1 de janeiro de 2017

Uma radiografia dos novos prefeitos do Brasil

Realizadas no auge das crises política e econômica e sob o efeito de novas regras, as eleições municipais infligiram ao PT a maior derrota de um partido desde a redemocratização. Mas os petistas não foram os únicos rejeitados. O novo mapa do poder municipal, que se torna realidade neste domingo (1º), com a posse dos novos prefeitos, expõe um país ainda mais dividido e contrariado com o discurso da política tradicional. Empresários ricos que tentaram passar a ideia de que não têm nada a ver com a política vão comandar cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Porto Velho, casos de João Doria (PSDB), Alexandre Kalil (PHS) e Dr. Hildon (PSDB).
Com a participação inédita de 35 partidos políticos na última eleição, as prefeituras serão controladas por um número recorde de legendas: 31 (apenas PSTU, PCO, PCB e Novo não emplacaram prefeitos). No comando dos 92 municípios com mais de 200 mil eleitores, estão agora siglas como o PTN, o Solidariedade, o PSC, o PMN, de Rafael Greca, em Curitiba, o PHS, de Kalil, na capital mineira, e o PRB, de Marcelo Crivella. 
Reprodução/Facebook
Reeleita, Teresa Surita vai comandar a Prefeitura de Boa Vista, em Roraima. Ela é a única mulher que vai administrar uma capital

Entre os prefeitos eleitos, 920 conseguiram a reeleição e 55 disputaram o cargo enquanto ocupavam o posto de deputados federais ou estaduais. Negros e mulheres continuam sub-representados no comando das prefeituras. Dos 5.545 prefeitos eleitos, 4.903 são homens; apenas 642 são mulheres. Só uma capital brasileira será conduzida por uma prefeita, Boa Vista, em Roraima, com a reeleita Teresa Surita (PMDB), que já havia sido a única vitoriosa na eleição anterior. Outras duas vão administrar cidades com mais de 200 mil eleitores: Raquel Lyra (PSDB), em Caruaru, e Paula Mascarenhas (PSDB), em Pelotas (RS).
A grande maioria dos novos prefeitos se declara branca e tem de 45 a 54 anos. Eleito aos 88 anos, o professor Josibias Cavalcanti (PSD) é o mais velho do país e vai comandar, pela terceira vez, o município de Catende, na Mata Sul de Pernambuco, com 38 mil habitantes. Suas outras duas passagens pelo cargo foram ainda nas décadas de 60 e 70. Já o prefeito mais jovem é Leonardo José Caldas Lima (PRB). Com 21 anos, o novo administrador da cidade de Milagres do Maranhão (MA) recebeu 52,44% dos votos válidos. 
Divulgação
Professor Isaac Pyânko é primeiro prefeito indígena do Acre e vai comandar o município de Marechal Thaumaturgo

Os números mostram a dificuldade de negros e indígenas chegarem ao poder em suas cidades. Em todo o Brasil, 3.906 prefeitos se apresentam como brancos (70,4%); 1.513 como pardos (27%); apenas 93 informaram à Justiça eleitoral que se consideram negros (1,6%), 27 (0,4%), amarelos, e seis (0,1%), indígenas. Um deles é o professor Isaac Pyânko (PMDB), da etnia Ashaninka, o primeiro prefeito indígena do Acre. Ele vai comandar o município de Marechal Thaumaturgo, com 16 mil habitantes. Somente dois prefeitos assumem publicamente que são homossexuais: Edgar de Souza (PSDB), reeleito em Lins (SP), e Wirley Rodrigues (PHS), o Têko, de Itapecerica (MG), que enfrentou preconceito e homofobia e vai comandar o seu município, de 21 mil habitantes, pela primeira vez.
Com a pulverização dos votos, o partido que mais perdeu espaço nas administrações municipais foi o PT. A legenda recebeu 17 milhões de votos a menos em comparação com 2012, perdeu mais de 60% das prefeituras que controlava e governará apenas 15% da população que estava sob sua gestão nos municípios anteriormente. Das 638 cidades que administrava, a legenda só conseguiu manter o comando sobre 109, perdendo para o PMDB, o PSDB e outras 23 legendas, sobretudo pequenas e médias.
Enquanto o PT manteve o controle sobre 17% de seus municípios, tucanos tiveram o dobro de aproveitamento: conquistaram 34% das localidades que já governavam. O único petista a vencer em uma capital foi Marcus Alexandre. Com a vitória, ele repetiu o cenário vivido pelo PT em 1985. Com uma campanha desassociada do partido, baseada na cor laranja e sem a tradicional estrela, Marcus vai comandar Rio Branco pela segunda vez.
Os milionários
Um em cada cinco prefeitos declara possuir patrimônio superior a R$ 1 milhão. Do total, 55 informaram bens acima de R$ 10 milhões e, desses, 29 dizem possuir mais de R$ 20 milhões. A maioria está em Minas Gerais, estado que tem 161 prefeitos “milionários”. Em seguida, aparecem São Paulo, com 137, Rio Grande do Sul, com 85, Paraná, com 83, Bahia, com 80, Goiás, com 73, e Mato Grosso, com 63.
Das 26 capitais brasileiras, 11 serão administradas por prefeitos com mais de R$ 1 milhão em bens declarados. São elas: Belém (Zenaldo  Coutinho, do PSDB); Belo Horizonte (Kalil, do PHS); Campo Grande (Marquinhos Trad, do PSD); Cuiabá (Emanuel Pinheiro, do PMDB); Goiânia (Iris Rezende, do PMDB); João Pessoa (Luciano Cartaxo, do PSD); Natal (Carlos Eduardo, do PDT); Palmas (Carlos Amastha, do PSB); Porto Velho (Dr. Hildon, do PSDB); Salvador (ACM Neto, do DEM); e São Paulo (João Doria, do PSDB). 
Reprodução/Facebook
Vittorio Medioli, novo prefeito de Betim, é líder no ranking dos que declararam maior patrimônio

Os partidos que mais têm prefeitos com patrimônio acima de R$ 1 milhão são o PSDB (206), o PMDB (205), o PSD (107), o PP (81), o PSB (79), o PDT (66), o PR (60), o DEM (53), o PTB (49), o PT (32) e o PV (29). Abaixo, os cinco prefeitos mais ricos:
Vittorio Medioli (PHS) – Betim (MG) R$ 352,5 milhões
Antidio Lunelli (PMDB) – Jaraguá do Sul (SC) R$ 280,5 milhões
João Doria (PSDB) – São Paulo (SP) R$ 179,7 milhões
Francis Maris (PSDB) – Cáceres (MT) R$ 60,1 milhões
Toni Mafini (PSDB) – Novo Mundo (MT) R$ 55,5 milhões

Base aliada
Dos 26 prefeitos eleitos nas capitais neste ano, 14 terão maioria na câmara municipal no início da legislatura. Ao menos sete poderão enfrentar problemas para aprovar projetos, já que a oposição será mais numerosa. Veja a situação de cada um deles:
AracajuEdvaldo Nogueira (PCdoB)
Base aliada 8
Oposição 14
Independentes ou indefinidos 2
Belém
Zenaldo Coutinho (PSDB)
Base aliada 18
Oposição 12
Independentes ou indefinidos 5
Belo Horizonte
Alexandre Kalil (PHS)
Base aliada 14
Oposição 16
Independentes ou indefinidos 11
Boa Vista
Teresa Surita (PMDB)
Base aliada 8
Oposição 13
Campo Grande
Marquinhos Trad (PSD)
Base aliada 8
Oposição 17
Independentes ou indefinidos 4
Cuiabá
Emanuel Pinheiro (PMDB)
Base aliada 11
Oposição 14
Curitiba
Rafael Greca (PMN)
Base aliada 20
Oposição 9
Independentes ou indefinidos 9
Florianópolis
Gean Loureiro (PMDB)
Base aliada 12
Oposição 5
Independentes ou indefinidos 6
Fortaleza
Roberto Cláudio (PDT)
Base aliada 31
Oposição 10
Independentes ou indefinidos 2
Goiânia
Iris Rezende (PMDB)
Base aliada 16
Oposição 19
João Pessoa
Luciano Cartaxo (PSD)
Base aliada 16
Oposição 11
Macapá
Clécio Luís (Rede)
Base aliada 10
Oposição 13
Maceió
Rui Palmeira (PSDB)
Base aliada 13
Oposição 7
Independente ou indefinido 1
Manaus
Arthur Neto (PSDB)
Base aliada 19
Oposição 18
Independentes ou indefinidos 5
Natal
Carlos Eduardo (PDT)
Base aliada 11
Oposição 3
Independentes ou indefinidos 14
Palmas
Amastha (PSB)
Base aliada 8
Oposição 6
Independentes ou indefinidos 5
Porto Alegre
Nelson Marchezan Jr (PSDB)
Base aliada 11
Oposição 7
Independentes ou indefinidos 18
Porto Velho
Dr. Hildon (PSDB)
Base aliada 4
Oposição 17
Recife
Geraldo Julio (PSB)
Base aliada 31
Oposição 6
Independentes ou indefinidos 2
Rio Branco
Marcus Alexandre (PT)
Base aliada 12
Oposição 5
Rio de Janeiro
Marcelo Crivella (PRB)
Base aliada 36
Oposição 8
Independentes ou indefinidos 8
Salvador
ACM Neto (DEM)
Base aliada 30
Oposição 10
Independentes ou indefinidos 3
São Luís
Edivaldo Holanda Jr (PDT)
Base aliada 24
Oposição 7
São Paulo
João Doria (PSDB)
Base aliada 34
Oposição 11
Independentes ou indefinidos 10
Teresina
Firmino Filho (PSDB)
Base aliada 22
Oposição 3
Independentes ou indefinidos 4
Vitória
Luciano (PPS)
Base aliada 11
Oposição 3
Independente ou indefinido  1
Número de candidatos por partido
PMDB – 2.382
PSDB – 1.757
PSD – 1.368
PP – 1.157
PSB – 1.093
PT – 1.004
População governada por partido (milhões)
PSDB – 48,8
PMDB – 29
PSB – 16,7
PSD – 13,6
PDT – 12,5
DEM – 10,9
PP – 9,8
PRB – 9,7
PL – 8
PTB – 6,9
PT – 5,8












Com informações do Congresso em Foco

31 de dezembro de 2016

Feliz Ano Novo - Feliz 2017!!!

Que Deus permita que tenhamos um Novo Ano com muita saúde, paz, fé, harmonia, humildade, prosperidade e amor no coração. E que sejamos sempre gratos ao nosso Deus Pai todo Poderoso pelo dom da vida, pela saúde, pelo nosso trabalho, por nossas famílias e por tudo de Bom que ele nos proporciona sempre e sempre. Com as bênçãos e a proteção do amado Deus...

Abraço Fraterno aos leitores, admiradores e seguidores.

Feliz Ano Novo!

O Cearense do Sertão!!!

Após liminar, Tomás Figueiredo é diplomado prefeito de Santa Quitéria-Ce


Finalmente, a obscuridade no futuro do Executivo de Santa Quitéria teve fim, na noite desta quinta (29), quando o ministro Gilmar Mendes concedeu uma liminar, suspendendo os efeitos da decisão do TRE, que indeferia a candidatura de Tomás Figueiredo (PMDB).

No início da tarde de hoje (30), o Cartório Eleitoral realizou a solenidade de diplomação de Tomás e seu vice Braguinha, em solenidade ocorrida no Auditório Monsenhor Luís Ximenes, com a presença de lideranças políticas e correligionários.

Os eleitos receberam das mãos do juiz eleitoral Dr. Elison Pacheco, os diplomas que os tornam aptos a assumirem no próximo domingo, 1º de janeiro de 2017.

Após ser diplomado, Tomás discursou e se emocionou ao afirmar que "Santa Quitéria não tem mais adversários" e que irá trabalhar pela cidade.


Em Santa Quitéria, o clima de comemoração é presente, desde ontem (29), com a notícia da liminar beneficiando Tomás. Uma multidão foi para as ruas, com direito à carreata pelos bairros e rajadas de fogos.

Com informações da A voz de Santa Quiteria.com

Assembleia oficializa renúncia de deputados eleitos prefeitos no Ceará

Ivo Gomes diz que obras estão paradas porque prefeitura não libera alvará. (Foto: Viviane Pinheiro/Agência Diário)Ivo Gomes deixa cargo na Assembleia para
assumir Prefeitura de Sobral
(Foto: Viviane Pinheiro/Agência Diário)
Os deputados eleitos para prefeituras no Ceará entregaram nesta quinta-feira ofício de renúncia do mandato ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Zezinho Albuquerque (PDT). A mesa diretora da casa oficializou na tarde desta sexta-feira (30) o pedido dos parlamentares.
Renunciaram aos mandatos os deputados Ivo Gomes (PDT), eleito em Sobral; Laís Nunes (PMB), em Icó; Zé Ailton Brasil (PP), no Crato; e Naumi Amorim (PMB), em Caucaia. O deputado Carlomano Marques (PMDB), que foi eleito em Pacatuba, já havia apresentado ofício de renúncia à Casa no mês de novembro, cedendo espaço para o deputado Leonardo Araújo (PMDB).

Com a saída, assumem como efetivos os deputados Fernando Hugo (PP), Dedé Teixeira (PT), Rachel Marques (PT) e Mário Hélio (PDT). A posse será segunda-feira (2).

Com informações do G1 CE

30 de dezembro de 2016

Governador do Ceará envia projeto de reajuste salarial de PM e Bombeiros

A imagem pode conter: 6 pessoas, pessoas sentadas e área interna
O Governo do Ceará enviou, na tarde desta sexta-feira (30), mensagem para a Assembleia Legislativa, oficializando a equiparação dos salários de policiais militares e bombeiros do estado à média salarial do Nordeste. O anunciou foi feito através da página oficial do governador Camilo Santana, no Facebook. 
"Cumpro, assim, compromisso que assumi ainda em campanha. Faço isso, mesmo diante de um cenário de crise financeira em todo o país, como reconhecimento pelo relevante trabalho realizado por nossos homens e mulheres da PM e Bombeiros no combate à criminalidade no Ceará", escreveu Camilo. 
Com a proposta, o salário inicial do soldado da PM passa de R$ 3.134,58 para R$ 3.705,77 no ano de 2017. Já o salário do cargo de coronel, que é o último da hierarquia policial, será de 17.515,53, em 2017. 
A equiparação do salário dos agentes de segurança pública do Ceará à média do Nordeste foi uma das propostas de campanha de Camilo Santana nas eleições de 2014. 
Apesar da mensagem ter sido enviada nesta sexta-feira (30), ela só começará a tramitar na AL no dia 1º de fevereiro, na volta do recesso parlamentar. 
Com informações do Ceará News

Novo secretário de Segurança será um policial federal cearense, adianta Governador Camilo


Camilo Santana foi entrevistado pelos jornalistas Nonato Albuquerque e Jéssica Welma. (Foto: Matheus Ribeiro/Tribuna do Ceará)
O novo secretário da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Ceará terá o nome anunciado no início da próxima semana, segundo o governador Camilo Santana (PT). Em entrevista à rádio Tribuna BandNews FM na manhã desta sexta-feira (30), Camilo adiantou que o novo gestor será um policial federal, jovem, cearense, mas que, atualmente, atua fora do Estado.
“É uma pessoa nova na Polícia Federal, é cearense, não atuou aqui ainda, mas retornará agora ao seu Estado para contribuir”, afirmou Camilo.
O governador frisou que a escolha do nome foi uma decisão dele, descartando indicações de aliados, como do vice-prefeito eleito de Fortaleza, Moroni Torgan (DEM). “Moroni sempre é uma pessoa que a gente consulta, mas essa decisão é do governador”, ressaltou.
A previsão era de que o nome do novo secretário fosse anunciado nesta sexta-feira. No entanto, em consideração ao trabalho do ainda secretário Delci Teixeira, atualmente em período de férias, o governador adiou a divulgação. Delci é do Rio Grande do Sul e assumiu a pasta no primeiro ano do atual governo, em 2014.
“Delci tem sido um grande parceiro, uma pessoa muito experiente, séria. Por decisão pessoal, decidiu deixar o cargo e, por uma questão de gentileza e de respeito, decidi que vou aguardá-lo retornar. Ele está no Rio Grande do Sul – retorna no dia 2 para Fortaleza – e vou aproveitar para anunciar o novo nome conjuntamente com ele”, disse Camilo.
O governador também frisou que outras mudanças no comando da Segurança devem ser feitas em janeiro, inclusive com a inclusão de nomes femininos. Outra novidade para 2017 deve ser a relação com Moroni Torgan, ex-delegado federal, nas articulações da segurança pública. “O Moroni tem uma larga experiência nessa área, vamos trabalhar muito integrados”, pontuou o governador.
Outras pastas do Governo devem sofrer mudanças em janeiro. Há previsões de troca de gestores em secretarias como Meio Ambiente, Casa Civil e Esportes.
Esforços
O governador destacou que a segurança pública é uma das áreas para a qual tem dedicado mais esforços em seu governo. Ele frisou ações como concurso e convocação de novos policiais, construção de delegacias 24 horas e implantação do Batalhão do Raio em cidades do Interior, e promoção dos policiais.
Em 2016, o Estado conseguiu reduzir os índices de homicídio, que é o indicador de violência utilizado em levantamentos sobre cidades mais perigosas, por exemplo. O governador ressaltou que o maior problema, atualmente, “é a sensação de insegurança em relação a roubo e assalto”.
Entre as ações previstas para o próximo ano, estão a integração entre as policiais e a Guarda Municipal de Fortaleza, reforço no monitoramento eletrônico na Capital, além de ações de prevenção, como a construção de escolas de tempo integral e áreas de lazer.

Por Jéssica Welma

Com informações da Tribuna do Ceará

IPVA no Ceará tem redução média de 6,4% em veículos de baixa potência

A Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz) divulgou nesta quinta-feira (29) as datas e regras do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2017. O IPVA de veículo de baixa potência será, em média, 6,43% mais barato que o valor pago no ano anterior para o mesmo automóvel. Em 2016, a redução média foi de 4,01%. O prazo de pagamento para quem optar pelo pagamento em cota única, com desconto de 5%, é 31 de janeiro.
Os veículos mais potentes (40% da frota do Ceará) tiveram um aumento da alíquota do IPVA, e o imposto ficará mais alto que o valor pago no ano anterior para o mesmo automóvel. O aumento da alíquota incide sobre motocicletas com mais de 125 cilindradas e carros com mais de 180 cavalos de potência.
Parcela
Vencimento
Parcela única,
com desconto de 5%
 
31 de janeiro
1ª Parcela
10 de fevereiro
2ª Parcela
10 de março
3ª Parcela
10 de abril
4ª Parcela
10 de maio
5ª Parcela
12 de junho
O tributo neste ano incide sobre 2.261.247 milhões veículos no Ceará, e a secretaria espera arrecadar R$ 828.562.883,17 com o imposto, aumento de 14% em relação a este ano.
O maior IPVA a ser pago no estado em 2017 será de R$ 43.120,74, referente a uma Ferrari 2010. Já o proprietário de um buggy 2005 pagará o menor imposto, R$ 51,70.
São isentos do imposto veículos de deficientes físicos, máquinas agrícolas e de terraplenagem, micro-ônibus, vans, topics e ônibus intermunicipais que fazem transporte público, veículos com potência menor que 50 cilindradas, táxi e mototáxi, ônibus urbano e metropolitano, veículos com mais de 15 de fabricação e veículo de corpo diplomático.
Datas de pagamento
Quem decidir por parcelar o imposto deverá pagar as cinco parcelas, que não podem ser inferiores a R$ 50, nos dias 10 de fevereiro, 10 de março, 10 de abril, 10 de maio e 12 de junho de 2017. Pagamento em cota única, feita até 31 de janeiro, garante desconto de 5%. Como em 2016, o IPVA 2017 poderá ser pago nos cartões de crédito vinculados ao Banco do Brasil ou Bradesco.
Para chegar aos valores constantes nas tabelas do IPVA para 2017, a Sefaz considerou a tabela divulgada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que expressa os preços médios de mercado dos veículos, efetivamente praticados por Estado, e consulta ao Sindivel (Sindicato dos Revendedores de Veículos Automotores do Ceará).
Sem entrega pelos Correios
A Sefaz ressalta que, da mesma forma como procedeu em 2016, não fará envio dos boletos de IPVA pelos Correios. Todos os boletos para pagamento estarão disponíveis aos contribuintes a partir de 2 de janeiro, no site da Secretaria. A rede arrecadadora do IPVA inclui o Banco do Brasil, a Caixa Econômica, o BNB, Bradesco, casas lotéricas e Farmácias Pague Menos.
Mudanças na alíquota de IPVA no Ceará em 2017:
Frota de veículos em Divinópolis aumentou 2,5% (Foto: Christyan de Lima/Divulgação)Carros de maior potência terão aumento no valor do IPVA em relação a 2016 (Foto: Christyan de Lima/Divulgação
Veículos com aumento da alíquota de IPVA em 2017 (automóveis de maior potência)
Aumento de 2% para 3%
Aumento de 2% para 3,5%
Aumento de 2,5% para 3%
Aumento de 2,5% para 3,5%
Ciclomotor, motoneta, mococicleta, tricilo de 125 a 300 cilindradas
Ciclomotor, motoneta, mococicleta, tricilo acima de 300 cilindradas
Automóvel, camioneta, caminhonete e utilitário de até 180 cavalos
Automóvel, camioneta, caminhonete e utilitário acima de 180 cavalos





Veículos com alíquota de IPVA inalterado
Alíquota de 2,5%
Alíquota de 2%
Alíquota de 1%
Automóvel, camioneta, caminhonete e utilitário de até cavalos
Ciclomotor, motoneta, motocicleta e triciclo de até 125 cilindradas
Micro-ônibus, ônibus, caminhão e caminhão trator












Com informações do  G1 CE

Temer assina decreto que reajusta salário mínimo para R$ 937 em 2017

O Presidente Michel Temer assinou nesta quinta-feira (29) um decreto que reajusta o salário mínimo dos atuais R$ 880 para R$ 937 (aumento equivalente a 6,47%) a partir de 1º janeiro de 2017, informou a assessoria da Casa Civil.
salario minimo - VALE ESTE (Foto: Arte/G1)
salario minimo - VALE ESTE (Foto: Arte/G1)
salario minimo - VALE ESTE (Foto: Arte/G1)
O novo salário mínimo, R$ 57 maior do que o atual, deve ser publicado na edição desta sexta (30) do "Diário Oficial da União".
O valor estipulado no decreto presidencial assinado nesta quinta é R$ 8,8 menor do que os R$ 945,8 que haviam sido propostos em agosto pelo governo federal.
Inclusive, no dia 15, o Congresso Nacional aprovou o Orçamento de 2017 prevendo o reajuste do salário mínimo para R$ 945,8.
Ao justificar por meio de nota o fato de o reajuste ter sido menor do que as previsões iniciais, o Ministério do Planejamento disse que apenas aplicou as regras previstas na legislação.
O comunicado ressalta que a estimativa para o INPC em 2016, calculada pelo Ministério da Fazenda, é de 6,74%. Ou seja, menor do que a previsão de 7,5% estimada em outubro, quando o projeto de Orçamento do ano que vem foi enviado ao Congresso.
Porém, o índice de inflação é 0,27 pontos percentuais maior do que o que vai ser aplicado ao salário mínimo de 2017.
Segundo o Ministério do Planejamento, a diferença a menos – que corresponderia a R$ 2,29 – se deu porque a legislação permite que, na hipótese de ocorrer diferenças entre as projeções dos índices utilizados para calcular o aumento e o que foi efetivamente anunciado, seja feita uma compensação no reajuste seguinte.
A pasta afirma que essa situação ocorreu no cálculo do salário mínimo de 2016 resultante da diferença entre o valor observado para o INPC em 2015 e a estimativa aplicada para o cálculo do reajuste do salário mínimo deste ano.
Na nota, o ministério observou que, no acumulado do ano, até novembro, o INPC está em 6,43%. Em razão de a inflação ter ficado menor em 2016 do que as previsões, ponderou a pasta, o reajuste do salário será menor do que o proposto na peça orçamentária.
Na mesma nota o Ministério do Planejamento informou que o reajuste do mínimo para R$ 937 deve gerar um incremento de R$ 38,6 bilhões nos salários dos brasileiros em 2017, correspondente a 0,62% do PIB.

Cálculo do salário mínimo

Atualmente, para calcular o reajuste do salário mínimo, o governo soma a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior ao resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. A fórmula aplicada não permite que haja uma variação negativa no salário mínimo.
Como o PIB recuou 3,8% em 2015 – ano que serve de parâmetro para o salário mínimo em 2017 – a correção do mínimo no ano que vem levará em conta, pela fórmula adotada, somente o valor da inflação deste ano.
Com isso, não haverá alta real (acima da inflação) do salário mínimo no ano que vem.
Quando enviou a proposta do Orçamento de 2017 para o Congresso, em agosto, o governo previa que o mínimo no ano que vem seria maior, de R$ 945,80. Como as estimativas para a inflação deste ano caíram, o valor final acabou reduzido.
Levantamento do G1 apontou que, pelo menos, 17 estados seguirão o decreto federal e manterão o mesmo valor do salário mínimo adotado pela União: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte. Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.

Aumentos reais

Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (Dieese), desde 1998 os reajustes autorizados vem garantindo aumento real no salário mínimo.
A última vez que a correção ficou abaixo do INPC foi em 1997, quando foi registrada perda real de 0,98%, segundo o Dieese. Em 2016, o ganho foi de 0,36% acima do INPC.


Estudo do Dieese mostra que, de 2002 a 2016, o salário mínimo aumentou 77,18% acima da inflação, passando de R$ 200 para R$ 880.

Com informações do G1.