8 de novembro de 2017

Rádio mineira quebra paradigmas e escala narradora para o jogo do América Mineiro na Série B 2017

Isabelly Morais, de apenas 20 anos, é estagiária na Rádio Inconfidência, em Belo HorizonteIsabelly Morais, de apenas 20 anos, é estagiária na Rádio Inconfidência, em Belo Horizonte

O futebol é um universo ainda bastante machista, mas há quem batalhe firme remando contra a maré para quebrar preconceitos e superar paradigmas nessa modalidade. Caso da Rádio Inconfidência em Minas Gerais, que em sua editoria de esportes emplacou nesta terça-feira (7) uma mulher na narração do jogo entre América x ABC, pela 34ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, no estádio Independência.
Ficou sob a responsabilidade de Isabelly Morais, de apenas 20 anos, narrar a partida que colocou o Coelho mais perto ainda do Internacional, o atual líder da Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. 
“Estou na Rádio Inconfidência há quatro meses, fui contratada pelo José Augusto Toscano, e ele fala há bastante tempo sobre essa vontade de lançar uma mulher na narração. Não quis pensar se aceitaria ou não o convite dele, porque se pensasse talvez não aceitaria. Toscano abriu a porta para mim e eu não posso ignorar. Meta legal. Sonho dele que eu também abracei por enxergar uma oportunidade no rádio que eu tanto gosto, e vinda de uma pessoa que me incentiva bastante é desafiador”, disse Isabelly ao Hoje em Dia.
Coordenador de Esportes na Rádio Inconfidência, Toscano espera que a aprendiz faça o melhor. O experiente jornalista afirma que tem convicção de que o trabalho de Isabelly Morais na narração é embrionário, mas considera sua estagiária totalmente apta a desenvolver a narração com muita qualidade.
“Não tenho a ilusão de que ela estará pronta. Ninguém nunca está pronto para nada, a vida sempre é uma escola, e o nosso papel é aproveitarmos as oportunidades. Disse a ela (Isabelly) para errar, e que se errar que não tenha medo. Essa é a hora para aprender. Com a prática tudo ganha qualidade e eu espero forma-la para se tornar uma grande narradora. Potencial para isso ela tem e muito”, disse Toscano, que tenta com seu esforço pessoal quebrar barreiras no universo machista do futebol.
“Falta espaço para as mulheres no futebol. Quando assumi um cargo na Inconfidência, sempre prezei por isso, dar espaço para as meninas que gostam do esporte. Faço a minha parte nessa quebra de barreiras. A dedicação das mulheres, a responsabilidade delas é exemplar. A partir de então tomei essa decisão de sempre que possível abrir uma porta. E fico feliz em ver várias profissionais que fizeram estágio comigo ocuparem cargos em outros veículos, ganhando mais espaço”, comentou.
Estagiária na Rádio Inconfidência, Isabelly Morais está no 5º período do curso de Comunicação Social com ênfase em jornalismo na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). E ela fala de suas influências e referências nesse desafio de narrar uma partida profissional do futebol pela primeira vez.
“Eu dei uma ensaiada em casa. Minha relação com o rádio sempre foi afetiva com as transmissões esportiva. Quem gosta de rádio, ama. Tenho influências do José Silvério (narrador da Rádio Bandeirantes SP), o Pequetito (Oswaldo Reis, atualmente na Super Notícia FM MG) gosto de sentir emoção através do rádio e por isso tenho essas referências. Sempre ouvi o rádio, as narrações e agora estou do outro lado. Satisfação e responsabilidade enormes”, finaliza Isabelly.

FONTE: HOJE EM DIA

CONFIRA A NARRAÇÃO:

Com informações do site Loucos por Rádio

38 cidades do Ceará receberão central de monitoramento e câmeras de segurança

No Ceará, 38 cidades receberão centrais de videomonitoramento, diz Camilo Santana (Foto: Ivanízio Ramos)No Ceará, 38 cidades receberão centrais de videomonitoramento, diz Camilo Santana (Foto: Ivanízio Ramos)


O governador do Ceará, Camilo Santana, anunciou nesta terça-feira (7) que o Governo do Estado vai investir quase R$ 19 milhões para instalação de câmeras de segurança nos municípios com mais de 50 mil habitantes. No total, serão 38 cidades beneficiadas com 624 câmeras e centrais de monitoramento.

"É um sistema de monitoramento eletrônico que o Estado vai implantar em 38 cidades do interior do Ceará e da Região Metropolitana de Fortaleza. Na verdade não é só instalar as câmeras, nós vamos contratar um serviço de manutenção. É o serviço e as câmeras, mais uma central de monitoramento. Isso é uma ação importante que intimida o assalto ou identifica", afirmou Camilo Santana, em vídeo transmitido por redes sociais.

Cidades contempladas

Camilo Santana fez anúncio de câmeras de segurança pelo Facebook (Foto: Facebook/Reprodução)Camilo Santana fez anúncio de câmeras de segurança pelo Facebook (Foto: Facebook/Reprodução)

Segundo o governador, as centrais serão instaladas nas cidades de Aquiraz, Caucaia, Cascavel, Eusébio, Horizonte, Maranguape, Pacajus, Beberibe e Pacatuba, e Fortaleza, na Região Metropolitana. Juazeiro do Norte, Barbalha e Crato, no Cariri.

Nas demais regiões, recebem as câmeras de segurança as cidades de Icó, Iguatu, Quixadá, Aracati Morada Nova, Quixeramobim, Baturité, Limoeiro do Norte, Russas, Sobral, Acaraú, Camocim, Itapajé, São Benedito, Trairi, Granja, Itapipoca, Viçosa do Ceará, Tianguá, Canindé, Tauá, Boa Viagem, Crateús e Acopiara.

"É uma parceria com os municípios para gente combater a criminalidade", afirmou Camilo Santana. A data da instalação não foi informada pelo governador, mas ele afirmou pelo Facebook que "acabamos de terminar a licitação" para aquisição dos equipamentos e do serviço de monitoramento.

Além da instalação, será contratada uma empresa para realizar a manutenção dos equipamentos. "A câmera, se der problema, a empresa é imediatamente acionada para consertar. Às vezes uma câmera tem problema aqui e passam meses para consertar, mas nós contratamos uma empresa para fazer essa manutenção."

Com informações do G1 CE

Ceará empata com Guarani no Castelão e vê erro de arbitragem impedir vitória

A noite desta terça-feira, 7, foi de fortes emoções para o torcedor alvinegro. Após viver momentos de apuro ao sofrer uma virada em pleno Castelão, o Ceará teve forças para garantir mais um ponto na tabela, ao empatar em 2 a 2 com o Guarani. O Vovô até poderia ter saído de campo vitorioso, se a arbitragem não tivesse anulado um gol legítimo de Richardson, na reta final do jogo. Com o resultado, o Alvinegro chegou aos 59 pontos e se manteve na 3ª posição. A vantagem sobre o 5º colocado, o Oeste-SP, continua em três pontos.  

PRÓXIMO JOGO

O Ceará volta a campo no próximo sábado (11) quando enfrenta o Goiás. A partida, válida pela 35ª rodada da Série B, está marcada para as 16h30min (horário cearense), no estádio Serra Dourada, em Goiânia.

Por Bruno Balacó
Com informações do Jornal O Povo

Zezinho Albuquerque alerta sobre a importância do cadastramento biométrico

Imagem relacionada
O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, deputado Zezinho Albuquerque (PDT), alerta os eleitores para a importância do cadastramento biométrico, tendo em vista a proximidade das eleições de 2018.
Segundo Zezinho Albuquerque, o processo dará maior segurança à identificação do eleitor no momento da votação. “A biometria garante que o eleitor seja único no cadastro eleitoral e que, ao se apresentar para o exercício do voto, seja o mesmo que se habilitou no alistamento eleitoral. Isso garante mais segurança ao nosso processo democrático”, destaca.
Segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE), o Ceará já possui o total de 61% de eleitores cadastrados, e a meta é cadastrar, até maio de 2018, o percentual de 75% do eleitorado em todo o Estado. Na Capital, foi atingido o índice de 30%, totalizando 525.317 eleitores com biometria.
Na terça-feira, 31/10, os municípios de Cascavel, Pindoretama, Russas, Palhano, São Gonçalo do Amarante, Santa Quitéria, Catunda, Hidrolândia, Guaraciaba do Norte, Croatá, Jaguaruana e Itaiçaba encerraram o prazo de revisão biométrica. Os municípios finalizaram o ciclo com atendimento superior ou próximo a 80%.
O TRE-CE também chama atenção para o encerramento do cadastramento biométrico no próximo dia 30 de novembro em 29 municípios do Ceará. Deverão estar atentos para que o título não seja cancelado, os eleitores dos seguintes municípios: Fortim, Icapuí, Aracati, Itatira, Canindé, Chorozinho, Pacajus, Guaiuba, Pacatuba, Carnaubal, São Benedito, Martinópole, Uruoca, Granja, Jijoca de Jericoacoara, Cruz, Acaraú, General Sampaio, Apuiarés, Pentecoste, Acarape, Barreira, Redenção, Coreaú, Moraújo, Chaval, Barroquinha, Guaramiranga e Pacoti.
Existe ainda a possibilidade de agendar o atendimento, por meio do telefone 148 ou pelo site (www.tre-ce.jus.br), o eleitor pode escolher o dia e a hora que deseja ser atendido.

Por Roberto Moreira 
Com informações do Diário do Nordeste

Papa critica uso de celular entre fiéis e religiosos durante as missas

Resultado de imagem para Papa diz que missa 'não é espetáculo' e critica uso de celulares
O papa Francisco disse nesta quarta-feira (8) que fica triste quando vê fiéis e até padres e bispos usarem o celular para fazer fotos durante a missa. A informação é da Agência EFE

Na audiência geral, na Praça São Pedro, o pontífice falou sobre diversos temas e anunciou um novo ciclo de catequeses, depois da conclusão da série sobre a esperança na semana passada. Enquanto falava da importância de determinados aspectos na Igreja, ele usou uma metáfora para questionar o uso excessivo de aparelhos nas celebrações.

"Por que, a um certo ponto, o sacerdote diz 'corações ao alto?' Ele não diz 'celulares ao alto para tirar foto!' Não! Fico triste quando celebro e vejo muitos fiéis com os celulares para cima. Não só os fiéis, mas também sacerdotes e até bispos. A missa não é espetáculo, é ir ao encontro da paixão e ressurreição do Senhor. Lembrem-se: chega de celulares", declarou.

O papa começou hoje um novo ciclo de catequese dedicado à celebração eucarística e convidou o público a "crescer no conhecimento do grande dom que Deus doou na eucaristia".

Com informações  da Agência Brasil

Temer troca comando da Polícia Federal e substitui Daiello por Fernando Segóvia


Reprodução/TV Senado
Resultado de imagem para Fernando SegóviaFernando Segóvia foi superintendente da PF no Maranhão, base política de Sarney
O presidente Michel Temer escolheu o delegado Fernando Segóvia para substituir o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello. A decisão foi comunicada pelo Ministério da Justiça, pasta à qual a PF está subordinada, por meio de nota à imprensa (íntegra abaixo) divulgada nesta quarta-feira (8).
A troca de comando da Polícia Federal já era cogitada desde a posse do atual ministro da Justiça, Torquato Jardim – em 7 de setembro, Torquato admitiu publicamente, pela primeira vez, que promoveria a troca. No comando da PF desde 2011, Daiello é o diretor-geral mais longevo desde a redemocratização (1985) e estava à frente das operações da Lava Jato desde o início das investigações, cujas primeiras ações foram deflagradas em março de 2014.
Esse fato suscitou a hipótese de que, com a troca de Daiello, Temer e demais políticos investigados passariam a procurar alguém de perfil moderado para a função. De fato, a substituição foi bem recebida pela cúpula do Palácio do Planalto, repleta de investigados: o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o subchefe de Assuntos Jurídicos da pasta, Gustavo Rocha – conselheiro de primeira hora de Temer –, trabalharam para que Segóvia fosse indicado ao posto. Além de Padilha, Gustavo e do próprio Temer, o ministro Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) é alvo de investigações conduzidas pela PF em parceria com o Ministério Público Federal.
Daiello tentava viabilizar o diretor-executivo da corporação, Rogério Galloro, mas enfrentou resistência de um grupo de políticos às voltas com investigações criminais. A indicação de Galloro chegou a ser levada à apreciação de Temer, mas foi atropelada pelos defensores de Segóvia junto ao peemedebista, que conseguiu na Câmara barrar inquéritos por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução de Justiça até 1º de janeiro de 2019.
Segóvia foi superintendente regional da PF no Maranhão, base política do ex-presidente da República José Sarney. O presidente, aliás, fez lobby pela nomeação do agora diretor, e tratou do assunto por diversas vezes com Temer. As informações são da repórter Andréia Sadi, da Globonews. A um dos encontros com Temer, informa a jornalista, Sarney levou o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), um dos principais interessados na troca de comando da PF. A exemplo do presidente e de Sarney, Jucá é acusado de compor um dos “quadrilhões do PMDB”, na definição da Procuradoria-Geral da República (PGR).
A despeito das polêmicas, a substituição foi elogiada pelo presidente da Federação Nacional de Policiais Federais (Fenapef), Luís Antonio Boudans. “Ele tem bom trânsito com o governo e boa aceitação dentro da PF em todos os cargos. A escolha é acertada. Agora, esperamos que o novo diretor finalize vários projetos que ficaram parados como a revogação da Lei 4878/65, que é o regime disciplinar da PF, e o combate ao suicídio na polícia. Na gestão Daiello, foram 26 suicídios e mais de 51 mortes na PF”, declarou o dirigente.
Segóvia ganhou força na corporação quando chefiou um dos departamentos destacados para promover a adequação da PF ao Estatuto do Desarmamento. Durante esse trabalho, o diretor se projetou para além do âmbito institucional e, na ocasião, teve de lidar com parlamentares de partidos diversos.
Confira a nota do Ministério da Justiça:
O Ministério da Justiça comunica que o senhor Presidente da República escolheu nomear o Delegado Fernando Segóvia como novo diretor-geral do Departamento de Polícia Federal.
Nesta mesma oportunidade, o ministro da Justiça expressa ao Delegado Leandro Daiello seu agradecimento pessoal e institucional pela competente e admirável administração da Polícia Federal nos últimos seis anos e dez meses.
O Delegado Fernando Segóvia é advogado formado pela Universidade de Brasília, com experiência de 22 anos na carreira. Foi superintendente regional da PF no Maranhão e adido policial na República da África do Sul, tendo exercido parcela importante de sua carreira em diferentes funções de inteligência nas fronteiras do Brasil.
Com informações do Congresso em Foco

Tasso Jereissati anuncia candidatura e promete novo Código de Ética para o PSDB

O senador Tasso Jereissati lançou, nesta quarta-feira, na sala da liderança do PSDB, sua candidatura à presidência nacional do partido. Em seu discurso, ele disse que seu objetivo é fazer com que os tucanos voltem às origens.
Tasso não quis avaliar como rachar o fato de disputar o cargo com o governador de Goiás, Marconi Perillo. Preferiu definir como sinal de revitalização do PSDB, ressaltando que o debate que ocorrerá vai ser necessário e benefício para a legenda.
“Nenhum partido está fazendo isso. O PT está simplesmente acomodado diante dos seus erros ou fingindo que não vê. Isso é grave, gravíssimo…Nós vamos mudar.”
O tucano bateu duro no cenário de corrupção que se alastra em quase todos os segmentos da sociedade brasileira. Prometeu \presentar na próxima semana o novo código de ética do partido, que virá mais rigoroso.
“Vamos ter um programa de compliance interno, para acompanhar e fiscalizar todos os atos de cada um de nossos membros e do partido como um todo”, complementou em discurso Jereissati.
O que é compliance?
*É o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da instituição ou empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer. O termo compliance tem origem no verbo em inglês to comply, que significa agir de acordo com uma regra, uma instrução interna, um comando ou um pedido.
(Foto – Correio Braziliense)
Com informações do Blog do Eliomar de LIma

4 de novembro de 2017

Motoristas de carros-pipa pretendem paralisar atividades no Ceará

Resultado de imagem para Motoristas de carros-pipa, diario do nordeste
Os carros-pipa em atividade no Ceará, que estão atendendo o programa emergencial Operação Carro-Pipa do Governo Federal, coordenado no Estado pelo Exército Brasileiro, pretendem paralisar as rotas de atendimento às comunidades de todos os municípios cearenses na próxima segunda-feira (6). A divulgação foi feita pelo presidente do Sindicato dos Pipeiros do Estado do Ceará (Sinpece), Eduardo Aragão.
Ainda de acordo com o representante do Sinpece, mais de dois mil pipeiros de todo o Estado vão aderir à paralisação, em protesto ao atraso no pagamento dos serviços emergenciais de transporte de água potável, redução nos valores do quilômetro rodado e também problemas no sistema de monitoramento veicular utilizado para rastrear os carros-pipa, conhecido como GRipa.
Pelos cálculos do Sinpece mais de um milhão de cearenses serão afetados pela paralisação dos carros-pipa.
A reportagem do Diário do Nordeste tentou manter contato telefônico com a coordenação da Operação Carro-Pipa no Ceará, realizada com recursos do Ministério da Integração Nacional, todavia, até a publicação desta edição as ligações não haviam sido atendidas. A contratação, seleção, fiscalização e pagamento dos pipeiros é uma atribuição do Comando de Operações Terrestres (Coter) do Exército Brasileiro.

 Operação Carro-Pipa

Conforme o Ministério da Integração, atualmente a Operação Carro-Pipa Federal está atendendo cerca de quatro milhões de pessoas no Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo. Em maio deste ano o Governo Federal havia liberado R$ 192 milhões para o programa. A estimativa de investimento este ano na ação emergencial é de mais de R$ 1 bilhão.
Com informações do Diário do Nordeste

Aliança entre PT e PMDB divide lideranças no Ceará

Presidente do Senado, Eunício Oliveira: proximidade com Camilo AGÊNCIA BRASIL
Presidente do Senado, Eunício Oliveira: proximidade com Camilo AGÊNCIA BRASIL
Na semana em que o senador Tasso Jereissati (PSDB) rejeitou possibilidade de disputar Governo do Estado em 2018, lideranças do PMDB e PT sinalizam aproximação entre as siglas em diversos estados, o Ceará entre eles.
Por aqui, dirigentes, apesar de admitirem que conjuntura atual fortalece possibilidade de aliança, divergem sobre “preferência” dos partidos para a disputa.
A intenção da executiva nacional do PMDB é buscar alianças regionais com o PT em, pelo menos, oito estados, com base na campanha para governador – estratégia para manter as maiores bancadas no Congresso. Além do Ceará, há negociações em Minas Gerais, Paraná, Alagoas, Piauí, Sergipe, Tocantins e Goiás.
De lados opostos desde o impeachment de Dilma Rousseff (PT), em 2016, o retorno da união, ainda que cedo, tem portas abertas. Segundo o senador Romero Jucá, presidente nacional do PMDB, “não há nenhum tipo de proibição” para alianças regionais com qualquer partido, visto que “cada Estado tem uma realidade diferente”.
A abertura declarada dá força também à tese de aliança no Ceará entre Eunício Oliveira (PMDB), presidente do Senado, e o governador Camilo Santana (PT).
“O PMDB é plural. Não tem essa história de não poder fazer aliança com A ou com B”, diz Eunício, que já se declarou “eleitor de Lula” ao O POVO.
Presidente interino do PMDB no Ceará, Gaudêncio Lucena concorda que legenda é “historicamente plural” – o que, para ele, é o que tornou a sigla “a maior do País”.
Ele afirma, contudo, que, como comandante local, a “preferência” ainda é de aliança com o PSDB, “porque é um partido de centro”, ou com “candidatos que estejam alinhados no âmbito de alianças entre PR, PSD ou SD”.
“É a prioridade. Agora, na política, tudo é possível”, contemporiza Gaudêncio.
Ao mesmo tempo, o dirigente reconhece que a migração da bancada peemedebista para a base de Camilo na Assembleia Legislativa – que “se elegeu como oposição” mas foi “cooptada pelas benesses” do Governo – pode ser um fator de mudança nessa “preferência”. “Isso sempre aconteceu, mas hoje tem maior intensidade”, afirma.
O vereador Guilherme Sampaio (PT), ligado ao grupo da deputada federal Luizianne Lins, nega proximidade com o PMDB por parte da executiva estadual petista. Para ele, a aliança entre as duas siglas pode “colocar em risco a integridade” do PT.
“A população não compreenderia isso, logo depois de o PT ter denunciado, com tanta força, o golpe dado na presidente Dilma. O PT ainda precisa se recompor”, argumenta o vereador. Ele avalia que, mesmo que peemedebistas reconheçam erro e apoiem Lula em 2018, “a política hoje é outra”.
Por Daniel Duarte
Com informações do Jornal O Povo

“A dominação oligárquica sempre existiu entre nós como algo natural”

Fábio Konder Comparato
"Os capitalistas progridem se aliando aos agentes estatais", diz Comparato
Três séculos e meio de escravidão e a instituição não oficial do latifúndio como senhorios, atribuindo aos respectivos senhores poder absoluto sobre todos os que lá viviam, incutiram na mentalidade coletiva a ideia de que uns nascem para mandar e outros para obedecer. Não por acaso, o regime oligárquico sempre existiu no Brasil como um fato natural, analisa o jurista Fábio Konder Comparato, que acaba de lançar o livro A Oligarquia Brasileira: Visão Histórica, pela Editora Contracorrente. Sócios e sócias de CartaCapital terão um desconto de 30% no preço da capa. Os interessados devem enviar um e-mail para contato@editoracontracorrente.com.br.
Professor Emérito da Faculdade de Direito da USP, doutor Honoris Causa pela Universidade de Coimbra e doutor em Direito pela Universidade de Paris, Comparato desnuda na obra a formação e evolução da oligarquia nativa até os tempos atuais. Para ele, Lula foi o único chefe de Estado escolhido fora do esquema oligárquico, mas sempre foi tratado como um intruso, ainda que tenha optado pelo caminho da conciliação.
Com a destituição de Dilma Rousseff, eliminaram-se os poucos obstáculos existentes para a efetivação dos interesses oligárquicos. Por isso, Comparato não nutre grandes esperanças de mudança em 2018. “As eleições estão nas mãos da oligarquia. Há, porém, uma briga interna, por isso os oligarcas ainda não clareza de quem será o candidato”, diz.
“Não vejo a menor possibilidade de ocorrer um novo acidente de percurso, como foi a eleição do Lula em 2002. Pode até haver um enfraquecimento dos oligarcas por conta dessa disputa. No entanto, se não chegarem a um consenso logo, pode ter certeza que os americanos vão impor algum nome”. Confira a entrevista concedida a CartaCapital:
CartaCapital: No livro, o senhor sustenta que a oligarquia é o regime político próprio da civilização capitalista, embora seja dissimulada, sob a falsa aparência de um regime de base popular. Imagino haver, porém, distinções entre os oligarcas brasileiros e norte-americanos, por exemplo.
Fábio Konder Comparato: Sem dúvida, os povos diferem muito. Os Estados Unidos foram moldados, sobretudo, pelos pilgrims, que fugiram do Reino Unido para instalar na América uma sociedade rigidamente obediente aos ditames do protestantismo. Além disso, houve uma guerra civil, quando os estados escravagistas do sul se rebelaram contra a União. No Brasil, temos uma origem muito diferente. Desde o primeiro momento, os grandes agentes estatais, fora os governadores e vice-reis, compraram as suas funções e vieram ao Brasil para ganhar dinheiro e ser reembolsados. Somente depois, muito tempo depois, com a Independência, começou a ser formada aquilo Karl Marx chama de burguesia.

Era, porém, uma burguesia agrícola, de ricaços. Como a própria etimologia da palavra indica, a oligarquia é o governo de poucos. E essa minoria desde o início foi constituída pelos homens de maior capital.
A monarquia portuguesa foi certamente o primeiro exemplo de capitalismo de Estado no mundo. Quando a dinastia de Avis assumiu o poder na segunda metade do século XIV, houve uma ruptura com a velha ordem estamental. Parte da nobreza foi afastada da Corte, que passou a abrigar ricos comerciantes. Alguns capitalistas insistem em dizer que o Estado atrapalha, querem ficar longe dele, mas isso é mentira. Eles só progridem ao se aliar aos grandes agentes estatais. O retrato do Brasil atual, de Temer, é exatamente esse. 
CC: Os integrantes desses dois grupos dominantes, o dos grandes potentados econômicos e o dos agentes do Estado, mudam ao longo da história. Hoje quem integra esses polos?
FCK: No primeiro grupo, dos potentados econômicos, estão os banqueiros e as grandes corporações financeiras. Hoje, o capitalismo está cada vez mais impessoal. Do outro lado, temos os agentes do Estado, não apenas do Legislativo, Executivo e Judiciário, mas também do Ministério Público, que ganharam autonomia a partir da Constituição de 1988. 

CC: O senhor diz que Lula foi o único chefe de Estado no Brasil escolhido fora do esquema oligárquico, mas ele não hostilizou os grupos dominantes. Ao contrário, optou por uma conciliação. Por que, então, a oligarquia se voltou contra ele?
FKC: Como havia perdido três eleições, ele resolveu não hostilizar os potentados econômicos nas eleições de 2002, aconselhado por Antonio Palocci e José Dirceu, que viriam a ser seus ministros. Lula nunca foi um deles, é um intruso no regime oligárquico. Depois de dois mandatos, os oligarcas decidiram acabar com essa intrusão. E a falta de habilidade política de Dilma Rousseff facilitou o trabalho deles.

CC: O senhor se refere aos erros na condução da política econômica?
FKC: Sim, mas é preciso ponderar que boa parte da crise no Brasil foi criada pelo mundo das finanças. Dilma Rousseff não soube se opor a isso. Baixou os juros da taxa da Selic e logo depois recuou da decisão, porque a pressionaram. O mercado desejava expulsá-la, como se viu. O reestabelecimento completo do governo oligárquico foi, no entanto, em grande parte devido à pressão norte-americana. Como sempre, essa pressão é oculta. O fato é que os Estados Unidos tinham muito interesse na destituição de Dilma, em afastar de vez a influência de Lula. Os americanos sabiam que haveria muita resistência em entregar a Petrobras e a Eletrobrás. Com Temer, o caminho está aberto. O grande problema dos oligarcas é que eles não têm mais ninguém com carisma para apresentar.

CC: Caso a oligarquia brasileira não consiga emplacar o seu candidato preferencial em 2018, o que esperar? Haverá um novo golpe?
FKC: As eleições estão nas mãos da oligarquia. Há, porém, uma briga interna, por isso os oligarcas ainda não tem clareza de quem será o candidato. Não vejo a menor possibilidade de ocorrer um novo acidente de percurso, como foi a eleição do Lula em 2002. Pode até haver um enfraquecimento dos oligarcas por conta dessa disputa. Se não chegarem a um consenso logo, pode ter certeza que os americanos vão impor algum nome. Às vezes, a gente esquece que vive sob o imperialismo ianque.

CC: Como o senhor destaca, o povo brasileiro jamais teve participação, ainda que reduzida, no exercício da soberania. Na proclamação da República, assistiu bestializado a tudo o que acontecia, talvez imaginando tratar-se de uma parada militar, como descreveu Aristides Lobo. Algum dia esse povo irá despertar? O que seria preciso para tirá-lo da inércia?
FKC: Acho difícil. O povo tem um grau mínimo de consciência da realidade, além de ter a herança da escravidão e do latifúndio. Mesmo quem não era escravo era absolutamente dependente do latifundiário. Então, a dominação oligárquica sempre existiu entre nós como algo natural.

Por Rodrigo Martins 

Com informações da Carta Capital

A um ano das eleições, cenário está polarizado

Resultado de imagem para A um ano das eleições, cenário está polarizado

O Brasil decidirá, em menos de um ano, qual será nome do novo presidente da República. A eleição de 2018 para o Palácio do Planalto promete ser uma das mais acirradas e polarizadas da história do país. Desde a crise política que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o assunto tem tomado conta do debate público, fazendo com que possíveis candidaturas despontassem de forma precoce.
Nesta semana, o Ibope, um dos principais institutos de pesquisa do país, divulgou sua primeira pesquisa de intenção de voto para 2018.
O cenário mostra uma liderança, com certa vantagem, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O petista teria 35% das intenções de voto contra 13% do segundo colocado, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC). Capitão da reserva do Exército, o político conservador nunca disputou um cargo ao executivo, mas tem demonstrado ter fôlego para a disputa presidencial. Atrás de Lula e Bolsonaro, estão a ex-senadora Marina Silva (Rede), com 8%, o governador paulista, Geraldo Alckmin (PSDB), e o apresentador de televisão Luciano Huck (sem partido), com 5%, e o prefeito paulistano, João Doria, com 4%. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) tem 3% das intenções de voto.
O cenário, porém, é visto com ressalvas por analistas. O cientista político Rócio Barreto acredita que o ex-presidente Lula não poderá se candidatar, sendo barrado pela Lei da Ficha Limpa. Neste ano, o petista foi condenado por corrupção pelo juiz Sergio Moro e pode ser barrado caso a pena seja confirmada em segunda instância.
“Ainda é muito cedo para a gente avaliar cenários com perspectivas que possam acontecer realmente. Se bem que a gente já viu uma queda da Marina, o Ciro Gomes estabilizado, uma especulação em relação ao nome do Doria, ao nome do Hadad. O Alckmin também ficou muito abaixo. Mas é possível que esse cenário não se mostre daqui a seis meses.”
Por conta da situação vivida por Lula, o cenário sem o ex-presidente no páreo também foi especulado pelo Ibope. Nesta hipótese a dianteira seria dividia entre Bolsonaro e Marina Silva, ambos com 15%. Mas o nome do militar da reserva volta a chamar atenção, pois Marina Silva conta com um recall de duas eleições presidenciais e, portanto, é mais conhecida pela população.
A força de Bolsonaro ficou mais evidente em outra pesquisa eleitoral também divulgada nesta semana. Segundo o Instituto DataPoder360, a disputa pelo Palácio do Planalto está empatada tecnicamente entre Lula e o deputado conservador. Lula pontua de 28% a 32%. Bolsonaro registra de 20% a 25%, dependendo do cenário.
Para o escritor e cientista político Bruno Garschagen, a atual polarização ideológica entre esquerda e direita, representada na disputa entre Lula e Bolsonaro será mantida.
“É um elemento interessante. Mostra que a dominação na política formal da esquerda sofreu um duro golpe e caso o Bolsonaro se confirme como um candidato viável, conseguindo ir para o seguindo turno, o dado estará claro. Haverá, de fato, um candidato representado à esquerda e um candidato representando à direita”.
De fora do mundo político, o apresentador de televisão, Luciano Huck ganhou espaço tanto na pesquisa Ibope, quanto na do Instituto DataPoder360. Nos últimos meses têm sido levantadas muitas especulações em torno do apresentador que, supostamente, teria a ambição de se candidatar ao Planalto.
De acordo com o Ibope, o apresentador já teria o apoio certo de 5% do eleitorado. Segundo o DataPoder360, hoje, Luciano Huck teria um potencial de possíveis eleitores de 40%. O apresentador de televisão tem uma taxa de rejeição de 43%.

Por Roberto Moreira

Com informações do Diário do Nordeste

Fortaleza e Floresta decidem hoje Fares Lopes e vaga na Copa do Brasil

Atacante Leandro Cearense marcou o gol de empate do Fortaleza diante do Floresta no jogo de ida da final TATIANA FORTES
A última vaga direta do futebol cearense para a Copa do Brasil de 2018 será definida hoje, com o campeão da Taça Fares Lopes. No Castelão, às 16 horas, Floresta e Fortaleza fazem o segundo jogo da final, com vantagem de empate para o time da Vila Manoel Sátiro. Não há outra opção para o Leão que não seja vencer. Ciente disso, o técnico Daniel Frasson traçou o planejamento: “Temos que propor o jogo do início ao fim. Conquistando o gol, obviamente que poderemos administrar isso, mas acho que a situação nossa é propor”. 

Novamente, o Fortaleza terá jogadores que disputaram a Série C do Brasileiro à disposição, porém, algumas peças serão desfalque. É o caso do zagueiro Del’Amore, expulso na primeira partida da final. Já Adalberto e Lúcio Flávio se recuperam de lesão e ainda não foi divulgado se terão condições de ir a campo.  
Se o artilheiro tricolor na temporada não jogar, seu substituto será Leandro Cearense, que marcou o gol de empate do Fortaleza no 1 a 1 de quarta-feira, no PV.  
Para a zaga, Frasson faz mistério. “Temos o Ligger, o Guilherme e o Bruno (Melo), que joga ali também. Amanhã (hoje) a gente define isso, mas o importante é que todos estejam focados, com força total”. Leandro Lima também pode assumir a vaga de Adenilson. 
COM TODA CONDIÇÃO Satisfeito com a vantagem que tem, o técnico Raimundinho, do Floresta, destacou que o mais importante no jogo de ida da final foi que os atletas do Floresta notaram ter condições de serem campeões sobre o Fortaleza. Confiante, vai adotar o mesmo modo de jogo. 
“Minha estratégia vai ser parecida, só que com o reforço do Paulo Victor, que é o jogador que puxa melhor nosso contra-ataque. Minha intenção é fazer um gol primeiro que o Fortaleza para dar mais tranquilidade”, revelou Raimundinho. (Brenno Rebouças) 
TAÇA FARES LOPES 
FLORESTA 
TÉCNICO: RAIMUNDINHO 
4-4-2: David, Paulo Victor (Danrley), Regineldo, Cláudio Caça-Rato, Carlos; Dim, Bruno Ocara, Otacílio Neto, Renezinho; Edson Cariús, Felipinho
FORTALEZA 
TÉCNICO: DANIEL FRASSON4-3-3: Marcelo Boeck, Felipe, Guilherme, Ligger, Danilo; Anderson Uchôa, Pablo, Leandro Lima (Adenilson); Jô, Leandro Cearense (Lúcio Flávio) , Hiago 
Local: Castelão, Fortaleza-CE Data: 4/11/2017 Horário: 16 horas Árbitro: Glauco Feitosa Assistentes: Armando Lopes e Samuel Oliveira Ingressos:
 Transmissão: FCF TV, Rádio O POVO/CBN (AM 1010 e FM 95.5). 
Com informações do Jornal O Povo

PT articula aliança com o “golpista” PMDB em pelo menos seis estados


Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Renan e Renan Filho participaram da caravana de Lula pelo Nordeste em agosto. "Ele me ajudou a governar esse país”, disse o ex-presidente a respeito do senador

Depois de acusar o PMDB de ser “golpista” pela destituição da ex-presidente Dilma Rousseff, o PT flerta com os peemedebistas em ao menos seis estados, informa o jornal O Globo. Entre eles, Alagoas, de Renan Calheiros (PMDB), e o Ceará, de Eunício Oliveira (PMDB). Os dois votaram a favor do impeachment de Dilma quando ela foi afastada definitivamente da Presidência, por 61 votos a 20, em 30 de agosto do ano passado. Também há negociações de alianças entre o PT e o PMDB em Minas Gerais, Piauí, Sergipe e Paraná.
Caso seja candidato ao Senado por Minas, como se tem ventilado, Dilma pode ter de subir ao mesmo palanque do PMDB. O partido apoia o governador Fernando Pimentel (PT), candidato à reeleição, e tenta emplacar o deputado estadual Adalclever Lopes (PMDB) como vice.
Adalclever é filho do ex-ministro Mauro Lopes (Aviação Civil), que se deixou o cargo para retornar à Câmara e votar a favor do impeachment da ex-chefe. Mas o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), postula candidatura ao governo estadual e se opõe à aliança com os petistas.
O líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (SP), diz que há conversas informais nos estados onde os dois partidos têm boa relação mesmo após o impeachment.
A aliança entre petistas e “golpistas” é vista com simpatia pelos dois lados: o ex-presidente Lula quer candidatos fortes nos estados para impulsionar sua candidatura ao Palácio do Planalto; já para o PMDB, em alguns estados, é importante não contrariar a popularidade do ex-presidente. No Nordeste, Lula chega a er mais de 50% das intenções de voto.
Uma decisão do Diretório Nacional do PT proíbe formalmente alianças do partido com legendas que apoiaram o impeachment. Mas petistas influentes têm defendido a derrubada da proibição. É o caso do ex-prefeito de São Bernardo do Campo Luiz Marinho, presidente estadual do PT em São Paulo.
“Seguramente o diretório vai revisitar esse tema e vai saber trabalhar a complexidade momentânea da política brasileira. Reposicionamentos eventuais podem acontecer, mas não vai ser um ‘liberou geral’. Mas o PT deve permitir aliança com partidos que apoiaram o ‘golpe’”, disse Marinho, amigo de Lula, ao jornal O Estado de S. Paulo.
De acordo como O Globo, Eunício busca novo mandato no Senado com o apoio do governador do Ceará, Camilo Santana (PT). Em Alagoas, Renan e o governador Renan Filho (PMDB) também articulam uma dobradinha com Lula.
Em agosto, durante a carava do ex-presidente pelo Nordeste, os dois trocaram elogios públicos em seus encontros. Em entrevista a rádios universitárias de Pernambuco, Lula afirmou que esse tipo de acordo é necessário e que só se elegeu em 2002 por dialogar com setores além da esquerda. “Se você não faz aliança, as pessoas vão para outro lado, aí dificulta muito”, disse. “O Renan pode ter todos os defeitos. Agora, o Renan me ajudou a governar esse país”, acrescentou. “Se ele cometeu algum erro, eu sou da opinião de que todo mundo é inocente até que se prove o contrário. Se eu quero para mim a inocência até que provem o contrário, vou querer para os outros também.”
Com informações do Congresso em Foco

Em reestreia de Zago, Juventude vence o Ceará, vice-líder da Série B

O Juventude recebeu o Ceará na noite desta sexta-feira no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, pela 33ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Precisando da vitória para seguir sonhando com uma difícil, mas ainda possível vaga na Série A, os donos da casa não decepcionaram o técnico Antônio Carlos Zago em sua reestreia no clube e, mesmo com dificuldades para levar perigo à meta rival, conseguiram sair de campo com os três pontos graças a Ramon, que garantiu o triunfo por 1 a 0 sobre o vice-líder do campeonato.
Depois de um primeiro tempo pouco movimentado, o Juventude voltou para a etapa complementar disposto a atrapalhar o rival, que está cada vez mais perto de retornar à elite do futebol brasileiro, e pôde sair de campo com o objetivo cumprido. Depois de figurar no G4 boa parte da competição, o time de Caxias do Sul perdeu força e iniciou esta rodada em sétimo lugar, no entanto, agora com mais três pontos, se fortalece na disputa pelas primeiras posições.
O Ceará tentará se recuperar do prejuízo sofrido na serra gaúcha na próxima terça-feira, quando recebe o Guarani, às 21h30 (de Brasília), na Arena Castelão. O Juventude volta a entrar em ação no mesmo dia e horário, fora de casa, contra o CRB.
Com informações da Gazeta Esportiva

Comissão obriga SUS a criar unidades de atendimento só para mulheres

Comissão obriga SUS a criar unidades de atendimento só para mulheres
A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher aprovou o Projeto de Lei 730/11, da deputada Gorete Pereira (PR-CE), que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a criar unidades de saúde de atendimento exclusivo a mulheres, na proporção de uma para cada 100 mil habitantes.
Segundo a deputada, a proposta poderia ser viabilizada por meio de parceria entre municípios (com a doação de terrenos), dos estados (construção das unidades) e da União (equipamentos, suporte técnico e financiamento).
A autora defendeu a necessidade de unidades especializadas em especial para ampliar o atendimento em casos de câncer de mama ou de colo de útero.
O texto acrescenta um artigo à lei que trata da prevenção e tratamento, no SUS, de câncer do colo uterino e de mama (Lei 11.664/08).
Diminuir demanda
Para a relatora na comissão, deputada Elcione Barbalho (PMDB-PA), o projeto demonstra uma preocupação com o direito à saúde das mulheres brasileiras, em especial as atingidas pelo câncer.
“A elevada incidência de câncer de colo uterino e de mama, aliada às peculiaridades do sexo feminino, recomenda a instituição de unidades de saúde especializadas nesse tema.”
Segundo Elcione Barbalho, as unidades especializadas serão úteis também para diminuir a demanda em outros centros de saúde e garantir uma atenção de melhor qualidade e mais eficaz.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Com informações da Agência Câmara.
Com informações do Notícias ao Minuto

Petrobras volta a reajustar gás de cozinha, e alta acumulada chega a 54%

RECIFE, PE - 31.08.2015: AUMENTO DO GÁS - Botijão de 13 quilos do gás liquefeito de petróleo (GLP) terá reajuste de até 12% no estado de Pernambuco a partir de 1º de setembro. Com o aumento, o botijão passará a custar, em média, R$ 49,90 no estado, podendo chegar a R$ 61,60. (Foto: Diego Herculano /Fotoarena/Folhapress) ORG XMIT: 987167 *** PARCEIRO FOLHAPRESS - FOTO COM CUSTO EXTRA E CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS ***
A Petrobras anunciou nesta sexta (3) novo reajuste no gás de cozinha para embalagem em botijões de 13 quilos. Desta vez, a alta será de 4,5%, causada, segundo a estatal, pela alta nas cotações internacionais.
Foi o quinto aumento consecutivo. Desde que a companhia mudou sua política de preços para o GLP (gás liquefeito de petróleo, o gás de cozinha), em junho, foram seis aumentos e uma única redução, no dia 5 de julho.
Nesse período, o produto vendido em embalagens de até 13 quilos acumula aumento de 54%.
Com informações da Folha de S. Paulo