Brasília - Eduardo Cunha confirmou que estará pessoalmente na sessão e poderá se manifestar, reforçando sua defesa -José Cruz/Agência Brasil
Relator do processo contra o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), quando o caso começou a tramitar no Conselho de Ética, o deputado Marcos Rogério (DEM-RO) será o primeiro a falar na sessão que definirá o futuro político do peemedebista, marcada para as 19h de hoje (12). De acordo com a Secretaria-Geral da Câmara, Rogério terá 25 minutos para apresentar os argumentos favoráveis à cassação do mandato de Cunha.
Depois de quase oito meses em que a representação esteve nas mãos do colegiado, Marcos Rogério formulou o parecer que resultou na continuidade do processo por um placar de 11 votos a nove, em junho. No texto, o parlamentar afirma que Cunha é o dono de pelo menos quatro contas na Suíça - Köpek; Triumph SP, Orion SP e Netherton - e classificou as contas como “verdadeiros laranjas de luxo”.
Os advogados de Cunha terão o mesmo tempo - 25 minutos – para rebater os argumentos de Rogério. O próprio Eduardo Cunha já confirmou que estará pessoalmente na sessão e também poderá se manifestar, reforçando, em 25 minutos, sua defesa.
Com a conclusão desta fase inicial, os deputados que forem se inscrevendo poderão falar por cinco minutos cada. Mas esta etapa da sessão pode ser interrompida a partir da fala do quarto parlamentar, se houver um acordo e a maioria em plenário decidir pelo fim da discussão.
A votação é nominal e o posicionamento de cada deputado será anunciado abertamente pelo painel eletrônico. São necessários 257 votos – equivalentes à maioria simples dos 513 deputados – para que Cunha perca o mandato como parlamentar.
Eduardo Cunha, que foi notificado sobre a sessão na última quinta-feira (8) pelo Diário Oficial da União, deve contar com o apoio de aliados que podem apresentar questões de ordem. O peemedebista quer que, a exemplo do que ocorreu no impeachment de Dilma Rousseff no Senado, a votação seja fatiada, ou seja, que os parlamentares decidam separadamente sobre a perda do cargo e sobre a perda dos direitos políticos.
Torcida do Fortaleza compareceu em peso no último sábado (Foto: Facebook Fortaleza)
A partida diante do Remo era de fundamental importância para o Fortaleza na Série C. Precisando de uma vitória em casa para conseguir a classificação para a próxima fase da competição, a torcida abraçou o time e compareceu em peso ao Castelão. Ao todo, 31.710 pessoas estiveram no estádio assistindo a goleada do Leão do Pici em cima do Remo, por 4 a 1, sendo 30.803 pagantes, gerando uma renda de RS 335.294,00.
Com o número, o confronto agora tem o recorde de público da Série C, passando a partida em que o próprio Remo venceu o River por 1 a 0, pela 12ª rodada, com 17.479 pagantes.
Garantido. O Fortaleza carimbou o passaporte à próxima fase da Série C do Brasileiro com antecedência de uma rodada ao vencer com folga o Remo por 4 a 1 na Arena Castelão, na noite deste sábado, dia 10. O Tricolor chegou aos 29 pontos e voltou a liderar o grupo A1, enquanto o Leão Paraense segue com 24 em quarto e pode perder a posição para o ASA neste domingo.
Fortaleza goleia o Remo por 4 a 1 e garante vaga antecipada na Série C (Foto: JL Rosa/ Agência Diário )
O primeiro gol do jogo foi marcado logo aos três minutos por Daniel Sobralense. Renato Justi igualou ainda no primeiro tempo, mas Rodrigo Andrade, Corrêa e Juninho confirmaram a melhor atuação cearense e definiram o marcador. Na rodada derradeira, o Pici visita o Botafogo na Paraíba e o Remo recebe o América-RN em casa.
Melhor em campo, Fortaleza merece a vitória
Os mandantes começaram ditando o ritmo do jogo e logo conseguiram inaugurar o placar com Daniel Sobralense. O Leão do Pici manteve a mesma pegada e acabava deixando espaço ao adversário, que, por sua vez, tinha dificuldade de criação. Fernando Henrique evitou o segundo gol do Fortaleza e Berna colaborou para o empate dos paraenses ainda no primeiro tempo.
Depois dos 35, a postura Fortaleza ofensiva ficou mais evidente. Com Sobralense e Rodrigo Andrade aparecendo bem na criação, o time de Marquinhos Santos dominava o meio de campo e desempatou após duas boas chegadas ao ataque. Ao Remo restou os contra-ataques, só que Edno e Eduardo Ramos, os principais atletas azulinos, não estavam inspirados.
Na volta para a etapa complementar, o Remo trocava passes no setor intermediário sem muita objetividade. Já o Fortaleza administrou o placar e criou algumas jogadas de ataque com muito perigo. Corrêa e Juninho ainda ampliaram e garantiram a classificação antecipada do Fortaleza. Final de jogo: 4 a 1.
Foi a estreia que Gilson Kleina queria e que o Goiás precisava. Na primeira partida sob comando do novo técnico, o Alviverde apresentou sinais de evolução e venceu, sem sustos, o Ceará por 2 a 0 no Serra Dourada. Em lances de oportunismo, Marcão e Léo Gamalho, cada um em um tempo do confronto, marcaram os gols que tiraram o clube goiano da zona de rebaixamento. O Vozão, por sua vez, termina a 24ª rodada com jejum de vitórias ainda maior: agora são sete jogos seguidos sem ganhar. O último triunfo foi justamente em Goiânia, contra o Vila Nova, no já distante dia 23 de julho.
O resultado levou o Goiás aos 30 pontos e à 14ª colocação. O Ceará segue em quinto com 38. Os dois clubes voltam a campo na próxima terça-feira, ambos às 21h30 e em casa. O clube goiano recebe o líder Vasco no Serra, enquanto a equipe nordestina pega o Sampaio Corrêa no Castelão.
Walter marcado por Charles: ele reestreou no Serra e deu passe no gol de Marcão (Foto: Cristiano Borges/O Popular)
Mesmo sem atuação brilhante, o Goiás conseguiu dominar o primeiro tempo e, aos poucos, foi impondo seu jogo. Rossi, Walter e Marcão mostravam boa movimentação na frente e tramavam as melhores jogadas. Aos 19 minutos, Rossi tentou um voleio e tirou tinta da trave. Aos 31, Marcão exigiu boa defesa de Éverson. Na terceira boa oportunidade, não houve escapatória para o Ceará. Após cruzamento rasteiro de Walter pela direita, Marcão se antecipou ao goleiro e mandou a bola para o fundo das redes com um carrinho preciso, abrindo o placar. O time visitante não chegou com perigo, e, até o intervalo, o estreante Márcio foi praticamente um mero espectador.
Na etapa final, a expulsão de Ricardinho, logo aos cinco minutos, complicou qualquer chance de reação do Ceará. Com um homem a menos, o Vozão ficou acuado e viu o Goiás ter ainda mais superioridade. O técnico Gilson Kleina trocou todo o ataque e promoveu as entradas de Carlos, Daniel Carvalho e Léo Gamalhou. E foi justamente desses últimos dois a jogada do segundo gol. Mesmo sem muito ângulo, o meia finalizou com veneno, e o goleiro Éverson deu rebote na cabeça de Gamalho, que marcou pela primeira vez com a camisa esmeraldina, selando o placar final: 2 a 0.
Marcão corre para comemorar gol que abriu caminho para a vitória do Goiás em casa (Foto: Cristiano Borges/O Popular)
Fortaleza e Remo tem uma das torcidas mais apaixonadas do Brasil e se enfrentam neste sábado, às 20 horas, no Estádio Castelão, em Fortaleza (CE), pela penúltima rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro da Serie C. Os times lutam por uma vaga nas quartas de final.
O time cearense está longe de mostrar um bom futebol. Ao contrário das últimas temporadas, em 2016 sofre para garantir vaga na próxima fase da Terceirona. Na última rodada o Fortaleza só empatou com o ASA, por 1 a 1, em Alagoas, e ficou na vice-liderança do Grupo A, com 26 pontos. Está a dois do ABC, líder, com 28.
O mesmo vale para o Remo, muito inconstante sob o comando de Waldemar Lemos. Alterna bons e péssimos resultados. Já são duas partidas sem vitória. Derrota para o ABC, por 2 a 0, em Natal; e empate com o Salgueiro, por 1 a 1, na capital paraense. O time aparece na quarta colocação, com 24 pontos.
FORTALEZA MANTÉM BASE O técnico Marquinhos Santos (foto abaixo) deverá manter a base dos últimos jogos, mas deixou em aberto a possibilidade de mudar dois setores: defesa e meio-campo. William Simões treinou durante a semana, mas Juninho também tem chances de entrar em campo. No meio, Rosinei, Rafhael Luca, Daniel Sobralense e Pio brigam por duas vagas.
Marquinhos falou sobre o duelo contra o Remo. Quer atenção durante os 90 minutos pela classificação antecipada. O comandante quer o apoio do torcedor num duelo que coloca frente a frente duas potências da região Norte e Nordeste.
"É uma equipe perigosa. É um time que joga no erro do adversário atuando fora de casa, porém é um jogo que eles vão ter que buscar também o resultado de vitória caso queiram uma classificação de maneira antecipada. Por conta disso acredito que deva ser um grande jogo", comentou em coletiva.
REMO SE PREOCUPA COM ATACANTE
O técnico Waldemar Lemos tem uma preocupação para o duelo do Remo diante do Fortaleza, neste sábado. Isso porque o atacante Fernandinho (foto abaixo) torceu o tornozelo e deixou a última atividade do time antes da viagem à capital cearense.
O jogador viajou, mas ainda será reavaliado nos bastidores antes do duelo. Se vetado, Ciro ou João Vitor são as opções para atuar ao lado do experiente Edno.
Quem está confirmado entre os titulares é o zagueiro Renato Justi, recém-contratado junto ao Anápolis. Com Max suspenso e Henrique lesionado, Justi treinou entre os titulares durante toda a semana e formará a dupla de zaga com Ítalo. Inclusive, mesmo antes de ser liberado para estrear, o jogador já havia sido relacionado pelo treinador e viajou com o restante do elenco para o Ceará.
Quem olha o título acha que se trata de uma partida válida pela elite do Campeonato Brasileiro, mas está enganado. Neste sábado, a partir das 18h30, Goiás e Ceará se enfrentam no Estádio Serra Dourada, pela 24ª rodada da Série B. Na luta contra o rebaixamento, o Verdão aposta na estreia do técnico Gilson Kleina para deixar o Z4.
Contratado no início da semana para a vaga de Léo Condé, demitido após a derrota para o Brasil de Pelotas, Kleina chega com a missão de livrar o Goiás do rebaixamento. Com os mesmos 27 pontos que o Bragantino, o Verdão está atrás no número de vitórias - seis contra sete -, mas precisa apenas do empate para sair do Z4, pois o Massa Bruta já entrou em campo pela 24ª rodada.
Enquanto isso, o Ceará tenta voltar para o G4, de onde saiu depois de seis jogos sem vitórias - cinco empates e uma derrota. A última vitória do alvinegro foi no dia 23 de julho, quando bateu o Vila Nova, por 4 a 3, em Goiânia, pela 17ª rodada. O Vozão tem os mesmos 38 pontos que o CRB, quarto colocado, mas fica atrás no número de vitórias (dez contra 11).
ESTREIA NO BANCO E MUDANÇAS
A partida vai marcar a estreia de Gilson Kleina, que foi contratado para a vaga de Léo Condé, demitido no último final de semana. O ex-treinador de Ponte Preta e Palmeiras começou os trabalhos na última quarta-feira e deve mandar a campo um time bem diferente do que perdeu para o Brasil de Pelotas, por 1 a 0, na última rodada.
A primeira alteração será no gol. Ainda sem estrear com a camisa esmeraldina, Márcio, ídolo da torcida do rival Atlético-GO, vai ganhar sua primeira oportunidade neste sábado. Ainda na defesa, Felipe Macedo entra no lugar de Wesley Matos. O zagueiro deve sentir um pouco o ritmo de jogo, já que não disputa uma partida oficial desde o dia 7 de abril.
Devido a necessidade de conquistar um bom resultado, Gilson Kleina também deve mexer no esquema tático, trocando o 4-4-2 pelo 4-3-3. Se isso realmente acontecer, o meia Daniel Carvalho deixaria o time titular para a entrada do atacante Marcão, que atuaria ao lado de Rossi e Walter.
NOVIDADES NO BANCO
A delegação alvinegra realizou a última atividade em Fortaleza na quinta-feira e o técnico Sérgio Soares já tem na cabeça o provável time titular. O lateral-direito Eduardo não viajou porque estava com dores de garganta, enquanto o lateral-esquerdo Thallyson (terceiro amarelo), o volante Baraka (terceiro amarelo) e o atacante Bill (expulso) cumprem suspensão automática.
Por outro lado, Sérgio Soares vai ter a volta do meia Felipe, que não enfrentou o Avaí no último final de semana. As novidades não param por aí. Recém contratados, o zagueiro Douglas Marques e o meia Felipe Menezes foram relacionados pela primeira vez e ficam como opções no banco de reservas.
“Pelas importantes histórias de Guarani e Fortaleza, pelos grandes momentos que viveram na Série A e por terem torcidas apaixonadas, meu desejo é que esse confronto seja a final da Série C. Agora, claro que estamos preparados para qualquer adversário. Estou estudando demais os cinco primeiros colocados do grupo B, conheço bem o futebol nordestino e, na verdade, não tem a mínima condição de escolher adversário pela dificuldade geral”.
Assim terminou o ótimo papo que tive nesta sexta-feira com Marcelo Chamusca. Ao aceitar um salário menor do que recebia no Fortaleza e no Sampaio, o técnico tinha o desejo de mostrar seu trabalho em um centro que ainda não o conhecia de perto. A aposta deu certo e o Guarani, líder do grupo B da Série C, já está classificado para o mata-mata. Chamusca, por sua vez, aumentou demais o seu prestígio e contatos de outros clubes já surgem o tempo todo.
“Comparando com o que vivi no Fortaleza, a pressão de ficar bastante tempo na Série C é algo muito grande. O trauma atrapalha demais a atmosfera no momento decisivo. É uma coisa muito difícil de ser controlada. Aqui em Campinas a pressão ocorreu porque o momento do clube era ruim, mas na Série C, com a campanha que estamos fazendo, a pressão é muito menor. O Guarani teve um primeiro semestre ruim, nem para a segunda fase da Série A2 do Paulista o time havia conseguido se classificar. O que conseguimos aqui já deixou uma marca relevante até porque é tudo novo para o clube, essa condição atual de tranquilidade. Montamos o time no meio da competição, até duas semanas atrás estava recebendo jogadores, mas encaixamos bem o esquema e eu optei por trazer jogadores que já tinham trabalhado comigo e conheciam meu estilo. Meu time gosta de bola no chão, não rifamos a bola e por isso sempre torço para jogarmos em gramados com boas condições”.
Com 34 pontos, o Guarani, com uma folha de pagamento de apenas 340 mil reais, incluindo encargos – metade dos gastos do Fortaleza, por exemplo – tem o mais alto aproveitamento da Série C. É o time que mais venceu, o que menos perdeu. tem a melhor defesa, além de ser o melhor mandante e o melhor visitante.
Sobre a diversidade técnica entre os dois grupos, Chamusca não considera que seja relevante o suficiente para apontar favoritismo, mas faz questão de pontuar diferenças claras de proposta de jogo. “Os times do grupo A jogam com base em muita velocidade. Já no grupo B as partidas têm muito mais contato físico, os jogadores atuam com mais força de marcação e o sucesso no mata-mata pode estar justamente nessa adaptação ao jogo do concorrente. Agora, tecnicamente os melhores times dos grupos são equivalentes e por isso não há garantia de nada”.
Chamusca comandou o Fortaleza na Série C em 2014 e 2015 e o time ficou em primeiro lugar na fase inicial, com derrotas no mata-mata para, respectivamente, Macaé e Brasil de Pelotas. “Fizemos um trabalho muito bom no Fortaleza. Ano passado nossa preparação foi de equipe de Série A ou até de seleção. Finalizamos 10 vezes mais do que o Brasil no jogo de volta, tivemos quase 75% de posse de bola, mas a proposta do adversário deu certo e o futebol é isso. E o Brasil manteve a base e está muito bem na Série B atual, com força e competência”.
Com o treinador estão em Campinas também o auxiliar Caé Cunha (continua vendo o primeiro tempo dos jogos do alto da arquibancada) e o preparador físico Roger Gouveia, que trabalhou no Fortaleza de 2007 até 2015 no Fortaleza. Conversei com Roger também. “Efetivamente o futebol desse grupo A é de muita força, contato, bolas paradas. Nossa preparação física é sempre integrada com a preparação técnica e o trabalho tem surtido efeito. Sobre o acesso, tenho o mesmo desejo do Chamusca: enfrentar o Fortaleza na final da Série C seria um prêmio”.
O G1 questinou o Denatran ainda na quinta sobre qual será a nova data para o início da implantação, mas não teve retorno até a publicação da reportagem.
De acordo com a nova resolução, primeiro o Denatran precisa sinalizar um "ato" que "ateste a implementação no Brasil do sistema de consultas e de intercâmbio de informações sobre aspectos relativos à circulação de veículos nos Estados Partes do Mercosul".
Só a partir deste "ato" começará a contar o prazo de 1 ano para o início da adoção, em cronograma similar ao anterior, primeiramente em veículos novos, transferidos de município ou com troca de categoria.
Ou seja, mesmo que o Denatran sinalize nesta sexta-feira, o que não deve acontecer, a instalação das placas começaria efetivamente só 1 ano depois. Os Detrans poderão se antecipar ao cronograma, com devido aval do Denatran.
Modelo de placa do Mercosul na Argentina (Foto: Divulgação/Ministério das Relações Exteriores Argentina)
Histórico
Apresentada em 2014, a nova placa começaria a ser instalada inicialmente em carros novos, transferidos de município ou com troca de categoria a partir de janeiro de 2016, mas ainda em abril de 2015 o início do processo foi adiado para 1º de janeiro de 2017.
Em vez de 3 letras e 4 números, como é hoje, as novas placas terão 4 letras e 3 números, e poderão estar embaralhados, assim como na Europa;
2- Novas cores
A cor do fundo das placas será sempre branca. O que varia, é a cor da fonte. Para veículos de passeio, cor preta, para veículos comerciais, vermelha, carros oficiais, azul, em teste, verde, diplomáticos, dourado e de colecionadores, prateado;
3- Estado e cidade com nome e brasão
O nome do país estará na parte superior da patente, sobre uma barra azul. Nome da cidade e do estado estarão na lateral direita, acompanhados dos respectivos brasões;
4- Tamanho
A placa terá as mesmas medidas das já utilizadas no Brasil (40 cm de comprimento por 13 cm de largura);
5- Contra falsificações
Marcas d'água com o nome do país e do Mercosul estarão grafadas na diagonal ao longo das placas, com o objetivo de dificultar falsificações;
6 - Quem terá que trocar
O modelo não tem mais data definida para ser adotado no Brasil. Segundo o Denatran, o preço será o mesmo das atuais. No Brasil, a placa terá uma tira holográfica do lado esquerdo e um código bidimensional que conterá a identificação do fabricante, a data de fabricação e o número serial da placa. A tira é uma maneira de evitar falsificação da placa.
Crianças menores de 5 e maiores de 9 anos de idade e adolescentes até 15 anos que estão com o cartão de vacinação desatualizado podem colocar as imunizações em dia durante a Campanha Nacional de Multivacinação, de 19 a 30 de setembro. No Ceará, segundo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), o foco é a prevenção da poliomielite, do sarampo e da coqueluche.
Durante a campanha, que terá mobilização nacional em 24 deste mês, 14 vacinas previstas no Calendário Nacional estarão disponíveis nos postos de saúde. Dentre elas estão a pentavalente, a tríplice viral, a tríplice bacteriana, a BCG, papilomavírus humano (HPV), além das imunizações contra a hepatite B e a febre amarela.
A ação não tem meta de vacinação, já que é uma estratégia do poder público para manter o controle, a eliminação ou erradicação das doenças imunopreveníveis no País, principalmente entre quem pertence ao público-alvo.
O desempenho de estudantes no ensino médio em português e matemática em 2015 foi pior que há 20 anos, segundo dados divulgados hoje (8) pelo Ministério da Educação (MEC). A etapa é tida como um dos principais gargalos do ensino básico, concentrando os piores indicadores. Os números são do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), calculados a cada dois anos.
De acordo com a presidenta executiva do movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz, os números mostram que não houve um amplo esforço para mudar as bases do ensino médioArquivo Agência Brasil
Em 2015, a proficiência média em língua portuguesa na etapa de ensino foi 267,06. A média nacional melhorou em relação a 2013, quando ficou em 264,06. No entanto, está abaixo dos 268,57 obtidos em 2011 e dos 290, registrados pelos estudantes de 1995. A proficiência média em matemática apresenta redução desde 2011, quando era 274,83. Em 2015, a média foi 267. Vinte anos antes, em 1995, a proficiência média era de 281,9.
As médias de 2015 colocam os estudantes do ensino médio no nível 2 de 8, de acordo com escala do MEC, em português e no nível 2 de 10 em matemática. Isso significa que os alunos têm dificuldades em interpretações de texto e operações matemáticas minimamente complexas como soma, subtração, multiplicação e divisão.
Faltam políticas públicas
De acordo com a presidenta executiva do movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz, os números mostram que não houve um amplo esforço para mudar as bases do ensino médio. "O ensino médio é uma etapa muito mal desenhada, é desenhada para não dar certo. Os alunos têm 13 disciplinas para serem trabalhadas em 4 horas de aula, que na realidade são 2 horas e meia. Há uma perda de eficiência em relação a políticas e investimentos e o resultado é esse".
A proficiência considerada adequada para o ensino médio é 300 em português e 350 em matemática, segundo critério consolidado pelo Todos pela Educação, que leva em conta o desempenho dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) na avaliação internacional do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa).
"No ensino médio, chegamos ao fundo do poço, principalmente em matemática. Não dá mais para esperar um milagre. Precisamos urgentemente tomar uma decisão que passa por dois aspectos, o currículo e a formação de professores. Precisamos dar mais foco no interesse do jovem", diz o diretor de articulação e inovação do Instituto Ayrton Senna, Mozart Neves Ramos.
Ensino Fundamental
A maior evolução do desempenho dos estudantes foi nos anos iniciais do ensino fundamental, do 1º ao 5º ano. Em língua portuguesa, o desempenho cresce desde 2001. Em 2015, atingiu a proficiência média de 207,57. O número representa um salto de 11,66 pontos em relação aos 195,91 do último Saeb, em 2013. Em matemática, a proficiência média também é crescente desde 2001, quando registrou 176,3, em 2013 foi 211,21 e, em 2015, chegou a 219,3.
Para a presidenta do Todos pela Educação, além de uma reformulação, necessária ao ensino médio, é necessário investimento na formação de professoresArquivo/Agência Brasil
Nessa etapa o Brasil está acima do nível adequado, de acordo com os critérios do Todos pela Educação em português, que é 200. Já em matemática, apesar da evolução, continua abaixo dos 225. "Esse Saeb mostrou um avanço importante, uma evolução de 12 pontos em língua portuguesa, o que equivale a meio ano de estudos", avalia Priscila.
Os anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, também apresentaram evolução, embora menor que os inciais. Em matemática, a proficiência média foi 255,76, superior aos 251,54 de 2013. Em português, passou da média de 247,81 em 2013 para 251,53 em 2015. As proficiências adequadas para a etapa são 275 em português e 300 em matemática.
Professores
Para Priscila, além de uma reformulação, necessária ao ensino médio, é necessário investimento na formação de professores. "O principal é o professor. Precisamos de professores bem formados nas salas de aula. Tem que ter política de atratividade para a carreira docente que faça com que os bons alunos do ensino médio sigam a carreira. É necessário também formação continuada, depois da inicial, e que as licenciaturas tenham mais prestígio dentro das instituições de ensino", diz.
De acordo com análise feita pelo movimento, os docentes recebem o equivalente a 54,5% do que ganham outros profissionais também com curso superior. "Se não tiver professor em quantidade e qualidade, bem preparados, a gente perde quase tudo. Posso fazer um bom desenho de currículo, mas para que a expectativa seja atendida é preciso um professor bem formado", diz Ramos. Segundo ele, a dificuldade do ensino básico começa nos anos finais do ensino fundamental, quando os estudantes começam a ter aulas com diversos professores e muitos deles não são formados nas áreas que lecionam. Dados no Ministério da Educação mostram que quase 40% dos professores não têm formação adequada.
Saeb
Os resultados do Saeb são referentes à Prova Brasil, aplicada em novembro de 2015. Participaram da avaliação todas as escolas públicas brasileiras com no mínimo 20 estudantes matriculados no 5º ou 9º anos do Ensino Fundamental, o que representa cerca de 4 milhões de estudantes. Além desse conjunto de escolas, foi considerada uma amostra de instituições privadas com dez ou mais estudantes matriculados no 5º ou 9º anos do ensino fundamental ou na 3ª série do ensino médio.
O Saeb também contém uma amostra de escolas públicas municipais e estaduais com dez a 19 alunos matriculados no 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e uma amostra de escolas públicas estaduais e municipais com dez ou mais alunos matriculados na 3ª série do Ensino Médio.
Felipe Menezes, recém-chegado, já pode estrear no sábado (Foto: Eduardo Trovão/TV Verdes Mares)
O Ceará fechou os treinamentos nesta quinta-feira (8), em solo cearense, e a comissão técnica definiu a lista de relacionados para o jogo contra o Goiás, no sábado (10), às 18h30. Em seguida, o elenco viaja para Goiânia, local da partida, onde ainda faz mais um treino antes de jogar.
As novidades nesta lista são os recém-contratados Douglas Marques (zagueiro) e Felipe Menezes (meia-atacante), que foram apresentados nesta semana e já constam entre os relacionados. Junto a eles, o meia Felipe volta a ser relacionado por Sérgio Soares e deve entrar em campo contra o Goiás. Na última partida, diante do Avaí, ele não atuou porque estava contundido.
Já o lateral direito Eduardo, que cumpriu suspensão no empate em 0 a 0 contra os catarinenses, está com dor de garganta e não viaja. O técnico Sérgio Soares ainda não poderá contar com o lateral esquerdo Thallyson, o volante Baraka e o atacante Bill, todos suspensos.
Ceará e Goiás se enfrentam neste sábado (10), às 18h30, no Estádio Serra Dourada, pela 24ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.
O Vovô é o 5º colocado, com 38 pontos. O Goiás é o 17º, com 27 pontos conquistados.
Felipe, meia do Ceará, retorna à relação de Sérgio Soares para o jogo com o Goiás (Foto: Kid Júnior/Agência Diário)
Veja a lista de relacionados:
Goleiros: Éverson e Lauro
Zagueiros:Valdo, Charles, Ewerton Páscoa, Douglas Marques e Lucas
Laterais:Tiago Cametá, Sánchez e Buiú
Volantes:Diego Felipe, Richardson, Ricardinho e Raul
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começou a convocar nesta semana, por carta, os primeiros 75 mil beneficiários de auxílio-doença que passarão pela perícia médica de revisão do benefício. São pessoas que têm até 39 anos de idade e que estão há mais de dois anos sem passar por exame pericial.
Após o recebimento da carta, o beneficiário terá cinco dias úteis para agendar a perícia pela central de atendimento, no telefone 135. Quem não fizer o agendamento dentro do prazo terá o benefício suspenso e só será reativado após o agendamento de uma nova perícia.
O INSS reforça que os beneficiários não precisam comparecer às agências de atendimento antes da convocação. Segundo o instituto, para evitar sobrecarga e filas desnecessárias, os beneficiários serão convocados em lotes com critérios pré-definidos.
A revisão pericial será feita em 530 mil beneficiários de auxílio-doença que receberam o benefício por meio de decisão judicial e não realizaram nenhuma atualização nos últimos dois anos. Em seguida, o governo vai revisar 1,2 milhão de aposentadorias por invalidez, de pessoas com idade inferior a 60 anos.
O beneficiário que não concordar com o resultado da perícia poderá recorrer da decisão e solicitar nova avaliação.
Segundo o INSS, a medida dará “segurança” a esses trabalhadores já que a previsão é que muitos beneficiários migrem para o regime de aposentadoria por invalidez. Com esse pente-fino, a expectativa do governo é que entre 15% a 20% dos convocados deixem de receber a quantia média de R$ 1.193,73 por mês. Caso esse número se confirme, a economia pode chegar a R$ 126 milhões por mês para os cofres públicos.
Essas revisões devem durar dois anos e não prejudicarão os atendimentos regulares. Cada perito médico poderá realizar até quatro perícias de revisão por dia, além da agenda de atendimento, e receberá R$ 60 por cada uma.
Os beneficiários devem manter seus endereços atualizados junto ao INSS. A atualização cadastral pode ser feita pelo telefone 135 ou pela internet, na página www.previdencia.gov.br. Nos casos de pessoas com domicílio indefinido ou em localidades não atendidas pelos Correios, a convocação será feita por edital publicado em imprensa oficial. Para reforçar a convocação, também serão emitidos, a partir de novembro, avisos por meio dos caixas eletrônicos das agências bancárias.
A revisão pericial está prevista na Medida Provisória nº 739, de 07/2016, e os procedimentos técnicos foram estabelecidos por meio da Resolução n° 546, de 08/2016.
O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, informou hoje (8), em reunião com sindicalistas, que a reforma trabalhista deve ser encaminhada ao Congresso Nacional até o fim deste ano.
Entre as medidas em pauta, está a proposta que formalizará jornadas diárias de até 12 horas. Atualmente, contratos de trabalho com jornadas superiores a oito horas diárias são frequentemente questionados pela Justiça do Trabalho, que ainda não reconhece formalmente a jornada mais longa.
O documento deve contemplar também a criação de dois novos modelos de contrato. A pasta avalia considerar o tipo que inclui horas trabalhadas e produtividade, além do modelo que já vigora atualmente, baseado na jornada de trabalho. O objetivo das medidas é aumentar a segurança jurídica de contratos que não estão estipulados pela legislação trabalhista, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Ronaldo Nogueira ressaltou que não haverá retirada de direitos trabalhistas. “Não há hipótese de mexermos no FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviço], no 13º [salário], de fatiar as férias e a jornada semanal. Esses direitos serão consolidados. Temos um número imenso de trabalhadores que precisam ser alcançados pelas políticas públicas do Ministério do Trabalho”, disse Nogueira, em reunião da Executiva Nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB).
Em agosto, o ministro já havia anunciado que o governo mandará uma proposta de atualização da legislação trabalhista ao Congresso. Na ocasião, Ronaldo Nogueira garantiu que os direitos dos trabalhadores serão mantidos. Ele disse que “o trabalhador não será traído pelo ministro do Trabalho". Para Nogueira, a reforma vai criar oportunidades de ocupação com renda e consolidar os direitos.