20 de março de 2017

Tasso diz que a crise política no Brasil vai se aprofundar


Tasso: "Anistia ao caixa 2 não temos clima nenhum no País para fazer". FOTO: MAURI MELO

O senador Tasso Jeireissati (PSDB-CE) afirmou que a crise política no Brasil está longe de acabar. Segundo ele, as delações da Odebrecht e de outros depoentes vão agravar a situação nos próximos meses. Para o parlamentar, o clima em Brasília é de tensão e incertezas por conta da Operação Lava Jato. 


As investigações estariam atrapalhando o curso dos trabalhos no Congresso e devem prejudicar o andamento das votações das reformas, como a da Previdência e a trabalhista. 

Em entrevista ao O POVO, Tasso afirmou ainda que as alianças para 2018 só poderão ser definidas a partir dos rumos que a Lava Jato irá tomar. O senador avaliou que não há clima para anistiar caixa 2 e destacou o nome de João Dória como possibilidade para eleições presidenciais.

Confira a entrevista completa:



O POVO - Na última semana, o senhor assumiu a presidência da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) no Senado. Como ela pode ajudar a melhorar a economia do Brasil neste momento?



Tasso Jereissati - Hoje ela tem um papel importantíssimo em função da crise. Talvez, na minha vida consciente, a maior crise econômica que passamos. Conjugada com a crise política. Na crise política não estamos vendo, vislumbrando nenhuma calmaria de curto prazo. As coisas estão muito complicadas, tendem a ficar mais complicadas ainda nos próximos meses, muitas delações, Lava Jato, depoimentos. Onde a gente está vislumbrando uma luz que brilha cada vez mais é a retomada da economia, com o crescimento da economia e crescimento de emprego. Uma série de sinais mostra isso. Queremos fazer da CAE uma comissão mais proativa que o normal. Tem alguns pontos que podemos ser mais proativos, sugerindo e tentando legislar para melhorar essas questões. Uma é a tributária. Temos o sistema tributário não só com a carga enorme, mas pior que a carga é a complexidade. Talvez, dos países em desenvolvimento, emergentes, seja um dos sistemas tributários mais complexos que existe.

OP - A ideia é simplificar ou unificar impostos?
Tasso - Na segunda-feira, 20, vamos instalar um grupo de senadores que vai ser coordenado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) para abrir uma discussão profunda sobre o modelo tributário brasileiro, qualidade e eficácia, com prazo de entregar sugestões concretas para o governo antes do fim do ano. A outra questão que tem um pouco a ver com a tributária é a questão microeconômica, custo Brasil, tudo aquilo que tem feito com que as vidas das empresas e das pessoas sejam infernizadas e complicadas. A vida da empresa no Brasil é muito mais difícil, em termos de lidar com normas, regulações, exigências, do que na grande maioria dos países. Estamos designando para ser coordenador desse grupo o senador Armando Monteiro (PTB-PE). Dessa maneira, a gente espera contribuir para apresentar sugestões da maneira mais objetiva possível para que também dê mais segurança jurídica para as empresas. 

OP - Já houve algum debate entre os senadores para que haja mais incentivos fiscais para empresas?
Tasso - Não, estamos começando isso agora. A discussão começa. Vamos indicar na terça-feira os dois grupos. Evidentemente na Comissão vamos tocar todos os projetos que são prioritários para o governo para ajudar o País a sair dessa letargia que se encontra. 

OP - Existe algum benefício que o presidente da CAE possa trazer para o Ceará?
Tasso - O Senado é a casa dos estados. Meu papel principal é proteger ou trazer benefícios para o estado do Ceará. Por exemplo, se discutir nessa reforma tributária a questão de isenção fiscal, aquilo que é bom e que não é bom. O que deve ou não deve ser aperfeiçoado? Existe até proposta para que se acabem todos os incentivos tributários. Nossa função é ver esse problema e como deve ser enfrentado olhando do ângulo do estado do Ceará e do Nordeste. 


OP - Há nomes de peso no PSDB que foram citados nas delações da Lava Jato, por exemplo, o ex-ministro José Serra. Como a Lava Jato atinge o PSDB e uma possível candidatura de Serra à Presidência?
Tasso -
 Os nomes citados no Lava Jato prejudicam toda a classe política no Brasil. Não há nenhum partido que diga que nenhum membro deixou de ser citado. Devem sair nos próximos dias, além da lista, os depoimentos dos delatores da Odebrecht e de outros também que vão vir por aí. Só aí poderemos saber ou avaliar a dimensão correta de qual a profundidade e o que significam essas situações. Que tipo de inquérito, que tipo de crime, se é crime eleitoral ou comum e só daí dá para fazer um julgamento. Mas todos os partidos estão afetados por essas delações. É prematuro ter alguma opinião sobre candidatura a presidente (José Serra ou Geraldo Alckmin) em função da Lava Jato. Temos quadros bons, não só o Serra, o Alckmin, o Aécio, mas surge o nome do (João) Dória agora com alguma insistência.

OP - Como o senhor enxerga o nome do prefeito de São Paulo João Dória?
Tasso -
 Eu acho que é um nome novo no quadro da política brasileira. Com toda esse desgaste da imagem dos políticos tradicionais, um nome novo é sempre um nome para se prestar atenção. Mas ele tem que ganhar muita experiência pela frente. Ele tem uma prefeitura de São Paulo que é gigantesca, maior que estados brasileiros, para verificar sua situação. Ele é um nome a mais que se agrega a um quadro que o PSDB tem, que é uma vantagem que diferencia o PSDB dos outros partidos. Nosso problema não é a falta de quadros, é o excesso de quadros.

OP - O senador Aécio Neves (PSDB-MG) estava muito forte em 2014. Mas o senhor acredita que ele saiu mais prejudicado já que teve o nome citado e bastante repetido em outros vazamentos?
Tasso - É cedo para dizer isso. Tem que ver o que tem de concreto. Por exemplo, ele foi citado pelo ex-presidente da Transpetro. Foi a primeira citação grande dele que deu repercussão, mas o ministro Edson Fachin arquivou isso. Está encerrada essa delação, foi desconsiderada. 

OP - Dentro do partido, já houve discussão de alguma medida contra aqueles filiados que estiverem de fato envolvidos em esquemas? Como o PSDB vai lidar com isso?
Tasso - Tudo está vindo muito em borbotões. Como a gente tem muito poucas informações, vão chegando aos poucos, ainda não teve uma reunião sólida para discutir esse assunto para chegar a uma conclusão. Mas com certeza a nossa posição é de que sejam investigados e quem tiver culpa no cartório que pague. 

OP - Há uma parte do PMDB que em reclamado do espaço dado ao PSDB no governo de Michel Temer. Qual a visão do senhor em relação ao espaço do PSDB no governo?
Tasso - A questão do espaço a gente não mede por cargo. Isso é de menor relevância. Não somos o governo, ele é do PMDB. Nós apoiamos o governo e vamos até o fim continuar nessa posição por entender que é fundamental que esse governo tenha as condições necessárias e o apoio parlamentar para implantar as reformas. E fazer como disse o Fernando Henrique (Cardoso) pra que o País atravesse essa pinguela até chegar às eleições de 2018. Não só pelo bem estar, pela democracia também.

OP - Tivemos a informação de que seu nome teria sido ventilado para assumir o Ministério das Relações Exteriores. Como foi essa negociação?
Tasso - Chegou a ter uma sondagem muito leve, mas eu acho que posso contribuir muito mais dentro da CAE e principalmente para o Ceará do que em algum ministério. Nunca fui convidado. Houve uma sondagem ou outra que estavam falando meu nome e queriam saber meu nível de interesse e eu tenho dito sempre que posso ser muito mais útil agora na Comissão de Assuntos Econômicos.

OP - Como a Lava Jato afeta o planejamento de votação das reformas?
Tasso - Atrapalha muito. Ela atrapalha o dia a dia. É um clima de tensão muito grande, um clima de suspense, parece um filme. Clima de muita boataria. Tira a tranquilidade de uma maneira geral de se fazer o trabalho dentro da rotina. É muito ruim. Minha opinião é que isso seja divulgado logo, colocado tudo que tem que se dizer e divulgar. Quem tiver culpa que pague pelos seus erros. É prejudicial porque fica essa onda de boatos. Às vezes, um nome inocente passa por essa boataria, ninguém sabe direito o que está acontecendo. E tira a tranquilidade do País e do funcionamento do Congresso. Então se puder divulgar tudo de uma vez principalmente para acabar com esse clima de filme de suspense... Eu acho que enquanto essas listas e depoimentos não acabarem de sair, a crise política vai ficar se aprofundando. 

OP - Em termos de apoio no Congresso para as reformas, essas questões de Lava Jato e manifestação atrapalham?
Tasso - Questão de Lava Jato, sim. Como eu disse, você tira a serenidade do Congresso porque o número de pessoas citadas é muito grande e ainda fica uma boataria de que outras viriam a ser citadas. Então tira completamente o clima de tranquilidade. O outro aspecto são as denúncias em si que fazem com que os parlamentares que estão, de uma maneira ou de outra, sendo citados, tenham uma pressão maior das ruas e fiquem mais preocupados. Eu acho esse movimento das ruas hoje ainda pequeno e organizado. Ele não tem aquela coisa espontânea que teve, por exemplo, na época do impeachment. É uma coisa organizada, a gente vê claramente pelas bandeiras espalhadas. Além disso, a gente vê muita desinformação. Se você vê as faixas, a gente vê que existe uma desinformação total do que é a reforma da Previdência, quais as razões, os problemas, as vantagens e o que se tenta atingir. A população desconhece. Esse clima de intranquilidade na política ajuda essa desinformação. Eu acho que vai ter um momento que o governo vai ter que fazer um programa de informação mais objetivo e claro para que as pessoas entendam o que vai acontecer com a eventual reforma da Previdência.

OP - Como o senhor avalia o texto atual da reforma da Previdência que está na Câmara?
Tasso - Acho que algumas coisas têm de ser corrigidas. Nossa posição no Senado é esperar para ver o que vem da Câmara para a gente estudar ponto a ponto. Não adianta discutir agora porque vai mudar na Câmara e não sabemos como vai mudar. Não vai passar do jeito que veio do governo. Já existe um consenso na questão do trabalhador rural e da transição que precisa ser melhorada. Prometo que quando chegar no Senado a gente vai falar melhor sobre a transição.


OP - Como fica a aliança PMDB-PSDB para 2018? Ela se mantém com o PSDB na cabeça de chapa?
Tasso -
 Esse ano tem um imponderado gigantesco que é a Lava Jato. Ninguém sabe o que vai acontecer com os políticos e com a política até o fim do ano. Então dizer que nós vamos nesse rumo, com essa aliança, é impossível dizer. Seria chute e futurologia.

OP - Que solução o senhor vê para a crise política? O que os partidos devem fazer?
Tasso - 
Tem que se mudar a mentalidade completamente. A Lava Jato tem que ir até o fim. Mas como disse prefiro que seja divulgado logo tudo e que sejam punidos os culpados para que haja um comportamento diferente nas próximas eleições. Mudar. Algumas reformas políticas são necessárias como fim da eleição proporcional. Cláusula de barreira é fundamental, porque é impossível qualquer governo do mundo governar com 30 partidos. Ao em vez de discutir programas com ideologia, discute com o fisiologismo com esse número de partidos. A outra coisa é imaginar qual será o modelo de financiamento de campanha. Isso é ultra polêmico e difícil, mas temos que encontrar um modelo melhor.

OP - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu que caixa 2 fosse separado de crimes como propina e enriquecimento ilícito. Como o senhor avalia esse tema? 
Tasso -
 Uma coisa é uma doação eleitoral feita por chamado caixa 2, que não seja comprando ou em troca de uma obra, ou favor ou lei, seja simplesmente por simpatia e que por alguma razão não foi dada oficialmente. Na maioria das vezes, porque o doador não quer aparecer. Isso é um crime, sim, mas um crime eleitoral. Não é um crime comum. Já propina, ou caixa 1 ou caixa 2, corrupção ativa ou passiva, essa diferença tem que haver porque está na lei. São coisas bem diferentes. Anistia ao caixa 2 não temos clima nenhum no País para fazer.


Com informações do Jornal O Povo

19 de março de 2017

O Clássico dos Maioras deste domingo, entre Treze e Campinense, promete mais uma vez dividir Campina Grande entre Alvinegros e Rubro-Negros.

É um dos maiores clássicos do Nordeste. E certamente o maior da Paraíba. O Clássico dos Maioras deste domingo, entre Treze e Campinense, promete mais uma vez dividir Campina Grande entre Alvinegros e Rubro-Negros. Num duelo a ser realizado no Estádio Amigão e que vai reunir dois times que estão no G-4 do Campeonato Paraibano, mas que na verdade vivem momentos completamente distintos em suas respectivas histórias.
O Treze, por exemplo, não conquista um título há seis anos, está em quarto lugar na tabela e penando para se manter na zona de classificação. Nos últimos quatro jogos foram três empates e apenas uma vitória. E se por um lado não perdeu neste período, por outro só conseguiu vencer o CSP, um time que na época estava na lanterna.
Campinense x Treze, Amigão (Foto: Silas Batista / GloboEsporte.com)
Para piorar, o clube sabe que só vai ter o Paraibano para jogar na atual temporada e tem que lutar com todas as forças para tentar ao menos garantir uma vaga na Série D do ano que vem. Não está fácil. Mas voltar a vencer o arquirrival depois de quatro anos de jejum pode ser um feito e tanto para a moral coletiva do Galo.
Principalmente porque a Raposa é hoje o time que vem apresentando o melhor futebol. E depois de um jogo incrível no meio de semana contra o Auto Esporte, quando a equipe de Campina Grande venceu fora de casa por 5 a 3, os raposeiros entraram de vez na briga pela ponta da tabela. Porque a diferença para o Belo, que era de seis pontos, despencou para apenas três.
O Campinense, assim, vai a campo com o que tem de melhor no momento. Ainda que o técnico Sérgio China tente diminuir o favoritismo alegando que seu time anda desgastado com o excesso de jogos.
Por Campina Grande

Depois de empate na 1ª fase, Ceará e Uniclinic duelam pelas quartas de final

Arena Castelão - Ceará x Vasco (Foto: Sofia Miranda)Castelão recebe os duelos das quartas do estadual (Foto: Sofia Miranda)
Ceará e Uniclinic largam nas quartas de final do estadual neste domingo, no Castelão, às 16 horas. O jogo de volta está agendado para o próximo sábado (25), também no Castelão, no mesmo horário. No Vovô, a expectativa fica por conta da possível reestreia de Ricardinho. A Águia deve jogar completa neste domingo. 
O Ceará terminou sendo o líder da primeira fase, com 20 pontos. Em nove jogos, são seis vitórias, dois empates e uma derrota. Foram 12 gols feitos e cinco sofridos, a maioria com a zaga reserva. Neste domingo, a tendência é que o técnico Givanildo Oliveira use o esquema 4-3-3, com Maxi Biancucchi, Victor Rangel e Magno Alves na frente. Pedro Ken foi regularizado e também pode jogar o Cearense. 
O Uniclinic foi o oitavo colocado, com nove pontos. Em nove partidas, são dois triunfos, três empates e quatro derrotas na primeira etapa . Foram 13 marcados e 18 sofridos. Para essa partida, a Águia da Precabura não deve ter desfalque. Na primeira fase, as duas equipes ficaram no 2 a 2. 
O GloboEsporte.com/ce acompanha tudo em Tempo Real a partir das 15h30 do domingo. 
HEADER escalacoes 690 (Foto: Infoesporte)
Ceará: Everson; Cametá, Rafael Pereira, Luiz Otávio e Romário; Raul, Richardson e Felipe Menezes; o ataque foi formado por Maxi Biancucchi, Victor Rangel e Magno Alves
Uniclinic: Dionathan; João Neto, Luiz Fernando, Airton Júnior e Anderson Sobral; Guídio, Jerson e Vaninho; Moré Edson Cariús e Netinho. 
Por Fortaleza, CE

Maranguape e Guarani de Juazeiro empatam no jogo de ida das quartas de final do Cearense

Nada de vantagem no jogo de ida das quartas de final do Campeonato Cearense entre Maranguape e Guarani de Juazeiro. Jogando no estádio Domingão, em Horizonte, diante de 167 pagantes, Gavião da Serra e Leão do Mercado ficaram no empate por 1 a 1.
Agora, para a partida de volta, quarta-feira, 22, em Juazeiro do Norte, avança quem vencer. Em caso de nova igualdade, por qualquer placar, a definição de quem passa à semifinal será através de cobranças de pênaltis.
Maranguape e Guaraju fizeram um duelo bastante movimentado, com boas chances para os dois lados. No segundo tempo, as atividades ofensivas, pelos dois lados, foram intensificadas. Depois de bem levar perigo à meta defendida pelo goleiro Milton Buqueirão, Leílson, com chute rasteiro cruzado da entrada da área, abriu o placar para o time do Cariri. Com o tento marcado aos 25 do segundo tempo, o atacante do Guarani voltou a se isolar na artilharia do Estadual, com nove gols.
Já nos minutos finais, o Maranguape retomou a pressão para tentar evitar a derrota. E conseguiu com o zagueiro Jair, que concluiu de primeira após receber cruzamento na área.
"O empate não foi ruim para nós. Agora vamos decidir em casa", avaliou Leílson na saída do campo. Jogando no Romeirão, o Guaraju terá o apoio da torcida para buscar a vitória que leva à próxima fase.
O duelo entre essas duas equipes será o que vai definir o primeiro semifinalista do Campeonato Cearense, na próxima quarta-feira, 22, às 20 horas. No sábado, 25, sai o classificado do encontro entre Ceará e Uniclinic. No dia 26, domingo, saem os dois últimos semifinalistas, dos confrontos Horizonte x Ferroviário e Fortaleza x Tiradentes.
Com informações do Jornal O Povo

18 de março de 2017

Vasco age rápido e fecha com Milton Mendes para o cargo de técnico

Milton Mendes é o novo técnico do Vasco
O Vasco se movimentou rápido e já tem um novo treinador. Embora nomes como o de Vanderlei Luxemburgo tenham sido citados, o clube fechou com Milton Mendes para o lugar de Cristóvão Borges, demitido do cargo nesta sexta-feira.

Esta será a primeira passagem de Mendes por São Januário como treinador. Mas vale lembrar que o Cruz-maltino foi seu primeiro clube como jogador profissional. Ele atuou na Colina entre 1984 e 1986.

Com passagens pelo futebol português e do Qatar, ele já treinou no Brasil clubes como o Paraná e o Atlético-PR. Seu último trabalho foi no Santa Cruz, pelo qual foi campeão do Nordeste e pernambucano no ano passado.

Apesar do acerto neste sábado, Milton Mendes não comandará o Vasco no clássico contra o Botafogo, no domingo. O técnico do Cruz-maltino será o interino Valdir.

Com informações do Extra.Globo

A incrível história do Brasileiro que constrói seus próprios carros (ele já fez vários modelos)

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Pureza. Assim se chama a cidade de menos de 10 mil habitantes e cujo “sobrenome” é “Pura Beleza”. Nela vive um cidadão especial chamado Edson Bezerra da Silva, conhecido como “Tom dos Carros”, cuja principal atividade como purezense é “fazer calhambeques”, ou “calambecs” como você verá na incrível história contada pelo Domingo Espetacular (Record).

Inteligente, muito curioso e cheio de energia, Tom é uma figura muito respeitada na cidade e garante ter construído diversos “calambecs”, alguns deles ainda na cidade e outros rodando sabe-se lá onde. Como você vai perceber na história contada aqui, toda e qualquer peça pode ser aproveitada por sua enorme criatividade.

Ele já construiu pelo menos cinco carros diferentes, alguns maiores, outros menores, inclusive um por encomenda de um fazendeiro. Considerado por todos da cidade como um inventor, ele se orgulha muito de suas criações e faz questão de guardar fotos delas na sala de casa.

Sua profissão “oficial” é a limpeza de poços artesianos, mas há 10 anos ele trabalha sua verdadeira paixão: construir carros na garagem de casa. “Meus carros fazem mais sucesso que qualquer possante atual”, ele garante ao exaltar sua história. Exagero? Nem um pouco!

As lições de Tom são simples, porém profundas. O hobby alimenta seu dia a dia e o faz uma pessoa melhor, mais feliz e cujo legado estende-se agora para todo Brasil. Ele se diverte enquanto trabalha e aprende sempre mais sobre carros, mecânica e assuntos relacionados. E nós aprendemos com ele. Valeu, Tom! Continue assim!



Com informações autovideos.com

Comissão da Câmara recebe 164 emendas ao texto da reforma da Previdência

Maior parte das emendas tenta assegurar direitos previstos na legislação atual
Com o fim do prazo para a apresentação de emendas, a comissão especial que analisa a reforma da Previdência recebeu 131 sugestões válidas ao texto encaminhado pelo governo. As propostas visam alterar pontos específicos ou até mesmo suprimir ou modificar a totalidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, que trata do tema
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O prazo, que havia terminado na última terça-feira (14), foi prorrogado até hoje (17), às 18h30, pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). No total, foram apresentadas 164 emendas ao texto, das quais 33 não conseguiram o número regimental suficiente de assinaturas para continuar tramitando, o que deixou um total de 131 emendas válidas para serem analisadas pelos deputados integrantes da comissão especial que analisa o assunto.

O texto da reforma apresentado pelo governo, em dezembro do ano passado, fixa, entre outras regras, a idade mínima de 65 anos para a aposentadoria de homens e mulheres, com contribuição mínima de 25 anos. A maior parte das emendas tenta assegurar direitos previstos na legislação atual e que o texto encaminhado pelo governo pretende mudar.

Dentre os pontos que mais receberam emendas estão: a idade mínima de 65 anos; o fim das aposentadorias especiais, como a de professores e pessoas com deficiência; as regras para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC);  a questão do não acúmulo de aposentadorias; e as alterações para a concessão da aposentadoria rural.

Alterações
Parlamentares de partidos da base aliada do governo são os recordistas em número de emendas ao texto originário do Executivo. O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) aparece como o “campeão”, com 25 emendas. Integrante da base aliada e da comissão especial, ele tem sido um dos mais contundentes críticos da reforma.

Em seguida vem Roberto de Lucena (PV-SP), com nove alterações, e Lincoln Portela (PRB-MG) com oito. Na sequência, vem Danilo Cabral (PSB-PE) com quatro e os deputados Betinho Gomes (PSDB-PE), Major Olímpio (SD-SP) e Bacelar (PTN-BA), com três cada.

Pela oposição, o líder do PT, deputado Carlos Zaratini (SP), vem na frente com 15 emendas, seguido pelo também petista Pepe Vargas (RS), com quatro. Depois aparece o líder do PDT, Weverton Rocha (MA), e o deputado Pedro Uczai (PT-SC), cada um com três emendas.

Audiências públicas
Somente depois da apresentação das emendas e da realização de audiências públicas sobre o tema, previstas para terminar no dia 28 de março, é que o relator na comissão especial que analisa a reforma, Arthur Maia (PPS-BA) finalizará seu parecer. Ele poderá acatar no todo ou em parte as propostas dos deputados.

Maia disse que, para facilitar o trabalho, dividirá as sugestões apresentadas por assuntos. “A partir daí, começaremos a estabelecer uma conversa com a possibilidade de melhorar o texto”, disse. Na sequência, o relatório será encaminhado para discussão e votação no colegiado. A expectativa é que o texto seja votado na primeira quinzena de abril.

Pensamento médio
De acordo com o relator, o “governo acredita muito na proposta que mandou". No entanto, Maia acredita que o texto dificilmente será aprovado sem modificações. Ele avalia que a aprovação na comissão será mais simples, uma vez que caberá ao plenário da Casa a palavra final sobre o texto, em duas votações. “Estamos nessa fase de fazer uma análise das emendas que estão aí. Mas vamos trabalhar com o pensamento médio do plenário da Câmara. É muito mais simples aprovar esse texto na comissão do que aprovar no âmbito do plenário. É lá que as coisas vão se decidir”, afirmou.

Na terça-feira (14), representantes de mais de 170 entidades civis fizeram um ato na Câmara contra a reforma da Previdência, quando entregaram ao presidente da comissão, Carlos Marun (PMDB-MS), uma carta aberta em que pedem que seja suspensa a tramitação da PEC 287.

Na carta, as entidades afirmam que a PEC “está fundamentada em premissas equivocadas e contém inúmeros abusos contra os direitos sociais”. Elas pedem a paralisação da tramitação da proposta para que o texto seja discutido com a sociedade, de modo a construir alternativas para melhorar o sistema da seguridade social e impedir o retrocesso de direitos sociais.

Nessa sexta-feira (17), o presidente Michel Temer disse que o governo está aberto para negociar mudanças na reforma. “Nós achamos que a proposta ideal, a necessária para colocar o país nos trilhos de uma vez, é aquela que o Executivo mandou. [Mas] nós não estamos negando qualquer espécie de conversação”, disse.

Com informações da Agência Brasil

Sensação de dormir bem se equivale a de ganhar na loteria

O que sentimos ao acordar revigorados após boas horas de sono foi medido pelos cientistas – em libras, inclusive. De acordo com um estudo realizado na Universidade de Warwick, no Reino Unido, otimizar nosso período diário de repouso implica em uma melhora direta na saúde e felicidade. A tarefa, então, parece simples. Dormindo bem toda noite, podemos prolongar esse sentimento de satisfação, como se ganhássemos na loteria. Repetidamente.
O estudo foi publicado na revista científica Sleep Journal, e realizou a análise de 30.594 pessoas no Reino Unido, em um período de quatro anos. A maioria dos participantes era do sexo feminino (56%), e apresentava média de idade de 47 anos. Eles responderam às questões como “Quantas horas em média você dormiu durante o último mês”, “Que nota você daria ao seu sono?” e “Com que frequência você fez uso de remédios para dormir?”.
Os que possuíam em sua rotina um sono mais saudável, apresentaram também melhores níveis de saúde mental e emocional – e por consequência, uma maior capacidade de realizar atividades diárias. De acordo com o estudo, essa qualidade seria comparável a de alguém que ganhou £200 mil na loteria (por volta de R$ 700 mil).
Em um teste de acompanhamento comumente realizado na psicologia clínica, os participantes mais descansados tiveram, em média, desempenho dois pontos maior. Os resultados foram semelhantes aos de um grupo que participou por oito semanas de um programa de terapia baseado na técnica de mildfullness, prática que visa melhorar aspectos do bem-estar.
Para a Dra. Nicole Tang, uma das pesquisadoras responsáveis pelo estudo, a tarefa de dormir melhor não deve ser ser perseguida apenas por quem apresenta distúrbios do sono – algo que os benefícios de estar descansado , por si só, comprovam. Para entender por que algumas pessoas simplesmente conseguem e outras não, a chave estaria em entender melhor nossa rotina. “Um próximo passo importante é identificar em que nível o estilo de vida e as atividades diárias determinam como tentamos melhorar o sono”, completa.
Por Guilherme Eler
Com informações da Revista Super Interessante

Chuva forte rompe barragem de açude e alaga casas e vias em Assaré no Ceará


Casa desabou em Assaré (Foto: Leitor via WhatsApp/O POVO)

A cidade de Assaré amanheceu sob fortes chuvas, na madrugada desta sexta-feira, 17, fazendo com que vias e casas ficassem alagadas. A barragem do açude dos Montes rompeu com a intensidade da precipitação. Foi necessário apoio do Corpo de Bombeiros do Cariri porque várias pessoas chegaram a ficar desalojadas, conforme a Polícia Militar.
Entre as 7 horas de quinta-feira, 16, e as 7 horas de sexta-feira, 17, choveu 88 mm em Assaré, conforme os dados da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). A precipitação foi a segunda maior do Ceará nesta madrugada, perdendo apenas para a Altaneira (120.7 mm).
Carros chegaram a boiar nas vias alagadas nos bairros Corjas e Populares, em que o açude dos Montes está situado. "O açude rompeu e algumas residências ficaram alagadas, com pessoas desalojadas. As pessoas solicitaram a Polícia e foi necessário reforço dos bombeiros de outras cidades", relata o escrivão Carlos Pereira, da PM de Assaré.

Ruas e vias alagadas em Assaré (Foto: Leitor via WhatsApp/O POVO)

Além do reforço do Corpo de Bombeiros do Crato, os bombeiros de Juazeiro do Norte chegaram a ser acionados, mas a operação acabou sendo cancelada. "Quando chamaram, a água começou a baixar e cancelaram a ida da equipe devido à distância", explicou o soldado identificado apenas Beltrão, do Corpo de Bombeiros de Juazeiro.
Os bombeiros militares do Crato estão deslocados nas áreas mais afetadas pelos alagamentos, ainda conforme a PM da cidade.
O POVO Online tentou entrar em contato com a Prefeitura de Assaré pelos números disponibilizados nas páginas oficiais do órgão, mas as ligações não foram atendidas durante toda a manhã.

Ruas e vias alagadas em Assaré (Foto: Leitor via WhatsApp/O POVO)
Ruas e vias alagadas em Assaré (Foto: Leitor via WhatsApp/O POVO    

Resgate
Segundo a assessora do Corpo de Bombeiros do Ceará, capitã Juliany Freire, equipes do Cariri foram deslocadas ao local durante a manhã. “Tivemos informações de edificações com estrutura comprometida, mas não há registro de vítimas”, disse ela.
O tenente-coronel Marcus Costa, relações públicas da Célula de Segurança Operacional da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer), informou que as equipes estão em alerta para o caso de haver necessidade de operação. 
Gerente de Minimização de Desastres da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil, capitão Aluízio Freitas, informa que está em contato com o prefeito de Assaré, Evanderto Almeida. "Prestaremos auxílio no sentido de complementar o atendimento das equipes de lá para caso seja necessário decretar estado de emergência e solicitar recursos", frisa. 

Ruas e vias alagadas em Assaré (Foto: Leitor via WhatsApp/O POVO)

Chuvas 
A Funceme aponta que houve registro de chuva em 123* municípios, entre as 7 horas dessa quinta-feira, 16, e as 7 horas desta sexta-feira, 17. Além de Altaneira e Assaré, as chuvas mais significativas foram em Porteiras (87 mm), Missão Velha (74 mm), Ibaretama (56 mm), Santana do Cariri (51 mm), Pires Ferreira (51 mm), Redenção (50.4 mm) e Fortaleza (50 mm).

O açude Canoas, também em Assaré, atingiu 8,39% do seu volume total nesta sexta-feira, 17, conforme monitoramento da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh). O açuce dos Montes, por ser privado, não é monitorado pela Companhia. 
Após às 7 horas, as chuvas em Assaré continuaram intensas até o fim desta manhã, mas o volume ainda não foi registrado pela Funceme. O resumo dessa chuva que caiu depois de 7 horas só será finalizado na manhã deste sábado, 18.
O meteorologista da Funceme, David Ferran, explica que essas chuvas são ocasionadas pela Zona de Convergência Intertropical, fenômeno típico da quadra chuvosa no Ceará.
A tendência, segundo David, é de chuvas até este sábado, 18, quando a intensidade deve começar a reduzir.
O volume acumulado nesta madrugada, em Assaré, está entre os maiores registros da história da cidade, conforme monitoramento da Funceme a partir de 1974. Até agora, o maior registro ocorreu no dia 17 de janeiro de 2004 (180 mm).  Veja: 

Maiores volumes de chuvas em Assaré no período de 24 horas

Com informações do Jornal O Povo

Petrobras reajusta em 9,8% o preço de botijões de gás de uso residencial

Resultado de imagem para Petrobras reajusta em 9,8% o preço de botijões de gás de uso residencial
A Petrobras aumentou em 9,8%, em média, os preços dos botijões de até 13 kg de gás liquefeito de petróleo para uso residencial (GLP P-13). O reajuste entrará em vigor às 0h de terça-feira (21). O último reajuste realizado pela companhia foi em 1º de setembro de 2015. A empresa alertou que a correção divulgada hoje (17) não se aplica ao GLP de uso industrial.

A Petrobras destacou ainda que as revisões dos preços feitas para as refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor, uma vez que, de acordo com a legislação, há liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados. “Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores”, apontou a empresa na nota de informação do aumento.

Pelos cálculos da companhia, se o reajuste for repassado, integralmente, aos consumidores, o preço do botijão de GLP P-13 pode ter alta de 3,1% ou cerca de R$ 1,76. “Isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”. Ainda conforme a nota, o ajuste foi aplicado sobre os preços praticados pela Petrobras sem incidência de tributos.

Com informações da Agência Brasil

Maranguape e Guarani de Juazeiro duelam pelas quartas do Cearense

Maranguape e Guarani de Juazeiro têm tudo para fazer o duelo mais equilibrado das quartas de final do Campeonato Cearense. Classificados em quinto e quarto lugar na primeira fase, respectivamente, a dupla tem elenco similar, com artilheiros que podem definir o jogo lá na frente. A bola rola no Domingão neste sábado (18) a partir das 16 horas.
Domingão, Horizonte (Foto: Roberto Leite)Domingão será palco de Maranguape x Guarani de Juazeiro (Foto: Roberto Leite)
O Guarani de Juazeiro, comandado por Washington Luiz, chegou bem às quartas de final do estadual. No mata-mata, tem no atacante Leílson a grande esperança de gols para conquistar a vantagem para o jogo de volta. Na fase de classificação, o Leão do Mercado foi o segundo time que mais fez gols (foram 15 marcados).

O Gavião da Serra foi outro que surpreendeu na primeira etapa do Cearense. Estava na terceira posição até a última rodada, quando perdeu para o próprio Guarani de Juazeiro, caindo para a quinta posição. Comandado pelo experiente Reginaldo França, o Maranguape tem como referência na frente o atacante Gugu, autor de cinco gols até aqui. 

Ficha técnica do jogo

Local: Estádio Domingão
Data e horário: 18/03/2017 às 16 horas

Fase: Quartas de final
Provável Maranguape: Renato, Emerson, Jair, Albano, Elves; Anderson, Mateus, Joylson, Harrisson; Raphael e Gugu

Provável Guarani de Juazeiro: Rodrigues, Talisson, Regineldo, Pedro Lucas, Natiel; Carlos André, Rafael, Elry, Emerson; Italo e Roberto Jacaré
Arbitragem: Renato Pinheiro

Por Fortaleza, CE

Icasa favorito; Floresta e Maracanã correm por fora: Série B do Cearense 2017

Com sete times, começa neste sábado (18) a Série B do Campeonato Cearense. O favoritismo fica por conta do Icasa, rebaixado à Segundona na última temporada. Em um campeonato onde Aliança, Tianguá e Esporte Limoeiro vêm para revelar talentos, Iguatu, Maracanã e Floresta aparecem para conquistar um lugar na elite do futebol cearense em 2017. Antes de a bola rolar, o Quixadá desistiu de participar do certame estadual.
O Campeonato será disputado em três fases. Dos sete, classificam-se quatro (apenas em jogos de ida) para as semifinais, decididas em jogos de ida e volta. Os dois primeiros lugares da competição sobem para a Série A em 2018, enquanto o último colocado cai para a Série C do estadual na temporada seguinte.

Rodada de abertura
18/3 - Iguatu x Tianguá
19/3 - Maracanã x Icasa
19/3 - Esporte Limoeiro x Aliança

Aliança
Com pré-temporada de mais de 40 dias, o Aliança é um dos clubes que têm a missão de revelar talentos. O time irá jogar sob o comando do técnico Frank. O objetivo principal pode até passar um pouco longe do acesso, mas se abrir espaço, o Aliança vem para surpreender. Entre os destaques estão os paulistas Marcelo, atacante de 20 anos, e o zagueiro Augustini. A equipe ainda tem a experiência do meia Jackie Chan, ex-Guarasol. 
Aliança (Foto: Aliança/Divulgação)Aliança tem parceria com o Guarany de Sobral para a Série B (Foto: Aliança/Divulgação)

Esporte Limoeiro
O Esporte Limoeiro teve pouco tempo para a pré-temporada. Os Treinos começaram apenas em março. No entanto, a equipe aposta no entrosamento entre os jogadores para ir bem na competição. Sem tantos recursos financeiros, o time é o mesmo da última temporada, quando subiu da Terceirona. O objetivo principal é revelar atletas para o futebol cearense e brasileiro. Com média de idade de 23 anos, o Limoeiro tem como destaques o atacante Gláuber, de 21 anos, o volante Anderson, de 21, e o lateral-esquerdo Serginho. O técnico é o experiente Erandir Chaves.
Floresta
O Floresta vem com objetivos reais de acesso para a Série A do Campeonato Cearense em 2017. O time tem o mesmo elenco que disputou a Copa São Paulo de Futebol Júnior nesta temporada. Apostando nos jogadores que são prata da casa, o Floresta quer surpreender na Série B. Os principais jogadores são o volante Iago e o atacante Gaúcho.
Icasa
A palavra de ordem no Icasa é recomeço. Sob o comando do técnico Roni Araújo, o Verdão do Cariri chega à Série B do Cearense como um dos favoritos ao acesso e ao título. O presidente (e torcedor, como ele mesmo fala) Valdenor Agra garante que o clube chega para roubar a cena. A pré-temporada foi superior a um mês. Entre os destaques, estão o lateral-direito Marcus Vinícius, que estava no acesso à Série B do Brasileiro em 2009, além do atacante Rafael Carioca, que acumula passagens por Ferroviário e Campinense. 
Roni Araújo, técnico do Icasa (Foto: Reprodução/TV Verdes Mares)Roni Araújo é o novo técnico do Icasa (Foto: Reprodução/TV Verdes Mares)


Iguatu
Com uma pré-temporada de mais de um mês, o Iguatu chega forte em busca do acesso à Série A do futebol cearense. Sob o comando do técnico Jorge Pinheiro, a equipe do Iguatu tem reforços importantes e experientes para a competição. Chegaram o meia Elanardo, que estava no Itapipoca, o volante Ribinha, que também estava no Garoto Travesso, além dos atacantes Otacílio Neto e Juranílson.
Maracanã
O Maracanã iniciou a pré-temporada há mais de um mês e meio. Sob o comando do técnico Filinto Holanda, o time vem com um elenco bem mesclado entre juventude e experiência. Chega à Série B com objetivos reais de acesso. O clube ainda planeja esticar o calendário com participações no Sub-20 estadual e na Fares Lopes. Dois dos destaques do time são o meia Ronaldinho, de 29 anos, e o experiente zagueiro Júnior Alves, de 30.
Maracanã, Cearense (Foto: Divulgação/Maracanã)Maracanã quer acesso à Série A do Cearense para 2018 (Foto: Divulgação/Maracanã)
Tianguá
Com dois amistosos na conta em pouco mais de um mês de pré-temporada, o Tianguá chega com objetivos de revelar talentos. Sob o comando do técnico Gil Bala, o time trouxe reforços pontuais do Guarany de Sobral. Entre os destaques estão os experientes volantes Yvo e Bacharel, que estavam no Cacique do Vale. O atacante Lucas, de 19 anos, estava no futebol português e é uma das apostas do Tianguá para balançar as redes dos adversários.
Tianguá (Foto: Tianguá/Divulgação)Tianguá tem como objetivos revelar talentos para o futebol cearense (Foto: Tianguá/Divulgação)

Por Fortaleza, CE