20 de março de 2017

Lula e Dilma participam de inauguração simbólica da transposição do São Francisco no sertão da Paraíba

Ex-presidentes Lula e Dilma são recebidos por milhares de pessoas em Monteiro, no sertão da Paraíba, para celebrar chegada do rio São Francisco no município

Os ex-presidentes da República Lula e Dilma foram até o sertão da Paraíba neste domingo (19) participar da inauguração simbólica da transposição do rio São Francisco. Lula foi o responsável pelo início das obras que levaram água até o sertão nordestino, em 2007. As obras foram interrompidas no governo Dilma, devido a diversas causas, entre elas denúncias de corrupção e crise política instalada antes do processo de impeachment.
Milhares de pessoas acompanham a cerimônia. Um grande engarrafamento se formou nas estradas que dão acesso à cidade de Monteiro. O objetivo dos petistas é rebater o discurso do atual governo sobre a “paternidade” da obra.
Senadores, deputados e membros do Partido dos Trabalhadores também participaram da homenagem aos ex-presidentes da legenda. No Twitter, internautas utilizaram a rede social para prestar apoio com a #ComLulaOSertaoVirouMar que ficou no ranking dos assuntos mais falados no Brasil durante boa parte do dia. 
Dilma, Governador da Paraíba Ricardo Coutinho e Lula a caminho da inauguração simbólica

Há nove dias, o trecho leste da transposição foi inaugurada, em meio a protestos, pelo presidente Michel Temer. Também presente ao evento, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) saiu em defesa do peemedebista. O senador disse que Lula deu início às obras, mas que sua conclusão dependeu da “determinação” do atual presidente.

Com informações do Congresso em Foco

Exército abre vagas em Fortaleza com salários de até R$ 6,4 mil

10ª Região Militar divulga edital para contratação com salários de até R$ 6,4 mil (Foto: 10ª RM/Divulgação)10ª Região Militar divulga edital para contratação com salários de até R$ 6,4 mil (Foto: 10ª RM/Divulgação)
O Comando da 10ª Região Militar divulgou edital de seleção para contratação de Oficial Técnico Temporário (OTT) com formação em Direito, Ciências Contábeis e Engenharia Elétrica. Os selecionados vão atuar em Fortaleza e Teresina.
Os salários variam de R$ 3,5 mil a R$ 6,4 mil. A seleção é para contrato temporário, com atuação de um ano com prorrogação anual, sendo o período máximo de oito anos.
A seleção também prevê a função de Sargento Técnico Temporário (STT) Técnico em Administração, Técnico em Contabilidade, Técnico em Edificações, Técnico em Eletrotécnica, Técnico em Enfermagem, Técnico em Manutenção de Equipamentos Médico Hospitalar e Técnico em Informática.
Os interessados devem se inscrever de 22 a 31 de março. Em Fortaleza, o endereço para inscrição em Fortaleza é Avenida dos Expedicionários, 1589, Bairro de Fátima; em Teresina, na Avenida Frei Serafim, 2833. Nas duas cidades, o horário de inscrição é das 8h às 11h30 e das 13h às 16h, de segunda a quinta-feira. Na sexta, o horário é das 8h às 11h30.
Em Fortaleza, a seleção prevê a contratação de Oficial Técnico Temporário (OTT) com formação em Direito, Ciências Contábeis e Engenharia Elétrica.
Já para Teresina, as vagas são para Oficial Técnico Temporário formado em Psicologia e para Sargento Técnico Temporário Técnico em Enfermagem.
Com informações do G1 CE

Gilmar Mendes defende reforma política para eleições de 2018

Brasília - Presidente do TSE, Gilmar Mendes, faz balanço dos trabalhos do tribunal e apresenta dados sobre prestações de contas de campanhas referentes às eleições municipais deste ano (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, defendeu hoje (20) uma reforma no sistema político do país para as próximas eleições. Ao participar da abertura de seminário sobre o assunto, em Brasília, Mendes criticou o atual sistema de eleição por meio de lista aberta de candidatos e com coligações. "No nosso sistema hoje, vota-se em Tiririca e elege-se Valdemar da Costa Neto e Protógenes [Queiroz]", disse o ministro.

Para Gilmar Mendes, é preciso discutir com a sociedade e com o Congresso um modelo mais adequado para evitar distorções no processo eleitoral, como candidatos que se elegem com votos de terceiros porque não têm votos para atingir o quociente eleitoral. São eleitos pelos chamados "puxadores de votos" – artistas e personalidades atraídos pelos partidos para obter votos para a coligação.

"O debate não pode ser fechado em uma fórmula simples. Sabemos o que não queremos. O que nós não queremos? Este sistema que aí está. Este sistema de lista aberta com coligação, sem nenhum freio, que nos levou a esse estágio em que nós estamos hoje", disse o ministro.

O seminário ocorre na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até amanhã (21) e tem a participação de autoridades internacionais e representantes do Instituto Internacional para a Democracia e a Assistência Eleitoral (Idea).

Com informações da Agência Brasil

No Maiorais 400, Marcelinho perde pênalti, e Treze e Campinense empatam sem gols

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No Clássico dos Maiorais de número 400, o Treze jogou melhor, criou mais chances, mas, mesmo assim, não conseguiu vencer. O Campinense chegou menos vezes perto de balançar as redes. No fim, o 0 a 0 no Amigão, neste domingo, deixou um gosto amargo para os trezeanos, que viram Marcelinho Paraíba acertar a trave aos 12 minutos do primeiro tempo e desperdiçar uma cobrança de pênalti aos 27. 

O capitão do Galo bateu mal e Gledson fez a defesa. O Alvinegro ainda teve outras oportunidades, com Dico e Jean Carlos, e o Rubro-Negro chegou perto com Augusto. 

O ritmo diminuiu na segunda etapa, que foi mais equilibrada e, no fim, o empate sem gols acabou sendo menos prejudicial para o Campinense.

Por Campina Grande

Prova Brasil: mais de 22 mil professores ameaçados por estudantes

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Mais de 22,6 mil professores foram ameaçados por estudantes e mais de 4,7 mil sofreram atentados à vida nas escolas em que lecionam.  Os dados são do questionário da Prova Brasil 2015, aplicado a diretores, alunos e professores 5º e do 9º ano do ensino fundamental de todo o país. As informações foram organizadas e divulgados hoje (20) na plataforma QEdu www.qedu.org.br

As respostas aos questionários mostram que há um cenário de violência nas escolas. As agressões não ocorrem apenas com professores e funcionários, mas também entre estudantes. A maioria dos professores (71%), o que equivale a 183,9 mil, disse ter ocorrido agressão física ou verbal de alunos a outros estudantes da escola.

Mais de 2,3 mil professores afirmaram que estudantes frequentaram as aulas com armas de fogo e mais de 12 mil disseram que havia alunos com armas brancas, como facas e canivetes. Muitas vezes, havia nas aulas estudantes que tinham bebido, segundo 13 mil professores, ou usado drogas, de acordo com 29,7 mil.

Segundo o pesquisador da Fundação Lemann, Ernesto Faria, muitos desses conflitos vêm de fora da escola. "O desafio não é tão simples porque a violência, muitas vezes, não está ligada à escola, mas a problemas locais na região. É importante não pensar a escola como uma caixinha sozinha. A escola vai ter que envolver a comunidade e pensar que tipo de parceria deve haver", diz.

Ao todo, 262,4 mil professores responderam aos questionários. Embora, percentualmente, os índices de violência não sejam tão altos, quando olhados em números, segundo o pesquisador, são preocupantes. "Temos que olhar o quanto o ambiente escolar é agradável, a relação de professores e alunos. Temos que pensar em gestão em sala de aula, disciplina, o trabalho com habilidades socioemocionais", diz.

Organização deu certo
A Escola Municipal Armando Ziller fica na periferia de Belo Horizonte, numa região com alto índice de violência. O estabelecimento, no entanto, é conhecido na vizinhança por exigir o rígido cumprimento de horários e por não liberar os alunos por falta de professores. Foi uma das escolas destacadas pela pesquisa Excelência com Equidade, que identificou escolas públicas que atendem a alunos de baixa renda familiar e que conseguem alcançar bons índices educacionais.

Excelência com equidade
"A escola é muito tranqüila, considerando a localização, a situação local é de conflitos no entorno entre gangues rivais. A comunidade tem essa escola como referência. Por maiores que sejam os problemas, aqui dentro parece outra realidade", diz o diretor Hamilton Gomes Pereira. Segundo ele, quando é identificada uma situação de violência, os responsáveis pelos estudantes são imediatamente convocados.

Eles não são chamados apenas em situações críticas. A escola busca envolvê-los, ainda que com dificuldade, no aprendizado dos estudantes. Logo no início do ano, os professores se apresentam e mostram o planejamento de cada uma das disciplinas.

Ao longo do ano letivo, os estudantes avaliam a escola e o ensino e fazem uma autoavaliação. Isso é apresentado aos responsáveis, que também podem contribuir. Os professores também anotam o que ocorre em sala de aula e repassam as informações. Eles também são informados se alunos faltam às aulas.

Outra estratégia adotada envolve a organização e a limpeza do espaço. "O aspecto físico da escola conta muito. Uma escola suja, pichada, contribui para a indisciplina. Os estudantes sabem que, quando eles sentam em uma carteira, ela é de responsabilidade deles. Se há alguma pichação ou algo anormal, o estudante específico é procurado. Quando não conseguimos identificar a autoria, tiramos foto, mas rapidamente fazemos a limpeza". Os alunos também não ficam sem aula. Caso haja faltas, rapidamente há uma substituição, algumas vezes até mesmo pela direção.

Com informações da Agência Brasil

Iguatu, Maracanã e Aliança vencem na estreia da Série B do Cearense

Domingão, Horizonte (Foto: Roberto Leite)
Começou a Série B do Campeonato Cearense. Foram três jogos na estreia da competição. Iguatu, Maracanã e Aliança largaram na frente e venceram seus jogos. No sábado, a equipe do Iguatu venceu o Tianguá no estádio Morenão. Anderson marcou o gol do jogo. No domingo, foi a vez do Maracanã bater o Icasa por 1 a 0 no estádio Domingão, em Juazeiro do Norte. Jackson marcou o gol do jogo. Completando a rodada, o Aliança venceu o Esporte Limoeiro por 2 a 0 no estádio Bandeirão. Rômulo e Leandro marcaram os gols do jogo.

Três jogos movimentam a segunda rodada da Série B do Cearense. Na sexta-feira (24), o Floresta encara o Iguatu no Domingão. No sábado (25), Aliança e Maracanã duelam no mesmo Domingão. No domingo (26), Tianguá e Esporte Limoeiro se encaram no Junco, em Sobral.

Por Fortaleza, CE

Marcelo Boeck pede confiança da torcida com equipe do Fortaleza

Boeck é um dos destaques do Leão em 2017. E do posto em que está no time cearense, ​pede confiança da torcida do Fortaleza para que o Fortaleza consiga se restabelecer na temporada e cresça com o seu futebol. Recentemente, torcedores invadiram o treino do Tricolor para cobrar jogadores, comissão técnica e diretoria. 
Marcelo Boeck, Fortaleza (Foto: Divulgação/Fortaleza)Marcelo Boeck, Fortaleza (Foto: Divulgação/Fortaleza)
Em seguida, o time enfrentou e ganhou no sufoco do Tiradentes, na última quarta-feira (15), pelas quartas de final do Campeonato Cearense. E, mesmo com a vitória, o elenco do Fortaleza segue se preparando intensamente para a partida de volta. Tanto que o time reserva enfrentará o Bahia, pelo Nordestão. Afinal, o jogo não vale mais nada para os cearenses, que já estão eliminados.
- Estamos trabalhando muito nas últimas semanas para dar a volta por cima nesta temporada. O elenco é comprometido e está ciente das dificuldades que encontrará durante este ano, mas estamos preparados. Temos que manter o foco para fazer uma boa sequência nas próximas semanas. Isso será importante - disse.
Ainda para o arqueiro, o foco tricolor agora é a conquista do estadual em 2017.
- Temos que focar tudo no estadual. Vamos lutar muito por esse título. É o desejo de todos aqui. Nosso torcedor espera isso da gente e ele pode ter certeza que não faltará entrega do elenco para chegar a este objetivo. Queremos esse voto de confiança da nossa torcida.
O Fortaleza encara o Bahia, na próxima quarta-feira (22), na Arena Fonte Nova, em Salvador, pela Copa do Nordeste, com o time reserva. Pelo Campeonato Cearense, o jogo será contra o Tiradentes, na volta das quartas de final, na Arena Castelão. A partida tem início às 18h30 do domingo (26).
Por 
Fortaleza, CE

Noruega é considerado país mais feliz do mundo; Brasil fica na 22ª posição


O mundo celebra em 20 de março, o Dia Internacional da Felicidade. A data foi criada em julho de 2012 pela Assembleia Geral das Nações Unidas e as celebrações ocorrem desde 2013.
O índice de felicidade dos países leva em conta o PIB per capita, expectativa de vida saudável, apoio social, ausência de corrupção no governo e nas empresas, liberdade social e generosidadeFoto: ONU/Eskinder Debebe

O mundo celebra nesta segunda-feira, 20 de março, o Dia Internacional da Felicidade. A data foi criada em julho de 2012 pela Assembleia Geral das Nações Unidas e as celebrações ocorrem desde 2013. Segundo a ONU, o Dia é uma forma de se reconhecer a importância da felicidade nas vidas das pessoas em todo o mundo.

Para marcar a data, o “Estudo Mundial sobre a Felicidade”, a edição 2017 de um relatório oficial divulgado hoje em Nova York pela ONU, que apresenta a lista dos países mais felizes e os mais infelizes do planeta, numa pesquisa que envolveu 155 nações. O Brasil ficou na 22ª posição.
As informações são da ONU News e da agência alemã DPA.

O informe combina seis factores: PIB per capita, expectativa de vida saudável, apoio social (ter alguém em quem confiar em momentos difíceis), ausência de corrupção no governo e nas empresas, liberdade social e generosidade (medida por doações recentes).

Segundo a lista, os dez países más felizes são, pela ordem: 1. Noruega; 2. Dinamarca; 3. Islândia; 4. Suíça; 5. Finlândia; 6. Holanda; 7. Canadá; 8. Nova Zelândia; 9. Austrália e 10. Suécia.

No outro extremo, os dez países mais infelizes do mundo são: 155. República Centroafricana; 154. Burundi; 153. Tanzânia; 152. Síria; 151. Ruanda; 150. Togo; 149. Guiné; 148. Libéria; 147. Sudão do Sul; e 146. Iêmen.

Metas para a felicidade
Em 2015, a ONU e os seus estados-membros lançaram os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que buscam acabar com a pobreza, reduzir as desigualdades e proteger o planeta.
Segundo as Nações Unidas, esses são três aspectos que podem levar ao bem-estar e à felicidade das nações.

Com informações da Agência Brasil

Com dois gols de Magno Alves, Ceará vence Uniclinic no jogo de ida

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Com bela atuação do atacante Magno Alves, que chega ao gol de número 98 com a camisa do Vovô, o Ceará bateu o Uniclinic por 3 a 1 na Arena Castelão, neste domingo (19), pelo duelo de ida das quartas de final do estadual. Magnata marcou duas vezes e Cametá ampliou com mais um. Preto diminuiu para o Uniclinic. As duas equipes se encontram no segundo jogo no próximo sábado (25). O Vovô tem a vantagem do empate. Caso a Águia vença, haverá um terceiro jogo. 
No primeiro tempo, o Ceará teve mais posse de bola, mas as oportunidades de gol foram mais frequentes do Uniclinic. Edson Cariús e Netinho tiveram as melhores chances, mas chutaram para fora. Quando a Águia era melhor, Magno Alves recebeu na frente e não perdoou. O atacante do Vovô marcou o gol de número 97 dele com a camisa do Alvinegro e o quarto gol dele na temporada. 
Na segunda etapa, o Ceará até tentou criar mais chances logo no início, mas faltava o capricho nas finalizações. O Uniclinic já não ameaçou como antes. Quando o jogo já estava ficando sonolento, a bola sobrou para Magno Alves, após bobeira da zaga, e ele fez o dele de número 98 com a camisa do Alvinegro. O Magnata ainda teve outras duas chances, mas desperdiçou. E Preto, em chute cruzado, venceu o goleiro adversário e fez o primeiro dele. Cametá, com bom auxílio de Magnata, ainda fez o terceiro do Alvinegro.
Por 
Fortaleza, CE

Prova Brasil: metade dos professores não consegue cumprir conteúdo planejado

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Metade dos professores do ensino fundamental (51%) conseguiu desenvolver pelo menos 80% do conteúdo previsto para o ano. Na outra ponta, 11% concluíram menos de 60% daquilo que deveria ter sido ensinado aos alunos.

Os dados são do questionário da Prova Brasil 2015, aplicado a diretores, alunos e professores do 5º e do 9º ano do ensino fundamental de todo o país. As informações foram organizadas e divulgados hoje (20) na plataforma QEdu (www.qedu.org.br)

Quando considerados apenas os professores do 9º ano, menos da metade (45%) desenvolveu pelo menos 80% do conteúdo previsto para as turmas que fizeram a Prova Brasil em 2015. Já entre os professores do 5º ano, a porcentagem chega a 55%. A questão foi respondida por mais de 262 mil professores.

A maioria dos professores (91%) disse ainda que gasta até 20% do tempo da aula com tarefas administrativas como fazendo a chamada ou preenchendo formulários. Outros 20% da aula são gastos para manter a ordem e a disciplina em sala de aula para 70% dos professores.

O tempo que resta para atividades de ensino e aprendizagem é de menos de 80% do total para 57% dos professores. Considerando uma aula de 50 minutos, isso significa que, nos melhores cenários, menos de 40 minutos são dedicados de fato ao ensino.

Segundo o pesquisador da Fundação Lemann, sediada em São Paulo, Ernesto Faria, os dados são preocupantes. "Os alunos não estão tendo acesso a conteúdos importantes. Os professores conseguem cumprir uma parte, mas conteúdos importantes sequer são apresentados", disse.

O resultado pode ser visto no desempenho dos estudantes brasileiros na última divulgação da Prova Brasil. A avaliação de 2015 mostrou que, ao deixar a escola, no fim do ensino médio, apenas 7,3% dos estudantes aprendem o mínimo adequado em matemática e 27,5% em português.

De acordo com Faria, esses dados podem ser usados para se pensar a Base Nacional Comum Curricular, que atualmente está em discussão no Ministério da Educação. A base deverá orientar o que deve ser ensinado em cada etapa escolar.

"Não basta só ter um documento e currículo de altas expectativas e não resolver problemas de material didático e estratégias para aprendizagem. Não adianta ter um currículo bom, mas não cumprido na sala de aula", afirma. Os questionários foram respondidos por 52.341 diretores, 262.417 professores e 3.810.459 estudantes.

Condições de trabalho
Os problemas nas escolas são diversos. Segundo a maior parte dos diretores (70%), o ensino foi dificultado por falta de recursos financeiros. Mais da metade (55%) disse ter enfrentado dificuldades por falta de recursos pedagógicos.

Os dados mostram ainda que a maioria dos professores trabalha 40 horas ou mais (66%) e que 40% deles lecionam em duas ou mais escolas. Pelo menos um terço (34%), ganhavam, como professores, menos do que o piso salarial estabelecido pela Lei do Piso (Lei 11.738/2008) para aquele ano, que era de R$ 1.917,78.

A professora Cleonice Santos, 43 anos, concilia mais de um trabalho. Durante o dia, dá aulas de português para o 9º ano do ensino fundamental no Centro de Ensino Fundamental 10 do Gama, no Distrito Federal. À noite, leciona no ensino médio do Centro de Ensino Médio 2 do Gama.

"Tenho uma vida muito corrida. Trabalho de manhã, saio da escola, ajudo minhas filhas com o dever de casa, deixo nas escolas onde estudam, volto para a minha à tarde. Depois busco as minhas filhas, ajudo com o dever do dia seguinte e vou para a escola à noite. É corrido, cansativo, mas consigo levar com planejamento. Cleonice disse gostar muito da profissão. Consegue concluir o conteúdo do ensino fundamental, mas não do médio. Quando perguntada se se sente desvalorizada, Cleonice responde: "Estou em greve".

Assim como Cleonice, 30% dos professores acreditam que a sobrecarga, que dificulta o planejamento da aula, atrapalha a aprendizagem dos alunos; e 29% opinam que a insatisfação e o desestímulo com a profissão impactam também no aprendizado dos estudantes.

Considerando todas as escolas em que o professor trabalha, atualmente 36% gastam menos de um terço da carga horária para o planejamento das aulas. Pela Lei do Piso, esse é o tempo garantido ao professor para que planeje as atividades a serem desenvolvidas em sala de aula.

"Infelizmente, continuamos com muitas dificuldades. A começar pela própria infraestrutura das escolas. Temos reclamações de professores com salas superlotadas, salas muito quentes, que atrapalham o aprendizado, falta de luz, de água. Isso tudo somado ao não cumprimento da Lei do Piso", afirmou o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo. "Os governantes dizem que os alunos são prejudicados só quando tem greve. Isso não é verdade, eles precisam tomar uma atitude porque os alunos são prejudicados o ano inteiro", finaliza.

Com informações da Agência do Brasil

Tasso diz que a crise política no Brasil vai se aprofundar


Tasso: "Anistia ao caixa 2 não temos clima nenhum no País para fazer". FOTO: MAURI MELO

O senador Tasso Jeireissati (PSDB-CE) afirmou que a crise política no Brasil está longe de acabar. Segundo ele, as delações da Odebrecht e de outros depoentes vão agravar a situação nos próximos meses. Para o parlamentar, o clima em Brasília é de tensão e incertezas por conta da Operação Lava Jato. 


As investigações estariam atrapalhando o curso dos trabalhos no Congresso e devem prejudicar o andamento das votações das reformas, como a da Previdência e a trabalhista. 

Em entrevista ao O POVO, Tasso afirmou ainda que as alianças para 2018 só poderão ser definidas a partir dos rumos que a Lava Jato irá tomar. O senador avaliou que não há clima para anistiar caixa 2 e destacou o nome de João Dória como possibilidade para eleições presidenciais.

Confira a entrevista completa:



O POVO - Na última semana, o senhor assumiu a presidência da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) no Senado. Como ela pode ajudar a melhorar a economia do Brasil neste momento?



Tasso Jereissati - Hoje ela tem um papel importantíssimo em função da crise. Talvez, na minha vida consciente, a maior crise econômica que passamos. Conjugada com a crise política. Na crise política não estamos vendo, vislumbrando nenhuma calmaria de curto prazo. As coisas estão muito complicadas, tendem a ficar mais complicadas ainda nos próximos meses, muitas delações, Lava Jato, depoimentos. Onde a gente está vislumbrando uma luz que brilha cada vez mais é a retomada da economia, com o crescimento da economia e crescimento de emprego. Uma série de sinais mostra isso. Queremos fazer da CAE uma comissão mais proativa que o normal. Tem alguns pontos que podemos ser mais proativos, sugerindo e tentando legislar para melhorar essas questões. Uma é a tributária. Temos o sistema tributário não só com a carga enorme, mas pior que a carga é a complexidade. Talvez, dos países em desenvolvimento, emergentes, seja um dos sistemas tributários mais complexos que existe.

OP - A ideia é simplificar ou unificar impostos?
Tasso - Na segunda-feira, 20, vamos instalar um grupo de senadores que vai ser coordenado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) para abrir uma discussão profunda sobre o modelo tributário brasileiro, qualidade e eficácia, com prazo de entregar sugestões concretas para o governo antes do fim do ano. A outra questão que tem um pouco a ver com a tributária é a questão microeconômica, custo Brasil, tudo aquilo que tem feito com que as vidas das empresas e das pessoas sejam infernizadas e complicadas. A vida da empresa no Brasil é muito mais difícil, em termos de lidar com normas, regulações, exigências, do que na grande maioria dos países. Estamos designando para ser coordenador desse grupo o senador Armando Monteiro (PTB-PE). Dessa maneira, a gente espera contribuir para apresentar sugestões da maneira mais objetiva possível para que também dê mais segurança jurídica para as empresas. 

OP - Já houve algum debate entre os senadores para que haja mais incentivos fiscais para empresas?
Tasso - Não, estamos começando isso agora. A discussão começa. Vamos indicar na terça-feira os dois grupos. Evidentemente na Comissão vamos tocar todos os projetos que são prioritários para o governo para ajudar o País a sair dessa letargia que se encontra. 

OP - Existe algum benefício que o presidente da CAE possa trazer para o Ceará?
Tasso - O Senado é a casa dos estados. Meu papel principal é proteger ou trazer benefícios para o estado do Ceará. Por exemplo, se discutir nessa reforma tributária a questão de isenção fiscal, aquilo que é bom e que não é bom. O que deve ou não deve ser aperfeiçoado? Existe até proposta para que se acabem todos os incentivos tributários. Nossa função é ver esse problema e como deve ser enfrentado olhando do ângulo do estado do Ceará e do Nordeste. 


OP - Há nomes de peso no PSDB que foram citados nas delações da Lava Jato, por exemplo, o ex-ministro José Serra. Como a Lava Jato atinge o PSDB e uma possível candidatura de Serra à Presidência?
Tasso -
 Os nomes citados no Lava Jato prejudicam toda a classe política no Brasil. Não há nenhum partido que diga que nenhum membro deixou de ser citado. Devem sair nos próximos dias, além da lista, os depoimentos dos delatores da Odebrecht e de outros também que vão vir por aí. Só aí poderemos saber ou avaliar a dimensão correta de qual a profundidade e o que significam essas situações. Que tipo de inquérito, que tipo de crime, se é crime eleitoral ou comum e só daí dá para fazer um julgamento. Mas todos os partidos estão afetados por essas delações. É prematuro ter alguma opinião sobre candidatura a presidente (José Serra ou Geraldo Alckmin) em função da Lava Jato. Temos quadros bons, não só o Serra, o Alckmin, o Aécio, mas surge o nome do (João) Dória agora com alguma insistência.

OP - Como o senhor enxerga o nome do prefeito de São Paulo João Dória?
Tasso -
 Eu acho que é um nome novo no quadro da política brasileira. Com toda esse desgaste da imagem dos políticos tradicionais, um nome novo é sempre um nome para se prestar atenção. Mas ele tem que ganhar muita experiência pela frente. Ele tem uma prefeitura de São Paulo que é gigantesca, maior que estados brasileiros, para verificar sua situação. Ele é um nome a mais que se agrega a um quadro que o PSDB tem, que é uma vantagem que diferencia o PSDB dos outros partidos. Nosso problema não é a falta de quadros, é o excesso de quadros.

OP - O senador Aécio Neves (PSDB-MG) estava muito forte em 2014. Mas o senhor acredita que ele saiu mais prejudicado já que teve o nome citado e bastante repetido em outros vazamentos?
Tasso - É cedo para dizer isso. Tem que ver o que tem de concreto. Por exemplo, ele foi citado pelo ex-presidente da Transpetro. Foi a primeira citação grande dele que deu repercussão, mas o ministro Edson Fachin arquivou isso. Está encerrada essa delação, foi desconsiderada. 

OP - Dentro do partido, já houve discussão de alguma medida contra aqueles filiados que estiverem de fato envolvidos em esquemas? Como o PSDB vai lidar com isso?
Tasso - Tudo está vindo muito em borbotões. Como a gente tem muito poucas informações, vão chegando aos poucos, ainda não teve uma reunião sólida para discutir esse assunto para chegar a uma conclusão. Mas com certeza a nossa posição é de que sejam investigados e quem tiver culpa no cartório que pague. 

OP - Há uma parte do PMDB que em reclamado do espaço dado ao PSDB no governo de Michel Temer. Qual a visão do senhor em relação ao espaço do PSDB no governo?
Tasso - A questão do espaço a gente não mede por cargo. Isso é de menor relevância. Não somos o governo, ele é do PMDB. Nós apoiamos o governo e vamos até o fim continuar nessa posição por entender que é fundamental que esse governo tenha as condições necessárias e o apoio parlamentar para implantar as reformas. E fazer como disse o Fernando Henrique (Cardoso) pra que o País atravesse essa pinguela até chegar às eleições de 2018. Não só pelo bem estar, pela democracia também.

OP - Tivemos a informação de que seu nome teria sido ventilado para assumir o Ministério das Relações Exteriores. Como foi essa negociação?
Tasso - Chegou a ter uma sondagem muito leve, mas eu acho que posso contribuir muito mais dentro da CAE e principalmente para o Ceará do que em algum ministério. Nunca fui convidado. Houve uma sondagem ou outra que estavam falando meu nome e queriam saber meu nível de interesse e eu tenho dito sempre que posso ser muito mais útil agora na Comissão de Assuntos Econômicos.

OP - Como a Lava Jato afeta o planejamento de votação das reformas?
Tasso - Atrapalha muito. Ela atrapalha o dia a dia. É um clima de tensão muito grande, um clima de suspense, parece um filme. Clima de muita boataria. Tira a tranquilidade de uma maneira geral de se fazer o trabalho dentro da rotina. É muito ruim. Minha opinião é que isso seja divulgado logo, colocado tudo que tem que se dizer e divulgar. Quem tiver culpa que pague pelos seus erros. É prejudicial porque fica essa onda de boatos. Às vezes, um nome inocente passa por essa boataria, ninguém sabe direito o que está acontecendo. E tira a tranquilidade do País e do funcionamento do Congresso. Então se puder divulgar tudo de uma vez principalmente para acabar com esse clima de filme de suspense... Eu acho que enquanto essas listas e depoimentos não acabarem de sair, a crise política vai ficar se aprofundando. 

OP - Em termos de apoio no Congresso para as reformas, essas questões de Lava Jato e manifestação atrapalham?
Tasso - Questão de Lava Jato, sim. Como eu disse, você tira a serenidade do Congresso porque o número de pessoas citadas é muito grande e ainda fica uma boataria de que outras viriam a ser citadas. Então tira completamente o clima de tranquilidade. O outro aspecto são as denúncias em si que fazem com que os parlamentares que estão, de uma maneira ou de outra, sendo citados, tenham uma pressão maior das ruas e fiquem mais preocupados. Eu acho esse movimento das ruas hoje ainda pequeno e organizado. Ele não tem aquela coisa espontânea que teve, por exemplo, na época do impeachment. É uma coisa organizada, a gente vê claramente pelas bandeiras espalhadas. Além disso, a gente vê muita desinformação. Se você vê as faixas, a gente vê que existe uma desinformação total do que é a reforma da Previdência, quais as razões, os problemas, as vantagens e o que se tenta atingir. A população desconhece. Esse clima de intranquilidade na política ajuda essa desinformação. Eu acho que vai ter um momento que o governo vai ter que fazer um programa de informação mais objetivo e claro para que as pessoas entendam o que vai acontecer com a eventual reforma da Previdência.

OP - Como o senhor avalia o texto atual da reforma da Previdência que está na Câmara?
Tasso - Acho que algumas coisas têm de ser corrigidas. Nossa posição no Senado é esperar para ver o que vem da Câmara para a gente estudar ponto a ponto. Não adianta discutir agora porque vai mudar na Câmara e não sabemos como vai mudar. Não vai passar do jeito que veio do governo. Já existe um consenso na questão do trabalhador rural e da transição que precisa ser melhorada. Prometo que quando chegar no Senado a gente vai falar melhor sobre a transição.


OP - Como fica a aliança PMDB-PSDB para 2018? Ela se mantém com o PSDB na cabeça de chapa?
Tasso -
 Esse ano tem um imponderado gigantesco que é a Lava Jato. Ninguém sabe o que vai acontecer com os políticos e com a política até o fim do ano. Então dizer que nós vamos nesse rumo, com essa aliança, é impossível dizer. Seria chute e futurologia.

OP - Que solução o senhor vê para a crise política? O que os partidos devem fazer?
Tasso - 
Tem que se mudar a mentalidade completamente. A Lava Jato tem que ir até o fim. Mas como disse prefiro que seja divulgado logo tudo e que sejam punidos os culpados para que haja um comportamento diferente nas próximas eleições. Mudar. Algumas reformas políticas são necessárias como fim da eleição proporcional. Cláusula de barreira é fundamental, porque é impossível qualquer governo do mundo governar com 30 partidos. Ao em vez de discutir programas com ideologia, discute com o fisiologismo com esse número de partidos. A outra coisa é imaginar qual será o modelo de financiamento de campanha. Isso é ultra polêmico e difícil, mas temos que encontrar um modelo melhor.

OP - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu que caixa 2 fosse separado de crimes como propina e enriquecimento ilícito. Como o senhor avalia esse tema? 
Tasso -
 Uma coisa é uma doação eleitoral feita por chamado caixa 2, que não seja comprando ou em troca de uma obra, ou favor ou lei, seja simplesmente por simpatia e que por alguma razão não foi dada oficialmente. Na maioria das vezes, porque o doador não quer aparecer. Isso é um crime, sim, mas um crime eleitoral. Não é um crime comum. Já propina, ou caixa 1 ou caixa 2, corrupção ativa ou passiva, essa diferença tem que haver porque está na lei. São coisas bem diferentes. Anistia ao caixa 2 não temos clima nenhum no País para fazer.


Com informações do Jornal O Povo

19 de março de 2017

O Clássico dos Maioras deste domingo, entre Treze e Campinense, promete mais uma vez dividir Campina Grande entre Alvinegros e Rubro-Negros.

É um dos maiores clássicos do Nordeste. E certamente o maior da Paraíba. O Clássico dos Maioras deste domingo, entre Treze e Campinense, promete mais uma vez dividir Campina Grande entre Alvinegros e Rubro-Negros. Num duelo a ser realizado no Estádio Amigão e que vai reunir dois times que estão no G-4 do Campeonato Paraibano, mas que na verdade vivem momentos completamente distintos em suas respectivas histórias.
O Treze, por exemplo, não conquista um título há seis anos, está em quarto lugar na tabela e penando para se manter na zona de classificação. Nos últimos quatro jogos foram três empates e apenas uma vitória. E se por um lado não perdeu neste período, por outro só conseguiu vencer o CSP, um time que na época estava na lanterna.
Campinense x Treze, Amigão (Foto: Silas Batista / GloboEsporte.com)
Para piorar, o clube sabe que só vai ter o Paraibano para jogar na atual temporada e tem que lutar com todas as forças para tentar ao menos garantir uma vaga na Série D do ano que vem. Não está fácil. Mas voltar a vencer o arquirrival depois de quatro anos de jejum pode ser um feito e tanto para a moral coletiva do Galo.
Principalmente porque a Raposa é hoje o time que vem apresentando o melhor futebol. E depois de um jogo incrível no meio de semana contra o Auto Esporte, quando a equipe de Campina Grande venceu fora de casa por 5 a 3, os raposeiros entraram de vez na briga pela ponta da tabela. Porque a diferença para o Belo, que era de seis pontos, despencou para apenas três.
O Campinense, assim, vai a campo com o que tem de melhor no momento. Ainda que o técnico Sérgio China tente diminuir o favoritismo alegando que seu time anda desgastado com o excesso de jogos.
Por Campina Grande

Depois de empate na 1ª fase, Ceará e Uniclinic duelam pelas quartas de final

Arena Castelão - Ceará x Vasco (Foto: Sofia Miranda)Castelão recebe os duelos das quartas do estadual (Foto: Sofia Miranda)
Ceará e Uniclinic largam nas quartas de final do estadual neste domingo, no Castelão, às 16 horas. O jogo de volta está agendado para o próximo sábado (25), também no Castelão, no mesmo horário. No Vovô, a expectativa fica por conta da possível reestreia de Ricardinho. A Águia deve jogar completa neste domingo. 
O Ceará terminou sendo o líder da primeira fase, com 20 pontos. Em nove jogos, são seis vitórias, dois empates e uma derrota. Foram 12 gols feitos e cinco sofridos, a maioria com a zaga reserva. Neste domingo, a tendência é que o técnico Givanildo Oliveira use o esquema 4-3-3, com Maxi Biancucchi, Victor Rangel e Magno Alves na frente. Pedro Ken foi regularizado e também pode jogar o Cearense. 
O Uniclinic foi o oitavo colocado, com nove pontos. Em nove partidas, são dois triunfos, três empates e quatro derrotas na primeira etapa . Foram 13 marcados e 18 sofridos. Para essa partida, a Águia da Precabura não deve ter desfalque. Na primeira fase, as duas equipes ficaram no 2 a 2. 
O GloboEsporte.com/ce acompanha tudo em Tempo Real a partir das 15h30 do domingo. 
HEADER escalacoes 690 (Foto: Infoesporte)
Ceará: Everson; Cametá, Rafael Pereira, Luiz Otávio e Romário; Raul, Richardson e Felipe Menezes; o ataque foi formado por Maxi Biancucchi, Victor Rangel e Magno Alves
Uniclinic: Dionathan; João Neto, Luiz Fernando, Airton Júnior e Anderson Sobral; Guídio, Jerson e Vaninho; Moré Edson Cariús e Netinho. 
Por Fortaleza, CE

Maranguape e Guarani de Juazeiro empatam no jogo de ida das quartas de final do Cearense

Nada de vantagem no jogo de ida das quartas de final do Campeonato Cearense entre Maranguape e Guarani de Juazeiro. Jogando no estádio Domingão, em Horizonte, diante de 167 pagantes, Gavião da Serra e Leão do Mercado ficaram no empate por 1 a 1.
Agora, para a partida de volta, quarta-feira, 22, em Juazeiro do Norte, avança quem vencer. Em caso de nova igualdade, por qualquer placar, a definição de quem passa à semifinal será através de cobranças de pênaltis.
Maranguape e Guaraju fizeram um duelo bastante movimentado, com boas chances para os dois lados. No segundo tempo, as atividades ofensivas, pelos dois lados, foram intensificadas. Depois de bem levar perigo à meta defendida pelo goleiro Milton Buqueirão, Leílson, com chute rasteiro cruzado da entrada da área, abriu o placar para o time do Cariri. Com o tento marcado aos 25 do segundo tempo, o atacante do Guarani voltou a se isolar na artilharia do Estadual, com nove gols.
Já nos minutos finais, o Maranguape retomou a pressão para tentar evitar a derrota. E conseguiu com o zagueiro Jair, que concluiu de primeira após receber cruzamento na área.
"O empate não foi ruim para nós. Agora vamos decidir em casa", avaliou Leílson na saída do campo. Jogando no Romeirão, o Guaraju terá o apoio da torcida para buscar a vitória que leva à próxima fase.
O duelo entre essas duas equipes será o que vai definir o primeiro semifinalista do Campeonato Cearense, na próxima quarta-feira, 22, às 20 horas. No sábado, 25, sai o classificado do encontro entre Ceará e Uniclinic. No dia 26, domingo, saem os dois últimos semifinalistas, dos confrontos Horizonte x Ferroviário e Fortaleza x Tiradentes.
Com informações do Jornal O Povo