28 de outubro de 2014

Essa cidade espanhola está localizada abaixo de uma rocha

Escondida nas colinas de Espanha está um dos lugares mais estranhos que você já viu. Enquanto há muitas casas em cima do Mediterrâneo, aldeias em vulcões, e mosteiros no topo do Himalaia, essa pequena cidade está localizada sob uma pedra gigante.
Encontrada em Setenil de las Bodegas, Espanha, esta cidade de 3.000 pessoas é o lar de alguns dos melhores restaurantes e bares em toda a Europa.
Como está situado ao lado do Rio Trejo Rio, é um lugar ideal para construir uma cidade, que recebe muita água e temperaturas amenas. Muitas das casas são construídas sob as paredes do próprio desfiladeiro.
Os cientistas acreditam que os seres humanos têm vivido aqui desde a época pré-histórica.
O ambiente único atrai turistas durante todo o ano.
Você pode ver algo aqui que você não pode ver em qualquer outro lugar.
Espero que você não seja claustrofóbico…
Incrível!
 







Por Lucas Rabello
O Cientista

Mapa atualizado! Saiba quais são os times dos 27 governadores eleitos.

Eleições encerradas, é a vez de apresentar o novo mapa dos governadores dos 27 estados brasileiros. Em fevereiro, o blog mostrou a preferência dos políticos neste mapa aqui. Agora é a vez de mostrar a lista atualizada, já que foram poucos os reeleitos para os cargos. 

A maioria desta vez é de botafoguenses. Confira abaixo:


Arte Vinicius José


Mapa time dos governadores pelo Brasil

A classificação, time por time: 

1 - Botafogo: 4 governadores

2 - Flamengo: 3

3 - Cruzeiro, Santos, Vasco e 'sem time': 2

4 -  Bahia, Corinthians, Fluminense, Juventude, Goiás, Confiança, Baré, Remo, Nacional-AM, Murici, Botafogo-PB, ABC, Santa Cruz, Icasa e Londrina

Blog Pombo sem Asa
Globo Esporte

27 de outubro de 2014

Confira como ficarão as bancadas no Senado a partir de 2015

Encerradas as eleições, o PMDB confirmou seu papel como a maior bancada no Senado: 19 parlamentares. Logo em seguida, vem o partido da presidente eleita. O PT deve começar a nova legislatura, em fevereiro, com 12 senadores, número que pode mudar se a atual ministra da Cultura, Marta Suplicy, voltar à Casa (nesse caso, Antonio Carlos Rodrigues, do PR, retorna à suplência).

A terceira maior bancada será a do PSDB, com 10 senadores — dois a menos do que antes do pleito. O PSB tinha quatro senadores e vai a seis. O partido perdeu uma cadeira, com a eleição de Rodrigo Rollemberg para o governo do Distrito Federal, mas obteve vitórias com Romário (RJ), Fernando Bezerra (PE) e Roberto Rocha (MA). Será a quarta maior bancada do Senado, junto com o PDT.
Em seguida virá o DEM, que compensou a saída de Jayme Campos (MT), que conclui seu mandato, com as chegadas de Ronaldo Caiado (GO) e Davi Alcolumbre (AP). Terá cinco senadores, mesmo número do PP.
Em sua primeira eleição para o legislativo federal, o PSD, criado em 2011, somou dois senadores e agora terá quatro membros na Casa.
Quem mais perdeu cadeiras foi o PTB. O partido, que integrou a coligação presidencial de Aécio Neves, perderá metade de sua bancada de seis parlamentares. Mozarildo Cavalcanti (RR) e Gim (DF) fracassaram em suas tentativas de reeleição. Epitácio Cafeteira (PB) e João Vicente Claudino (PI) encerraram seus mandatos, mas este foi substituído pelo correligionário Elmano Férrer.
O PCdoB perderá um de seus dois senadores, com a saída de Inácio Arruda (CE). Terá apenas um senador, como PPS, PROS, PSOL e SD.
Agência Senado

Camilo Santana diz que vai montar secretariado técnico e com aliados

Camilo Santana ao responder pergunta se teria nomes para indicar às secretarias estaduais. Ele sinalizou que vai compor um secretariado técnico.
“Vamos trabalhar com as melhores pessoas em cada área”. Disse, no entanto, que “ninguém se elege sozinho e ninguém governa sozinho” e, por isso, irá se reunir com aliados para definir o secretariado.
Izolda Cela, Mauro Filho, deputados estaduais e federais devem compor o governo de Camilo Santana.
Blog do Roberto Moreira

Simão Jatene, PSDB, é reeleito governador do estado do Pará

Simão Jatene Pará Belém Governador (Foto: Thais Rezende/G1)
O candidato do PSDB, Simão Jatene, venceu a disputa eleitoral ao cargo de governador do Pará com 1.858.869 votos, correspondentes a 51,92% dos votos válidos. Ele disputou o segundo turno com o candidato do PMDB, Helder Barbalho, que teve 1.721.479 votos, que equivale a 48,08% dos votos válidos. O anúncio oficial foi feito por volta de 19h30, horário local, com 97% das urnas apuradas. 
infográfico eleições mapa Pará corrigido (Foto: Adriano Moraes / TV Liberal)
Helder fala em compromisso
O candidato derrotado nas urnas, Helder Barbalho, disse em entrevista ao G1 que agradece o apoio recebido nas urnas, e que pretende continuar cobrando a melhoria dos serviços públicos no estado.

"Agradeco ao povo do Pará, aqueles que acreditaram no nosso projeto. Lamento que não tivemos êxito e sucesso, mas temos a convicção que cumprimos um belo papel", disse. "Eu, como alguém com a responsabilidade de representar a mudança, estarei ativo a defender que as coisas melhorem", concluiu.
Jatene avalia eleições
O candidato à governador do Pará reeleito neste domingo agradeceu ao povo paraense pelos votos, durante coletiva de imprensa em um comitê de campanha no centro da cidade.
"Esta campanha representou mais que uma eleição para governador. Essa disputa entra para a história. O segundo turno foi importante para que a população fizesse a sua escolha. O debate foi decisivo para a minha virada", afirmou Simão Jatene. "Não vejo problemas com a Dilma, eu respeito e espero reciprocidade", finalizou.

Biografia do vencedor
Simão Robinson Jatene concorreu pela primeira vez a um cargo eletivo em 2002, quando foi eleito governador do Pará – cargo que ocupou até 2006. Não concorreu à reeleição, mas se candidatou de novo em 2010, quando foi novamente eleito.
Natural de Castanhal, nordeste do Pará, tem 65 anos, é graduado em economia pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e fez pós-graduação na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Foi secretário de Estado de Planejamento no período de 1983 a 1985 e de 1995 a 1998, e secretário-geral do Ministério da Reforma Agrária entre 1985 e 1990. Foi também secretário especial de Produção nos anos de 1998 a 2001.
Do G1 PA

'Nenhum de nós é imbatível', diz Ricardo sobre eleições na Paraíba

Ao lado de lideranças políticas do PMDB, PT e de outros partidos, governador reeleito Ricardo Coutinho concedeu entrevista coletiva (Foto: Krystine Carneiro/G1)
"Essa foi a disputa entre o fazer e o prometer, entre o conteúdo e a embalagem",  declarou o candidato reeleito ao governo da Paraíba, Ricardo Coutinho, após o resultado das eleições, neste domingo (26), em João Pessoa. O socialista recebeu a imprensa em um hotel na Avenida Epitácio Pessoa, em Tambaú, onde concedeu entrevista coletiva.
Durante a entrevista, o governador agradeceu o apoio do povo paraibano. Ricardo falou sobre a campanha e definiu como uma "caminhada muito difícil". Segundo ele, a campanha mais difícil que ele já passou.
"Eu vou ter a capacidade para, ao lado de dois senadores, de uma boa bancada no Congresso Nacional, de uma boa bancada na Assembléia Legislativa, ter uma boa governabilidade. Tivemos uma vitória bonita, uma vitória maiúscula, uma vitória que consolida uma posição na Paraíba: que nenhum de nós é imbatível, que o povo elege e tira quem acha que deve tirar", disse o socialista. Ricardo Coutinho citou ainda a morte de correligionários durante a campanha, entre elas a do candidato à presidência da República e presidente do PSB, Eduardo Campos.
A apuração do 2º turno na Paraíba terminou por volta das 20h (horário local) e o socialista recebeu 1.125.956 votos, o que representa 52,61% dos votos válidos, contra 1.014.393 votos para Cássio Cunha Lima (PSDB), que alcançou 47,39%. Os votos nulos e brancos representaram 7,93% do total e foi registrado 18% de abstenção no estado.
Do G1 PB

Ricardo Coutinho, do PSB, é reeleito governador da Paraíba

Ricardo Coutinho, candidato pelo PSB ao governo da Paraíba neste segundo turno (Foto: Francisco França / Jornal da Paraíba)
O governador Ricardo Coutinho (PSB) foi reeleito para governar a Paraíba por mais quatro anos neste domingo (26). A apuração terminou por volta das 20h (horário local) e o socialista recebeu 1.125.956 votos, o que representa 52,61% dos votos válidos, contra 1.014.393 votos para Cássio Cunha Lima (PSDB), que alcançou 47,39%. Os votos nulos e brancos representaram 7,93% do total e foi registrado 18% de abstenção no estado.
Ficha Eleições na Paraíba (Foto: Arte/G1)
Quando 89% dos votos tinham sido apurados, às 18h20 (horário local), Cássio deixou Campina Grande para voltar para sua casa em João Pessoa e anunciou que só se pronunciaria sobre o resultado na tarde segunda-feira (27), em coletiva na Asplan.
No primeiro turno, a diferença entre os dois foi de apenas 1,39 ponto percentual (o que equivale a 28.388 votos), com Cássio registrando 47,44% dos votos válidos (um total de 965.397) e Ricardo, 46,05% (o equivalente a 937.009).
Com a reeleição de Ricardo Coutinho, o PSB dá continuidade à gestão que teve início em 2011. As pesquisas de intenção de voto neste segundo turno antecipavam um quadro equilibrado, com empate técnico até nos dados divulgados no sábado (25), quando o Ibope indicou Ricardo com 53% e Cássio com 47%, com margem de erro de 3 pontos percentuais.
O socialista de 53 anos nasceu em João Pessoa e é formado em Farmácia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Ele iniciou a carreira política nos movimentos estudantis e sindicais, passando pelo Centro Acadêmico do curso de Farmácia, pelo Sindicato dos Farmacêuticos, pelo Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde do Estado (SindSaúde), pela Central Única dos Trabalhadores da Paraíba (CUT-PB) e pelo Sindicato dos Funcionários da UFPB.
Filiado ao PT, foi candidato a deputado estadual em 1990, mas não conseguiu a vaga, ficando apenas na suplência. Dois anos depois, foi eleito vereador de João Pessoa.
Ele ainda tentou novamente uma vaga na Assembleia Legislativa em 1994, mas ficou na suplência mais uma vez. Em 1996, foi reeleito para o cargo de vereador.
Em seguida, em 1998, foi candidato novamente ao cargo de deputado estadual, sendo que, dessa vez, foi eleito, se reelegendo em 2002. Em 2003, foi expulso do PT e se filiou ao PSB, partido em que permanece até hoje.
No novo partido, se candidatou ao cargo de prefeito de João Pessoa, em 2004, e venceu logo no primeiro turno. Em 2008, foi reeleito, mas renunciou ao cargo para tentar ser governador da Paraíba. Aliado a Cássio Cunha Lima, ele derrotou José Maranhão no pleito e tomou posse no Governo.
Do G1 PB

Vitoriosos e derrotados pedem união em país dividido pelo voto

Reeleita para mais um mandato de quatro anos à frente do governo federal, a presidente Dilma Rousseff defendeu neste domingo (26) diálogo para unir o país. O mesmo apelo foi feito por seu adversário, Aécio Neves (PSDB), derrotado numa disputa acirrada. No país, a petista obteve 54,5 milhões de votos (51,64%) e Aécio, 51 milhões (48,36%). Dilma venceu em 15 das 27 unidades da federação e Aécio em 12(veja o desempenho dos candidatos).
Além da pequena diferença, o quadro de divisão do eleitorado foi refletido também entre as diferentes regiões do país: enquanto que toda a região Nordeste deu maioria de votos para Dilma, a maioria dos eleitores de toda a região Sul e do Centro-Oeste preferiu o tucano. O Sudeste, mais populoso, ficou dividido: São Paulo e Espírito Santo deram mais votos a Aécio e Minas Gerais e Rio de Janeiro deram maioria a Dilma (para ver a apuração em cada estado e cidade, (clique aqui).


No total, Dilma venceu levando a maioria em 15 estados (RJ, MG, BA, SE, AL, PE, PB, RN, CE, PI, MA, TO, PA, AP e AM) e Aécio perdeu tendo sido o mais votado em outras 12 unidades da federação (RS, PR, SC, SP, ES, DF, GO, MS, MT, RO, AC e RR).

Em seu primeiro pronunciamento após ser confirmada a reeleição, Dilma afirmou não acreditar que a acirrada disputa eleitoral, decidida por uma diferença de cerca de 3,4 milhões de votos, tenha "dividido" o país. Ressaltou que está "disposta ao diálogo" e que quer ser uma presidente "melhor" em seu segundo mandato.

Conclamo, sem exceção, a todas as brasileiras e brasileiros para nos unirmos em favor do futuro de nossa pátria"
Dilma Rousseff
"Conclamo, sem exceção, a todas as brasileiras e brasileiros para nos unirmos em favor do futuro de nossa pátria. Não acredito que essas eleições tenham dividido o país ao meio. Creio que elas mobilizaram ideias e emoções às vezes contraditórias, mas movidas por um sentimento comum: a busca por um futuro melhor", declarou em Brasília neste domingo.

Considero que a maior de todas as prioridades deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique a todos os brasileiros"
Aécio Neves
Derrotado na disputa, Aécio Neves também pregou a união e afirmou ter dito à própria presidente, por telefone, que essa é mais alta prioridade do país. "Desejei a ela sucesso na condução de seu próximo governo. E ressaltei que considero que a maior de todas as prioridades deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique a todos os brasileiros", afirmou em Belo Horizonte também neste domingo.

O discurso pela união também foi reforçado por outro importante aliado de Dilma, o governador da Bahia, Jaques Wagner. Após o resultado, ele defendeu a realização da reforma política, rejeitada no ano passado pelo Congresso, mas disse que uma importante missão é a da "reconciliação". "É preciso entender que, quem foi vitorioso não pode ter prepotência. E quem perdeu não pode ter rancor", disse.
Senador eleito por São Paulo, o ex-governador José Serra, derrotado em 2002 por Lula e em 2010 por Dilma, afirmou em Belo Horizonte, que a oposição vai atuar com cobrança durante o próximo mandato da petista. "Determinação para combater tudo aquilo que nós criticamos na campanha e consideramos errado. E, ao mesmo tempo, apontar caminhos pro Brasil. Vamos fazer isso o tempo inteiro", disse, lembrando que Aécio teve dois terços dos votos em São Paulo.
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Dias Toffoli afirmou no domingo que, passadas as eleições, o momento é de "pacificação". "É importante que a sociedade volte a estar unida e pensarmos no desenvolvimento desta grande nação", disse o magistrado. "O mais importante é a pacificação. A disputa eleitoral acabou. A nação sai fortificada", completou.
Do G1, em Brasília

Morto a tiros, goleiro da seleção da África do Sul tentava defender a namorada

O goleiro Senzo Meyiwa, que defendia o Orlando Pirates e a a seleção sul-africana, foi morto neste domingo porque tentou proteger a namorada durante uma tentativa de assalto. Na manhã desta segunda-feira, a polícia sul-africana divulgou mais informações sobre a morte que chocou o país. Os oficiais afirmam que bandidos invadiram a casa da companheira do jogador, a cantora e atriz Kelly Khumalo, em busca de objetos valiosos e que o falecimento foi causado por um tiro no peito do arqueiro.
- Dois homens entraram na casa e exigiram celulares, dinheiro e outras coisas de valor. Senzo tentou proteger Kelly porque um dos homens apontou uma arma para ela - explicou o oficial de polícia Sizakele Nkosi-Malubane, em declarações divulgadas pelo site "Super Sport".
O goleiro foi declarado morto a caminho do hospital. A polícia oferece uma recompensa de 150 mil rands (cerca de R$ 34 mil) por informações sobre o paradeiro dos três homens que participaram do crime.
- Nós asseguramos a todos os sul-africanos que faremos tudo o que pudermos para trazer os assassinos de Meyiwa para a cadeira - disse o serviço de polícia da África do Sul através do Twitter.
Meyiwa foi capitão da África do Sul nas últimas quatro partidas das eliminatórias para a Copa Africana de Nações sem sofrer gols. Ele também esteve em campo no sábado pelo Orlando Pirates, ajudando o time a se classificar para as semifinais da Copa da Liga Sul-Africana.
Por Joanesburgo, África do Sul

“Tenho carinho por Cid Gomes, mas farei um governo novo”, afirma Camilo Santana

Embora a campanha eleitoral do governador eleito Camilo Santana (PT) não tenha sinalizado rupturas com o modelo de gestão em curso no estado, as primeiras palavras de Camilo, após a vitória neste domingo (26), sinalizaram a construção de um “novo” governo.
“Eu sou muito grato e tenho um carinho muito grande pelo governador Cid. Para mim, foi o maior governador desse estado, mas nós faremos um governo novo. Eu e a Izolda (vice-governadora) faremos um governo novo nos próximos quatro anos”, afirmou Camilo, na 1ª coletiva de imprensa após a vitória.
Ele também deixou em aberto a possibilidade de diálogo com o PMDB para a composição de seu governo. Sobre uma possível reaproximação com o partido liderado por Eunício Oliveira, Camilo afirmou que é preciso “aguardar” já que a campanha eleitoral acabou há pouco tempo. “A campanha passou e vamos agora procurar dialogar [...]. Nosso papel será unificar o Ceará, unir os cearenses pelo bem do Ceará”, respondeu.
Camilo chegou ao comitê de campanha por volta de 20h45min deste domingo (26), acompanhado do governador Cid Gomes (Pros) e do prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (Pros), além de outros apoiadores. Ivo Gomes (Pros) e Ciro Gomes (Pros) – irmãos de Cid – também participaram da comemoração. No palanque, Camilo afirmou que sua vitória representava a “vitória da verdade sobre a mentira”. Ele afirmou que seu trabalho será “um governo de gestão e de participação”.
Camilo se torna governador com o desafio de dialogar com uma categoria hostil a seu governo – a dos policiais militares, na qual se formou um movimento de rejeição a Cid Gomes. Neste domingo, após o fechamento das urnas, o petista afirmou que vai atuar para “unificar a polícia”, já que o papel da instituição é garantir segurança, e que vai dialogar com a categoria.
Uma das propostas do candidato para a área é fortalecer o programa “Em defesa da vida”, já instalado no Ceará sob inspiração de modelo semelhante em Pernambuco. Camilo afirmou que vai “se esforçar muito” para garantir segurança pública no estado, além de corrigir aspectos que não estejam funcionamento.
Secretariado
O governador eleito foi vago ao falar sobre secretariado. Afirmou que vai seguir critérios de “competência”, mas evitou aprofundar o assunto. Questionado várias vezes, se esquivou afirmando que está cedo para falar. “Eu e minha vice Izolda ainda vamos conversar muito sobre isso e no momento certo nós vamos tomar as decisões”.
Tribuna do Ceará

26 de outubro de 2014

Camilo tem votação expressiva no interior; Eunício vence na capital

O candidato eleito para governar o Ceará durante os próximos quatro anos, com 53,35% dos votos, Camilo Santana (PT) obteve uma expressiva votação no interior do estado. Já Eunício Oliveira (PMDB), segundo colocado na corrida pelo Palácio da Abolição, conquistou a maioria dos votos no maior colégio eleitoral do Ceará: a capital alencarina.
No turno decisivo, Camilo Santana superou os 2,4 milhões de votos e 60% da preferência dos eleitores em 74 municípios. Destaque para o resultado obtidos no Crato (83,09%), em Jardim (82,03%) e em Jati (80,63), cidades, todas do Sul Cearense, em que o petista rompeu a barreira dos 80% dos votos.    
Já Eunício obteve pouco mais de 2,1 milhões de votos, sendo cerca de 700 mil oriundos de eleitores fortalezenses. O candidato do PMDB conquistou 57% dos votos na capital. As votações mais expressivas foram anotadas nos municípios de Varjota (71,42%) e Parambu (69,28).
camilo
Resultado nas 'terrinhas'
A coligação "Para o Ceará seguir mudando", composta por 18 partidos e liderada por Camilo Santana, saiu vitoriosa nas cidades de nascença de seus principais personagens. Sobral, terra de Cid Gomes e Izolda Cela (vice-governadora na chapa) e Barbalha, reduto do petista, foram favoráveis à coligação.
Do outro lado, Maracanaú, cidade na qual Roberto Pessoa (candidato a vice-governador na chapa de Eunício Oliveira) já governou em duas oportunidades, reservou 62.71% dos votos para a coligação "Ceará de Todos".
O resultado mais surpreendente veio de Lavras Da Mangabeira, terra natal de Eunício, no Centro Sul cearense. No município, Camilo bateu o peemedebista com 51,73% dos votos.
Disputas acirradas
Em 19 cidades do interior do estado, a diferença entre os dois candidatos foi inferior a 4% dos votos válidos. A disputa foi ainda mais apertada nos municípios de Cascavel, Carnaubal e Frecheirinha. Neste último, Camilo saiu vitorioso com apenas 97 votos de diferença.
Diário do Nordeste

Conheça a história do governador eleito Camilo Santana

O novo governador do Ceará tem suas raízes no Cariri. Nascido na cidade do Crato, Camilo Sobreira de Santana (PT) é filho de Eudoro Santana e Ermengarda Santana. Ele   é casado com Onélia Leite,  tem 46 anos e é pai de dois filhos Pedro, 4 anos, e Luiza, 2 anos.
Ainda na faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Ceará (UFC), Camilo deu os primeiros passos na vida política ao participar movimento estudantil. Ocupou os cargos de presidente do Centro Acadêmico (CA) de Agronomia e de diretor do Diretório Central dos Estudantes (DCE). Além de engenheiro agrônomo, o novo gestor é mestre em em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela UFC.
O novo gestor é servidor público federal concursado do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), tendo exercido a função de analista ambiental e professor do curso de Saneamento Ambiental do  Instituto Centro de Ensino Tecnológico(Centec), em Juazeiro do Norte, onde foi coordenador. Foi também  superintendente adjunto do IBAMA no Estado do Ceará em 2003 e 2004. 
A primeira disputa 
Camilo disputou um cargo político pela primeira vez em 2000, quando se candidatou à Prefeitura de Barbalha, mas não obteve sucesso. Na segunda, em 2004 recebeu 9.925 votos, mas ficou em segundo lugar.  
Em 2006, ele participou da campanha que ajudou Cid Gomes a chegar ao Governo do Ceará. Já no ano seguinte, no início da nova gestão, em 2007, assumiu a da Secretaria de Desenvolvimento Agrário, permanecendo como titular por três anos.
A primeira vitória 
O petista decidiu tentar uma vaga no Legislativo Estadual em 2010 e obteve sucesso pela primeira vez em uma corrida eleitoral. Foi o deputado estadual mais votado do Ceará, recebendo 131.171 votos no Estado. No segundo mandado de Cid Gomes como governador, ele assumiu a Secretaria das Cidades partir de 2011. 
A candidatura do petista ao Governo do Estado foi oficializada na manhã do dia 29 de junnho deste ano, durante convenção coletiva do PROS, PT e outros partidos aliados à coligação liderada pelo governador Cid Gomes. 
Diário do Nordeste

Camilo Santana é eleito governador do Ceará

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Nascido em Sobral, Camilo Santana tem 46 anos, é casado e pai de 2 filhos
FOTO: LUCAS MENEZES
Camilo Santana (PT) foi eleito o novo governador do Ceará, após derrotar o candidato do PMDB, Eunício Oliveira, no segundo turno das eleições estaduais, realizadas neste domingo (26).  

Até o momento, foram apuradas 99% das urnas. Camilo aparece com 53,30%, enquanto Eunício tem 46,70%.
Camilo recebeu o apoio do atual governador, Cid Gomes, e seu nome foi homologado pela coligação que inclui o Partido Republicano da Ordem Social (Pros) e o Partido dos Trabalhadores.  A vice da chapa é Izolda Cela, que foi secretária estadual da Educação do atual governo.
No primeiro turno, o petista aparecia atrás numericamente de Eunício Oliveira em grande parte das pesquisas. A vantagem entre os candidatos diminuiu e Camilo terminou o primeiro turno na frente, com 47,79%, contra 46,41% de Eunício. A rivalidade entre os candidatos ficou mais acirrada no segundo turno, mas Camilo permanceu à frente, mesmo que por poucos pontos. 
Um dos focos da campanha de Camilo Santana foi com a Segurança Publica. Entre as propostas, destacam-se a requalificação do programa Ronda do Quarteirão, a ampliação do efetivo da Polícia Militar e da Polícia Civil, além da integração de políticas públicas de outros setores do Governo.
Camilo participou da campanha que ajudou Cid Gomes a chegar ao Governo do Ceará. Já no ano seguinte, assumiu a da Secretaria de Desenvolvimento Agrário, permanecendo como titular por três anos.
Camilo Santana nasceu no Crato, é casado, tem 46 anos de idade e é pai de dois filhos.
Diário do Nordeste

Eunício deseja sorte a Camilo e afirma que voltará ao Senado para trabalhar pelo Ceará

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Eunício disse ainda que continuará apoiando o governo da presidente Dilma Rousseff
FOTO: BRUNA SALMITO
O candidato derrotado ao Governo do Estado,Eunício Oliveira (PMDB), desejou sorte a Camilo Santana (PT) e afirmou que vai voltar ao senado "para continuar trabalhando para o povo do Ceará".
Eunício fez a declaração durante entrevista a jornalistas em seu escritório, localizado na Av. Santos Dumont
O senador agradeceu aos mais de dois milhões de votos que recebeu neste segundo turno. "Ao governador eleito, eu desejo muita sorte, que ele cuide dos cearenses honrados", declarou.
Eunício disse ainda que continuará apoiando o governo da presidente reeleita Dilma Rousseff(PT), mas preferiu se esquivar em relação a um possível apoio à gestão de Camilo. "A lição que eu tiro dessa eleição é do carinho, do aplauso de mais de dois milhões de cearenses. O momento é de alegria e gratidão", finalizou.
Diário do Nordeste