após sua chegada, passou a cobrir o dia a dia do Fortaleza, substituindo Ricardo Araújo. O repórter também trabalhou no Paraná e no Rio de Janeiro, quando esteve na rádio Tamoio entre 2011 e 2012.
Após a passagem pelo rádio paranaense, Carlos Cassiano volta com uma boa bagagem e promete usar toda experiência para fortalecer ainda mais a nova equipe. “Estou chegando pra somar. Prometo aos ouvintes que não vai faltar empenho, sempre respeitando o conhecimento dos companheiros. Será um orgulho dividir o microfone com grandes profissionais como Antero Neto e André Ribeiro”, contou.
Gomes Farias é um velho conhecido dos torcedores cearenses. (Foto: Divulgação)
Gomes Farias é um velho conhecido dos torcedores cearenses. (Foto: Divulgação)
⚽️ Déo Luís: Deodoro Luis de Vilhena Braga, 41, natural de Belém-PA. Após passagem por várias rádios da capital cearense, assinou com a Verdinha, em 2014, e passou a transmitir para os ouvintes o dia a dia do Ceará Sporting Club.
O repórter, que é responsável pelas informações do Vovô, Déo Luís, exaltou a mistura da nova equipe esportiva da rádio Verdes Mares, que reúne juventude e experiência. “Será uma coisa muito boa para a rádio Verdes Mares e para o rádio nordestino”, afirmou.
⚽️ Gomes Farias: Raimundo Gomes Farias, 79, natural do Ipu-CE. O início de uma das vozes mais conhecidas do rádio cearense foi em 1958, aos 21 anos de idade. O locutor
esportivo é um dos profissionais mais antigos da Rádio Verdes Mares, onde trabalha desde 1970. “Vou passar todo o meu conhecimento para essa turma jovem que vai tomar conta da maior audiência do rádio cearense”, disse.
⚽️ Kaio Cézar: Kaio Cézar Silva dos Santos, 26, natural de Aracati. A primeira experiência profissional foi na TV Diário, onde foi narrador, produtor e repórter. Trabalhou também na rádio Verdes Mares e hoje é produtor e narrador da TV Verdes Mares.
⚽️ Mario Kempes: Mário Kempes Lacerda Pereira, 38, natural de Crateús-CE. A primeira passagem do jornalista pelo Sistema Verdes Mares aconteceu em 2007, quando trabalhou no Diário do Nordeste como repórter e editor do caderno Jogada. Deixou o Diário do Nordeste em 2010 e voltou quatro anos depois até deixar o veículo em 2016. Assinou com a Rádio Verdes Mares no final de 2016.
O ex-editor do caderno Jogada contou como será sua participação na nova equipe esportiva da Rádio Verdes Mares. “Vou trabalhar comentando os jogos e participando dos programas. Sou muito ativo nas redes sociais e vou tentar trazer uma maior interação com os ouvintes que estão antenados nas redes sociais para o esporte da rádio Verdes Mares”, revelou.
Sérgio Pinheiro traz a experiência para a nova equipe da rádio. (Foto: Divulgação)
Sérgio Pinheiro traz a experiência para a nova equipe da rádio. (Foto: Divulgação)
⚽️ Luiz Eduardo: Luiz Eduardo Silva Almeida, 48, natural do Rio de Janeiro. Chegou à rádio Verdes Mares no ano de 2009, após passagem pela rádio Tamoio. Atualmente é o plantonista esportivo da Verdinha.
Velho conhecido dos torcedores cearenses, o plantonista esportivo Luiz Eduardo vai usar a experiência como contribuição para a nova equipe. “O nosso pensamento é contribuir para o crescimento dessa equipe”, afirmou.
⚽️ Sergio Pinheiro: Raimundo Sérgio de Queiroz Pinheiro, 73, natural de Jaguaribe-CE. Começou a carreira no esporte como diretor de futebol do Messejana. Foi para o Piauí, onde construiu sua carreira como comentarista. Em 1980, voltou ao Ceará para rádio Verdes Mares. Saiu rapidamente para outras emissoras, mas voltou em 81 para a Verdinha e permanece até hoje.
⚽️ Tom Alexandrino: Antonio Carvalho Alexandrino Neto, 24, natural de Fortaleza. Começou a carreira na TV Unifor, em seguida foi para TV Verdes Mares, em 2014, depois foi para o Globoesporte.com/CE. Seis meses depois retornou à TV Verdes Mares, como estagiário. Atualmente, apresenta o programa Show de Bola, na Rádio Tamoio.
Apaixonado por esportes, o novo produtor da rádio Verdes Mares, Tom Alexandrino, se mostrou feliz com a oportunidade em trabalhar com grandes nomes do jornalismo esportivo cearense. “Quando se trabalha com o que se ama, você não trabalha, mas se pratica aquela alegria diária”.
⚽️ Wilton Bezerra: José Wilton Bezerra, 68, natural do Crato-CE. Wilton foi embora para o Crato em 1957, no início da década de sessenta começou a trabalhar como operador de áudio na Amplificadora Cratense. Teve passagens pelas rádios Educadora e Araripe. Em 1967, já morando em Juazeiro do Norte, fez parte da rádio Progresso AM. Chegou à rádio Verdes Mares em 2011.
Há seis anos na rádio Verdes Mares, o comentarista Wilton Bezerra vai usar toda seu conhecimento na nova fase da Verdinha.”Acho que a experiência é fundamental e espero colaborar”, afirmou.
Com informações da Verdinha.com

Hemerson Maria quer mais quatro jogadores para o elenco tricolor

Foto: Thiago Gadelha/DN
Na tarde de hoje, o treinador do Fortaleza, Hemerson Maria, concedeu entrevista coletiva na sala de imprensa Carlos Rolim Filho no Pici.

Na ocasião, Hemerson falou sobre a maneira como trabalha com jogadores, parando o treino diversas vezes e corrigindo algumas coisas.

Ademais, o técnico tricolor afirmou que necessita de mais quatros jogadores para fortalecer o elenco. Visto que, apesar de já  ter um time bom, de acordo com Hemerson é preciso ter mais opções.

Hemerson Maria afirmou que pretende um lateral direito, um meio-campista , um atacante que jogue pelos lados e um centroavante.

Na lateral direita, o Fortaleza só conta com Felipe, entretanto tanto Jefferson como Anderson Uchôa já atuaram na posição em outras equipes.

Para o meio-campo, o tricolor conta com Rodrigo Andrade e Cássio Ortega. Já no ataque, o elenco leonino tem Maranhão, Juninho Potiguar Gabriel Pereira e Lúcio Flávio. O atacante mais cogitado era Jael, todavia, o mesmo acertou sua ida para a Turquia. Desse modo, a diretoria busca por outros nomes.

Com informações do site Amor ao Fortaleza

Novo secretário de segurança promete foco para diminuir roubos e furtos no Ceará

Secretário de Segurança, André Costa

O novo secretário de Segurança Pública do Estado, André Costa, prometeu dar continuidade as ações de redução de homicídios e focar em estratégias para diminuir os números de crimes de roubos e furtos, nesta sexta-feira, 6, durante coletiva de imprensa na sede do órgão, no bairro São Gerardo. O titular da pasta também reforçou o diálogo como uma marca do seu trabalho e respondeu a questões como a presença de facções no Ceará, o crime organizado, o efetivo das Polícias Militar e Civil, e parcerias com outros órgãos.
"O desafio é manter essa redução (de homicídios), tentar reduzir de forma maior. Mas também dar um foco em outros tipos de crimes que geram uma sensação grande na população, que é o que traz realmente o medo de as pessoas estarem nas ruas, que são os crimes violentos contra o patrimônio. A gente pretende sentar com a equipe e traçar estratégias para reduzir da forma mais drástica possível o número desses crimes", comentou André.
De acordo com o secretário, as facções criminosas estão concentradas dentro dos presídios, sendo necessário atacar a "veia financeira" desses grupos, que vem do tráfico de drogas. "As facções estão concentradas de dentro do presídio. Existe um comando de dentro para fora. Alguns crimes são comandados por eles, mas não vejo uma questão de que eles tão tomando conta do Estado e algumas regiões. Desafio, se alguém disser um local que a segurança pública não alcance, me mostre que a gente vai lá", disse o titular da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).
O secretário disse que pretende manter o diálogo e parcerias com órgãos federais, a Prefeitura de Fortaleza e a Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado (Sejus). Questionado sobre o efetivo da PM e Civil, André Costa afirmou que vai fazer uma avaliação sobre a situação e buscará conhecer as demandas da tropa.
Com informações do Jornal O Povo