28 de novembro de 2017

Tragédia com avião da Chapecoense completa um ano; relembre os fatos

policiais fazem buscas no local do acidente, na Colômbia
Equipes de resgate trabalharam no resgate de vítimas entre os destroços do aviãoDivulgação/ Polícia de Antioquia
























Faltavam dois minutos para as 22h (horário local) do dia 28 de novembro de 2016 quando o voo 2933 da empresa boliviana LaMia caiu no morro El Gordo, a 35 quilômetros do aeroporto de Medellin, na Colômbia. A bordo, estavam 77 passageiros de um voo charter contratado pela Associação Chapecoense de Futebol, o clube de Chapecó (SC). A equipe do interior do estado catarinense acabava de realizar uma façanha: ia disputar a final da Copa Sul Americana contra o Atlético Nacional, de Medellin. A partida seria disputada na quarta-feira (30), no primeiro jogo pelo título.

A alegria dos jogadores, da comissão técnica, e dos jornalistas a bordo deu lugar ao horror. Na escuridão da noite o avião bateu de barriga no alto do morro, capotou e se despedaçou encosta a baixo, deixando um rastro de destruição.

Quando as equipes dos bombeiros voluntários da cidade de La Unión conseguiram chegar ao local quase uma hora depois, apenas sete pessoas ainda estava vivas. Três eram jogadores do time: o goleiro Jackson Follman, o zagueiro Helio Zampier Neto e o lateral Alan Ruschel. Dos 20 jornalistas, apenas o locutor da Radio Oeste de Chapecó, Rafael Renzi, estava vivo. Os outros dois sobreviventes eram tripulantes: a comissária de bordo Ximena Suárez e o técnico de voo Erwin Tumiri. O sétimo passageiro encontrado com vida era o goleiro titular Marcos Danilo Padilha, que chegou a ser encaminhado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia seguinte.

Um piloto perdido
Minutos antes da queda, o piloto Miguel Quiroga avisou a torre de controle do aeroporto de Rionegro que estava com problemas elétricos e pediu as coordenadas para um pouso de emergência. O avião estava a menos de cinco minutos da cabeceira da pista, mas no dramático diálogo com a torre ficou gravada a desorientação de Quiroga. Ele parecia não saber ao certo sua posição e não entendia as instruções da controladora Yaneth Molina que, por sua vez, não conseguia ver a aeronave no radar. Quando finalmente Quiroga admitiu que estava sem combustível, a torre perdeu o contato.

Avisada por moradores que ouviram o barulho da queda, a Polícia Nacional da Colômbia acionou o modesto grupamento de bombeiros voluntários de La Unión que, em pouco mais de meia hora, conseguiram chegar ao Cerro El Gordo e iniciaram a busca por sobreviventes.

Um plano de voo errado
Enquanto as equipes de resgate vasculhavam os destroços em busca de sobreviventes, as autoridades aeronáuticas no Brasil, na Colômbia e na Bolívia começavam a procurar respostas para as circunstâncias do acidente. E as primeiras informações vindas da Bolívia, de onde o voo 2933 havia decolado, eram desconcertantes.

O avião tinha saído do aeroporto de Santa Cruz de la Sierra com um plano de voo que, segundo a funcionária da Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares de Navegação Aérea (AASANA), Celia Castedo, "estava errado". Os valores do tempo de voo até Medellin – 4 horas e 22 minutos - eram exatamente os mesmos valores da autonomia de combustível. Isso não dava a margem de segurança necessária para uma situação inesperada. Celia assegura que avisou o problema ao despachante da LaMia, que morreu no acidente.

Em seu depoimento ela disse que ele ignorou o aviso e o avião decolou. Celia, que pediu abrigo ao governo brasileiro, ainda se defende da acusação de homicídio culposo na Justiça boliviana. E se justifica: “Minha função era apenas checar o preenchimento do plano de voo e avisar sobre alguma irregularidade, mas eu não tinha autoridade para impedir a decolagem”.

Para os investigadores do acidente, o avião não poderia jamais ter levantado voo. E isso deixava uma nova pergunta sem resposta: por que o piloto havia decidido voar diretamente para Medellin, no limite de segurança do combustível, se podia ter feito uma escala para abastecimento?

E uma companhia aérea suspeita

Close do avião no aeroporto da Bolívia, antes do voo que se acidentou indo para a Colômbia
Avião da empresa boliviana Lamia, fretado pela ChapecoenseDivulgação/ Cleberson Silva/ Chapecoense

O Avro RJ85 é um avião equipado com quatro motores que lhe dão uma autonomia de voo de até 3 mil quilômetros, segundo dados da fabricante British Aerospace. Pode transportar com segurança até 112 passageiros e nove tripulantes. O aparelho tinha sido fabricado em 1999 e comprado por uma empresa americana que o vendeu em 2007 para a City Jet, uma companhia irlandesa de linhas regionais.

Em 2013 o avião foi vendido para a LaMia (Línea Aérea Merideña Internacional de Aviación), uma empresa regional fundada em 2010 na Venezuela pelo empresário Ricardo Albacete Vidal. Antes de ingressar no ramo da aviação civil, Albacete teve empresas nos setores metalúrgicos e petrolíferos e sempre esteve envolvido em política, chegando a ser senador. Ele convidou o lobista chinês Sam Pa, para se associar à LaMia, mas não foi um bom negócio: em 2011 Sam Pa foi preso na China e Albacete dissolveu a empresa.

A LaMia ressurgiu em 2013, com o nome de Línea Aerea Margarita, mas usando o mesmo logotipo e com foco em voos internacionais. Sua estratégia para conquistar o mercado foi agressiva, oferecendo preços até 40% mais baratos do que a concorrência. Assim, a nova empresa acabou atraindo uma clientela muito lucrativa: os times de futebol que viajavam pelo continente durante os campeonatos. Informalmente, a LaMia passou a ser a transportadora preferida da Confederação Sul Americana de Futebol (Conmebol).

Quando o voo 2933 caiu na Colômbia, Albacete negou que o avião fosse da sua LaMia, que teria arrendado seus aviões para a LaMia boliviana. O que ele não mencionou foi que a LaMia boliviana tinha sido criada por ele mesmo, em sociedade com o piloto Miguel Quiroga, que comandava o fatídico voo.

Os jogadores que sobreviveram

Los supervivientes del accidente aéreo del equipo brasile o de fútbol Chapecoense, Helio Zampier Neto (i), Alan Ruschel (d) y Jackson Follmann (c) rezan hoy, martes 9 de mayo de 2017
Sobreviventes do acidente aéreo da Chapecoense, Helio Zampier Neto, Alan Ruschel e Jackson Follman, em oração durante homenagem do município de La Unión (Colômbia) Luis Eduardo Noriega A./EFE

























O goleiro Jackson Follman, primeiro sobrevivente a ser resgatado dos escombros, não se lembra exatamente o que aconteceu. Tudo que ele recorda é que estava sentado perto dos três companheiros que sobreviveram com ele, o zagueiro Neto, o lateral Alan e o jornalista Rafael Renzi e todos estavam conversando animadamente. Então as luzes da cabine se apagaram e ele desmaiou.

Follman costuma dizer, em entrevistas, que se deu conta de que o avião tinha caído quando voltou a si na escuridão total, no meio dos destroços. E pensou: “O avião caiu. Todo mundo se salvou. Estão todos vivos”. Ao ver os focos das lanternas dos bombeiros no meio da mata, Follman reuniu forças para gritar por socorro. Levado de helicóptero ao hospital, ele teve parte da perna direita amputada. Em longas cirurgias, os médicos conseguiram reconstruir o calcanhar do pé esquerdo e uma vértebra cervical que, por sorte, não atingiu a medula.

O lateral Alan Ruschel também estava muito ferido e foi levado ao hospital de caminhonete, por dois moradores de La Unión. Embora estivesse consciente o tempo todo, Alan tinha um problema grave: uma fratura na coluna que poderia deixá-lo tetraplégico. Mas, nas horas seguintes, os médicos do Hospital San Vicente descartaram o risco.

O zagueiro Helio Neto ficou sete horas nos escombros e foi o último a ser resgatado. Os socorristas já tinham desistido de encontrar mais sobreviventes quando um deles ouviu gemidos e voltou para localizar o chamado. No entanto, seu estado era tão crítico que os médicos chegaram a prevenir seus familiares de que não alimentassem muitas esperanças.

E um time que ressuscitou

Chapecó - SC -Presidente Michel Temer durante Cerimônia em Homenagem às Vítimas do Acidente com Avião da Chapecoense ( Beto Barata/PR)
Cerimônia em Homenagem às vítimas do acidente com avião da Chapecoense, na Arena CondáBeto Barata/PR
























Quando a notícia chegou a Chapecó, já na madrugada do dia 29, os 200 mil habitantes foram sendo despertados pelos relatos da tragédia e a cidade mergulhou na dor e no luto. Do sonho de uma conquista esportiva para o pesadelo inimaginável: os chapecoenses tinham perdido seus jogadores, seus dirigentes e jornalistas que relatariam a vitória tão esperada. E só havia um lugar onde eles queriam estar: a Arena Condá, o estádio do clube.

Na noite de quarta-feira, quando o time deveria estar jogando em Medellin, os torcedores lotaram as arquibancadas para chorar, cantar o hino do clube e gritar a saudação que tinha guardada no peito: “É campeão!”. Simultaneamente, em Medellin, colombianos lotaram o estádio Atanasio Girardot, onde o jogo contra a Chapecoense deveria ocorrer, para homenagear o time brasileiro.

O luto de Chapecó se espalhou pelo Brasil e o mundo. Nas redes sociais, torcedores de equipes adversárias começaram a pintar de verde os distintivos de seus próprios times e a frase: “Somos Chape”. Era o início da reação para reconstruir o sonho e o time.

Virada

Chapecó (SC) - Arena Condá virou ponto de reunião de torcedores, jogadores e parentes das vítimas. Com cartazes, fotos e flores todos homenageiam os que morreram no acidente aéreo (Daniel Isaia/Agência Brasil)
Arena Condá se tornou ponto de reunião de torcedores, jogadores e parentes das vítimas após o acidenteDaniel Isaia/Agência Brasil

























A Chapecoense já não tinha mais um time titular para entrar em campo, uma vez que quase todos os jogadores morreram no acidente. Nem uma comissão técnica, nem mesmo o presidente do clube, que morreu no acidente. Mas ali, na Arena Condá, estavam os jogadores que não tinham viajado para a Colômbia. Neles, a torcida enxergava a esperança de um recomeço para formar o novo time para a temporada de 2017.

O troféu de Campeão Sul Americano, entregue à Chapecoense pela Conmebol depois que o Atlético Nacional decidiu abrir mão do título, não era apenas simbólico. O prêmio pelo título foi de US$ 2 milhões e a vaga na Recopa rendeu mais US$ 1 milhão. Por ser campeã sul americana, a Chape garantiu também vaga na Libertadores e mais US$ 1,8 mil pelos três jogos como mandante de campo.

Com as finanças reforçadas, o clube reconstruiu o time e conquistou o título do campeonato catarinense de 2017. E mesmo depois de ter tropeçado na série A do Brasileirão, a Chape conseguiu escapar do rebaixamento e continuará em 2018 na principal divisão do futebol profissional brasileiro.

Uma das maiores emoções vividas pelo time e sua torcida depois da tragédia foi em agosto deste ano, quando a equipe pisou no gramado do Nou Camp em Barcelona para um amistoso contra o time da casa, recebendo a homenagem de um estádio lotado. As imagens dos jogadores mortos foram projetadas no telão e o ex-goleiro Follman, agora embaixador do clube, e o zagueiro Helio, deram o chute inicial da partida.

Entre os jogadores escalados para a partida, estava Alan Ruschel, que os médicos colombianos temiam que não voltasse a andar. Ele saiu de campo após 35 minutos de jogo, com a camisa assinada por Messi e a homenagem da torcida. Em Chapecó, o grito da torcida voltou a ecoar: “O campeão voltou!”.

Com informações da Agência Brasil

Papa se reúne com presidente e chefe de governo de Mianmar

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O papa Francisco chegou ao Palácio Presidencial de Mianmar na capital, Naypyidaw, para se reunir com o presidente do país, Htin Kyaw, e com a chefe de governo e Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi.  Francisco veio da cidade de Yangun, aonde chegou ontem para a visita à Mianmar e posteriormente a Bangladesh, e às 15h40 (horário local) partiu de carro ao complexo governamental. O local abriga todos os edifícios institucionais. A informação é da Agência EFE

Ontem (27), o pontífice se reuniu em Yangun com o chefe das Forças Armadas do país, o general Min Aung Hlaing, considerado o responsável pela ofensiva que provocou a fuga de mais de 620 mil rohingyas para Bangladesh. O papa foi recebido pelo presidente, sem a presença de Suu Kyi, na praça ao lado do Palácio Presidencial, onde foi instalado um camarote de honra no gramado, foram executados dois hinos e as delegações se apresentaram.

Mais tarde, Francisco se reunirá em particular com o presidente. Depois, a previsão é que ele se reúna na Sala Diplomática com Suu Kyi, que também é ministra de Relações Exteriores e Conselheira de Estado. Esta será a segunda vez que os dois se encontram. A primeira ocasião foi em maio no Vaticano.

Embora os conteúdos das conversas não tenham sido divulgados, o tema das minorias estará presente.

Por volta das 17h (horário local), Francisco irá de carro ao Centro Internacional de Convenções onde fará o seu primeiro discurso a autoridades, sociedade civil e corpo diplomático.

Com informações da Agência Brasil

TRE alerta eleitores de 29 municípios que finalizarão a biometria no próximo dia 30

O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará alerta os eleitores de 29 municípios que encerrarão as revisões na próxima quinta-feira, 30/11, para que procurem os postos de atendimento e evitem o cancelamento dos títulos.
Os municípios que têm prazo para encerrar o recadastramento biométrico dos eleitores no fim deste mês são os seguintes: Aracati, Fortim, Icapuí, Canindé, Itatira, Pacajus, Chorozinho, Pacatuba, Guaiuba, São Benedito, Carnaubal, Granja, Martinópole, Uruoca, Acaraú, Jijoca de Jericoacoara, Cruz, Pentecoste, General Sampaio, Apuiarés, Redenção, Acarape, Barreira, Coreaú, Moraújo, Chaval, Barroquinha, Pacoti e Guaramiranga.
De acordo com as estatísticas do TRE-CE, Icapuí e Moraújo atingiram até agora o maior índice, com 87% dos eleitores recadastrados. Em seguida, aparecem Barroquinha (86%) e Fortim, Chorozinho, Granja, Martinópole e Pentecoste, com 85% dos títulos revisados. Pacatuba, com apenas 73%, e Redenção, Barreira, São Benedito e Aracati, com 76%, são os municípios com menores índices de eleitores recadastrados com a biometria.
A coordenadora de Administração do Cadastro Eleitoral do TRE-CE, Lorena Belo, adverte que “os eleitores desses municípios que não comparecerem aos cartórios e postos de atendimento até o dia 30 de novembro terão o título cancelado e serão obrigados a regularizar a sua situação junto à Justiça Eleitoral até o fechamento do Cadastro Eleitoral, no dia 9 de maio de 2018, sob pena de não poderem votar nas próximas eleições e ainda ficarem impedidos de obter a quitação eleitoral”.
Prejuízos
São muitos os prejuízos para os eleitores em débito com a Justiça Eleitoral. Além de não poder votar nas próximas eleições, ficam impedidos de:
– Requerer passaporte ou carteira de identidade;
– Receber salário e benefícios sociais de entidades públicas ou assistidas pelo governo;
– Fazer parte de concorrência pública ou administrativa em qualquer instituição da União, dos estados, dos municípios ou do Distrito Federal;
– Solicitar empréstimos em qualquer banco ou estabelecimento de crédito subsidiado pelo governo;
– Inscrever-se em concursos públicos ou tomar posse de cargos públicos;
– Renovar matrícula em qualquer instituição de ensino pública ou fiscalizada pelo governo;
– Requerer qualquer documento que necessite da quitação eleitoral.
Documentação
Os eleitores precisam dos seguintes documentos para tirar o título e realizar a coleta dos dados biométricos:
* RG ou qualquer outro documento que comprove a nacionalidade brasileira (Ex: Carteira de Trabalho ou carteira emitida pelos órgãos criados por lei federal);
* Certificado de quitação com o serviço militar, para os brasileiros do sexo masculino, com idade entre 18 a 45 anos que forem tirar o título pela primeira vez;
* Comprovante de residência.
De acordo com o cronograma estabelecido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, nas Eleições de 2018, 129 dos 184 municípios cearenses terão 100% dos seus eleitores recadastrados com biometria. A meta do TRE-CE é recadastrar cerca de 75% do eleitorado do Estado até 9 de maio de 2018 e atingir 100% em 2020. Para o ciclo 2017-2018, 67 municípios passarão pelo processo de revisão biométrica.
Por Roberto Moreira
Com informações do Diário do Nordeste

Agropacto quer resgatar a cultura do algodão no Ceará

No passado, o Ceará esteve entre os maiores produtores dessa cultura no País.
Nesta terça-feira, às 7h30mn, na sede da Fiec, o Agropacto vai debater sobre um programa de modernização da cultura do algodão no Ceará e no Brasil.
Segundo o presidente da Federação da Agricultura do Estado, Flávio Saboya, o convidado é o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, Arlindo de Azevedo.
O setor produtivo cearense pensa seriamente em retomar a cultura do algodão. Desde, claro, que conte com o apoio oficial em todos os sentidos.
Com informações do Blog do Eliomar de Lima

Vereador de Fortaleza já devolveu mais de R$ 500 mil reais aos cofres da Câmara

Vereador Odécio Carneiro/ Foto: Rômulo Ribeiro
O vereador de Fortaleza, Odécio Carneiro (SDD), revelou em entrevista ao jornal Ceará News desta terça-feira (28), que já devolveu mais de mais de R$ 500 mil reais aos cofres do Município de Fortaleza, desde que assumiu o mandato no início do ano.

A economia acontece devido a não utilização da Verba de Desempenho Parlamentar e outras despesas pessoais. O valor continua nos cofres da Câmara Municipal e será direcionado para outras áreas de interesse da população.

“A população não aguenta mais esses privilégios do Estado brasileiro. Eu não me sinto bem, tendo que lidar todos os dias com pessoas morrendo à míngua nos corredores dos hospitais e eu tendo disponível R$ 6 mil de combustível no carro”, ressaltou.

Ouça abaixo a entrevista na íntegra:


Com informações do Ceará News 7

27 de novembro de 2017

Após 16 anos, América Mineiro volta a conquistar títulos em duas temporadas consecutivas

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A conquista da Série B nesse sábado marcou o fim de um tabu para o América. O clube voltou a vencer títulos em duas temporadas consecutivas após 16 anos. Isso tinha acontecido pela última vez quando o Coelho ergueu os troféus da Copa Sul Minas e do Campeonato Mineiro, em 2000 e 2001, respectivamente.

No biênio 2016 e 2017 as conquistas têm um gosto ainda mais especial, principalmente em função dos adversários deixados para trás pelo América. Ano passado, o Alviverde venceu o Campeonato Mineiro ao eliminar o Cruzeiro nas semifinais e superar o Atlético na decisão.

Na atual temporada, o América chegou à Série B com a desconfiança de ter sido rebaixado com a pior campanha da Série A de 2016. No entanto, mesmo com investimento inferior, o clube alviverde foi mais efetivo que o Internacional, somando 73 pontos, dois a mais que o Colorado.

O América garantiu o título da Série B após vencer o CRB por 1 a 0, nesse sábado, no Independência. O Internacional superou o Guarani por 2 a 0 no Beira-Rio, mas o triunfo alviverde não permitiu que os gaúchos erguessem o troféu da Segunda Divisão nacional.

Vale lembrar que desde o decacampeonato do Estadual, conquistado entre 1916 e 1925, o América só conquistou títulos em dois anos consecutivos nessas duas oportunidades: 2000-2001 e 2016-2017.

TIME BASE:


América-MG

Fernando Leal; 
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni; 

Juninho, Ernandes e Ruy (Zé Ricardo); 

Felipe Amorim (Renan Oliveira), Luan e Bill.


Técnico: Ederson Moreira




Por Guilherme Macedo 
Com informações do Superesportes

Temer recebe alta após angioplastia e retorna hoje a Brasília

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O presidente Michel Temer recebeu alta às 10h de hoje (27) do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Temer passou por um procedimento de angioplastia na sexta-feira (24) com a desobstrução em três artérias coronárias e implantação de dois stents (dispositivo usado para desobstrução).
A cirurgia durou cerca de uma hora e meia e, de acordo com a equipe médica do Sírio-Libanês, a intervenção foi necessária e pode garantir maior qualidade de vida e longevidade.
O presidente retorna hoje para Brasília, mas não tem agenda oficial de compromissos.
Na rede social Twitter, Temer agradeceu o apoio dos médicos e da população. “Bom dia! Agradeço os cuidados da equipe médica e o carinho das pessoas que torceram e rezaram por mim. Já, já estarei de volta ao trabalho”, publicou.
Com informações da Agência Brasil

SDA inicia abastecimento de água de cidades em situação crítica

Dedé Teixeira, titular da Secretaria do Desenvolvimento Agrário, acompanha ações.
As Estações de Tratamentos Móveis, as chamadas ETAs Móveis, adquiridas pelo Governo do Ceará em Israel, já iniciaram o percurso pelos 31 municípios atendidos pelo Projeto Paulo Freire. O projeto envolve 23 técnicos e 15 veículos e atenderá inicialmente aos municípios a serem atendidos: Pires Ferreira e Hidrolândia, nas regiões de Sobral e Crateús, onde serão abastecidas as primeiras 101 cisternas de placa.
O Projeto Paulo Freire é financiado via empréstimo junto ao Fundo Internacional do Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e deve atender com água e projetos produtivos 600 comunidades rurais extremamente pobres da zona rural.
Municípios
Os municípios selecionados pelo projeto são: Aiuaba, Altaneira, Antonina do Norte, Araripe, Arneiroz, Assaré, Campos Sales, Coreaú, Frecheirinha, Graça, Hidrolândia, Ipu, Ipueiras, Irauçuba, Massapê, Moraújo, Mucambo, Nova Olinda, Pacujá, Parambu, Pires Ferreira, Potengi, Quiterianópolis, Reriutaba, Salitre, Santana do Cariri, Senador Sá, Sobral, Tarrafas, Tauá e Varjota.
Com informações do Blog do Eliomar de Lima

Ceará vende 37 milhões de calçados ao exterior em 10 mese

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O setor calçadista cearense cresceu 8,8% no acumulado de janeiro a outubro deste ano em relação a igual período de 2016. O número é referente ao valor gerado com as exportações, que alcançou US$ 220.336.278. Os dados são da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Para o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, ainda há um longo caminho para afirmar que o cenário de crise econômica foi superado. Mas, o Ceará continua na liderança na exportação de pares de calçados, com mais de 37 milhões de peças vendidas ao exterior nos primeiros 10 meses deste ano, um incremento de 3,9% em relação ao mesmo período de 2016.
Entretanto, o valor desses embarques ainda é superado pelo Rio Grande do Sul, que gerou US$ 376.534.326 no acumulado de 2017, comercializando quase 23,5 milhões de pares. No ranking de valor exportado, além do Rio Grande do Sul e Ceará, São Paulo segue na terceira posição ao gerar US$ 97.298.351 milhões com as exportações. Em seguida aparecem Paraíba (US$ 57,9 milhões) e Bahia (US$ 40,4 milhões).
Corrente de comércio
No âmbito nacional, apenas em outubro foram gerados US$ 93,5 milhões com as exportações de calçados, crescimento de 12,3% em relação ao mesmo período de 2016, quando o País gerou quase US$ 83,2 milhões com a venda dos produtos para o exterior. “No último mês de outubro tivemos um sinal mais positivo de uma retomada para uma demanda doméstica e no mercado internacional. Mas é preciso que isso se consolide por mais seis meses”, acrescentou Klein.
No acumulado do ano, de janeiro a outubro, as exportações brasileiras de calçados cresceram 13,3%, ao gerar US$ 890 milhões em divisas. “Nós tivemos alguns momentos de oscilação nesse período e agora em outubro já começa a se apresentar uma curva um pouco mais segura de crescimento”, observou Klein.
Feiras internacionais
Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, os números são reflexos dos bons resultados gerados nas feiras internacionais do início do semestre. “Certamente, os resultados seriam ainda mais expressivos se tivéssemos um preço médio competitivo, pois com a valorização do real o nosso produto encareceu 12% no exterior”, ressaltou.
O executivo acrescentou que, seguindo a dinâmica anual das exportações, o segmento deve fechar 2017 com um leve crescimento nos embarques, “algo na casa de 4% a 5%” em valores gerados.
No ano passado os embarques geraram US$ 998 milhões. “Porém, não dá para se apontar uma recuperação definitiva, já que o número está muito abaixo do praticado em anos passados, caso de 2007/2008, quando os embarques geraram quase US$ 2 bilhões. Tivemos uma perda de competitividade significativa nos últimos dez anos, acentuada a partir da crise de 2009, as oscilações no câmbio e a nossa própria incapacidade estrutural que onera o setor produtivo brasileiro”, avaliou Klein.
Países compradores
Entre os principais compradores dos produtos brasileiros estão os Estados Unidos (US$ 153,8 milhões), Argentina (US$ 128,8 milhões), Paraguai (US$ 65,7 milhões), Bolívia (US$ 54,5 milhões) e França (US$ 45 milhões).
No acumulado, os norte-americanos seguem como o principal destino do calçado brasileiro, tendo importado 8,6 milhões de pares por US$ 153,8 milhões, quedas de 9,6% e 11,2%, respectivamente, em relação ao ano passado. “A queda nas exportações para os Estados Unidos é reflexo da perda de competitividade, já que é um mercado muito sensível a preço. Com o encarecimento do nosso produto, é provável que estejamos perdendo ainda mais espaço para os asiáticos naquele mercado”, comentou Klein.
Demanda interna e tendência
O consumo no País tem mostrado uma tendência de recuperação, segundo o presidente-executivo da Abicalçados. “Além das circunstâncias mais favoráveis da economia, já se percebe uma recuperação do consumo interno”.
De acordo com Klein, o segundo semestre tende, historicamente, a apresentar resultados melhores por conta das festas. “Esse período pode trazer uma consolidação desse crescimento”, afirmou.
Para 2018, o executivo afirmou que, pela lógica de mercado, os primeiros três meses do ano podem trazer uma continuidade de crescimento nos embarques. “Existem sinais bastante claros de que nós teremos uma recuperação tanto na demanda doméstica e nos embarques ao exterior, mas é preciso que certas condições se mantenham e se consolidem, como estabilidade institucional”.

Com informações do Diário do Nordeste

Festa completa! Ceará se despede da Série B com vitória em cima do ABC



Neste sábado, 25/11, o Ceará encerrou a participação na Série B do Campeonato Brasileiro com vitória sobre o ABC por 1 a 0. Mais de 57 mil torcedores lotaram a Arena Castelão para quebrar mais um recorde de público na competição. Já com o acesso garantido e cumprindo tabela contra o alvinegro potiguar, o Vovô dominou a partida e venceu por 1 a 0 com gol de Maikon Leite, no 2º tempo.


“É muito bom terminar o ano com vitória. O que essa torcida fez aqui hoje é espetacular. Não tem como não se emocionar. Isso tudo que estamos vivendo é fruto de muito trabalho. Não temos um único nome responsável pelo acesso. Cada um que fez parte desse elenco foi importante para essa conquista. O que fica é a gratidão à torcida, diretoria e a esse grupo, que acaba de escrever o nome na história do Ceará. É uma satisfação enorme poder viver isso aqui”, declarou o goleiro Everson, após o jogo. 



Agora, os atletas ganham descanso de um mês. O time que vai se reapresentar para a pré-temporada de 2018 retorna a Porangabuçu no dia 26/12. O Ceará encerra a temporada com todos os objetivos pré-estabelecidos no início do ano alcançados. Em maio, o Alvinegro venceu o Ferroviário na final do Estadual e conquistou o 44º título do Campeonato Cearense. O acesso do Ceará foi confirmado no sábado, 18/11. Após combinação de dois resultados, o Mais Querido já entrou no jogo contra o Criciúma com a vaga garantida na 1ª divisão de 2018.

Com informações do site oficial do clube - cearasc.com

Leão do interior é a nova modalidade de plano que vai atender a imensa nação tricolor do interior do estado.

Resultado de imagem para Fortaleza lança novo plano de sócio torcedorCom Rogério Ceni (ao centro), expectativa de mais adesão MATEUS DANTAS
O Fortaleza anunciou ontem, 25, mais um programa de sócio-torcedor do clube, o segundo desde a chegada de Rogério Ceni. O “Leão do Interior” é voltado para os torcedores do Tricolor do Pici que moram no interior do Estado, com distância superior a 50 km da capital cearense.
Atualmente, o clube tem mais de 12 mil associados e espera ultrapassar a marca de 15 mil adeptos até o fim do Estadual e 20 mil em 2018.
Com mensalidade custando R$ 24,99, os torcedores que aderirem ao plano terão acesso liberado aos setores superior e inferior norte e sul da Arena Castelão em partidas cujo mando de campo pertence ao time do Pici. Para que se associem, os tricolores precisam enviar seus comprovantes de residência ao clube. Caso não seja possível, é necessário confirmar sua vivenda junto ao cartório da cidade. Visibilidade
Na apresentação de Rogério Ceni, novo treinador do clube, o presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, anunciou o plano “Leão pelo Brasil”, programa de fidelização para torcedores que moram fora do Estado. Segundo o gestor, a ideia surgiu com a boa repercussão que a vinda de Ceni trouxe para o Leão. “Criamos o cartão com o Departamento de Marketing e já tem adesão. Tenho certeza de que vai ser uma marca de modernidade”, afirmou Paz. 
Por Neto Ribeiro
Com informações do Jornal O Povo

25 de novembro de 2017

Veja todos os segredos da picape da Fiat que substituirá a Strada

O Mobi está servindo apenas de mula para a nova picape, o estilo será mais para Argo (Foto: João Kleber Amaral/Autoesporte)
O MOBI ESTÁ SERVINDO APENAS DE MULA PARA A NOVA PICAPE, O ESTILO SERÁ MAIS PARA ARGO (FOTO: JOÃO KLEBER AMARAL/AUTOESPORTE)
Fiat trabalha em uma nova picape compacta faz algum tempo. Quando revelamos a existência de planos para o utilitário, ele era chamado pelo nome X6P. O código deixava claro que o projeto era uma picape e fazia parte da mesma família do Argo (X6H, a última letra indicando um hatch) e Cronos (X6S, S de sedã). A ideia era manter a Strada no mercado e ter uma picape intermediária entre ela e a maior Toro.
As coisas mudaram. Para começar, o lançamento passou a ser previsto para 2019. A plataforma do Argo seria muito cara para o projeto e uma nova arquitetura foi buscada até chegarem a uma solução técnica mais em conta. Nem o tamanho será o mesmo, tampouco o estilo. Saiba tudo o que apuramos sobre a nova picape ponto a ponto.
Estilo mais para Argo 
Conforme havíamos antecipado, a picape compacta usará uma plataforma mista 327/178. O que isso quer dizer: a plataforma 327 é a mesma do Uno e Mobi, que se vale de uma versão encurtada da mesma, enquanto o número 178 é usado pela linha Strada/Palio original.
Como o Uno já está há muito tempo no mercado, o mais lógico seria utilizar a dianteira do Mobi, o derivado da 327 mais recente. Ele tem capô alto, faróis espichados e parece pronto para virar uma picapinha. Só que não. “O Mobi é apenas uma mula para começarmos a trabalhar os componentes elétricos e mecânicos”, afirma uma fonte ligada ao projeto. “O que tem são algumas soluções da dianteira, que é muito parecida com a do Argo, por uma questão de arquitetura elétrica e a motorização Firefly”, completa. 
A linguagem visual seguirá o aplicado no hatch maior e algumas peças devem ser compartilhadas. Soluções mecânicas e elétricas dianteiras serão mistas Argo e Mobi. Do hatch maior, devem ser compartilhados elementos como longarinas, afinal, as regras de crash test serão bem mais exigentes do que as enfrentadas pelo veterano projeto da Strada. Já as traseiras são mistas Fiorino e Strada.
Mecânica e suspensão mistas
A adaptação da nova mecânica será facilitada pelo uso de componentes da nova linha de compactos. Nada mais do atual 1.4 Fire de 86/85 cv e 12,5/12,4 kgfm, o principal motor passará a ser o Firefly 1.3 8V de 109/101 cv e 14,2/13,7 kgfm de torque. Ainda não sabemos se o 1.8 E.torQ será uma opção mais forte. É certo que o câmbio manual de cinco marchas virá de série, com uma opção automatizada também de cinco velocidades, mas o automático Aisin depende da adoção do 1.8.
De acordo com a mesma fonte, o novo “projeto não exige o mesmo handling do Argo ou muito espaço atrás dos bancos dianteiros. Quem deseja isso pode buscar a Toro”. As picapinhas ainda têm um mercado de frotistas muito grandes, daí a necessidade de usar uma suspensão traseira robusta como o eixo rígido do tipo ômega da Strada original. A Fiorino deve ceder parte do assoalho e algumas soluções.
Não terá tamanho de Renault Oroch
A “nova Strada” não será uma Duster Oroch da Fiat. O comprimento total vai ficar um pouco acima dos 4,47 metros da Strada e o entre-eixos não deve se desviar muito dos 2,75 metros. As variantes cabine simples e dupla farão parte do cardápio, no entanto, uma configuração quatro portas (como na projeção abaixo) é menos provável. A proximidade com a Toro não seria saudável. 
Projeção da Fiat Strada de nova geração (Foto: Renato Aspromonte/Autoesporte)
A Strada não sairá de linha











A Strada deve continuar com algumas alterações e não será substituída de pronto pela nova picape. Mas a oferta da picape compacta veterana será racionalizada. Configurações mais caras como a Adventure 1.8 devem sair de linha com a chegada do novo projeto, esperado para 2019.
Por Julio Cabral
Com informações da Revista Auto Esporte