6 de dezembro de 2018

Morre o empresário cearense José Dias de Macêdo, fundador do Grupo J. Macêdo

O empresário José Dias de Macêdo faleceu na manhã desta quinta-feira (6), às 4h30. Natural de Camocim, ele morreu em casa, aos 99 anos. O cearense fundou o Grupo J. Macêdo, que possui 79 anos de história.
A empresa começou como uma representação comercial em Fortaleza. O primeiro moinho, o Fortaleza, foi inaugurado após 13 anos de atuação, em 1952.
Macêdo deixa oito filhos. Amarílio, Roberto e Maria seguiram com os negócios do pai. O velório terá início às 12h, com Missa de Corpo Presente às 15h ,na igreja do Cristo Rei, na Aldeota . O sepultamento acontece às 16h, no Cemitério São João Batista.
Trajetória
O fundador do Grupo J.Macêdo nasceu na cidade de Camocim, no interior do Ceará. Durante 64 anos foi casado com Maria Proença de Macêdo (1922–2006). Formou-se em Economia pela Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Ceará, em 1945. No dia 9 de setembro de 1939 fundou o Grupo J.Macêdo.
O gestor foi um ícone de uma geração empresarial no Ceará e no Nordeste. Ele foi responsável por fundar o primeiro moinho de trigo, o primeiro frigorífico industrial e a primeira cervejaria do Estado. Além da fábrica de transformadores e pneus do Nordeste.
Foi deputado federal por três legislaturas (1959 a 1971) e suplente de senador da República, com dois mandatos (1971 a 1987), tendo assumido a cadeira de titular na última legislatura
O Grupo J. Macêdo atua nos mercados de alimentos e tintas. A J.Macêdo S/A lidera os segmentos de farinha de trigo doméstica e misturas para bolo, e é a segunda empresa nacional de massas alimentícias, com as marcas Dona Benta, Petybon, Sol, Boa Sorte e Brandini.
A Hidracor, fabricante de tintas imobiliárias, destaca-se por sua forte atuação nas regiões Norte e Nordeste do país.

Com informações da Tribuna do Ceará

4 de dezembro de 2018

Rei do Acesso - Flávio Araújo está de volta ao Sampaio Corrêa.

Flávio Araújo está de volta ao Sampaio Corrêa. A confirmação foi feita no início da tarde desta terça-feira pelo presidente Sergio Frota, que trabalha intensamente no planejamento visando a temporada de 2019.
“Dentre os treinadores que estava tratando, o Flávio era o meu preferido. Pela sua história vitoriosa no clube, experiência e capacidade de montar equipes competitivas. Foi o primeiro passo para montarmos um grupo forte e disputarmos todas as competições no próximo ano sempre brigando por títulos”, declarou o presidente boliviano.
Ao lado da sua comissão técnica, Flávio Araújo desembarca em São Luís no fim de semana, já para iniciar os trabalhos da pré-temporada com os jogadores contratados, além dos remanescentes do grupo atual. A lista com os nomes será divulgada em coletiva com o presidente, nos próximos dias.
Flávio Araújo conquistou com o Sampaio Corrêa um bicampeonato maranhense, o título invicto do Campeonato Brasileiro da Série D, em 2012, além de dois acessos consecutivos.
Com informações do sampaiocorreafc.com

CNE aprova nova base nacional curricular para o ensino médio

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O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou hoje (4) a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino médio. O documento define o conteúdo mínimo que será ensinado em todas as escolas do país, no ensino médio, públicas e privadas.
Na prática, a BNCC deverá ser implementada até 2020. “A grande diferença do ensino médio a partir de agora é uma mudança, um ensino médio que não é mais o mesmo ensino médio para todo mundo. Ele precisa trabalhar com diferenças que existem do ponto de vista regional e até individual do próprio estudante”, diz o presidente da comissão da BNCC no CNE, Eduardo Deschamps.
A partir da BNCC, os estados, as redes públicas de ensino e as escolas privadas deverão elaborar os currículos que serão de fato implementados nas salas de aula. Para isso, terão dois anos.  
A BNCC tem como norte o novo ensino médio, aprovado em lei em 2017, que entre outras medidas, determina que os estudantes tenham, nessa etapa de ensino, uma parte do currículo comum e outra direcionada a um itinerário formativo, escolhida pelo próprio aluno, cuja ênfase poderá ser em linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ensino técnico.
“Vemos esse processo como um ganho para a educação brasileira”, diz a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Kátia Smole. Segundo ela,  governo se preparou para apoiar os sistemas de ensino e as redes estaduais no processo de implementação da BNCC. “Vamos seguir acompanhando enquanto estivermos aqui”, enfatiza.

Discussão

O documento foi aprovado hoje por 18 votos favoráveis e duas abstenções: do ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), professor Chico Soares e da conselheira Aurina Santana.
A BNCC começou a ser discutida no governo de Dilma Rousseff e, após o impeachment, o documento foi modificado pelo governo de Michel Temer, o que gerou uma série de protestos. As sessões de discussão do documento no CNE têm sido conturbadas. Duas das cinco audiências públicas, em São Paulo e em Belém, foram canceladas.
Ontem (3), Chico Soares, que era relator do documento, deixou a relatoria. O Conselheiro Joaquim Soares Neto assumiu no lugar dele. “Sou completamente favorável a que haja uma Base que especifique os direitos do país, no entanto, nesse momento, estamos deixando de fora uma estrutura, para mim essencial”, disse Soares, que foi um dos únicos que se absteve na votação hoje. O conselheiro explica que a BNCC traz uma nova proposta de educação que não é mais estruturada em disciplinas, como é hoje.
Isso, segundo ele, encontrará várias barreiras para ser implementado, incluindo a alocação de professores. A BNCC não contempla os itinerários formativos que poderão ser escolhidos pelos estudantes. Nessa etapa da formação, a questão das disciplinas terá dificuldade maior de implementação, na avaliação de Soares.
Presente na reunião de hoje, a secretária-executiva do Movimento pela Base Nacional Comum Curricular, Alice Ribeiro, disse que houve avanços importantes comparando o documento da BNCC apresentado em abril e o documento final. Segundo ela, as redes de ensino passarão a contar com “a faca e o queijo na mão”, para implementar o novo ensino médio.

Implementação

Após revisão, a BNCC será encaminhada ao MEC e já tem data prevista para ser homologada, no dia 14 de dezembro. Junto com a homologação, segundo Kátia, o MEC apresentará os referenciais para que servirão de norte para as redes de ensino implementarem os itinerários formativos.
Os estados, que detêm a maior parte das matrículas do ensino médio, terão um ano para fazer o cronograma da implementação da BNCC e um ano para implementá-la, ou seja, o documento deverá chegar na prática, nas escolas, até 2020. Após a implementação, o documento será revisto em três anos, em 2023.
Ainda terão que ser adequados ao novo ensino médio, os livros didáticos, a formação de professores e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Por Mariana Tokarnia 
Com informações da Agência Brasil

Moro anuncia secretários para Ministério da Justiça

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Confirmado para o Ministério da Justiça e Segurança do governo Jair Bolsonaro, Sergio Moro anunciou hoje (4) mais dois nomes para a pasta. O secretário-executivo será Luiz Pontel, delegado da Polícia Federal, e o novo secretário Nacional de Segurança Pública vai ser o general da reserva Guilherme Teophilo.

Moro afirmou ainda que o general Teophilo irá reestruturar, restaurar a autonomia da Secretaria Nacional de Segurança Pública e aperfeiçoar os padrões de segurança. Ele elogiou o futuro secretário "Mais do que um homem de ação, eu queria um homem de gestão. Fiquei impressionado positivamente com o trabalho[de Teophilo] no Rio de Janeiro”, disse.
Guilherme Theophilo foi candidato ao governo do Ceará pelo PSDB. Formado em processamento de dados, está na reserva desde março. No Exército, foi instrutor da Academia Militar das Agulhas Negras e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército.
Também foi observador Militar das Nações Unidas na América Central e Comandante do 10º Grupo de Artilharia de Campanha, em Fortaleza; Assistente do Ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e Comandante de Logística do Exército em Brasília.

Secretaria executiva

Pontel é atualmente secretário Nacional de Justiça do Ministério da Justiça, mas tem larga experiência na Polícia Federal. Ele integrou a equipe que investigou o Banestado e atuou na prisão do doleiro Alberto Youssef, um dos principais personagens também das apurações da Operação Lava Jato.
O delegado da Polícia Federal foi adido na Embaixada do Brasil em Lisboa, de 2011 a 2013, e assessorou a Secretaria de Acompanhamento e Articulação Institucional do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (SAAI/GSI), até fevereiro de 2015.
Por Carolina Gonçalves 
Com informações da Agência Brasil

Placa do Mercosul entrará em vigor em dezembro, mas Contran dá prazos diferentes para cada estado

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Primeiras placas do padrão Mercosul foram instaladas no Rio de Janeiro — Foto: Ministério das Cidades

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) anunciou, que as placas padrão Mercosul para veículos começarão a valer agora em dezembro, mas não a partir do dia 1º, como dizia o prazo anterior. Agora, cada estado terá um prazo especifico.

O Rio de Janeiro é o único estado que já estava emplacando, por isso passa a ter a obrigatoriedade de usar o novo padrão a partir desta segunda-feira (3). São Paulo, dono da maior frota do Brasil, deverá começar com as placas do Mercosul somente no último dia do ano.

Veja os prazos para cada estado e o DF:

Rio de Janeiro - até 3 dezembro
Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Pernambuco e Rondônia - até 10 de dezembro
Bahia, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul - até 17 de dezembro
Acre, Alagoas, Maranhão, Paraná e Piauí - até 24 de dezembro
Amapá, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Geras, Pará, Paraíba, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins - 31 de dezembro

Quem precisa trocar

O novo padrão só precisa ser adotado para o primeiro emplacamento e, para quem tiver a placa antiga, no caso da troca de município ou propriedade.
'Novela'
Este é a quarta mudança no cronograma de adoção da placa do Mercosul no Brasil. O padrão já é usado na Argentina e no Uruguai.

Ela foi anunciada em 2014, deveria ter entrado em vigor por aqui em janeiro de 2016, foi adiada para 2017 e depois por tempo indeterminado.

Uma disputa judicial chegou a interromper a obrigatoriedade, mas o governo recorreu e retomou os emplacamentos.

Os últimos capítulos envolveram uma autorização para a redução do tamanho caso as placas não se encaixem nos locais determinados nos veículos e a retirada dos símbolos de identificação de estado e município.

Com informações do G1 

PARABÉNS, AZULÃO! 29 ANOS DE TRADIÇÃO!

 Um clube já predestinado para a glória!!! Como descreve a estrofe do hino, surgia há 29 anos a Associação Desportiva São Caetano, clube que teve ascensão meteórica tanto no futebol brasileiro quanto no coração de seus admiradores.

Fundado em 1989, por aqueles que desejavam resgatar a identidade da cidade de São Caetano do Sul com o futebol, o Azulão não demorou em cumprir essa missão.

No dia 18 de março de 1990, Taloni fez o primeiro gol azulino no empate em 1 a 1, diante do Comercial de Registro. Já no ano seguinte veio o primeiro título, com o troféu levantado na terceira divisão paulista.

Em 1992 mais um grande feito para o Pequeno Gigante: o acesso à elite do futebol de São Paulo, garantido após empate em 2 a 2 frente ao Taquaritinga.

Dois acessos

O Azulão vivenciou em 1998 temporada vitoriosa com dois grandes marcos em sua curta, porém, rica história:  o título da Série A-3 e o acesso na terceira divisão do Campeonato Brasileiro.
As principais surpresas, no entanto, ficaram reservadas para a sequência da trajetória azulina.

Período vitorioso

Em 2000, com gols de Túlio Maravilha e companhia, o São Caetano estava de volta à elite paulista após conquistar a Série A-2. Dando continuidade ao período vitorioso, o até então desconhecido time do ABC ganhou grande destaque durante a Copa João Havelange, que era o Campeonato Brasileiro da época.

Sem tomar conhecimento dos adversários, o Azulão eliminou equipes tradicionais como Fluminense, Palmeiras e Grêmio. Sendo derrotado apenas na decisão pelo Vasco.Os anos seguintes reservaram novas surpresas ao Pequeno Gigante, que disputou a final do Brasileirão novamente em 2001, dessa vez contra o Atlético Paranaense.

Em âmbito internacional o auge aconteceu na temporada de 2002. O time do ABC, que duelou pelo título com o Olímpia (Paraguai), se tornou um dos clubes mais jovens a disputar a final da Libertadores naquela temporada.

Admirado por muitos, o Azulão venceu o seu principal título em 2004. Sob o comando de Muricy Ramalho, o Pequeno Gigante conquistou o Campeonato Paulista e pôde, enfim, comemorar a primeira conquista na elite.

Presente

Após garantir presença na primeira divisão do Estadual com o troféu de campeão na Série A-2 em 2017, o São Caetano teve desempenho de destaque no Paulistão passado. Classificado ao mata-mata da disputa, o time azulino obteve também vaga na próxima edição da Série D do Campeonato Brasileiro.

Com participação assegurada em importantes competições, o Azulão agora busca retomar aos tempos de glória.

Assessoria de imprensa | Fabrício Cortinove
comunicacao@adsaocaetano.com.br

3 de dezembro de 2018

Ceará empata sem gols contra o Vasco e encerra participação no Brasileirão 2018

Foto: Fernando Ferreira/cearasc.com
O Ceará finalizou, nesse domingo, 02/12, a participação no Campeonato Brasileiro 2018. Na Arena Castelão, empate em 0 a 0 contra o Vasco. O Vozão encerra a temporada com o bicampeonato estadual e vaga assegurada na Série A de 2019. Na Copa do Nordeste, o Alvinegro foi um dos semifinalistas. 


O confronto contra os cariocas marcou a última partida do Arthur com a camisa do Vovô em 2018. Cria da base alvinegra, o atacante de 20 anos fez 84 jogos pelo Ceará e marcou 30 gols, sendo peça fundamental na campanha da Série B de 2017 e do bicampeonato estadual nesta temporada. 

A pré-temporada do Vovô inicia em 03 de janeiro (quinta-feira). O time volta a campo já no dia 16/01 (quarta-feira), na estreia da Copa do Nordeste 2018, diante do Sampaio Corrêa, no Castelão. No Cearense, o Vovô vai em busca do 46º título. 

Com informações do cearasc.com

Governadores do Norte e Nordeste vêm a Brasília para garantir verbas

Congresso Nacional
Governadores do Norte e Nordeste irão ao Congresso Nacional acompanhar votações sobre securitização da dívida ativa e a regulação da cessão onerosa de gás e petróleo    (Valter Campanato/Agência Brasil)
Os governadores do Norte e Nordeste desembarcarão amanhã (4), em Brasília, para acompanhar de perto as votações sobre securitização da dívida ativa e a regulação da cessão onerosa de gás e petróleo.
Eles também pretendem ter uma reunião com o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), para conversar sobre os fundos partidários dos estados e municípios.
Antes, às 10h, os governadores se reunirão, na representação do Ceará, na capital federal. A informação foi confirmada, via assessoria do governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que é o coordenador do grupo do Nordeste. Todos os temas se referem à partilha de recursos da União com estados e municípios.
"A União precisa parar com esta concentração permanente de receita e quebra do pacto federativo. Na última semana foram aprovadas urgências e avançamos nos entendimentos e agora vamos cuidar de, por acordo, viabilizar a votação. Se a União precisa de receitas, imagine quem está lá na ponta cuidando das demandas do povo", disse Wellington Dias, em nota divulgada pela assessoria.

Projetos

Na Câmara, eles vão acompanhar a votação do Projeto de Lei Complementar (PLP 459) que trata da securitização da dívida ativa.
O texto autoriza a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios a cederem, com ônus, os direitos originados de créditos tributários e não tributários, inclusive inscritos em dívida ativa.
No comunicado, a assessoria do governador do Piauí informa que o projeto “estabelece uma forma moderna de combater a sonegação e gera receitas para déficit da previdência e investimentos”. Segundo o texto, o projeto conta com interesse dos estados, municípios e a União.

Gás e petróleo

Outro tema que interessa aos governadores é Projeto de Lei Complementar (PLP 10.985) que trata da regulação da cessão onerosa de gás e petróleo.
A cessão onerosa trata de um contrato firmado em 2010, em que o governo cedeu uma parte da área do pré-sal para a Petrobras, que teve o direito de explorar 5 bilhões de barris de petróleo. Com a descoberta de volume maior de petróleo na área, o governo irá vender o excedente da área.
No Senado, a prioridade dos governadores é acompanhar a votação do projeto que trata do bônus de assinatura, complemento da cessão onerosa de gás e petróleo. O objetivo é a participação dos estados e municípios na receita com pagamento do bônus de assinatura após os leilões.
"São projetos maduros e governadores, de diferentes partidos e regiões do país, e prefeitos, unidos, queremos apenas que seja cumprida a regra da Constituição Federal de partilha destas receitas", informa o comunicado, divulgado pela assessoria do governador do Piauí.

Supremo

Os governadores também deverão se reunir com o ministro Ricardo Lewandowski, relator de três ações no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre os fundos de participação dos municípios e dos estados. Já houve audiência de conciliação e foi concedido prazo de 15 dias para governo federal abrir informações sobre as receitas partilhadas com estados e municípios.
Wellington Dias disse, no comunicado divulgado pela assessoria, que a expectativa é que ocorra o julgamento no STF.
Com informações da Agência Brasil

Direção do CSA anuncia "pacotão de reforços" para a temporada 2019

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Após renovar o contrato com alguns jogadores do atual elenco, o CSA anunciou na manhã desta segunda-feira (03) a contratação de mais cinco reforços para a temporada 2019.
São eles: o zagueiro Luciano Castan, que estava atuando no futebol do Catar; o lateral direito Régis, que esteve no São Paulo este ano; volante Mauro Silva, que estava no Bonsucesso; o volante Amaral, ex-Flamengo; e o centroavante Lohan, que estava no Friburguense. 
Os nomes dos atletas foram publicados nas redes sociais oficiais do clube, que em 2019 disputará quatro competições: Campeonato Alagoano, Copa do Nordeste, Copa do Brasil e a Série A do Campeonato Brasileiro.
Na semana passada o clube havia anunciado a renovação com o técnico Marcelo Cabo e toda comissão técnica, o lateral Rafinha, e o zagueiro Leandro Souza. O elenco já contava com o goleiro Mota, que já tinha o contrato firmado até o final de 2019.
 Por Rafael Maynart 
Com informações do Portal Gazetaweb.com

Goiás anuncia Maurício Barbieri como novo técnico


Sem trabalhar desde a saída do Flamengo, no segundo semestre deste ano, o treinador terá a missão de comandar o Goiás na volta à Série A
Após a saída de Ney Franco, a diretoria do Goiás agiu rápido e acertou a contratação de Maurício Barbieri. O perfil de um treinador novo, estudioso, extremamente tático e bom de grupo, fez com que o nome de Barbieri aparecesse como uma aposta perfeita para os desafios de 2019. Barbieri já fez estágio em Portugal com José Mourinho e treinou clubes do interior de São Paulo e o Flamengo.
O treinador chega para ajudar o Goiás no ano de retorno à elite do Futebol Brasileiro e de disputa pelo Pentacampeonato Goiano .
Vale lembrar que o último trabalho do novo técnico foi no Flamengo. Maurício Barbieri assumiu primeiro como interino, em abril, depois da demissão de Paulo César Carpegiani. Comandou o time em 39 jogos, sendo 19 vitórias, 12 empates e oito derrotas. A saída de Barbieri aconteceu após a eliminação na semifinal da Copa do Brasil para o Corinthians.
A primeira missão de Maurício Barbieri será no dia 20 de janeiro, quando o Goiás medirá forças com o Goiânia, no Estádio Olímpico, na abertura do Estadual.
Aos 37 anos, Barbieri, chega para dirigir seu sexto time na carreira. O contrato vai até o final do Campeonato Brasileiro 2019, e o novo treinador deverá ser apresentado oficialmente esta semana.
Com informações do Goiasec.com

30 de novembro de 2018

Falta de informação: esse é o maior desafio para enfrentar o diabetes

O Ministério da Saúde informa que, entre 2010 e 2016, houve um crescimento de 11,8% no número de mortes por causa da doença, totalizando 406.452 óbitos no período. (iStock/Getty Images)

O diabetes é uma síndrome metabólica que pode ter graves consequências se não for tratada adequadamente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 422 milhões de adultos têm essa doença que é responsável pela morte de 1,6 milhão de pessoas a cada ano. Já o Ministério da Saúde informa que, entre 2010 e 2016, houve um crescimento de 11,8% no número de mortes, totalizando 406.452 óbitos no período.

Além disso, o número de homens diagnosticados com diabetes aumentou 54% entre 2006 e 2017, passando de 4,6% para 7,1%, de acordo com dados da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). Apesar do percentual mais elevado, a população feminina é a mais afetada pelo diabetes (8,1%) ainda que o crescimento tenha sido inferior (28,5%). O fenômeno também se repete no mundo: cerca de 8% da população feminina – o equivalente a 205 milhões de mulheres – são diabéticas. 

O crescimento mundial tem preocupado especialistas, que buscam alternativas para enfrentar o diabetes – especialmente o Tipo 2, considerado a maior epidemia global da história. Uma das iniciativas da comunidade médica foi realizar o I Curso Internacional sobre o Diabetes para discutir soluções para combater o aumento de casos.

“Se quisermos evitar o agravamento desta epidemia crescente, precisamos tomar medidas em todos os níveis, incluindo políticas governamentais de saúde e planejamento urbano. As Sociedades Nacionais de Diabetes e Endocrinologia também precisam promover abordagens preventivas”, alertou Andrew Boulton, presidente da Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês), que participou da conferência realizada em Brasília pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Desinformação 
A desinformação é o grande problema. Levantamento recente publicado na revista Saúde mostrou que grande parte dos brasileiros desconhece as consequências de não tratar o diabetes da forma correta. O dado desperta preocupação já que no Brasil há 14 milhões de pessoas diagnosticadas com a doença, colocando o país como a quarta nação com maior quantidade de pacientes. Os números também são altos quando falamos de indivíduos pré-diabéticos: 40 milhões de pessoas.

A pesquisa averiguou, por exemplo, que o brasileiro não sabe que entre as consequências do diabetes está o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, como acidente vascular cerebral (AVC), condição que pode levar à morte. Grande parte dos entrevistados afirmaram também que doenças como câncer, AIDS e Alzheimer são mais graves que o diabetes. Outro desconhecimento está relacionado às causas: entre os entrevistados diabéticos, 50% acreditam que ela é hereditária – o que não é sempre o caso –, enquanto 35% associam o diabetes ao stress.

A desinformação pode ser prejudicial para o diagnóstico precoce e o tratamento, afetando a qualidade de vida do paciente. “Algumas pessoas subestimam os perigos por causa da falta de conhecimento, especialmente sobre as consequências de não tratar adequadamente o diabetes. O fato de ser uma doença silenciosa também pode influenciar nessa questão”, comentou José Marcondes, médico do Centro de Diabetes do Hospital Sírio Libanês.

Entenda o diabetes
Para Ruy Lyra, membro da Comissão Internacional da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a primeira informação fundamental para entender a doença é saber que existem dois tipos principais, cujas causas, diagnósticos e tratamentos são diferentes.

Diabetes tipo 1

De acordo com a SBD, o diabetes Tipo 1 ocorre quando o sistema imunológico ataca as células betas, responsáveis pela produção de insulina – hormônio que controla os níveis de glicose –, reduzindo ou impedindo sua liberação para o corpo. Quando isso acontece, a glicose fica no sangue em vez de ser usada como energia. O Tipo 1, considerado uma doença autoimune, aparece geralmente na infância ou adolescência, embora haja casos em adultos. Essa variedade, que atinge cerca de 5% a 10% dos diabéticos, é tratada através da insulinoterapia, pela qual é possível controlar os níveis de glicose no sangue. 

Diabetes tipo 2

Já o Tipo 2 acontece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz ou não produz o suficiente para controla a taxa de glicemia. De acordo com Marcondes, que também é autor do livro “Como cuidar: Diabetes”, os fatores de riscos para o Tipo 2 são histórico familiar, idade, sedentarismo e excesso de peso. Esse tipo de diabetes corresponde por cerca de 90% dos diagnósticos. Embora se manifeste com mais frequência em adultos, principalmente a partir dos 40 anos, pessoas mais jovens também podem apresentar a doença. Já o tratamento – de caráter medicamentoso – é mais personalizado, ou seja, considera as características e necessidades de cada paciente. 

Prevenção
Segundo Lyra, ainda não existe nenhuma medida preventiva eficaz para evitar o Tipo 1. Já o Tipo 2 pode ser prevenido com mudanças no estilo de vida (alimentação adequada, controle do peso e prática de exercício físico). “Apenas a mudança de comportamento reduz em até 60% a probabilidade do surgimento do diabetes. Além disso, realizar avaliações periódicas para verificar as taxas glicêmicas é um passo importante na prevenção, especialmente para quem tem histórico familiar da doença”, recomendou.

Durante palestra organizada em São Paulo pela Servier, Boulton apresentou sugestões voltadas tanto para a comunidade médica quanto para os pacientes. Para ele, quando dividido em três fases (primária, secundária e terciária) a prevenção se torna mais eficiente. A prevenção primária, por exemplo, foca na triagem de pessoas com alto risco de desenvolver a doença. Já a secundária avalia pacientes diabéticos para identificar precocemente o desenvolvimento das complicações, que incluem doença ocular e renal. A última etapa compreende os cuidados precoces apropriados para esses indivíduos.

Complicações: como evitar?
Quando não tratado adequadamente, o diabetes eleva o risco de complicações crônicas, como a retinopatia (que pode causar perda visual), nefropatia (responsável pela insuficiência renal, que pode demandar diálise ou transplante de rins), neuropatia (danos nos nervos que causam dores intensas), pé-diabético (úlceras nos pés, que podem levar à amputação de membros inferiores) e doenças cardiovasculares (ataque cardíaco e AVC). Muitas dessas complicações podem causar a morte do paciente.

Para prevenir esses problemas, a orientação é manter glicose, colesterol e pressão arterial sob controle; o monitoramento pode ser feito através da boa alimentação, prática regular de atividade física e utilizar os medicamentos conforme prescrição médica.

Por Letícia Passos
Com informações da Veja

Rogério Ceni renova com o Fortaleza para 2019

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O Mito fica. Nesta sexta-feira, o Fortaleza anunciou a renovação com o técnico Rogério Ceni, após a conquista da Série B de 2018. O treinador fez algumas exigências em relação a melhorias estruturais e maiores investimentos que permitissem uma equipe competitiva para a disputa da Série A no ano que vem.
Em dezembro de 2017, Ceni foi anunciado para ser técnico do Tricolor. Antes do início da Série B, o Leão do Pici não era cogitado para sequer brigar pelo acesso. O trabalho brilhante de Rogério conduziu a equipe ao título da segunda divisão.
Anteriormente, o comandante fracassou treinando o São Paulo, deixando o Tricolor do Morumdi em 17º lugar no Campeonato Brasileiro, além das eliminações para Corinthians e Cruzeiro e Defensa y Justicia no Campeonato Paulista, Copa do Brasil e Copa Sul-Americana.
Em 2019, o Fortaleza disputará o Campeonato Cearense, Copa do Brasil, a partir das oitavas de final e o Campeonato Brasileiro. Inclusive fazendo o clássico contra o rival Ceará na elite do futebol nacional.
Com informações da Gazeta Esporte

29 de novembro de 2018

G20 reúne 85% do produto global e dois terços da população mundial

dólar
Os países que integram o chamado G20 – que reúne as 19 maiores economias do mundo e mais a União Europeia – são responsáveis por 85% do produto bruto global, incluem dois terços da população mundial e 75% do comércio internacional, além de um pouco mais de 80% dos investimentos globais para o desenvolvimento de pesquisas.
O G20 é considerado um dos fóruns mais importantes no que diz respeito à discussão de questões relacionadas à economia e às crises globais. Criado em 1999 em meio às repercussões da crise financeira asiática, o grupo reúne Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, África do Sul, Turquia e União Europeia.

Desafios

Durante as reuniões, os principais desafios do mundo são discutidos e as principais políticas são coordenadas em nível global. Nos últimos anos, uma das principais realizações do G20 envolveu a inclusão de países emergentes em questões globais.
De acordo com especialistas, o G20 avançou na busca consenso para realizar reformas nas instituições financeiras internacionais e acompanhamento de instituições nacionais financeiras, melhoria na regulação econômica e a criação de redes de segurança para prevenção de eventuais problemas.
Com o início da crise financeira global de 2008, o G20 tornou-se o principal instrumento para enfrentar o fracasso, e os presidentes e chefes de estado dos países-membros começaram a assumir um papel fundamental.

Participantes

Além dos países-membros e convidados especiais, as principais organizações regionais, como a Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) e a União Africana, a Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (Nepad) e a Comunidade do Caribe participam das cúpulas (Caricom).
Há, ainda, organizações multilaterais, como o Banco Mundial, o Conselho de Estabilidade Financeira (FSB), o Fundo Monetário Internacional (FMI), as Nações Unidas, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e Organização Mundial do Comércio (OMC).
Com informações da Agência Brasil

Expectativa de vida do brasileiro cresce e mortalidade infantil cai

Brasília - Lorrayne Paiva e seu bebê no mamaço que ocorreu na Estação do Metrô de Samambaia. O objetivo do ato é superar o preconceito de amamentar em público e incentivar o aleitamento materno (Elza Fiuza/Agência Brasil)
A expectativa de vida do brasileiro passou de 75,8 anos para 76 anos de 2016 para 2017, um aumento de três meses e 11 dias. O dado é da Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2017, divulgada hoje (29), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A publicação apresenta as expectativas de vida às idades exatas até os 80 anos e são usadas como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.
Segundo o estudo, a expectativa de vida dos homens aumentou de 72,2 anos em 2016 para 72,5 anos em 2017, enquanto a das mulheres foi de 79,4 para 79,6 anos.
Regionalmente, Santa Catarina apresenta a maior expectativa de vida, de 79,4 anos, seguida por Espírito Santo, 78,5 anos; Distrito Federal, 78,4 anos, e São Paulo, 78,4 anos.
O Rio Grande do Sul (78,0 anos), Minas Gerais (77,5 anos), Paraná (77,4 anos) e Rio de Janeiro (76,5 anos) são os únicos que têm indicadores superiores à média nacional. No outro extremo, com as menores expectativas de vida, estão Maranhão (70,9 anos) e Piauí (71,2 anos).
Ao comentar os resultados do estudo, a pesquisador do IBGE Marcio Minamiguchi disse que a tendência do país é de convergência com o nível dos países desenvolvidos. “Temos uma certa gordura para queimar em relação à expectativa de vida. No Brasil, tendemos a convergir para o nível dos países desenvolvidos, que estão na faixa dos 83 anos. É uma diferença ainda considerável, mas, se pensarmos que existem países na faixa dos 50 anos, vemos que estamos mais próximos dessa faixa superior”.
Segundo o pesquisador, a tendência é que esse aumento continue de forma gradual e cada vez mais lenta, uma vez que o salto dado no passado foi fruto, sobretudo, de uma forte queda na mortalidade infantil.
“Inicialmente, os ganhos se davam pela redução da mortalidade entre os mais jovens, em função da própria natureza dos óbitos. É algo que não necessita de grandes avanços tecnológicos, como a consciência de que é necessário dar água potável para as crianças. O próprio soro caseiro foi importante na década de 1980”, complementou Minamiguchi.

Expectativa de vida

Nos últimos 77 anos a expectativa de vida do brasileiro aumentou 30,5 anos. Segundo o IBGE, em 1940 a expectativa de vida era de 45,5 anos, sendo 42,9 anos para homens e 48,3 anos para mulheres.
Entre 1940 e 1960, o Brasil praticamente reduziu pela metade a taxa bruta de mortalidade (o número de óbitos de um ano dividido pela população total em julho daquele mesmo ano), caindo de 20,9 óbitos para cada mil habitantes para 9,8 por mil. Em 1960, a expectativa de vida ao nascer era de 52,5 anos.
Segundo o estudo do IBGE, em 1940, um indivíduo ao completar 50 anos tinha uma expectativa de vida de 19,1 anos, vivendo em média 69,1 anos. Com o declínio da mortalidade nesse período, um mesmo indivíduo de 50 anos, em 2017 teria uma expectativa de vida de 30,5 anos, esperando viver em média até 80,5 anos, ou seja, 11,4 anos a mais do que um indivíduo da mesma idade em 1940.

Homens

Apesar dos avanços nos indicadores de expectativa de vida dos brasileiros, em 2017 um homem de 20 anos tinha 4,5 vezes mais chance de não completar 25 anos do que uma mulher no mesmo grupo de idade.
Esse fenômeno pode ser explicado, segundo o IBGE, pela maior incidência dos óbitos por causas externas ou não naturais, que atingem com maior intensidade a população masculina. “Em 1940, o fenômeno da sobremortalidade masculina não era registrado no país, o que mostra que ele está relacionado com o processo de urbanização e metropolização do Brasil”, diz o IBGE.
A partir de 1980, as mortes associadas às causas externas ou não naturais, que incluem os homicídios, suicídios, acidentes de trânsito, afogamentos e quedas acidentais, entre ouros, passaram a desempenhar um papel de destaque, de forma negativa, sobre a estrutura por idade das taxas de mortalidade, particularmente dos adultos jovens do sexo masculino.

Idosos

A expectativa de vida dos idosos aumentou em 8,1 anos de 1940 a 2017. Segundo o IBGE, em 1940, de cada mil pessoas que atingiam os 65 anos de idade, 259 chegavam aos 80 anos ou mais. Já em 2017, de cada mil idosos com 65 anos, 632 completariam 80 anos.
A expectativa de vida ao atingir 80 anos, em 2017, foi de 10,3 anos e 8,6 anos para mulheres e homens, respectivamente. Em 1940, eram de 4,5 anos para as mulheres e 4,0 anos para os homens.

Mortalidade infantil

A taxa de mortalidade infantil (probabilidade de óbito até um ano de idade) teve uma melhora, que ficou em 12,8 a cada mil nascidos vivos, contra 13,3 em 2016.
Já a taxa de mortalidade na infância (de crianças menores de cinco anos de idade) caiu de 15,5 por mil em 2016 para 14,9 por mil em 2017. Das crianças que vieram a falecer antes de completar os 5 anos de idade, 85,7% teriam a chance de morrer no primeiro ano de vida e 14,3% de vir a falecer entre 1 e 4 anos de idade. Em 1940, a chance de morrer entre 1 e 4 anos era de 30,9%, mais que o dobro do que foi observado em 2017.
A tendência, segundo o pesquisador do IBGE, é de que os óbitos se concentrem cada vez mais nas crianças de até 1 ano, cujas mortes são causadas, predominantemente, por questões congênitas, como a má formação do feto.
“No grupo de 1 a 4 anos, predominam causas ligadas ao ambiente em que a criança vive, como a falta de saneamento básico. No grupo de até 1 ano, temos muitos óbitos que ocorrem nas primeiras semanas de vida da criança, causadas sobretudo por doenças congênitas”, explica.
A avaliação do IBGE é de que a queda na mortalidade infantil nas últimas sete décadas está amplamente relacionada ao aumento da expectativa de vida. Enquanto a taxa de mortalidade infantil caiu de 146,6 para 12,8 entre 1940 e 2017, a expectativa de vida ao nascer foi de 45,5 anos para 76 anos no mesmo período.
Por Nielmar de Oliveira 
Com informações da Agência Brasil