12 de maio de 2015

Por acesso, Icasa se reformula, aposta em amistosos e tenta afastar crise

Rebaixado em 2014, o Icasa estreia na Série C do Campeonato Brasileiro no próximo domingo (17), às 19 horas, contra o Fortaleza, no Estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte. Após ser eliminado justamente pelo Tricolor do Pici no estadual deste ano, o Verdão se reformulou, fez amistoso de luxo contra o Flamengo e tenta superar a crise fora de campo, de ordem financeira, para lutar pelo acesso. 
Icasa, Flamengo, Amistoso, Juazeiro, Romeirão (Foto: Normando Sóracles/Agência Miséria de Comunicação)Icasa perdeu para o Flamengo em amistoso, em Juazeiro (Foto: Normando Sóracles/Agência Miséria de Comunicação)

No atual elenco, disponível no site do clube, são 20 jogadores: quatro goleiros, cinco zagueiros, dois laterais, quatro volantes, dois meias e três atacantes. Entre os titulares, nomes conhecidos do Campeonato Cearense são o goleiro Rodolpho, o lateral Charles, o zagueiro Ciro e o volante Rodrigo Vitor. Outros atletas chegaram durante a preparação para a Terceirona nacional. As atividades começaram em 27 de abril. Lateral-esquerdo Rian, ex-Quixadá, e o goleiro Théo, ex-Maranguape, foram os primeiros a serem anunciados. 
Em seguida, o Verdão do Cariri trouxe Thiago Furlan, de 29 anos, que atuou por Águia de Marabá, Coruripe, Novo Humburgo e Guarany de Sobral. Além disso, Guilherme, atacante que estava no futebol goiano, chegou a Juazeiro. No setor defensivo, o Icasa recebeu o reforço de Rodrigo Almeida, que defendeu o Nova Iguaçu no Campeonato Carioca. Por outro lado, o Icasa perdeu o atacante Núblio Flávio, artilheiro do Campeonato Cearense ao lado de Assisinho, do Ceará. Núbio Flávio deve ter o Atlético-PR como destino
01
AMISTOSOS RECENTES
No último sábado,  o Icasa derrotou pelo placar de 2 a 0 a equipe do Comercial, com gols de Guilherme e Jardel, no Estádio Romeirão. Atuou com os seguintes titulares: Rodolpho; Alan, Charles, Ciro e Rian; Rodrigo Almeida, Lima, Rodrigo Vitor e Isac; Thiago Furlan e Guilherme. Na preparação, porém, encontrou um adversário de peso pelo caminho e deu trabalho. O Flamengo venceu o Verdão do Cariri por 1 a 0. Na ocasião, o treinador do grupo, Vladimir de Jesus, admitiu falhas nas partes parte tática e física, mas exaltou a oportunidade de testar a equipe diante de um grande time nacional.
- Estamos formando um elenco bom e ainda tem jogadores para chegar. Não podemos esquecer o nosso grande objetivo que é conquistar o acesso à Série B novamente - declarou o técnico do Icasa. 
O Icasa treina durante toda a semana, concentra no sábado e, no domingo, tem o primeiro desafio rumo à Série B do Brasileiro. 
Por Juazeiro do Norte, CE

11 de maio de 2015

No Pici, torcida do Fortaleza mostra solidariedade a Lúcio Maranhão

Em crise com o gol, o atacante Lúcio Maranhãonão treinou entre os titulares no Pici nos últimos dias. Fora dos campos, mais um agravante. O atacante vive um drama pessoal. Através das redes sociais, sua esposa confirmou ter sofrido um aborto neste final de semana. Com isso, a torcida tricolor mostrou apoio ao jogador.
Nesta segunda-feira (11), torcedores do Leão do Pici foram até o local dos treinamentos e prestaram uma homenagem ao atacante. Cerca de 15 torcedores foram ao Pici e levaram um ramalhete de rosas e uma faixa com os dizeres: "Lúcio Maranhão, estamos com você. Toda honra e glória a Deus".
O Fortaleza volta a campo na próxima quarta-feira, dia 13, para enfrentar o Coritiba, no Estádio Couto Pereira, no jogo de volta pela 2ª fase da Copa do Brasil. Como venceu o primeiro jogo, por 2 a 1, o Tricolor do Pici joga por um empate para avançar de fase.

Lúcio Maranhão, Fortaleza, homenagem (Foto: Divulgação)Torcida foi ao Pici mostrar apoio ao atacante Lúcio Maranhão (Foto: Divulgação)

Por Fortaleza, CE

10 de maio de 2015

Desgaste dos partidos afasta novas lideranças da política

Image-0-Artigo-1850292-1
Carlos Manhanelli, presidente da Associação Nacional dos Consultores Políticos, diz ser urgente uma autocrítica por parte da classe política e dos partidos
Imersos em uma crise generalizada de representatividade, partidos políticos enfrentam cenário de descrença do eleitorado na instituição partidária. Consultores de marketing e cientistas políticos entrevistados pelo Diário do Nordeste acreditam que esse desgaste dificulta a renovação de lideranças políticas e pode influenciar já nas próximas eleições. Para os especialistas, a reversão da imagem negativa dessas agremiações só deverá obter algum resultado a longo prazo.
Carlos Manhanelli, presidente da Associação Nacional dos Consultores Políticos, diz que está havendo transferência da imagem desgastada de lideranças envolvidas em ilicitudes para o partido aos quais são filiadas. "Dificilmente tinha interferência partidária em cima do candidato, o voto partidário era muito pequeno. Hoje o partido está prejudicando os políticos", avalia.
O docente, que oferece há mais de 40 anos consultoria à classe política, aponta que, em condições estáveis, os partidos exercem pouca influência no voto do eleitor. No entanto, acrescenta, a instabilidade política nacional está sendo verticalizada a estados e municípios. "Todas as prefeituras que estão associadas a partidos com desgaste estão sofrendo. Nunca vi um peso partidário prejudicar tanto a administração municipal", declara.
O consultor destaca que os profissionais de comunicação já alertam os políticos há muito tempo a respeito da falta de credibilidade da categoria, mas nunca houve autocrítica. "Eles nunca trabalharam para reverter essa falta de credibilidade, mas chegou a um ponto em que isso está prejudicando a figura do poder público", salienta.
Pauta positiva
Manhanelli acredita que a alternativa para minimizar o desgaste amplificado pelos últimos escândalos de corrupção, sendo o mais recente o da Petrobras, é a retomada de uma pauta positiva do Congresso Nacional e Executivo Federal, em especial referente à economia do País. "Karl Marx dizia: dê estabilidade para o povo que ele devolve estabilidade política. O grande problema é que a população está sendo atingida na parte mais sensível, que é o bolso", argumenta.
Outra consequência da falta de credibilidade das agremiações é o recuo de lideranças com potencial para alçar voo na esfera pública. É o que afirma o professor Marco Antônio Villa, do departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos. "Todos desconfiam dos partidos, aí que mora o problema. Os partidos não estão à altura do que a população quer, não têm programa ideológico. Muitas lideranças ficam de fora, porque não encontram espaço nos diretórios", alega.
O acadêmico diz que, tomando como base a história democrática do País, os partidos já não são tão jovens, mas não conseguiram se consolidar ideologicamente. "Os partidos são mais velhos (do que em outras épocas, como os que surgiram no pós 1945 e foram extintas no regime militar, em 1964, a exemplo da UDN), mas não têm um perfil ideológico claro. Isso enfraquece o sistema político", ressalta.
Para fortalecer os partidos, Antônio Villa defende como mudança imediata a aprovação da cláusula de barreira, que restringe repasses do Fundo Partidário e tempo de propaganda no rádio e televisão a partidos com menor representação. "Hoje, no Congresso, há 28 partidos. Não existem 28 ideologias e 28 programas para o País", atesta, apoiando o voto distrital misto, sendo metade dos postulantes eleita no modelo proporcional e o restante pela divisão de distritos.
Independentemente de mudanças no sistema político, Antônio Villa pondera que uma ação que deve partir dos próprios partidos é a intolerância ao mau uso do dinheiro público. "Um partido não pode conviver em seu seio com um político acusado de corrupção. Quando você expulsa (um filiado envolvido em desvios) manda o recado de que não quer conversa com corrupção".
Acusações
Exacerbadas nas campanhas eleitorais, as trocas de acusações buscam chancelar ao opositor imagem pejorativa e superficial. "O discurso da simplicidade é o que pega mais fácil. Existiram alguns partidos em que o desgaste era tão grande que mudaram de nome", diz Bruno Oliveira, consultor de marketing e cientista político que atua no Nordeste.
Ele diz que o pouco amadurecimento político do eleitorado brasileiro contribui com o cenário de pouca reflexão por parte da sociedade e dos dirigentes partidários. "O eleitor não sabe em quem votou, não sabe o que um deputado faz. Isso dificulta a sair do discurso da superficialidade", enfatiza. "Quando se soma ao pouco esclarecimento das pessoas em relação ao papel dos políticos, fica pior", completa.
Bruno Oliveira reforça que cabe aos partidos políticos investir na formação de filiados e na imagem da sigla perante a sociedade. "Todos os partidos precisam desenvolver trabalho de filiar pessoas, demonstrar o pensamento do partido sobre mercado, economia, social. Essa discussão seria importante no País, só que ela não acontece", pontua.
Lorena Alves
Repórter

Diário do Nordeste

Esqueceram da SECA o momento exige ação mais forte dos políticos


As poucas chuvas caídas no Ceará até aqui, não recarregaram os nossos açudes como gostaríamos tivesse ocorrido e, pior ainda, serviram para engabelar parte da população beneficiada, temporariamente, com o insignificante inverno, motivando o arrefecimento das poucas cobranças feitas aos governantes responsáveis pela solução de um gravíssimo problema chamado de falta de garantia hídrica para todas as necessidades de produção de alimentos, de bens e serviços, e, em especial, para o consumo humano.
A água acumulada nos reservatórios, oficialmente monitorados pelo Dnocs e a Cogerh, só garante a satisfação de uma parte da população cearense, sem exageros, por um curto espaço de tempo. O quadro, ao lado, mostra como eles estavam na última sexta-feira. Os números de hoje já outros, um pouco menor ainda.
O quadro real, já preocupante para o mais otimista ser humano, se torna deveras ameaçador quando são assimilados os efeitos de recente afirmação do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, de estarmos "vivendo uma restrição fiscal e contingenciando vários programas, o PAC inclusive", onde, para deixar os nordestinos mais inquietos ainda, estão alocados os recursos para as obras de Transposição de Águas do Rio São Francisco, um investimento capaz de minimizar muitos dos nossos problemas causados pela falta de água. Mais delonga nessa construção implica em alastrar a miséria entre os cearenses dependentes da agricultura, da agropecuária e da utilização do líquido para as mínimas necessidades do seu dia a dia.
Esmolas
É urgente a necessidade de uma mobilização de todas as forças políticas do Estado para sensibilizar e exigir, do Governo Federal, antecipações de ações emergenciais que evitem o caos. Receber esmolas quando o pior estiver acontecendo, além de humilhante, como já cantava Luiz Gonzaga, reflete o descaso, a inação, e mais disso, a irresponsabilidade dos que se ofereceram para ser os defensores do povo. Estamos necessitando, urgentemente, de menos submissão e covardia.
O momento reclama altivez e compromissos com as causas da sociedade. Uma dessas causas é a necessária prevenção com o futuro do abastecimento de água para os milhões de cearenses. Parte da população de São Paulo, o Estado mais rico da Federação, sofre, também, pela imprevidência dos seus governantes. A restrição fiscal e o contingenciamento expresso pelo ministro do Planejamento, jamais podem ser aceitos, no retardamento de uma obra como a da Transposição, cujos resultados sociais justificam investimentos além dos projetos da equipe econômica da União para ordenar as contas públicas.
Os cearenses, principalmente em relação às questões hídricas, precisamos ser mais exigentes com os nossos representantes nas Casas legislativas. E estes, devem dispensar melhor atenção aos reclamos dos necessitados para produzirem com efetividade. Quem se der ao trabalho de conhecer a capacidade de acumulação de águas no Estado e o que realmente temos hoje armazenado, confirmará a situação preocupante posto apontar para um quadro muito difícil nos meses finais do ano. O consumo diário e a evaporação constatados no monitoramento oficial a cada 24 horas por organismos oficiais retratam a crise.
Acompanhamento
As águas do Rio São Francisco, nas projeções feitas pelo Ministério da Integração Nacional antes da crise econômica, deveriam chegar ao Ceará no próximo ano. Mas isso só acontecerá se uma efetiva vigilância de vereadores, prefeitos, deputados, senadores e governador acontecer e a sociedade for suficiente esclarecida da ameaça de um colapso na distribuição do líquido. Esclarecida ela terá o combustível necessário à pressão indispensável para evitar o mal maior.
Uma pequena comissão ou grupo especial da Assembleia, aqui já sugerido em 28 de fevereiro passado, dará, por certo, uma contribuição significativa se, quinzenalmente, ou em outro espaço temporal mais curto, fizer visitas às obras da Transposição e relato, insistentemente do que está acontecendo por lá para conhecimento da população e, principalmente, do Ministério da Integração, responsável pela execução do empreendimento, por certo garantiremos a execução dos serviços no ritmo necessário à conclusão da obra.
Silêncio
No fim do mês de fevereiro foi entregue a gabinetes da Presidência da República, um "Plano Estadual de Convivência com a Seca - Ações Emergenciais e Estruturantes". Hoje, passados mais de dois meses, não se tem conhecimento se o Governo Federal acatou o Plano e, que recursos liberará para sua execução.
Pelo projetado, a União precisa disponibilizar aproximadamente R$ 5 bilhões, sendo a contrapartida do Estado de pouco mais de R$ 1 bilhão. Na época, em fevereiro, defendemos a união das nossas forças políticas em defesa do Plano, reclamando, do Poder Central, a liberação dos imprescindíveis recursos.

O documento registra que "algumas ações precisam ser adotadas urgentemente, como é o caso da continuidade e ampliação dos programas de Adutora de Montagem Rápida- AMR e de perfuração de poços para garantir o abastecimento emergencial dos centros urbanos com previsão de colapso, bem como a ampliação do atendimento da operação carro-pipa para as comunidades rurais difusas e, onde não houver alternativa".

Edison Silva
Editor de Política

Diário do Nordeste

Feliz Dia das Mães!

Mãe, presente de Deus
Ser mãe… É a missão de maior responsabilidade. É amar de forma mais completa. É dar o melhor de si e não esperar nada em troca… À ela devemos nossa vida pois é merecedora de todo nosso respeito e digna de todo nosso afeto. Mãe é sinônimo de amor e bondade. Feliz Dia das Mães!
Em nome de Minha Mãe, Margarida, minha esposa Gerlene Gomes e minha filha Virnna Mirella Gomes, saúdo todas as mães do Vale do Curu, do Estado do Ceará e do meu País.
Alexandre Gomes
O Cearense do Sertão!!!

9 de maio de 2015

Ferroviário é goleado e chances de acesso são remotas

Ferroviário
352 pagantes assistiram novo revés Coral
WILTON RODRIGUES
No dia em que completa 82 anos de história, o Ferroviário Atlético Clube sofre mais um duro golpe em sua atual trajetória. Em jogo realizado nessa tarde de sábado, no Estádio Antônio Cruz, o Tubarão da Barra foi goleado por 5x1 pelo Uniclinic e está praticamente fora da disputa por uma das duas vagas para a série A do Campeonato Cearense.
352 pagantes testemunharam os gols de Robério (3 vezes), Eziel e Rael para o Uniclinic. Maxwell fez o gol solitário do time coral. Muito nervoso e envolvido a maior parte do tempo pelo time comandado por Maurílio Silva, o Ferroviário repetiu os erros de jornadas anteriores e o sistema defensivo foi responsável por diversas falhas.
Chances
Para ter alguma chance de acesso, o Ferroviário tem que torcer por um tropeço (no caso, derrota) de Tiradentes, Maracanã e Itapajé. Próximo jogo dos Corais é contra o Itapajé, na próxima quarta-feira, 20 horas, no Estádio Presidente Vargas. 
Diário do Nordeste

Acompanhe Futebol ao Vivo - Brasileirão Série A - Fluminense e Joinville

Alexandre Gomes
O Cearense do Sertão!!

Sargento da PM soma mais de 90 000 fãs no Facebook


PM = Matéria 2
Alexandre: os 92 000 admiradores no Facebook começam a dar lucro (Foto: Mário Rodrigues)
Em frente a um prédio de três andares no bairro Jardim São Paulo, um grupo de cinquenta pessoas entre 17 e 28 anos circula em fileiras na rua, quase em marcha militar. Esses “recrutas” também se dividem em salas de aula dentro do mesmo edifício com o nome de 1ª e 2ª Companhia e recebem tratamento linha-dura de quartel. Apesar das regras rígidas, como a que exige o uso de uniforme, eles ainda não passam de estudantes de um curso preparatório para ingressar na Polícia Militar de São Paulo. A corporação abriu concurso para preencher 2 000 vagas na cidade (com salário inicial de 2 900 reais). As provas serão realizadas em julho. Batizado de Nasci para Ser Polícia, o vestibulinho da Zona Norte foi criado em abril com um investimento de 50 000 reais e cobra 1 000 reais por três meses de aulas.
Trata-se de uma iniciativa do sargento Francisco Alexandre Filho, de 45 anos. Com mais de duas décadas de  carreira na corporação, ali ele é o comandante- geral e o ídolo de um pelotão  recrutado principalmente na internet. É o primeiro negócio montado pelo policial a partir de seu sucesso nas redes sociais. Ele possui cerca de 92 000 fãs no Facebook, o que o torna o líder da lista de soldados da PM da metrópole com mais admiradores no site. A página pessoal, criada em abril de 2014, divulga a rotina de seu trabalho na patrulha da 2ª Companhia do 18º Batalhão, no Jaraguá, na Zona Norte. Fotos de abordagem de suspeitos e poses com cara de mau, acompanhadas de palavras de ordem contra bailes funk nas ruas, dividem espaço com imagens de cachorros, crianças e moradores que convidam o sargento para o almoço ou pedem para fazer selfie. Os elogios sobre sua atuação se multiplicam nos comentários.

PM - Matéria 1
Preparação física: os aspirantes a soldado (Foto: Mario Rodrigues)
Além de carregar na cintura uma pistola .40 Taurus, algema e spray de pimenta, a webcelebridade agora leva no peito uma GoPro. Outra câmera do tipo é instalada no para-brisa da viatura. E, claro, ele está sempre munido de dois smartphones para fazer a transmissão em tempo real de suas atividades, como se o seu trabalho fosse um reality show. “Consegui transformar a figura opressora do policial em outra que ficasse mais próxima das pessoas.  Sinto agora que tenho um trabalho admirado”, orgulha-se o sargento. Sua página recebe também denúncias, elogios e pedidos de conselho de como se tornar um soldado da PM. “Daí a ideia de montar o curso”, justifica.
Nascido em uma favela do Recife,  em Pernambuco, Alexandre chegou a São Paulo com 15 anos. Prestou o serviço militar obrigatório na Marinha e, aos 19, entrou para a PM da capital. Passou pelo Batalhão de Choque, pela Força Tática e pelo Copom. Ao longo da carreira, seu nome esteve envolvido em dois processos referentes a ações de grupos de PMs: um de tortura de presos e outro por execução de supostos bandidos, ambos em 2002. Nessa época, ele atuava no Grupo de Repressão e Análise dos Delitos de Intolerância (Gradi). Nos dois casos, foi inocentado em julgamentos de primeira instância. O Ministério Público está recorrendo das decisões.
A promotoria tem acompanhado com atenção o sucesso de perfis como o do sargento no Facebook. “Alguns ficam numa linha muito tênue que separa a exposição da incitação à violência policial”, critica o promotor Alfonso Preste. A PM não impede que seus integrantes criem páginas pessoais, mas diz que a responsabilidade pelo conteúdo é inteiramente de cada um deles. Alexandre não é o único policial da cidade que está ganhando notoriedade nas redes sociais. O segundo no ranking de popularidade, com 73 000 fãs, é o sargento Luciano Galesco, da Força Tática, palestrante recorrente no curso criado pelo sargento Alexandre. “Tem garoto que não gosta de futebol, gosta de polícia”, diz Galesco, que faz o tipo policial durão. Em sua página, são comuns fotos de armas e frases como “Na madrugada, ladrão sai da toca e nós o caçamos”.


  • Compartilhe essa matéria:
  • Todas as imagens da galeria:















própria Polícia Militar tem usado a ferramenta. No último ano, o número de fãs da sua página oficial saltou de 30 000 para mais de 580 000. Muitos enviam fotos para aparecer no perfil da corporação. Uma equipe de quatro pessoas fica responsável somente pela publicação do  conteúdo. “As redes sociais resgataram o lado humano dos policiais e a autoestima do profissional”, afirma o capitão Emerson Massera, porta-voz da PM.
Por: Jussara Soares
Veja

Carreata do Fortaleza contou ainda com presença dos jogadores; veja

Carreata Fortaleza
Carreata do Fortaleza pelo título estadual foi realizada neste sábado
FOTO: KIKO SILVA
Quase uma semana após a conquista do título do Campeonato Cearense de 2015, o Fortaleza realizou a carreata comemorativa neste sábado (9). A festa da torcida teve início às 9h da manhã e chegou ao fim por volta das 15h, quando a carreta chegou à sede do clube, no Pici.
Os tricolores se concentraram na Avenida Virgílio Távora desde o começo da manhã. Enquanto isso, os jogadores realizavam o último treino da semana no Pici e só depois foram liberados para o evento para comemorar o 40º título estadual - e torcedores se aglomeravam no ponto inicial do trajeto.
Por volta de 13h, após uma colisão de veículos no cruzamento das Avenidas Virgílio Távora e Antônio Sales ser contornado, o trio e o carro do Corpo de Bombeiros, que levavam jogadores, comissão técnica e dirigentes, partiram em direção ao estádio Alcides Santos, seguindo o percurso por vários bairros da Capital.
Com a presença do presidente Jorge Mota e outros dirigentes, os torcedores puderam ver de perto da taça do título. Bastante animados, os atletas campeões também participaram da carreata, assim como o técnico Marcelo Chamusca. A animação e a comemoração dos tricolores marcaram o trajeto, que não teve incidentes ou problemas. Às 15h, a carreata chegou ao Pici, e os atletas foram liberados.
Após a conquista do Estadual, o Tricolor já pensa na estreia na Série C, diante do Icasa, no próximo dia 17, no estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte. Antes disso, faz o jogo de volta contra o Coritiba, na quarta-feira (13), às 22h, no Couto Pereira, pela segunda fase da Copa do Brasil. Na partida de ida, o Leão venceu por 2 a 1 e tem a vantagem do empate para avançar no torneio.
Diário do Nordeste

Por Série A, Ferroviário não pode pensar em perder para Uniclinic

Ferroviário x Crateús Série B cearense PV (Foto: Tati Alencar/TV Verdes Mares)Ferroviário pode dar adeus ao sonho de voltar à elite (Foto: Tati Alencar/TV Verdes Mares)
Quando foi rebaixado para a Série B do Campeonato Cearense, o Ferroviário entrou como favorito na competição para conquistar o acesso. No entanto, o que se viu em campo foi um time sem base, com mais derrotas e que, aos poucos, foi ficando longe das primeiras posições. A quatro rodadas do fim da primeira fase da Segundona, o Tubarão da Barra corre o risco de zerar suas chances de ainda brigar pelo acesso.

O Ferrão visita o Uniclinic no Antônio Cruz, neste sábado. Com 21 pontos, em quinto lugar na tabela, o time da Barra do Ceará pode se complicar se perder. Caso Tiradentes e Maracanã (líder e vice-líder) vençam seus compromissos contra América-CE e Barbalha, respectivamente, o Tubarão da Barra não pode pensar em resultado negativo, pois ficaria de fora - de vez - da briga pelo acesso.

Entenda. Tiradentes e Maracanã têm, cada, 28 pontos. Em caso de vitória, iriam a 31. Com 21, o Ferroviário teria apenas três jogos pela frente para tirar os dez pontos de diferença, o que deixaria o Ferrão de fora da briga.

Sem preocupações, Tiradentes e Maracanã estão empatados na liderança da Segundona. As duas equipes são as favoritas para conseguir o acesso e voltar à elite do Cearense em 2016. Enquanto o Maracanã tem compromisso já neste sábado, o Tigre da Polícia Militar joga somente no domingo, em casa.
Confira os jogos da rodada

SÁBADO
Uniclinic x Ferroviário - Antônio Cruz - 15h30
Maracanã x Barbalha - PV - 16 horas

DOMINGO
Crateús x Crato - Juvenal Melo - 16 horas
Tiradentes x América - PV - 16 horas
Itapajé x Nova Russas - Vieirão - 16 horas
Por Fortaleza, CE