Um mês depois do primeiro confronto, Ceará e Fortaleza se reencontram hoje, às 19 horas, no Castelão, para o segundo Clássico-Rei do ano. A partida, válida pela 2ª fase do campeonato estadual, tem enredo bem diferente do primeiro embate, quando o Alvinegro buscava quebrar o tabu de mais de dois anos sem vencer o maior rival.
Desta vez é o Fortaleza quem está engasgado na busca por uma vitória. Derrotado no primeiro clássico do ano por 2 a 0, o Tricolor não perdeu mais desde então, emplacando quatro triunfos consecutivos.
O time comandado por Rogério Ceni terminou a etapa inicial do campeonato na liderança e com o artilheiro da competição, mas carimbado com um resultado negativo diante do rival.
O Ceará segue em ótimo momento na temporada, com chances de avançar nas três competições que disputa ao mesmo tempo. Além do Cearense, briga no Nordestão e na Copa do Brasil.
O Alvinegro tem confirmado um desfalque. Pedro Ken, devido à inflamação crônica no quadril, está fora do clássico. Andrigo, que era dúvida para o confronto por conta de dores no tornozelo, deve ir para a partida, assim como Richardson.
Chamusca prevê um embate equilibrado. ““É um jogo aberto, não tem favorito. O adversário está em um momento muito bom, tem uma mecânica de jogo interessante e traz desconforto a qualquer adversário”, analisou.
No Fortaleza, que já fez um jogo na segunda fase - vitória sobre o Iguatu por 2 a 0 - Ceni deve voltar a utilizar a equipe no esquema 4-3-3, após usar três zagueiros. O Leão vai com força máxima.
“Vejo no Ceará um time bem postado, muito qualificado”, elogiou o técnico tricolor.
ROTEIRO DO JOGO
CEARENSE 2018
Fortaleza
4-3-3: Marcelo Boeck; Tinga, Jussani, Ligger e Bruno Melo; Felipe, Igor Henrique e Alan Mineiro; Edinho (Osvaldo), Gustavo e Léo Natel.
Técnico: Rogério Ceni
Ceará
4-2-3-1: Everson; Pio, Valdo, Luiz Otávio e Rafael Carioca; Richardson e Juninho; Andrigo, Ricardinho (Wescley) e Felipe Azevedo; Elton. Técnico:Chamusca
Local: Castelão, Fortaleza-CE
Data: 04/02/2018
Horário: 19 horas
Árbitro: Jailson Macêdo Freitas (BA)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Bruno Raphael Pires (GO)
Nada como uma boa vitória para largar na 2ª fase do Estadual com o pé-direito. É com esse espírito que o Ferroviário entra em campo neste domingo, 4, para enfrentar o Iguatu, às 17 horas, no estádio Morenão, no jogo que marca a estreia da equipe no hexagonal do Campeonato Cearense. De astral renovado, o Ferrão quer virar a página de uma semana complicada para o time, em que o clube acumulou uma derrota por 3x1 para o Fortaleza no Clássico das Cores e amargou um empate em casa por 1x1 com o Vila Nova pela Copa do Brasil. Iguatu x Ferroviário voltam a se enfrentar após dois meses, após estrearem juntos na 1ª fase do Campeonato. Na ocasião, empate em 1x1 no Morenão. Elanardo marcou para o Ferrão. Elanardo empatou. Os dois gols foram marcados de pênalti.
Para o duelo, o técnico Ademir Fonseca será obrigado a mexer na equipe no setor de equipe. O treinador tem os desfalques de Mota e Valdo Bacabal, que foram expulsos no jogo passado pelo Estadual e precisam cumprir suspensão automática. A dupla de frente deve ser formada por Andrei e Luís Soares, que deve recuperar vaga no time, após se recuperar de lesão no tornozelo. Ao longo do jogo, o treinador também tem a possibilidade de promover as estreias de dois recém-chegados: o zagueiro Cristiano e o atacante Jean Melo.
Se para o Ferroviário o jogo deste domingo tem caráter de estreia, o mesmo não pode ser dito do Iguatu. A equipe do Centro-Sul já fez seu 1º jogo pela fase do Estadual. E acabou derrotada por 2x0 para o Fortaleza, na última quinta-feira. Em busca de reabilitação no Campeonato, o técnico Roberto Carlos conta com força máxima e espera contar com a força da torcida e no fator casa. O Azulão está em invicto em seus domínios no Estadual: em cinco jogos, foram três vitórias e dois empates no estádio Morenão.
FICHA TÉCNICA
Iguatu x Ferroviário
Data: 04/03/2018
Local: estádio Morenão, em Iguatu
Horário: 17h (horário cearense)
Árbitro: Carlos Custódio
Assistentes: Mardônio Ribeiro e Roberto Menezes
IGUATU: Gleibson; Andrezinho, Marciano, Albano e Elvis; Michel, Dedê, Elanardo e Caio; Testinha e Otacílio Marcos. Técnico: Roberto Carlos
FERROVIÁRIO: Bruno Colaço; Amaral, Túlio, Erandir e Sávio; Liniker, Mazinho e Janeudo; Valdeci, Luís Soares e Andrei. Técnico: Ademir Fonseca.
Você sabia que as empresas de ônibus que têm coletivos circulando lotados estão sujeitas a multas? Assim como carros particulares ou de aluguel, transportes públicos são submetidos às mesmas legislações, ficando a cargo da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) fiscalizar e garantir que as leis sejam aplicadas.
Passageiros podem denunciar irregularidades ao órgão municipal que gerencia o setor, mas as queixas normalmente não provocam mudançasimediatas no sistema. As informações dos usuários são usadas sobretudo para o monitoramento das linhas mais sobrecarregadas. A partir disso, segundo o Município, são pensadas alternativas a médio e longo prazo. Apesar de ter veículos circulando com quantidade de passageiros acima da capacidade nas ruas da Cidade, a Prefeitura reconhece que as multas não são aplicadas.
O que diz a lei
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), no artigo 24, determina às cidades a responsabilidade de fiscalizar, autuar e aplicar penalidades e medidas administrativas contra infrações por excesso de peso, dimensões e lotação dos veículos. Na Capital, a Etufor considera o número de pessoas por metro quadrado como medida padrão.
Para os ônibus convencionais, além dos passageiros sentados, são permitidas até seis pessoas por metro quadrado em pé. Em micro-ônibus, o valor cai para quatro. Como o tamanho dos veículos varia, a quantidade máxima de usuários permitida em cada um é sinalizada em adesivos colados no interior dos coletivos.
(Foto: Aurélio Alves - Especial para O POVO)
Em caso de desrespeito, o artigo 231, no inciso 7º, define que transitar com lotação excedente é considerado infração média, com penalidade de multa no valor de R$ 130,16, além de quatro pontos na carteira do condutor. Como medida administrativa, o veículo é retido.
“Esse limite (de passageiros) não pode ser ultrapassado. É pela própria segurança dos passageiros. E o fiscal da Etufor verifica isso. Nos terminais, se um ônibus lota, ele não sai. O fiscal tira algumas pessoas até que chegue o próximo”, explica Wladimir Stênio, presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Viário de Fortaleza e Região Metropolitana (Sindviários).
Pouco fiscal para muito ônibus
Contudo, segundo ele, os 118 fiscais atuando na Capital são insuficientes para cobrir toda a rede de transporte, e as ruas ficam desassistidas da inspeção. Cerca de 60 servidores são espalhados entre os sete terminais de integração da Cidade. Os outros ficam concentrados na sede da Etufor para: atendimento aos estudantes, planejamento do sistema de coletivos e assistência a usuários de outros meios de transporte. “O fiscal tem poder de parar o veículo e fazer a contagem de passageiros. Isso fazíamos muito há um tempo, quando tínhamos gente suficiente”, criticou Stênio.
(Foto: Aurélio Alves - Especial para O POVO)
Conforme Sá Junior, gerente de planejamento do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus), mesmo que um coletivo esteja lotado, os motoristas são obrigados a parar, atendendo ao Regulamento de Transporte, lei 7.163, de 30 de junho de 1992. “A decisão de embarcar ou não no coletivo é sempre do usuário”, afirma.
(Foto: Aurélio Alves - Especial para O POVO)
Prefeitura monitora lotação
Segundo Antônio Ferreira, vice-presidente da Etufor, o órgão analisa diariamente a oferta de demanda de passageiros por meio de amostras visuais colhidas nos corredores de ônibus pelos fiscais. Ele explicou que as ações não têm caráter punitivo. “O dimensionamento de um sistema é feito dentro da capacidade de um projeto, não é para operar com lotação. A lotação ocorre pela não priorização e por alguns problemas de intervenção no sistema viário, por isso não punimos”, justifica.
Ele defende que o problema é recorrente em grandes centros urbanos e, em Fortaleza, não é diferente. “O sistema de transporte possui variáveis que fazem o ônibus atrasar, o que pode gerar um número maior de passageiros na parada e fazer com que essa capacidade de projeto, dimensionada dentro da norma, seja ultrapassada”, explicou.
Problema ocorre e pode ser denunciado
De acordo com o vice-presidente da Etufor, ações como a implantação de corredores exclusivos para ônibus reduzem o impacto dessas variáveis. No entanto, Ferreira reconhece que o problema ainda ocorre na Capital, mesmo com os mais de 100 km de corredores implantados pela atual gestão municipal do prefeito Roberto Cláudio (PDT).
Ele ressaltou a importância de a população denunciar as linhas lotadaspara que a Prefeitura possa reforçar o monitoramento e planejar medidas para desafogar os coletivos. “Já temos um planejamento de avaliar diariamente as linhas, mas, para aquela que o usuário está ligando, vamos olhar com mais critério”, garantiu.
Vai começar a segunda fase do Campeonato Cearense. A pontuação zerou e os seis melhores passam a disputar apenas duas vagas para as semifinais do estadual. O primeiro jogo será entre Fortaleza e Iguatu, nesta quinta-feira (1°), a partir das 21h15, na Arena Castelão.
O Leão do Pici foi o líder da primeira fase. Com 21 pontos, distribuídos em sete vitórias e duas derrotas na competição, o Tricolor deve ir completo, com força máxima, para o duelo desta quinta-feira. Depoisd e poupar jogadores contra o Ferroviário, Rogério Ceni deve montar um time bem ofensivo, com Alan Mineiro novamente como titular. A expectativa fica pela presença do atacante Osvaldo entre os relacionados.
O Iguatu surpreendeu muitos e encerrou a primeira fase na terceira posição, atrás apenas de Fortaleza e Ceará. Há cinco jogos sem perder, o Iguatu teve a defesa menos vazada da competição até agora, sofrendo apens oito gols. O Leão, por exemplo, sofreu nove. Méritos para o comandante Roberto Carlos, que irá brigar de igual para igual com as demais equipes nesta segunda etapa do Cearense.
Provável Fortaleza: Marcelo Boeck, Tinga, Jussani, Ligger, Bruno Melo; Anderson Uchôa, Pablo, Alan Mineiro, Leo Natel, Edinho e Gustavo
Provável Iguatu: Gleibson, André Luiz, Luiz Fernando, Albano, Elves; Michel, Dedé, Elanardo; Otacílio Marcos, Paulinho e Ivan
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), afirmou nesta quinta-feira, 1, que o dinheiro para implementação do sistema integrado de segurança pública "já existe". "Temos vários serviços de inteligência no Brasil dos quais não se fala, então o dinheiro já existe", declarou. Segundo Eunício, a proibição do contingenciamento dos recursos do Fundo Penitenciário, aprovada pelo Senado esta semana, garantirá os recursos necessários.
Eunício apresentou nesta quinta um esboço da proposta para o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. Segundo ele, o projeto faz parte da pauta de segurança pública do Congresso e deve ser aprovado nas duas Casas até o dia 20 de março. A tramitação deve começar na Câmara em regime de urgência. "É uma decisão do governo federal e pautada pelo Congresso", destacou.
O presidente do Senado disse ainda que a Comissão Geral que vai debater o tema na próxima terça-feira, 6, no plenário da Casa, também vai debater a matéria sobre o sistema unificado. Na reunião promovida pelo Senado, devem estar presentes o ministro Raul Jungmann e o novo diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro. Jungmann garantiu que estará presente. Os governadores também serão chamados para sugestões, de acordo com o emedebista.
Aprovação
Após se reunir com Eunício, Jungmann defendeu publicamente a aprovação do projeto que cria um sistema federal unificado da segurança pública no Congresso. "Essa será uma grande conquista. Nós temos, ainda que com problemas, a universalização da saúde e do ensino fundamental, mas nada parecido com a área da segurança. Hoje, nossa grande tarefa é universalizar direito à segurança e esse projeto é a base, é o fundamento para erguer esse desejo, essa necessidade que têm os brasileiros de não conviver com o medo", declarou o ministro.
Jungmann disse que foi ao Senado nesta quinta para agradecer a aprovação do projeto que proíbe o contingenciamento dos recursos do fundo penitenciário nacional (Funpen). "Vim agradecer o presidente do Senado pela votação do projeto de lei que proíbe bloqueio de recursos para segurança. Não é possível universalizar direito à segurança sem aporte orçamentário. Sem contingenciamento de verba é possível ter equipamentos compatíveis com a necessidade", afirmou.
Jogo foi marcado por equilíbrio, com cada time mandando um tempo da partida. Foto: Julio Caesar/O POVO
Foi um jogo de dois tempos. Em noite em que as equipes dominaram as ações em cada período da partida, Ferroviário e Vila Nova empataram em 1x1, na noite desta quarta-feira (28), no estádio Presidente Vargas. Um resultado que frustrou as pretensões do Ferrão, que sonhava fazer o dever de casa e largar com vantagem para decidir com tranquilidade na casa do adversário. Agora, o time coral precisa vencer o jogo de volta, marcado para o dia 15 de março, as 20h30min, no estádio Serra Dourada, em Goiânia, para conquistar a classificação. Empate com ou sem gols leva a disputa da vaga para os pênaltis.
A torcida coral fez festa no intervalo e saudou as novas contratações da equipe, que foram apresentadas pela diretoria: o zagueiro Cristiano (ex-CSA) e os atacantes Jean Melo (ex-Angra dos Reis-RJ) e Juninho Quixadá (que estava no futebol da Bulgária).
Partida foi marcada por muita entrega coletiva e intensidade dos dois lados. Foto: Joca Madruga/AE
O Ceará teve uma ótima chance de construir vantagem na 3ª fase da Copa do Brasil, no primeiro jogo contra o Atlético-PR. Não fosse a grande quantidade de finalizações desperdiçadas, o Vovô poderia ter saído vitorioso no duelo na Arena da Baixada, que terminou em 0 a 0, na noite desta quarta-feira, 28.
Ao todo, foram 28 finalizações do Ceará nos 90 minutos, sendo 21 delas erradas. Com o empate, o time do técnico Marcelo Chamusca precisa vencer o jogo da volta, que será no dia 15 de março (quinta-feira), no Castelão, para avançar às oitavas de final.
Antes, o Ceará voltará a campo no próximo domingo, 4, para o Clássico-Rei contra o Fortaleza, às 19 horas, no Castelão.
A saga do Ferroviário na Copa do Brasil ganha mais um capítulo hoje. O time coral entra em campo às 20h30min para enfrentar o Vila Nova-GO, no estádio Presidente Vargas, no jogo de ida da 3ª fase da competição.
Após fazer história com a épica classificação conquistada sobre o Sport (quando perdia por 3x0 até os 30 minutos do 2º tempo, conseguiu o empate nos minutos finais e derrotou os pernambucanos na disputa em cobranças de pênaltis), o time coral conta agora com o apoio de sua torcida para obter um bom resultado em casa para ter tranquilidade para decidir a vaga fora, em Goiânia. O jogo de volta está marcado para o dia 15 de março, às 20h30min, no estádio Serra Dourada.
De ressaca curada após a derrota por 3x1 para o Fortaleza, no último domingo, resultado que quebrou a série invicta do técnico Ademir Fonseca no clube, o Ferrão conta com força máxima para a partida.
Diante disso, o treinador cogita manter a mesma equipe que iniciou o Clássico das Cores. Uma possibilidade de mudança é a entrada de Valdeci, ocupando a vaga de Mota ou Andrei. Quem fica à disposição do treinador e pode pintar como surpresa na equipe é o atacante Luís Soares, que foi baixa nos últimos jogos, em virtude de uma lesão no tornozelo. Recuperado, ele espera reaver o seu posto de titular e dar sequência ao bom início de temporada em que se firmou, ao lado de Valdo Bacabal, como um dos goleadores da equipe.
“Todo atleta quer estar ali ajudando os seus companheiros. Principalmente eu, que vinha tendo uma sequência boa de jogos. Infelizmente, me machuquei, mas procurei me recuperar o mais rápido possível. Espero agora voltar ao time”, declarou o atacante.
No time goiano, o técnico Hemerson Maria, de passagem recente pelo Fortaleza, terá time completo. Em relação ao último jogo da equipe, a novidade fica por conta do atacante Reis, que foi desfalque no jogo do fim de semana pelo Estadual, cumprindo suspensão automática.
No começo, o atleta deve ficar como opção no banco, já que a dúvida no ataque é quanto à escalação de Keké ou Vinícius Leite. Na defesa, o treinador poderá contar com a volta do lateral-direito Maguinho, que se recuperou de uma virose.
Para Ferroviário e Vila Nova, a classificação para a 4ª fase da Copa do Brasil significa uma injeção de recursos considerável, com a conquista de R$ 1,8 milhão de cota de premiação. Até aqui, o Ferrão já faturou R$ 2,5 milhões no torneio.
Já para o torcedor coral, um atrativo para acompanhar o jogo de hoje é o preço do ingresso, que tem valor convidativo. Para acompanhar o jogo da arquibancada do PV, o torcedor paga apenas R$ 20 pela inteira e R$ 10 pela meia-entrada.
ROTEIRO
COPA DO BRASIL
Ferroviário
3-4-3: Bruno Colaço; Túlio, Jean e Erandir; Amaral, Mazinho, Janeudo e Sávio; Mota (Valdeci), Valdo Bacabal e Andrei (Luís Soares). Técnico: Ademir Fonseca
Vila Nova
3-5-2:Mateus Pasinato; Maguinho, Brunão, Diego Giaretta e Gastón; Geovane, Heitor e Reis; Mateus Anderson, Ramon e Keké (Vinícius Leite). Técnico: Hemerson Maria
Data - 28/02/2018
Local - Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza
Horário - 20h30min
Árbitro - Pathrice Wallace Corrêa Maia - RJ (CBF)
Assistentes - Michael Correia-RJ e Thiago Henrique Neto Correa Farinha-RJ
Ingressos - R$ 20 (arquibancada) Por Bruno Balacó Com informações do Jornal O Povo
Quem viaja com frequência sabe que, além do passaporte e dos cartões, uma das coisas a colocar na mala é um chamativo adaptador de tomadas. O perfil The Earth, que compartilha curiosidades sobre o planeta Terra com seus seguidores no Facebook, publicou em 20 de fevereiro uma imagem com quase todos os tipos de tomada existentes no mundo. Por que não se adota um padrão universal?
Existem 15 tipos de tomadas no planeta, segundo a Comissão Electrotécnica Internacional (IEC, na sigla em inglês). Também existem diferentes frequências e voltagens que às vezes causam problemas quando se quer usar aparelhos elétricos no exterior.
A Wikipedia lista todas essas variantes por países e há confusão suficiente para todos. A Espanha adota os tipos C e F, mas o Brasil, onde uma mudança recente de padrão, em 2011, provocou a ira da população, adota agora o tipo N, enquanto no México são usados A e B. O post do The Earth acumula cerca de 2.000 reações e teve mais de 1.400 compartilhamentos. A imagem já aparecia em uma publicação do Imgur em 2011.
Uma das razões pelas quais diferentes regiões do mundo conceberam formas distintas de tomada está no fato de ser uma invenção própria de um mundo pré-globalização.
Pablo Mayor de Bergia, da Associação Espanhola de Normatização (UNE) explica ao EL PAÍS que um dos primeiros conceitos oficiais que se tem sobre a tomada é o criado por Harvey Hubbell. Chamava-se Separable Attachment Plug (plugue de ligação separável) e foi patenteada em 1904.
“A IEC foi fundada em 1906 para proporcionar apoio científico e estimular o desenvolvimento e a comercialização dos equipamentos elétricos. Durante os primeiros anos, a IEC teve como prioridade padronizar a nomenclatura e os símbolos desses equipamentos, mas não as tomadas”, conta o especialista.
Os engenheiros só puderam se ocupar da universalização das tomadas após o fim da Segunda Guerra Mundial, quando os países já tinham a maior parte de sua infraestrutura criada. “Desde o início do século até 1947 são mais de 40 anos nos quais esse tipo de produto foi desenvolvido sem qualquer padronização. Por interesses comerciais, a maioria das empresas optou por atender a seus mercados domésticos, o que levou à existência de tantos tipos de tomada”, explica ele.
Costuma-se dizer que os modelos de tomada com três pinos são mais seguros que os de dois, mas Mayor de Bergia desmente a ideia: “Nesse tipo de produto, a segurança vem em primeiro lugar. Independentemente da tipologia adotada, todo pino e toda base deve passar por testes em conformidade com a norma correspondente para cumprir requisitos de segurança.”
O porta-voz da UNE confirma que houve esforços para criar uma tomada universal, mas acha pouco provável que isso aconteça em um futuro próximo. “Foram instaladas, literalmente, centenas de milhões de tomadas. Quem poderia convencer um país a investir agora para para mudar toda a sua infraestrutura?”, diz por e-mail.
Tomada com USB incorporado
Em lojas digitais como o eBay já são vendidas tomadas que incluem uma entrada USB. É a solução? “É uma das possibilidades existentes e uma boa opção para todos os consumidores, já que a maioria dos aparelhos eletrônicos que utilizamos funciona com USB. Mas, por enquanto, é só uma possibilidade. É preciso resolver dificuldades técnicas como, por exemplo, unificar a potência que um USB é capaz de fornecer com a tensão das tomadas”, responde Pablo Mayor de Bergia.
Outras alternativas a essa situação são os mecanismos de carga sem fio ou um modelo múltiplo que possa acomodar muitas tomadas diferentes, mas “todas estas soluções precisam ser acompanhadas de um desenvolvimento normativo que garanta uma utilização segura para o usuário final”, observa o especialista.
O Leão Azul já tem seu novo comandante para a temporada 2018, é o treinador Givanildo Oliveira, de 69 anos. O pernambucano é um dos técnicos mais vitoriosos do futebol brasileiro, e chega para sua 5ª passagem pelo Leão Azul.
O rei do acesso, como é conhecido, acumula campanhas de sucessos por diversas equipes do futebol brasileiro. Ao longo de sua carreira, o profissional tem seis acessos em Campeonatos Brasileiros, sendo cinco para Série A e um para Série B.
Pelo Remo, Givanildo foi o comandante da equipe azulina no título paraense de 1993, o primeiro da sequência histórica do Clube de cinco títulos em sequência.
O comandante tem o perfil desejado pela Diretoria de Futebol do Leão, pois conhece como poucos as características do futebol paraense e tem histórico vitorioso em clubes de massa.
O Clube do Remo deseja toda sorte ao seu novo treinador, e espera que juntos conquistem o Campeonato Paraense de 2018 e o principal objetivo do Leão na temporada, que é o sonhado acesso para Série B.
O Atlético Paranaense encara os primeiros 90 minutos da terceira fase da Copa do Brasil nesta quarta-feira. O Furacão enfrenta o Ceará, às 21h30, na Arena da Baixada, em Curitiba. Como o Vozão subiu para o Brasileirão na temporada passada, este confronto é o único entre equipes da elite nacional nesta etapa da competição mata-mata.
OS DONOS DA CASA
A principal novidade do Atlético Paranaense para o confronto será o atacante Bergson. Após se destacar no 5 a 4 sobre o Tubarão, o ex-jogador do Paysandu assume a vaga de Ribamar, que não bem na ocasião. O volante Camacho, recém-chegado do Corinthians, ainda espera regularização para poder estrear.
“É um jogo muito difícil, contra um adversário muito forte. O elenco está bem firme. A prova da força mental foi a partida contra o Tubarão. Soubemos sair de resultados adversos para vencer a partida e passar de fase. Será o primeiro jogo com seis dias de trabalho. A equipe soube trabalhar e entrará 'inteira' em campo. O importante é classificar, jogando bem em casa e fora. Temos que estar preparados para enfrentar adversários fortes como o Ceará”, disse o técnico Fernando Diniz.
OS VISITANTES
O Ceará tem dois desfalques para enfrentar o Atlético Paranaense. O meia Ricardinho e o volante Pedro Ken estão machucados. Assim, Richardson, Juninho e Wescley devem formar o trio de meio-campistas da equipe que atua no 4-3-3. Vale destacar que o Vozão venceu oito dos últimos nove jogos que disputou na temporada.
"É uma equipe muito forte, tem um investimento muito grande com uma das maiores estruturas do futebol brasileiro. Um clube muito organizado e pelo que estudamos, tem uma proposta muito ofensiva. Quando jogam em casa, eles crescem muito. A Arena da Baixada tem uma atmosfera muito forte, o torcedor joga com o time. Eles também estão alternando o time nos campeonatos e por isso não temos muitas informações por serem jogadores diferentes. Vamos ter que ser inteligentes para enfrentar esse time com essas características", avaliou o técnico Marcelo Chamusca.
Durante a transmissão ao vivo desta terça-feira (27) em seu Facebook, o governador Camilo Santana anunciou novos benefícios para o servidores do Estado. O chefe do Executivo autorizou o aumento de 30% no repasse, pelo Estado, ao Instituto de Saúde dos Servidores do Estado do Ceará (Issec), totalizando R$ 130 milhões por ano, além do aumento de 24% no valor do vale-refeição. O Issec ainda passa por reestruturação para melhorar os serviços.
“Além desse aumento considerável de R$ 30 milhões pelo Estado, a contribuição daqueles que aderirem ao plano, deve representar uma melhora considerável nos serviços. Tudo foi amplamente discutido e acertado com representantes dos servidores, que esperavam ansiosos por essas medidas. Ainda vai ter a participação do conselho do Issec para controlar o uso desses recursos”, disse o governador, que ainda anunciou o aumento de quase 24% no valor do vale-alimentação para todos os servidores estaduais, que chegará a R$ 15,00. “Tivemos uma inflação de 2,95%, e estamos aumentando o vale-alimentação em 24%. Estou aqui assinando a Mensagem que será encaminhada ainda hoje para a Assembleia Legislativa para ser aprovada”, disse.
Outra novidade anunciada pelo governador foi a criação da Superintendência de Pesquisa e Estratégia de Segurança Pública, com foco em análise criminal. “Estamos criando uma estrutura exclusiva para cada vez mais se aprofundar nos dados que temos de segurança, aperfeiçoar a inteligência, a estratégia da polícia. Estamos montando uma grande equipe, que já está trabalhando na SSPDS, realizando estudos e análises para que possamos otimizar a segurança pública”.
O rendimento domiciliar mensal per capita no Ceará fechou 2017 em R$ 824, segundo dados divulgados nesta quarta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). O valor está bem abaixo da média do Brasil, de R$ 1.268.
Entre os estados da região Nordeste, o Ceará aparece na sexta colocação, atrás da Paraíba (R$ 928), Bahia (R$ 862), Pernambuco (R$ 852), Rio Grande do Norte (R$ 845) e Sergipe (R$ 834). Em seguida, vêm Piauí (R$ 750), Alagoas (R$ 658) e Maranhão (R$ 597).
No País, as três maiores rendas por pessoa foram verificadas no Distrito Federal (R$ 2.548), Rio Grande do Sul (R$ 1.635) e Paraná (R$ 1.472). Já as três menores são mo Maranhão (R$ 597), Pará (R$ 715) e Piauí (R$ 750).
O rendimento domiciliar per capita é calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (em termos nominais) e o total dos moradores. São considerados os rendimentos de trabalho e de outras fontes de todos os moradores, inclusive os classificados como pensionistas, empregados domésticos e parentes dos empregados domésticos.
Os valores foram obtidos a partir dos rendimentos brutos efetivamente recebidos no mês de referência da pesquisa, acumulando as informações das primeiras entrevistas do 1o, 2o, 3o e 4o trimestres da PNAD Contínua de 2017.
Após a desistência de Raimundinho do comando técnico do Floresta, o clube negociou rapidamente com o sucessor e já fez o anúncio do seu novo técnico: Oliveira Canindé. O treinador fechou contrato até o fim do Campeonato Cearense e já começar a trabalhar nesta terça-feira (27). Antes do Verdão, Canindé estava no Treze-PB
Oliveira Canindé foi campeão da Série D do Campeonato Brasileiro de 2010, com o Guarany de Sobral. Em 2013, conseguiu mais uma grande conquista, ao levar a Copa do Nordeste, pelo Campinense.
O novo técnico estreia pelo Floresta em compromisso difícil, na 2ª fase do Campeonato Cearense, contra o Ferroviário, na sexta-feira (2), as 20 horas, no Estádio Presidente Vargas.
Para assumir a nova pasta, criada pelo presidente Michel Temer na esteira da intervenção federal no Rio de Janeiro, Raul Jungmann deixou o Ministério da Defesa
Ao tomar posse no Ministério Extraordinário da Segurança Pública, nesta terça-feira (27), o ministro Raul Jungmann prometeu um maior protagonismo do governo federal nas ações de segurança do país, que hoje recaem majoritariamente sobre os estados, e defendeu a criação de um piso de gastos públicos para o setor, como os existentes na área da educação e da saúde. Jungmann afirmou ainda que a nova pasta deverá “combater duramente” o crime organizado, mas sem desconsiderar a lei e os direitos humanos.
“Dos R$ 81 bilhões gastos com segurança em 2016, o esforço maior ficou com os estados: R$ 68 bilhões. A União, com R$ 9 bilhões e os municípios, com R$ 5 bilhões. Os gastos do Estado na área social são com saúde, educação e segurança. Saúde e educação têm pisos. Segurança não”, elencou. “A União precisa ampliar suas responsabilidades e coordenar e promover a interação entre os entes federativos, estados e municípios. Este ministério vai coordenar e integrá-los em uma política efetiva de segurança pública nacional. Combater duramente o crime organizado, mas sem jamais desconsiderar a lei e os direitos humanos”, disse.
Além do presidente Michel Temer, compareceram à posse os ministros Torquato Jardim, da Justiça; Eliseu Padilha, da Casa Civil; Moreira Franco, da Secretaria-Geral da Presidência da República; Henrique Meirelles, da Fazenda; Grace Mendonça, da Advocacia-Geral da União; Helder Barbalho, da Integração Nacional; e Blairo Maggi, da Agricultura; além dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes; e do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não participou da cerimônia.
‘Home office’ do crime
Durante o discurso, Raul Jungmann fez críticas ao “cenário desolador” do sistema carcerário brasileiro, que, segundo ele, se tornou um “home office” do crime organizado.
“É dentro do sistema prisional brasileiro que surgiram as grandes quadrilhas que nos aterrorizam. Quadrilhas estas que continuam, de dentro do sistema carcerário, a controlar o crime nas ruas e a apavorar a nossa cidadania. Sistema carcerário esse que, infelizmente, continua a ser em larga medida o home office do crime organizado”, apontou o ministro.
Vale lembrar que uma das funções de Raul Jungmann no novo ministério da Segurança Pública será gerenciar o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), que, junto com Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Força Nacional passarão a ser coordenadas pela nova pasta, saindo da alçada do Ministério da Justiça.
Jungmann também censurou a classe média que clama por segurança, mas que, ao mesmo tempo, consome as drogas ilícitas que financiam o crime organizado.
“Me impressiona no Rio de Janeiro, onde vejo as pessoas durante o dia clamarem pela segurança, contra o crime, e à noite financiarem esse crime pelo consumo de drogas. Não é possível. São pontas que se ligam e precisam de estratégias diversas para serem combatidas”, considerou.
Fim da carreira política
O ministro afirmou ainda que, ao assumir o comando da pasta Extraordinária da Segurança Pública, encerra sua carreira política para se dedicar ao cargo. Suplente na Câmara dos Deputados, ele informou que pedirá ao PPS, partido ao qual é filiado, a suspensão de suas atribuições na sigla.
“Quero dizer que ao aceitar este cargo, abro mão de uma das coisas mais caras da minha vida: a minha carreira política. Eu encerro a minha carreira política para me dedicar integralmente a essa luta”, destacou. “Praticamente nos últimos 50 anos participei de todas as eleições do país. Continuarei como cidadão responsável pela política do meu país”, acrescentou Jungmann.
Para assumir a nova pasta, criada pelo presidente Michel Temer na esteira da intervenção federal no Rio de Janeiro, Raul Jungmann deixou o Ministério da Defesa. Quem assume seu lugar é o general da reserva Joaquim Silva e Luna, secretário-geral da pasta. Será a primeira vez, em 19 anos, que um militar deverá assumir a titularidade do ministério.