Em dia de clássico, todos os jogos da 10ª e última rodada da primeira fase do Campeonato Paraibano aconteceram na tarde deste domingo. Além da rivalidade, o duelo entre Campinense e Treze, no estádio Amigão, também foi marcado pela disputa entre os líderes dos Grupos A e B. Em casa, a Raposa se deu melhor, venceu por 2 a 0, chegou aos 23 pontos e avançou direto às semifinais como melhor time da competição. O Galo da Borborema, por sua vez, mesmo com a derrota se manteve na liderança do Grupo B, com 14 pontos e também está garantido nas semifinais.
Quem goleou e se deu bem na rodada foi o Botafogo-PB, que recebeu o Atlético Cajazeiras e, mesmo com o susto no primeiro tempo, fez 4 a 1 de virada e terminou a primeira fase em segundo lugar no Grupo A, com 22 pontos, vaga garantida nas quartas de final.
Juninho Potiguar marca o gol da vitória regatiana sobre o CSA
CRB e CSA se enfrentaram na tarde deste domingo (4) pela oitava rodada do Campeonato Alagoano, no Estádio Rei Pelé, em Maceió. Após falha de Mota, Juninho Potiguar marcou o gol da vitória alvirrubra e pôs o Galo na liderança do Estadual e acabou com a invencibilidade azulina na competição.
Líder e, até então, o único invicto do campeonato, um empate ou uma vitória deixaria o azulão com a vantagem pela ponta da tabela na primeira fase da competição. O time do técnico Marcelo Cabo foi melhor no primeiro tempo.
Precisando da vitória para quebrar a sequência de resultados negativos, o time regatiano entrou em campo com uma postura mais defensiva. Porém, o gol de Juninho Potiguar deixou o time mais tranquilo em campo e segurar o resultado positivo.
Na próxima quarta-feira (7), o CRB vai enfrentar o ASA em Arapiraca. Já o CSA vai receber o Coruripe, em Maceió. A rodada irá definir quem terminará a primeira fase na liderança e conseguir a vantagem decidir a semifinal em casa.
JÚNIOR: após implante, metalúrgico deve passar por fisioterapia e cirurgias menores MATEUS DANTAS
A casa do metalúrgico e da costureira, na comunidade Jabuti (entre Fortaleza e Eusébio, Região Metropolitana), ainda está por terminar. Francisco Nogueira Maia Júnior, 37 anos, olha as paredes de tijolo comum com vontade de voltar a trabalhar na construção civil. Escorada em um canto desse olhar saudoso, Antônia Magna Barros Correia, 36 anos, preenche a esperança do companheiro com afirmações de que vai dar tudo certo, se Deus quiser, o pior já passou.
O pior foi no dia 23 de janeiro deste ano, por volta das sete e meia da manhã. Júnior, como é conhecido, iniciava o expediente na máquina de dobrar ferro e, “na primeira peça”, ele conta, “a mão ficou presa entre a máquina e a peça”. Sentiu mais raiva, “pelo descuido”, que dor. O tempo se embaralhou em susto, sonho, pesadelo: “Aquele segundozinho foi o susto. Depois, mais um segundo, um sonho, um pesadelo. Quando olhei ao redor, estavam meus colegas de trabalho. Não, não foi um sonho. Aí, olhei pra mão”. Restava o polegar; os outros quatro dedos da mão esquerda ficaram na máquina, com parte da luva e do pó de ferro.
Levado pelo técnico de segurança do trabalho da empresa, Júnior recebeu os primeiros socorros no Instituto Doutor José Frota (IJF), hospital público que atende a casos de alta complexidade. “Estava chovendo, trânsito fechado. Não lembro a hora que chegamos. Foi de oito e meia pra nove horas”, atravessava o tempo; a mão enfaixada com gaze e os dedos, na luva, transportados em um saco com água e gelo.
A triagem foi rápida, feito a vida que “passava na mente”. Depois, o assombro da moça do raio-X quando desenrolou a gaze. O pensamento do que não poderia mais fazer. A sala de curativos e gente de todo jeito. “Entrei, e o cara (médico) disse: ‘É uma pequena cirurgia’”, reproduz Júnior. Só pontear para fechar a lesão e ir para casa, o médico teria simplificado. O técnico de segurança lhe mostrou os dedos amputados, reconstitui Júnior, mas o médico teria reafirmado: “Não, pode jogar fora, no lixo”.
O técnico colocou o saco com os dedos do metalúrgico no lixo de curativos velhos. Mas foi cuidadoso, observou Júnior, “com jeitinho, pra não derramar a água”, e saiu para telefonar. Enquanto esperava a vez de costurar a mão desfigurada, Júnior se acocorou sem dor, palavra ou pensamento. Sempre carregou, nos ombros, a conformação de uma vida sem recursos. O que lhe dissessem era remédio. “Nesse momento, parece que tem uma anestesia que a pessoa não chega a pensar em nada, quer é se livrar daquilo”, dilui o sentimento.
Mas a história não tem o final comum na sala de curativos do IJF. Quando o técnico de segurança do trabalho voltou, trouxe a pergunta de tentarem o reimplante em outro lugar. A empresa pagaria. Custaria de R$ 50 mil a R$ 100 mil, só existia um médico antigo que fazia, doutor Salustiano, não se sabe dele, contrapôs o plantonista. Assinaram o termo de saída, retiraram os dedos do lixo e começaram uma busca na internet, pelo celular. Era também o começo da tarde.
Contra o tempo, chegaram à equipe dos cirurgiões de mão João Mamede e Valberto Porto e do cirurgião plástico Breno Pessoa – filho do cirurgião plástico Salustiano Pessoa, um dos primeiros a fazer reimplantes, no Ceará, na década de 1980. Uma nova avaliação da mão e dos dedos devolveu a esperança a Júnior, restaura Magna: “O médico olhou e disse: ‘Vou tentar tudo. Já vi situações piores e consegui’”.
O reimplante múltiplo foi realizado no Hospital São Carlos em cerca de 15 horas, do meio da tarde ao amanhecer seguinte. Foi pago pela empresa, informa o metalúrgico: R$ 10 mil, por dedo, mais, pelo menos, R$ 16 mil (custos hospitalares para cada oito horas de cirurgia).
Júnior ficou nove dias internado e, na semana desta entrevista, esperava a liberação para a fisioterapia. Cirurgias menores são previstas e a recuperação deve se prolongar por até um ano. Os médicos avaliam o reimplante múltiplo bem-sucedido e o destacam como o primeiro do tipo no Estado. O paciente poderá voltar ao mercado de trabalho, salvam.
O metalúrgico considera que não terá a força de antes na mão esquerda. A rotina – dele mesmo fazer o café, botar o lixo fora, preparar o churrasquinho para ter uma renda extra – também mudou. Talvez ele próprio não possa terminar a casa, como era de gosto. Mas, ao recuperarem os dedos do lixo e as possibilidades da mão, também salvaram, para Júnior, outras chances, pensamentos e sentimentos. “Nunca tive tempo de estudar, depois que constituí família. Agora, tô vendo isso”, ele inclui nos dias seguintes.
Uma mulher morreu neste domingo (4) eletrocutada, em Juazeiro do Norte, na Região do Cariri do Ceará. Segundo a Perícia Forense do Ceará (Pefoce), Janikele da Silva Santos, de 27 anos, levou um choque em casa, após retirar o aparelho celular da tomada. Ela morreu na hora.
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A Perícia Forense vai investigar a causa da morte, mas a suspeita é de Janikele tenha puxado uma extensão da tomada e sofrido uma descarga elétrica.
Fortaleza e Ceará empataram pelo Cearense (Foto: Pedro Chaves/Fortaleza)
Depois do segundo clássico da temporada, o Cearácontinua com aproveitamento melhor que o Fortaleza, comandado por Rogério Ceni. Neste domingo, as duas equipes empataram em 1 a 1 pela segunda rodada da segunda fase do Campeonato Cearense.
Depois de marcar aos 19 minutos do segundo tempo com Gustagol, a equipe do Fortaleza passou a ter uma postura mais defensiva, dando espaços para a construção de jogadas ofensivas do Ceará, que tinha dificuldades para finalizar na meta de Marcelo Boeck. O gol de empate, aos 45 minutos, saiu depois de um erro defensivo do Leão.
Na próxima rodada, os comandados de Rogério Ceni enfrentam o Uniclinic, enquanto o Ceará pega o Ferroviário animado pelo empate com “gosto” de vitória no clássico.
Um mês depois do primeiro confronto, Ceará e Fortaleza se reencontram hoje, às 19 horas, no Castelão, para o segundo Clássico-Rei do ano. A partida, válida pela 2ª fase do campeonato estadual, tem enredo bem diferente do primeiro embate, quando o Alvinegro buscava quebrar o tabu de mais de dois anos sem vencer o maior rival.
Desta vez é o Fortaleza quem está engasgado na busca por uma vitória. Derrotado no primeiro clássico do ano por 2 a 0, o Tricolor não perdeu mais desde então, emplacando quatro triunfos consecutivos.
O time comandado por Rogério Ceni terminou a etapa inicial do campeonato na liderança e com o artilheiro da competição, mas carimbado com um resultado negativo diante do rival.
O Ceará segue em ótimo momento na temporada, com chances de avançar nas três competições que disputa ao mesmo tempo. Além do Cearense, briga no Nordestão e na Copa do Brasil.
O Alvinegro tem confirmado um desfalque. Pedro Ken, devido à inflamação crônica no quadril, está fora do clássico. Andrigo, que era dúvida para o confronto por conta de dores no tornozelo, deve ir para a partida, assim como Richardson.
Chamusca prevê um embate equilibrado. ““É um jogo aberto, não tem favorito. O adversário está em um momento muito bom, tem uma mecânica de jogo interessante e traz desconforto a qualquer adversário”, analisou.
No Fortaleza, que já fez um jogo na segunda fase - vitória sobre o Iguatu por 2 a 0 - Ceni deve voltar a utilizar a equipe no esquema 4-3-3, após usar três zagueiros. O Leão vai com força máxima.
“Vejo no Ceará um time bem postado, muito qualificado”, elogiou o técnico tricolor.
ROTEIRO DO JOGO
CEARENSE 2018
Fortaleza
4-3-3: Marcelo Boeck; Tinga, Jussani, Ligger e Bruno Melo; Felipe, Igor Henrique e Alan Mineiro; Edinho (Osvaldo), Gustavo e Léo Natel.
Técnico: Rogério Ceni
Ceará
4-2-3-1: Everson; Pio, Valdo, Luiz Otávio e Rafael Carioca; Richardson e Juninho; Andrigo, Ricardinho (Wescley) e Felipe Azevedo; Elton. Técnico:Chamusca
Local: Castelão, Fortaleza-CE
Data: 04/02/2018
Horário: 19 horas
Árbitro: Jailson Macêdo Freitas (BA)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Bruno Raphael Pires (GO)
Nada como uma boa vitória para largar na 2ª fase do Estadual com o pé-direito. É com esse espírito que o Ferroviário entra em campo neste domingo, 4, para enfrentar o Iguatu, às 17 horas, no estádio Morenão, no jogo que marca a estreia da equipe no hexagonal do Campeonato Cearense. De astral renovado, o Ferrão quer virar a página de uma semana complicada para o time, em que o clube acumulou uma derrota por 3x1 para o Fortaleza no Clássico das Cores e amargou um empate em casa por 1x1 com o Vila Nova pela Copa do Brasil. Iguatu x Ferroviário voltam a se enfrentar após dois meses, após estrearem juntos na 1ª fase do Campeonato. Na ocasião, empate em 1x1 no Morenão. Elanardo marcou para o Ferrão. Elanardo empatou. Os dois gols foram marcados de pênalti.
Para o duelo, o técnico Ademir Fonseca será obrigado a mexer na equipe no setor de equipe. O treinador tem os desfalques de Mota e Valdo Bacabal, que foram expulsos no jogo passado pelo Estadual e precisam cumprir suspensão automática. A dupla de frente deve ser formada por Andrei e Luís Soares, que deve recuperar vaga no time, após se recuperar de lesão no tornozelo. Ao longo do jogo, o treinador também tem a possibilidade de promover as estreias de dois recém-chegados: o zagueiro Cristiano e o atacante Jean Melo.
Se para o Ferroviário o jogo deste domingo tem caráter de estreia, o mesmo não pode ser dito do Iguatu. A equipe do Centro-Sul já fez seu 1º jogo pela fase do Estadual. E acabou derrotada por 2x0 para o Fortaleza, na última quinta-feira. Em busca de reabilitação no Campeonato, o técnico Roberto Carlos conta com força máxima e espera contar com a força da torcida e no fator casa. O Azulão está em invicto em seus domínios no Estadual: em cinco jogos, foram três vitórias e dois empates no estádio Morenão.
FICHA TÉCNICA
Iguatu x Ferroviário
Data: 04/03/2018
Local: estádio Morenão, em Iguatu
Horário: 17h (horário cearense)
Árbitro: Carlos Custódio
Assistentes: Mardônio Ribeiro e Roberto Menezes
IGUATU: Gleibson; Andrezinho, Marciano, Albano e Elvis; Michel, Dedê, Elanardo e Caio; Testinha e Otacílio Marcos. Técnico: Roberto Carlos
FERROVIÁRIO: Bruno Colaço; Amaral, Túlio, Erandir e Sávio; Liniker, Mazinho e Janeudo; Valdeci, Luís Soares e Andrei. Técnico: Ademir Fonseca.
Você sabia que as empresas de ônibus que têm coletivos circulando lotados estão sujeitas a multas? Assim como carros particulares ou de aluguel, transportes públicos são submetidos às mesmas legislações, ficando a cargo da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) fiscalizar e garantir que as leis sejam aplicadas.
Passageiros podem denunciar irregularidades ao órgão municipal que gerencia o setor, mas as queixas normalmente não provocam mudançasimediatas no sistema. As informações dos usuários são usadas sobretudo para o monitoramento das linhas mais sobrecarregadas. A partir disso, segundo o Município, são pensadas alternativas a médio e longo prazo. Apesar de ter veículos circulando com quantidade de passageiros acima da capacidade nas ruas da Cidade, a Prefeitura reconhece que as multas não são aplicadas.
O que diz a lei
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), no artigo 24, determina às cidades a responsabilidade de fiscalizar, autuar e aplicar penalidades e medidas administrativas contra infrações por excesso de peso, dimensões e lotação dos veículos. Na Capital, a Etufor considera o número de pessoas por metro quadrado como medida padrão.
Para os ônibus convencionais, além dos passageiros sentados, são permitidas até seis pessoas por metro quadrado em pé. Em micro-ônibus, o valor cai para quatro. Como o tamanho dos veículos varia, a quantidade máxima de usuários permitida em cada um é sinalizada em adesivos colados no interior dos coletivos.
(Foto: Aurélio Alves - Especial para O POVO)
Em caso de desrespeito, o artigo 231, no inciso 7º, define que transitar com lotação excedente é considerado infração média, com penalidade de multa no valor de R$ 130,16, além de quatro pontos na carteira do condutor. Como medida administrativa, o veículo é retido.
“Esse limite (de passageiros) não pode ser ultrapassado. É pela própria segurança dos passageiros. E o fiscal da Etufor verifica isso. Nos terminais, se um ônibus lota, ele não sai. O fiscal tira algumas pessoas até que chegue o próximo”, explica Wladimir Stênio, presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Viário de Fortaleza e Região Metropolitana (Sindviários).
Pouco fiscal para muito ônibus
Contudo, segundo ele, os 118 fiscais atuando na Capital são insuficientes para cobrir toda a rede de transporte, e as ruas ficam desassistidas da inspeção. Cerca de 60 servidores são espalhados entre os sete terminais de integração da Cidade. Os outros ficam concentrados na sede da Etufor para: atendimento aos estudantes, planejamento do sistema de coletivos e assistência a usuários de outros meios de transporte. “O fiscal tem poder de parar o veículo e fazer a contagem de passageiros. Isso fazíamos muito há um tempo, quando tínhamos gente suficiente”, criticou Stênio.
(Foto: Aurélio Alves - Especial para O POVO)
Conforme Sá Junior, gerente de planejamento do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus), mesmo que um coletivo esteja lotado, os motoristas são obrigados a parar, atendendo ao Regulamento de Transporte, lei 7.163, de 30 de junho de 1992. “A decisão de embarcar ou não no coletivo é sempre do usuário”, afirma.
(Foto: Aurélio Alves - Especial para O POVO)
Prefeitura monitora lotação
Segundo Antônio Ferreira, vice-presidente da Etufor, o órgão analisa diariamente a oferta de demanda de passageiros por meio de amostras visuais colhidas nos corredores de ônibus pelos fiscais. Ele explicou que as ações não têm caráter punitivo. “O dimensionamento de um sistema é feito dentro da capacidade de um projeto, não é para operar com lotação. A lotação ocorre pela não priorização e por alguns problemas de intervenção no sistema viário, por isso não punimos”, justifica.
Ele defende que o problema é recorrente em grandes centros urbanos e, em Fortaleza, não é diferente. “O sistema de transporte possui variáveis que fazem o ônibus atrasar, o que pode gerar um número maior de passageiros na parada e fazer com que essa capacidade de projeto, dimensionada dentro da norma, seja ultrapassada”, explicou.
Problema ocorre e pode ser denunciado
De acordo com o vice-presidente da Etufor, ações como a implantação de corredores exclusivos para ônibus reduzem o impacto dessas variáveis. No entanto, Ferreira reconhece que o problema ainda ocorre na Capital, mesmo com os mais de 100 km de corredores implantados pela atual gestão municipal do prefeito Roberto Cláudio (PDT).
Ele ressaltou a importância de a população denunciar as linhas lotadaspara que a Prefeitura possa reforçar o monitoramento e planejar medidas para desafogar os coletivos. “Já temos um planejamento de avaliar diariamente as linhas, mas, para aquela que o usuário está ligando, vamos olhar com mais critério”, garantiu.
Vai começar a segunda fase do Campeonato Cearense. A pontuação zerou e os seis melhores passam a disputar apenas duas vagas para as semifinais do estadual. O primeiro jogo será entre Fortaleza e Iguatu, nesta quinta-feira (1°), a partir das 21h15, na Arena Castelão.
O Leão do Pici foi o líder da primeira fase. Com 21 pontos, distribuídos em sete vitórias e duas derrotas na competição, o Tricolor deve ir completo, com força máxima, para o duelo desta quinta-feira. Depoisd e poupar jogadores contra o Ferroviário, Rogério Ceni deve montar um time bem ofensivo, com Alan Mineiro novamente como titular. A expectativa fica pela presença do atacante Osvaldo entre os relacionados.
O Iguatu surpreendeu muitos e encerrou a primeira fase na terceira posição, atrás apenas de Fortaleza e Ceará. Há cinco jogos sem perder, o Iguatu teve a defesa menos vazada da competição até agora, sofrendo apens oito gols. O Leão, por exemplo, sofreu nove. Méritos para o comandante Roberto Carlos, que irá brigar de igual para igual com as demais equipes nesta segunda etapa do Cearense.
Provável Fortaleza: Marcelo Boeck, Tinga, Jussani, Ligger, Bruno Melo; Anderson Uchôa, Pablo, Alan Mineiro, Leo Natel, Edinho e Gustavo
Provável Iguatu: Gleibson, André Luiz, Luiz Fernando, Albano, Elves; Michel, Dedé, Elanardo; Otacílio Marcos, Paulinho e Ivan
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), afirmou nesta quinta-feira, 1, que o dinheiro para implementação do sistema integrado de segurança pública "já existe". "Temos vários serviços de inteligência no Brasil dos quais não se fala, então o dinheiro já existe", declarou. Segundo Eunício, a proibição do contingenciamento dos recursos do Fundo Penitenciário, aprovada pelo Senado esta semana, garantirá os recursos necessários.
Eunício apresentou nesta quinta um esboço da proposta para o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. Segundo ele, o projeto faz parte da pauta de segurança pública do Congresso e deve ser aprovado nas duas Casas até o dia 20 de março. A tramitação deve começar na Câmara em regime de urgência. "É uma decisão do governo federal e pautada pelo Congresso", destacou.
O presidente do Senado disse ainda que a Comissão Geral que vai debater o tema na próxima terça-feira, 6, no plenário da Casa, também vai debater a matéria sobre o sistema unificado. Na reunião promovida pelo Senado, devem estar presentes o ministro Raul Jungmann e o novo diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro. Jungmann garantiu que estará presente. Os governadores também serão chamados para sugestões, de acordo com o emedebista.
Aprovação
Após se reunir com Eunício, Jungmann defendeu publicamente a aprovação do projeto que cria um sistema federal unificado da segurança pública no Congresso. "Essa será uma grande conquista. Nós temos, ainda que com problemas, a universalização da saúde e do ensino fundamental, mas nada parecido com a área da segurança. Hoje, nossa grande tarefa é universalizar direito à segurança e esse projeto é a base, é o fundamento para erguer esse desejo, essa necessidade que têm os brasileiros de não conviver com o medo", declarou o ministro.
Jungmann disse que foi ao Senado nesta quinta para agradecer a aprovação do projeto que proíbe o contingenciamento dos recursos do fundo penitenciário nacional (Funpen). "Vim agradecer o presidente do Senado pela votação do projeto de lei que proíbe bloqueio de recursos para segurança. Não é possível universalizar direito à segurança sem aporte orçamentário. Sem contingenciamento de verba é possível ter equipamentos compatíveis com a necessidade", afirmou.
Jogo foi marcado por equilíbrio, com cada time mandando um tempo da partida. Foto: Julio Caesar/O POVO
Foi um jogo de dois tempos. Em noite em que as equipes dominaram as ações em cada período da partida, Ferroviário e Vila Nova empataram em 1x1, na noite desta quarta-feira (28), no estádio Presidente Vargas. Um resultado que frustrou as pretensões do Ferrão, que sonhava fazer o dever de casa e largar com vantagem para decidir com tranquilidade na casa do adversário. Agora, o time coral precisa vencer o jogo de volta, marcado para o dia 15 de março, as 20h30min, no estádio Serra Dourada, em Goiânia, para conquistar a classificação. Empate com ou sem gols leva a disputa da vaga para os pênaltis.
A torcida coral fez festa no intervalo e saudou as novas contratações da equipe, que foram apresentadas pela diretoria: o zagueiro Cristiano (ex-CSA) e os atacantes Jean Melo (ex-Angra dos Reis-RJ) e Juninho Quixadá (que estava no futebol da Bulgária).
Partida foi marcada por muita entrega coletiva e intensidade dos dois lados. Foto: Joca Madruga/AE
O Ceará teve uma ótima chance de construir vantagem na 3ª fase da Copa do Brasil, no primeiro jogo contra o Atlético-PR. Não fosse a grande quantidade de finalizações desperdiçadas, o Vovô poderia ter saído vitorioso no duelo na Arena da Baixada, que terminou em 0 a 0, na noite desta quarta-feira, 28.
Ao todo, foram 28 finalizações do Ceará nos 90 minutos, sendo 21 delas erradas. Com o empate, o time do técnico Marcelo Chamusca precisa vencer o jogo da volta, que será no dia 15 de março (quinta-feira), no Castelão, para avançar às oitavas de final.
Antes, o Ceará voltará a campo no próximo domingo, 4, para o Clássico-Rei contra o Fortaleza, às 19 horas, no Castelão.
A saga do Ferroviário na Copa do Brasil ganha mais um capítulo hoje. O time coral entra em campo às 20h30min para enfrentar o Vila Nova-GO, no estádio Presidente Vargas, no jogo de ida da 3ª fase da competição.
Após fazer história com a épica classificação conquistada sobre o Sport (quando perdia por 3x0 até os 30 minutos do 2º tempo, conseguiu o empate nos minutos finais e derrotou os pernambucanos na disputa em cobranças de pênaltis), o time coral conta agora com o apoio de sua torcida para obter um bom resultado em casa para ter tranquilidade para decidir a vaga fora, em Goiânia. O jogo de volta está marcado para o dia 15 de março, às 20h30min, no estádio Serra Dourada.
De ressaca curada após a derrota por 3x1 para o Fortaleza, no último domingo, resultado que quebrou a série invicta do técnico Ademir Fonseca no clube, o Ferrão conta com força máxima para a partida.
Diante disso, o treinador cogita manter a mesma equipe que iniciou o Clássico das Cores. Uma possibilidade de mudança é a entrada de Valdeci, ocupando a vaga de Mota ou Andrei. Quem fica à disposição do treinador e pode pintar como surpresa na equipe é o atacante Luís Soares, que foi baixa nos últimos jogos, em virtude de uma lesão no tornozelo. Recuperado, ele espera reaver o seu posto de titular e dar sequência ao bom início de temporada em que se firmou, ao lado de Valdo Bacabal, como um dos goleadores da equipe.
“Todo atleta quer estar ali ajudando os seus companheiros. Principalmente eu, que vinha tendo uma sequência boa de jogos. Infelizmente, me machuquei, mas procurei me recuperar o mais rápido possível. Espero agora voltar ao time”, declarou o atacante.
No time goiano, o técnico Hemerson Maria, de passagem recente pelo Fortaleza, terá time completo. Em relação ao último jogo da equipe, a novidade fica por conta do atacante Reis, que foi desfalque no jogo do fim de semana pelo Estadual, cumprindo suspensão automática.
No começo, o atleta deve ficar como opção no banco, já que a dúvida no ataque é quanto à escalação de Keké ou Vinícius Leite. Na defesa, o treinador poderá contar com a volta do lateral-direito Maguinho, que se recuperou de uma virose.
Para Ferroviário e Vila Nova, a classificação para a 4ª fase da Copa do Brasil significa uma injeção de recursos considerável, com a conquista de R$ 1,8 milhão de cota de premiação. Até aqui, o Ferrão já faturou R$ 2,5 milhões no torneio.
Já para o torcedor coral, um atrativo para acompanhar o jogo de hoje é o preço do ingresso, que tem valor convidativo. Para acompanhar o jogo da arquibancada do PV, o torcedor paga apenas R$ 20 pela inteira e R$ 10 pela meia-entrada.
ROTEIRO
COPA DO BRASIL
Ferroviário
3-4-3: Bruno Colaço; Túlio, Jean e Erandir; Amaral, Mazinho, Janeudo e Sávio; Mota (Valdeci), Valdo Bacabal e Andrei (Luís Soares). Técnico: Ademir Fonseca
Vila Nova
3-5-2:Mateus Pasinato; Maguinho, Brunão, Diego Giaretta e Gastón; Geovane, Heitor e Reis; Mateus Anderson, Ramon e Keké (Vinícius Leite). Técnico: Hemerson Maria
Data - 28/02/2018
Local - Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza
Horário - 20h30min
Árbitro - Pathrice Wallace Corrêa Maia - RJ (CBF)
Assistentes - Michael Correia-RJ e Thiago Henrique Neto Correa Farinha-RJ
Ingressos - R$ 20 (arquibancada) Por Bruno Balacó Com informações do Jornal O Povo
Quem viaja com frequência sabe que, além do passaporte e dos cartões, uma das coisas a colocar na mala é um chamativo adaptador de tomadas. O perfil The Earth, que compartilha curiosidades sobre o planeta Terra com seus seguidores no Facebook, publicou em 20 de fevereiro uma imagem com quase todos os tipos de tomada existentes no mundo. Por que não se adota um padrão universal?
Existem 15 tipos de tomadas no planeta, segundo a Comissão Electrotécnica Internacional (IEC, na sigla em inglês). Também existem diferentes frequências e voltagens que às vezes causam problemas quando se quer usar aparelhos elétricos no exterior.
A Wikipedia lista todas essas variantes por países e há confusão suficiente para todos. A Espanha adota os tipos C e F, mas o Brasil, onde uma mudança recente de padrão, em 2011, provocou a ira da população, adota agora o tipo N, enquanto no México são usados A e B. O post do The Earth acumula cerca de 2.000 reações e teve mais de 1.400 compartilhamentos. A imagem já aparecia em uma publicação do Imgur em 2011.
Uma das razões pelas quais diferentes regiões do mundo conceberam formas distintas de tomada está no fato de ser uma invenção própria de um mundo pré-globalização.
Pablo Mayor de Bergia, da Associação Espanhola de Normatização (UNE) explica ao EL PAÍS que um dos primeiros conceitos oficiais que se tem sobre a tomada é o criado por Harvey Hubbell. Chamava-se Separable Attachment Plug (plugue de ligação separável) e foi patenteada em 1904.
“A IEC foi fundada em 1906 para proporcionar apoio científico e estimular o desenvolvimento e a comercialização dos equipamentos elétricos. Durante os primeiros anos, a IEC teve como prioridade padronizar a nomenclatura e os símbolos desses equipamentos, mas não as tomadas”, conta o especialista.
Os engenheiros só puderam se ocupar da universalização das tomadas após o fim da Segunda Guerra Mundial, quando os países já tinham a maior parte de sua infraestrutura criada. “Desde o início do século até 1947 são mais de 40 anos nos quais esse tipo de produto foi desenvolvido sem qualquer padronização. Por interesses comerciais, a maioria das empresas optou por atender a seus mercados domésticos, o que levou à existência de tantos tipos de tomada”, explica ele.
Costuma-se dizer que os modelos de tomada com três pinos são mais seguros que os de dois, mas Mayor de Bergia desmente a ideia: “Nesse tipo de produto, a segurança vem em primeiro lugar. Independentemente da tipologia adotada, todo pino e toda base deve passar por testes em conformidade com a norma correspondente para cumprir requisitos de segurança.”
O porta-voz da UNE confirma que houve esforços para criar uma tomada universal, mas acha pouco provável que isso aconteça em um futuro próximo. “Foram instaladas, literalmente, centenas de milhões de tomadas. Quem poderia convencer um país a investir agora para para mudar toda a sua infraestrutura?”, diz por e-mail.
Tomada com USB incorporado
Em lojas digitais como o eBay já são vendidas tomadas que incluem uma entrada USB. É a solução? “É uma das possibilidades existentes e uma boa opção para todos os consumidores, já que a maioria dos aparelhos eletrônicos que utilizamos funciona com USB. Mas, por enquanto, é só uma possibilidade. É preciso resolver dificuldades técnicas como, por exemplo, unificar a potência que um USB é capaz de fornecer com a tensão das tomadas”, responde Pablo Mayor de Bergia.
Outras alternativas a essa situação são os mecanismos de carga sem fio ou um modelo múltiplo que possa acomodar muitas tomadas diferentes, mas “todas estas soluções precisam ser acompanhadas de um desenvolvimento normativo que garanta uma utilização segura para o usuário final”, observa o especialista.
O Leão Azul já tem seu novo comandante para a temporada 2018, é o treinador Givanildo Oliveira, de 69 anos. O pernambucano é um dos técnicos mais vitoriosos do futebol brasileiro, e chega para sua 5ª passagem pelo Leão Azul.
O rei do acesso, como é conhecido, acumula campanhas de sucessos por diversas equipes do futebol brasileiro. Ao longo de sua carreira, o profissional tem seis acessos em Campeonatos Brasileiros, sendo cinco para Série A e um para Série B.
Pelo Remo, Givanildo foi o comandante da equipe azulina no título paraense de 1993, o primeiro da sequência histórica do Clube de cinco títulos em sequência.
O comandante tem o perfil desejado pela Diretoria de Futebol do Leão, pois conhece como poucos as características do futebol paraense e tem histórico vitorioso em clubes de massa.
O Clube do Remo deseja toda sorte ao seu novo treinador, e espera que juntos conquistem o Campeonato Paraense de 2018 e o principal objetivo do Leão na temporada, que é o sonhado acesso para Série B.