28 de outubro de 2014

Marcelo Chamusca fala em profunda tristeza e que torcida do Fortaleza não merecia eliminação

Se após o jogo, a informação era de que não havia condições de falar com a imprensa, três dias depois da traumática desclassificação da Série C do Brasileiro, o técnico do Fortaleza, Marcelo Chamusca, se pronunciou.
Nesta terça-feira, via assessoria de imprensa e através de um depoimento em sua página oficial no Facebook, o treinador tricolor lamentou a eliminação, agradeceu ao torcedor, garantiu que não recebeu nenhuma proposta e disse que vai se reunir com a diretoria nesta quarta-feira, para decidir seu futuro.
Confira o post:
“Desde domingo convivo com uma sensação de profunda tristeza. A nossa torcida não merecia isso, mas, infelizmente, é um regulamento que não beneficia quem tem a melhor campanha. O adversário jogou em cima de um único erro nosso e aproveitou o regulamento. Lamento, mais uma vez, que no domingo não foi em nosso favor”, comentou o treinador.
Chamusca agradeceu também o apoio do torcedor e comentou sobre o futuro dele.
“Em primeiro lugar, muito obrigado ao torcedor que lotou o estádio, acompanhou todo campeonato, nos apoiou em treinos. Obrigado também pelas manifestações de carinhos nas ruas, pedindo que eu permaneça. Nossa torcida é fantástica! Amanhã vou me reunir com a diretoria do Fortaleza e decidir meu futuro. Diferente do que li, não recebi nenhuma proposta. A eliminação foi difícil demais para pensar nisso. Começo a viver novamente a partir da reunião”, disse Marcelo, que também ressaltou o legado do trabalho.
“Precisamos também aproveitar as coisas boas que ficaram. O clube hoje tem um grupo coeso, que se ajustou financeiramente e recuperamos muitos valores que haviam ficado pelo caminho. Conseguimos retomar o calendário para o Fortaleza, aproveitar e valorizar nossa base e tenho certeza que esse legado, que já se iniciou com retorno financeiro, será percebido ainda mais ao longo do tempo”, concluiu.

Walkyria Santos despede-se da Banda Magníficos

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Em clima de despedida, Walkyria Santos realizou seu ultimo show com a Banda Magníficos na última sexta-feira, dia 25, durante o “Forró das Antigas”, em Recife (PE). O evento aconteceu na casa de show Clube Internacional e contou ainda com as apresentações de Mastruz com Leite, Limão com Mel e Calango Aceso.
Em sua página na internet a loira disse que ficou bastante emocionada durante a apresentação e que lembra de cada lágrima que viu cair dos olhos de seus fãs. “A emoção tomou conta de mim. Obrigado mais uma vez, pois tenho os melhores fãs do mundo”, disse em um trecho da postagem.
Agora, após desvincular-se da “Preferida do Brasil”, Walkyria segue para Fortaleza (CE), onde, no próximo dia 28 de outubro, participa de uma coletiva de imprensa junto à Zé Cantor, com quem se junta para dar continuidade ao trabalho do Solteirões do Forró.
Diário do Forró

Camilo Santana destaca a importância da oposição e promete um tratamento respeitoso com os deputados

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Camilo Santana no estúdio da TV Verdes Mares, no início da tarde de ontem. Em seguida ele conversou com repórteres do Diário do Nordeste
FOTO: FABIANE DE PAULA
Vencida a disputa pelo Governo do Estado, no segundo turno encerrado domingo passado, Camilo Santana (PT) não poderá dispor de muitos dias para descansar da campanha. Segundo o governador eleito, nos próximos dias ele seguirá realizando discussões com segmentos da segurança pública, da educação e da saúde, entre outras categorias, até o final da primeira quinzena de dezembro. Durante esse tempo, Camilo também participará de reuniões para definir a estrutura da próxima gestão.
Ontem, no início da tarde, Camilo deu sua primeira entrevista, após passado a emoção da vitória. Ele participou do noticiário do meio dia da TV Verdes Mares e conversou com a reportagem do Diário do Nordeste. Foi reticente, limitando-se a repetir o que dissera na campanha eleitoral quanto a compromissos com o povo cearense.
Ele admitiu não saber ainda, no entanto, como lidar com o atual cargo de deputado estadual. Questionado se pretendia voltar à Assembleia e começar o diálogo com alguns parlamentares de forma mais próxima, Camilo afirmou que quer aproveitar o tempo que resta até assumir o Executivo para se antecipar ao momento. "Eu não pedi licença (do cargo) agora na campanha, mas renunciei ao meu salário. Ainda vou avaliar (o que será feito)", apontou.
Partido
O governador eleito terá que administrar situações inusitadas, como dialogar com a oposição dentro do próprio partido, feita pelo grupo liderado pela ex-prefeita e agora deputada federal eleita Luizianne Lins (PT). Sobre o futuro dessa relação, Camilo destacou ter sido escolhido como candidato por unanimidade pelo diretório estadual da agremiação e disse esperar contar com a mesma unanimidade em seu futuro governo.
"Minha relação não é com um grupo, minha relação é com o meu partido. É uma relação democrática, respeitosa. Eu fui escolhido por unanimidade como candidato e espero ter o apoio da unanimidade do meu partido no Governo", afirmou.
Camilo preferiu não tecer comentários a respeito de uma possível disputa em 2016 pela Prefeitura de Fortaleza. Questionado sobre como se posicionaria em um possível embate entre o atual prefeito Roberto Cláudio (PROS), que deve pleitear a reeleição, e setores do PT que podem reivindicar o retorno ao poder, o futuro governador disse ser cedo para falar sobre o assunto. "Isso ainda é em 2016, vamos deixar chegar mais perto para discutir isso", desconversou. Roberto Cláudio foi o seu principal cabo eleitoral na Capital.
Sobre indícios de como será a composição dos novos secretários do Governo, Camilo apontou que não há nada definido - se os alguns dos atuais gestores permanecem, se antigos retornam ou se novos assumirão. Ele afirmou que irá se reunir com a sua vice, Izolda Cela (PROS), para definir os nomes com base em méritos e aptidões técnicas de seus membros. Ele negou ainda haver qualquer acordo com partidos por secretarias no próximo Governo estadual.
"Quero estabelecer um critério primeiro de mérito, principalmente que as pessoas possam ter o perfil ideal e a competência em cada área que irão assumir", apontou. "Eu não fiz nenhum compromisso durante a eleição com nenhum partido, com nenhuma área. Vamos procurar utilizar o melhor critério possível para que cada um possa cumprir a sua missão em cada pasta".
Camilo afirmou esperar ter o novo secretariado definido até assumir o Governo, no dia 1º de janeiro de 2015. Sobre a influência do atual governador Cid Gomes (PROS) na composição da máquina estadual, o petista afirmou ter "profunda admiração" por Cid, mas assegurou que fará um novo Governo a ser comandado por ele e por Izolda.
Presidência
Embora a sua coligação tenha feito 31 dos 46 deputados da Assembleia Legislativa, Camilo irá enfrentar oposição na Casa. Ele afirmou ser salutar a existência de oposição propositiva para refletir as próprias ações de Governo e garantiu que estará sempre aberto a questionamentos dos parlamentares. "É importante ter oposição, contanto que seja responsável, propositiva. Mas vou procurar sempre manter um diálogo respeitoso e apresentar à Assembleia o que seja importante para o Ceará", ressaltou.
Já em relação à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), Camilo destacou que a vitória da candidata foi muito importante para o Estado. "Estou muito feliz com a eleição da Dilma, que será uma grande parceira nossa, que pode garantir tudo aquilo que apresentamos para a população do Ceará. Vamos garantir a Transnordestina, garantir a segunda etapa do Eixão das Águas, lutar muito pela refinaria, que foi um compromisso", tanto da própria presidente Dilma, quanto do ex-presidente Lula, segundo relatado pelo deputado José Albuquerque, presidente da Assembleia, na campanha que promoveu em defesa do projeto da refinaria cearense.
Diário do Nordeste

Essa cidade espanhola está localizada abaixo de uma rocha

Escondida nas colinas de Espanha está um dos lugares mais estranhos que você já viu. Enquanto há muitas casas em cima do Mediterrâneo, aldeias em vulcões, e mosteiros no topo do Himalaia, essa pequena cidade está localizada sob uma pedra gigante.
Encontrada em Setenil de las Bodegas, Espanha, esta cidade de 3.000 pessoas é o lar de alguns dos melhores restaurantes e bares em toda a Europa.
Como está situado ao lado do Rio Trejo Rio, é um lugar ideal para construir uma cidade, que recebe muita água e temperaturas amenas. Muitas das casas são construídas sob as paredes do próprio desfiladeiro.
Os cientistas acreditam que os seres humanos têm vivido aqui desde a época pré-histórica.
O ambiente único atrai turistas durante todo o ano.
Você pode ver algo aqui que você não pode ver em qualquer outro lugar.
Espero que você não seja claustrofóbico…
Incrível!
 







Por Lucas Rabello
O Cientista

Mapa atualizado! Saiba quais são os times dos 27 governadores eleitos.

Eleições encerradas, é a vez de apresentar o novo mapa dos governadores dos 27 estados brasileiros. Em fevereiro, o blog mostrou a preferência dos políticos neste mapa aqui. Agora é a vez de mostrar a lista atualizada, já que foram poucos os reeleitos para os cargos. 

A maioria desta vez é de botafoguenses. Confira abaixo:


Arte Vinicius José


Mapa time dos governadores pelo Brasil

A classificação, time por time: 

1 - Botafogo: 4 governadores

2 - Flamengo: 3

3 - Cruzeiro, Santos, Vasco e 'sem time': 2

4 -  Bahia, Corinthians, Fluminense, Juventude, Goiás, Confiança, Baré, Remo, Nacional-AM, Murici, Botafogo-PB, ABC, Santa Cruz, Icasa e Londrina

Blog Pombo sem Asa
Globo Esporte

27 de outubro de 2014

Confira como ficarão as bancadas no Senado a partir de 2015

Encerradas as eleições, o PMDB confirmou seu papel como a maior bancada no Senado: 19 parlamentares. Logo em seguida, vem o partido da presidente eleita. O PT deve começar a nova legislatura, em fevereiro, com 12 senadores, número que pode mudar se a atual ministra da Cultura, Marta Suplicy, voltar à Casa (nesse caso, Antonio Carlos Rodrigues, do PR, retorna à suplência).

A terceira maior bancada será a do PSDB, com 10 senadores — dois a menos do que antes do pleito. O PSB tinha quatro senadores e vai a seis. O partido perdeu uma cadeira, com a eleição de Rodrigo Rollemberg para o governo do Distrito Federal, mas obteve vitórias com Romário (RJ), Fernando Bezerra (PE) e Roberto Rocha (MA). Será a quarta maior bancada do Senado, junto com o PDT.
Em seguida virá o DEM, que compensou a saída de Jayme Campos (MT), que conclui seu mandato, com as chegadas de Ronaldo Caiado (GO) e Davi Alcolumbre (AP). Terá cinco senadores, mesmo número do PP.
Em sua primeira eleição para o legislativo federal, o PSD, criado em 2011, somou dois senadores e agora terá quatro membros na Casa.
Quem mais perdeu cadeiras foi o PTB. O partido, que integrou a coligação presidencial de Aécio Neves, perderá metade de sua bancada de seis parlamentares. Mozarildo Cavalcanti (RR) e Gim (DF) fracassaram em suas tentativas de reeleição. Epitácio Cafeteira (PB) e João Vicente Claudino (PI) encerraram seus mandatos, mas este foi substituído pelo correligionário Elmano Férrer.
O PCdoB perderá um de seus dois senadores, com a saída de Inácio Arruda (CE). Terá apenas um senador, como PPS, PROS, PSOL e SD.
Agência Senado

Camilo Santana diz que vai montar secretariado técnico e com aliados

Camilo Santana ao responder pergunta se teria nomes para indicar às secretarias estaduais. Ele sinalizou que vai compor um secretariado técnico.
“Vamos trabalhar com as melhores pessoas em cada área”. Disse, no entanto, que “ninguém se elege sozinho e ninguém governa sozinho” e, por isso, irá se reunir com aliados para definir o secretariado.
Izolda Cela, Mauro Filho, deputados estaduais e federais devem compor o governo de Camilo Santana.
Blog do Roberto Moreira

Simão Jatene, PSDB, é reeleito governador do estado do Pará

Simão Jatene Pará Belém Governador (Foto: Thais Rezende/G1)
O candidato do PSDB, Simão Jatene, venceu a disputa eleitoral ao cargo de governador do Pará com 1.858.869 votos, correspondentes a 51,92% dos votos válidos. Ele disputou o segundo turno com o candidato do PMDB, Helder Barbalho, que teve 1.721.479 votos, que equivale a 48,08% dos votos válidos. O anúncio oficial foi feito por volta de 19h30, horário local, com 97% das urnas apuradas. 
infográfico eleições mapa Pará corrigido (Foto: Adriano Moraes / TV Liberal)
Helder fala em compromisso
O candidato derrotado nas urnas, Helder Barbalho, disse em entrevista ao G1 que agradece o apoio recebido nas urnas, e que pretende continuar cobrando a melhoria dos serviços públicos no estado.

"Agradeco ao povo do Pará, aqueles que acreditaram no nosso projeto. Lamento que não tivemos êxito e sucesso, mas temos a convicção que cumprimos um belo papel", disse. "Eu, como alguém com a responsabilidade de representar a mudança, estarei ativo a defender que as coisas melhorem", concluiu.
Jatene avalia eleições
O candidato à governador do Pará reeleito neste domingo agradeceu ao povo paraense pelos votos, durante coletiva de imprensa em um comitê de campanha no centro da cidade.
"Esta campanha representou mais que uma eleição para governador. Essa disputa entra para a história. O segundo turno foi importante para que a população fizesse a sua escolha. O debate foi decisivo para a minha virada", afirmou Simão Jatene. "Não vejo problemas com a Dilma, eu respeito e espero reciprocidade", finalizou.

Biografia do vencedor
Simão Robinson Jatene concorreu pela primeira vez a um cargo eletivo em 2002, quando foi eleito governador do Pará – cargo que ocupou até 2006. Não concorreu à reeleição, mas se candidatou de novo em 2010, quando foi novamente eleito.
Natural de Castanhal, nordeste do Pará, tem 65 anos, é graduado em economia pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e fez pós-graduação na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Foi secretário de Estado de Planejamento no período de 1983 a 1985 e de 1995 a 1998, e secretário-geral do Ministério da Reforma Agrária entre 1985 e 1990. Foi também secretário especial de Produção nos anos de 1998 a 2001.
Do G1 PA

'Nenhum de nós é imbatível', diz Ricardo sobre eleições na Paraíba

Ao lado de lideranças políticas do PMDB, PT e de outros partidos, governador reeleito Ricardo Coutinho concedeu entrevista coletiva (Foto: Krystine Carneiro/G1)
"Essa foi a disputa entre o fazer e o prometer, entre o conteúdo e a embalagem",  declarou o candidato reeleito ao governo da Paraíba, Ricardo Coutinho, após o resultado das eleições, neste domingo (26), em João Pessoa. O socialista recebeu a imprensa em um hotel na Avenida Epitácio Pessoa, em Tambaú, onde concedeu entrevista coletiva.
Durante a entrevista, o governador agradeceu o apoio do povo paraibano. Ricardo falou sobre a campanha e definiu como uma "caminhada muito difícil". Segundo ele, a campanha mais difícil que ele já passou.
"Eu vou ter a capacidade para, ao lado de dois senadores, de uma boa bancada no Congresso Nacional, de uma boa bancada na Assembléia Legislativa, ter uma boa governabilidade. Tivemos uma vitória bonita, uma vitória maiúscula, uma vitória que consolida uma posição na Paraíba: que nenhum de nós é imbatível, que o povo elege e tira quem acha que deve tirar", disse o socialista. Ricardo Coutinho citou ainda a morte de correligionários durante a campanha, entre elas a do candidato à presidência da República e presidente do PSB, Eduardo Campos.
A apuração do 2º turno na Paraíba terminou por volta das 20h (horário local) e o socialista recebeu 1.125.956 votos, o que representa 52,61% dos votos válidos, contra 1.014.393 votos para Cássio Cunha Lima (PSDB), que alcançou 47,39%. Os votos nulos e brancos representaram 7,93% do total e foi registrado 18% de abstenção no estado.
Do G1 PB

Ricardo Coutinho, do PSB, é reeleito governador da Paraíba

Ricardo Coutinho, candidato pelo PSB ao governo da Paraíba neste segundo turno (Foto: Francisco França / Jornal da Paraíba)
O governador Ricardo Coutinho (PSB) foi reeleito para governar a Paraíba por mais quatro anos neste domingo (26). A apuração terminou por volta das 20h (horário local) e o socialista recebeu 1.125.956 votos, o que representa 52,61% dos votos válidos, contra 1.014.393 votos para Cássio Cunha Lima (PSDB), que alcançou 47,39%. Os votos nulos e brancos representaram 7,93% do total e foi registrado 18% de abstenção no estado.
Ficha Eleições na Paraíba (Foto: Arte/G1)
Quando 89% dos votos tinham sido apurados, às 18h20 (horário local), Cássio deixou Campina Grande para voltar para sua casa em João Pessoa e anunciou que só se pronunciaria sobre o resultado na tarde segunda-feira (27), em coletiva na Asplan.
No primeiro turno, a diferença entre os dois foi de apenas 1,39 ponto percentual (o que equivale a 28.388 votos), com Cássio registrando 47,44% dos votos válidos (um total de 965.397) e Ricardo, 46,05% (o equivalente a 937.009).
Com a reeleição de Ricardo Coutinho, o PSB dá continuidade à gestão que teve início em 2011. As pesquisas de intenção de voto neste segundo turno antecipavam um quadro equilibrado, com empate técnico até nos dados divulgados no sábado (25), quando o Ibope indicou Ricardo com 53% e Cássio com 47%, com margem de erro de 3 pontos percentuais.
O socialista de 53 anos nasceu em João Pessoa e é formado em Farmácia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Ele iniciou a carreira política nos movimentos estudantis e sindicais, passando pelo Centro Acadêmico do curso de Farmácia, pelo Sindicato dos Farmacêuticos, pelo Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde do Estado (SindSaúde), pela Central Única dos Trabalhadores da Paraíba (CUT-PB) e pelo Sindicato dos Funcionários da UFPB.
Filiado ao PT, foi candidato a deputado estadual em 1990, mas não conseguiu a vaga, ficando apenas na suplência. Dois anos depois, foi eleito vereador de João Pessoa.
Ele ainda tentou novamente uma vaga na Assembleia Legislativa em 1994, mas ficou na suplência mais uma vez. Em 1996, foi reeleito para o cargo de vereador.
Em seguida, em 1998, foi candidato novamente ao cargo de deputado estadual, sendo que, dessa vez, foi eleito, se reelegendo em 2002. Em 2003, foi expulso do PT e se filiou ao PSB, partido em que permanece até hoje.
No novo partido, se candidatou ao cargo de prefeito de João Pessoa, em 2004, e venceu logo no primeiro turno. Em 2008, foi reeleito, mas renunciou ao cargo para tentar ser governador da Paraíba. Aliado a Cássio Cunha Lima, ele derrotou José Maranhão no pleito e tomou posse no Governo.
Do G1 PB

Vitoriosos e derrotados pedem união em país dividido pelo voto

Reeleita para mais um mandato de quatro anos à frente do governo federal, a presidente Dilma Rousseff defendeu neste domingo (26) diálogo para unir o país. O mesmo apelo foi feito por seu adversário, Aécio Neves (PSDB), derrotado numa disputa acirrada. No país, a petista obteve 54,5 milhões de votos (51,64%) e Aécio, 51 milhões (48,36%). Dilma venceu em 15 das 27 unidades da federação e Aécio em 12(veja o desempenho dos candidatos).
Além da pequena diferença, o quadro de divisão do eleitorado foi refletido também entre as diferentes regiões do país: enquanto que toda a região Nordeste deu maioria de votos para Dilma, a maioria dos eleitores de toda a região Sul e do Centro-Oeste preferiu o tucano. O Sudeste, mais populoso, ficou dividido: São Paulo e Espírito Santo deram mais votos a Aécio e Minas Gerais e Rio de Janeiro deram maioria a Dilma (para ver a apuração em cada estado e cidade, (clique aqui).


No total, Dilma venceu levando a maioria em 15 estados (RJ, MG, BA, SE, AL, PE, PB, RN, CE, PI, MA, TO, PA, AP e AM) e Aécio perdeu tendo sido o mais votado em outras 12 unidades da federação (RS, PR, SC, SP, ES, DF, GO, MS, MT, RO, AC e RR).

Em seu primeiro pronunciamento após ser confirmada a reeleição, Dilma afirmou não acreditar que a acirrada disputa eleitoral, decidida por uma diferença de cerca de 3,4 milhões de votos, tenha "dividido" o país. Ressaltou que está "disposta ao diálogo" e que quer ser uma presidente "melhor" em seu segundo mandato.

Conclamo, sem exceção, a todas as brasileiras e brasileiros para nos unirmos em favor do futuro de nossa pátria"
Dilma Rousseff
"Conclamo, sem exceção, a todas as brasileiras e brasileiros para nos unirmos em favor do futuro de nossa pátria. Não acredito que essas eleições tenham dividido o país ao meio. Creio que elas mobilizaram ideias e emoções às vezes contraditórias, mas movidas por um sentimento comum: a busca por um futuro melhor", declarou em Brasília neste domingo.

Considero que a maior de todas as prioridades deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique a todos os brasileiros"
Aécio Neves
Derrotado na disputa, Aécio Neves também pregou a união e afirmou ter dito à própria presidente, por telefone, que essa é mais alta prioridade do país. "Desejei a ela sucesso na condução de seu próximo governo. E ressaltei que considero que a maior de todas as prioridades deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado e que dignifique a todos os brasileiros", afirmou em Belo Horizonte também neste domingo.

O discurso pela união também foi reforçado por outro importante aliado de Dilma, o governador da Bahia, Jaques Wagner. Após o resultado, ele defendeu a realização da reforma política, rejeitada no ano passado pelo Congresso, mas disse que uma importante missão é a da "reconciliação". "É preciso entender que, quem foi vitorioso não pode ter prepotência. E quem perdeu não pode ter rancor", disse.
Senador eleito por São Paulo, o ex-governador José Serra, derrotado em 2002 por Lula e em 2010 por Dilma, afirmou em Belo Horizonte, que a oposição vai atuar com cobrança durante o próximo mandato da petista. "Determinação para combater tudo aquilo que nós criticamos na campanha e consideramos errado. E, ao mesmo tempo, apontar caminhos pro Brasil. Vamos fazer isso o tempo inteiro", disse, lembrando que Aécio teve dois terços dos votos em São Paulo.
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Dias Toffoli afirmou no domingo que, passadas as eleições, o momento é de "pacificação". "É importante que a sociedade volte a estar unida e pensarmos no desenvolvimento desta grande nação", disse o magistrado. "O mais importante é a pacificação. A disputa eleitoral acabou. A nação sai fortificada", completou.
Do G1, em Brasília

Morto a tiros, goleiro da seleção da África do Sul tentava defender a namorada

O goleiro Senzo Meyiwa, que defendia o Orlando Pirates e a a seleção sul-africana, foi morto neste domingo porque tentou proteger a namorada durante uma tentativa de assalto. Na manhã desta segunda-feira, a polícia sul-africana divulgou mais informações sobre a morte que chocou o país. Os oficiais afirmam que bandidos invadiram a casa da companheira do jogador, a cantora e atriz Kelly Khumalo, em busca de objetos valiosos e que o falecimento foi causado por um tiro no peito do arqueiro.
- Dois homens entraram na casa e exigiram celulares, dinheiro e outras coisas de valor. Senzo tentou proteger Kelly porque um dos homens apontou uma arma para ela - explicou o oficial de polícia Sizakele Nkosi-Malubane, em declarações divulgadas pelo site "Super Sport".
O goleiro foi declarado morto a caminho do hospital. A polícia oferece uma recompensa de 150 mil rands (cerca de R$ 34 mil) por informações sobre o paradeiro dos três homens que participaram do crime.
- Nós asseguramos a todos os sul-africanos que faremos tudo o que pudermos para trazer os assassinos de Meyiwa para a cadeira - disse o serviço de polícia da África do Sul através do Twitter.
Meyiwa foi capitão da África do Sul nas últimas quatro partidas das eliminatórias para a Copa Africana de Nações sem sofrer gols. Ele também esteve em campo no sábado pelo Orlando Pirates, ajudando o time a se classificar para as semifinais da Copa da Liga Sul-Africana.
Por Joanesburgo, África do Sul

“Tenho carinho por Cid Gomes, mas farei um governo novo”, afirma Camilo Santana

Embora a campanha eleitoral do governador eleito Camilo Santana (PT) não tenha sinalizado rupturas com o modelo de gestão em curso no estado, as primeiras palavras de Camilo, após a vitória neste domingo (26), sinalizaram a construção de um “novo” governo.
“Eu sou muito grato e tenho um carinho muito grande pelo governador Cid. Para mim, foi o maior governador desse estado, mas nós faremos um governo novo. Eu e a Izolda (vice-governadora) faremos um governo novo nos próximos quatro anos”, afirmou Camilo, na 1ª coletiva de imprensa após a vitória.
Ele também deixou em aberto a possibilidade de diálogo com o PMDB para a composição de seu governo. Sobre uma possível reaproximação com o partido liderado por Eunício Oliveira, Camilo afirmou que é preciso “aguardar” já que a campanha eleitoral acabou há pouco tempo. “A campanha passou e vamos agora procurar dialogar [...]. Nosso papel será unificar o Ceará, unir os cearenses pelo bem do Ceará”, respondeu.
Camilo chegou ao comitê de campanha por volta de 20h45min deste domingo (26), acompanhado do governador Cid Gomes (Pros) e do prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (Pros), além de outros apoiadores. Ivo Gomes (Pros) e Ciro Gomes (Pros) – irmãos de Cid – também participaram da comemoração. No palanque, Camilo afirmou que sua vitória representava a “vitória da verdade sobre a mentira”. Ele afirmou que seu trabalho será “um governo de gestão e de participação”.
Camilo se torna governador com o desafio de dialogar com uma categoria hostil a seu governo – a dos policiais militares, na qual se formou um movimento de rejeição a Cid Gomes. Neste domingo, após o fechamento das urnas, o petista afirmou que vai atuar para “unificar a polícia”, já que o papel da instituição é garantir segurança, e que vai dialogar com a categoria.
Uma das propostas do candidato para a área é fortalecer o programa “Em defesa da vida”, já instalado no Ceará sob inspiração de modelo semelhante em Pernambuco. Camilo afirmou que vai “se esforçar muito” para garantir segurança pública no estado, além de corrigir aspectos que não estejam funcionamento.
Secretariado
O governador eleito foi vago ao falar sobre secretariado. Afirmou que vai seguir critérios de “competência”, mas evitou aprofundar o assunto. Questionado várias vezes, se esquivou afirmando que está cedo para falar. “Eu e minha vice Izolda ainda vamos conversar muito sobre isso e no momento certo nós vamos tomar as decisões”.
Tribuna do Ceará