6 de julho de 2018

Brasil gasta 6% do PIB em educação, mas desempenho escolar é ruim

Crianças da educação infantil em sala de aula Apesar de investir 6% do PIB em educação, o país está nas últimas posições em avaliações internacionais de desempenho escolar (Arquivo/ Agência Brasil)
O Brasil gasta anualmente em educação pública cerca de 6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país). Esse valor é superior à média dos países que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de 5,5%. No entanto, o país está nas últimas posições em avaliações internacionais de desempenho escolar, ainda que haja casos de sucesso nas esferas estadual e municipal. A avaliação é do relatório Aspectos Fiscais da Educação no Brasil, divulgado hoje (6) pela Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda.
Segundo o relatório, o gasto brasileiro também supera países como a Argentina (5,3%), Colômbia (4,7%), o Chile (4,8%), México (5,3%) e os Estados Unidos (5,4%). “Cerca de 80% dos países, incluindo vários países desenvolvidos, gastam menos que o Brasil em educação relativamente ao PIB”.
O relatório também mostra que como proporção das receitas da União, a despesa federal em educação quase dobrou sua participação, passando de 4,7% para 8,3% no período 2008 a 2017. Em proporção do PIB, a expansão passou de 1,1% para 1,8%. A despesa com educação apresentou crescimento acumulado real de 91% no período de 2008 a 2017, 7,4% ao ano, em média, enquanto a receita da União cresceu 6,7% em termos reais, descontada a inflação, 0,7% ao ano, em média.
Na principal avaliação internacional de desempenho escolar, o Pisa (Programme for International Student Assessment), o Brasil está nas últimas posições. Dos 70 países avaliados em 2015, o Brasil ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e na 66ª colocação em matemática.
O problema no Brasil, de acordo com o relatório, não está no volume dos gastos, mas na necessidade de aprimoramento de políticas e processos educacionais. “Apesar da forte pressão social para a elevação do gasto na área de educação, existem evidências de que a atual baixa qualidade não se deve à insuficiência de recursos. Tal observação não é específica ao Brasil, tendo em vista que já é estabelecida na literatura sobre o tema a visão de que políticas baseadas apenas na ampliação de insumos educacionais são, em geral, ineficazes”, diz o estudo.
Caso de sucesso
O estudo destaca ainda que mesmo no Brasil existem casos de sucesso, como o do Ceará, que obteve em 2015 o quinto melhor Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nos anos iniciais do ensino fundamental, mesmo com um gasto inferior à média da própria Região Nordeste e à média nacional.
Em 2017, o Ceará aplicou R$ 3.589,95 por aluno na educação básica, ao passo que os demais estados da Região Nordeste aplicaram, em média, R$ 3.764,84. “Não obstante, o Ceará alcançou um Ideb de 5,7, enquanto a média dos demais estados da região foi de 4,4. Ressalta-se ainda que, em 2005, o desempenho do Ceará era de apenas 2,8, que o colocava somente na 18ª posição entre 27 estados”, diz o relatório.
“O desempenho do Ceará é ainda mais ilustrativo se comparado a um outro extremo, o Distrito Federal, que, mesmo com uma aplicação de recursos 134% maior ao primeiro, obteve um Ideb de 5,6, ligeiramente inferior ao do Ceará”, acrescentou.
Além disso, diz o estudo, o melhor Ideb municipal do Brasil, em 2015, foi o do município cearense de Sobral, que alcançou a nota média de 8,8 na rede pública, com uma despesa de R$ 3.091,38, a qual é inferior à média do próprio estado do Ceará e bastante inferior à média nacional de R$ 5.005,83.
Por Kelly Oliveira
Com informações da Agência Brasil

2 de julho de 2018

Brasil e Bélgica fazem duelo entre melhor defesa e melhor ataque

Thiago Silva e Romelu Lukaku farão um duelo decisivo na próxima sexta-feira 96)

Thiago Silva e Romelu Lukaku farão um duelo decisivo na próxima sexta-feira 96)


Brasil e Bélgica voltam a se encontrar em uma Copa do Mundo, na próxima sexta-feira (6), às 15h, na Arena Kazan, desta vez nas quartas de final, em uma situação diferente daquela em que disputaram as oitavas, na Copa de 2002.

Agora, o time belga possui uma de suas melhores gerações e chega à disputa com o melhor ataque da Copa de 2018, com 12 gols em quatro jogos.

O Brasil, por outro lado, se não tem o melhor ataque, possui a defesa menos vazada, ao lado do Uruguai, tendo sofrido apenas um gol em quatro jogos, 1 a 1 contra a Suíça; 2 a 0 contra Costa Rica e 2 a 0 nos sérvios, chegando às quartas após vencer o México por 2 a 0.

O zagueiro Thiago Silva, que já foi capitão em duas partidas neste Mundial, tem jogado com muita categoria e eficiência, sendo um dos destaques da competição. Mas, pelos resultados da equipe brasileira, fica claro também que seu ataque está muito longe de ser inoperante, tendo feito 7 gols nessas partidas.

Em 2002, a Bélgica, formada por jogadores como Daniel Van Buyten (24 anos), o atacante Mbo Mpenza (25 anos) e o veterano Marc Wilmots (33 anos) buscava uma maior afirmação no cenário internacional e enfrentou o Brasil, que tinha o melhor ataque da competição. Perdeu por 2 a 0, com dois gols de Rivaldo.

Mas saiu de campo reclamando que o jamaicano Peter Prendergast errou ao dar falta de Wilmots em Roque Júnior, quando o belga teve um gol de cabeça anulado. Roque Júnior garante até hoje que houve a sobrecarga que o impediu de disputar a jogada pelo alto.

A geração formada por grandes nomes como Michel Preud'Homme, Stéphane Demol, Georges Grün, Franky Van der Elst, Franky Vercauteren, Enzo Scifo e Jan Ceulemans, nos anos 90, foi por muitos anos reverenciada no país. E só a atual geração, com Kevin De Bruyne, Eden Hazard e Romelu Lukaku, entre outros, voltou a encher de esperanças os belgas.

Para chegar até esta fase na Copa de 2018, os belgas venceram por 3 a 0 o Panamá; por 5 a 2 a Tunísia e por 1 a 0 a Inglaterra, antes de vencerem, no sufoco, o Japão por 3 a 2.

O duelo da próxima sexta-feira (6) promete ser eletrizante. O treinador da Bélgica sabe que, se entrar com poucas precauções defensivas, tenderá a levar muitos gols na partida. Por isso ele deverá aproximar um dos zagueiros (provavelmente Alderweireld) do volante Witsel, para não perder a disputa no meio-campo. Ou já entrar com Fellaini no setor, em lugar do ofensivo Mertens.

Para a atual seleção brasileira, enfrentar um time como os belgas é algo muito raro, já que a equipe europeia joga boa parte do tempo em um 3-4-3 clássico, com Mertens, Lukaku, um dos vice-artilheiros da Copa, e Hazard. Coincidentemente, o México atuou desta maneira em vários momentos do jogo desta segunda-feira, quando o Brasil soube aproveitar os espaços no ataque.

De Bruyne também exigirá total atenção de Paulinho e Fernandinho na marcação. Pode ser até que, por atuar no futebol inglês e conhecer de perto o estilo de alguns belgas, Danilo acabe sendo escalado na lateral-direita.

O atual esquema belga é semelhante ao da Holanda (de 1994 e de 1998). Mais recentemente, em 2010, o Brasil foi derrotado pelos holandeses nas quartas, mas o adversário, então dirigido por Bert van Marwijk, atuava no 4-4-2.

Neymar deverá ter pela frente o seu colega de PSG, Thomas Meunier, de 1m90, como um dos seus marcadores. A movimentação de jogadores no ataque, diante de uma defesa considerada lenta, deverá ser uma das estratégias de Tite para superar a marcação por zona do adversário.

Neste sentido, o jogo contra o México, que também mostrou variações ofensivas e na marcação, chegando a atuar no 3-4-3, foi uma excelente demonstração de como o Brasil pode se portar na defesa e na movimentação ofensiva diante de uma equipe versátil.

Nestas oitavas, apesar da heróica reação belga, a seleção brasileira se mostrou mais equilibrada do que sua próxima adversária.

Por Eugenio Goussinsky
Com informações do R7

MPF pede ao governo federal informações sobre risco de retorno da pólio

 ctv-3np-polioCoordenadora nacional sugere até mudanças no atendimento, como horários mais flexíveis, que se encaixem na rotina de trabalho dos pais Foto: FABIO MOTTA/ESTADÃO
A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) pediu ao Ministério da Saúde informações sobre o risco enfrentado por cidades brasileiras de retorno da poliomielite. Conforme informou o Estado no sábado, 30, 312 cidades estão em situação de alto risco, em virtude das baixas coberturas vacinais. Pelo menos 800 mil crianças estão sem proteção contra a doença, uma situação classificada pela presidente da Sociedade Brasileira de Imunização, Isabella Ballalai como “inadmissível”.
No ofício encaminhado ao secretário de Vigilância em Saúde Osnei Okumoto, a procuradora federal dos Direitos do Cidadão Deborah Duprat solicita informações sobre as causas do problema e sobre as medidas desencadeadas para tentar resolvê-lo. O Ministério Público Federal também quer saber quais as ações previstas na política nacional de imunização para solucionar a situação e dá prazo de cinco dias para o recebimento das respostas, em razão da "gravidade e urgência do problema".
O Ministério da Saúde admitiu, na semana passada, haver alto risco de retorno da poliomielite em pelo menos 312 cidades brasileiras – 44 no Estado de São Paulo. O alerta foi feito em uma reunião com secretários estaduais e municipais de saúde. “É uma situação gravíssima”, afirmou na oportunidade a coordenadora do Programa de Imunização, Carla Domingues. 
Estão na lista de maior risco para pólio municípios que não conseguiram atingir nem 50% da cobertura vacinal. “Uma cidade com esses indicadores tem todas as condições de voltar a transmitir a doença em nosso País. Será um desastre para a saúde como um todo.” O último caso registrado no Brasil foi em 1990. Quatro anos depois, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a doença erradicada das Américas.
A recomendação é de que a cobertura vacinal contra pólio seja superior a 95%. A situação mais grave é na Bahia, onde 15% dos municípios imunizaram menos do que 50% das crianças, seguido do Maranhão, com 14,29%. Em todo o País, apenas Rondônia, Espírito Santo e Distrito Federal não têm cidades sob risco elevado.
Por Lígia Formenti
Com informações do Jornal O Estado de S.Paulo

Colombiano Jown Cardona reforça o Ceará no restante da temporada




Visando o restante da temporada, a Diretoria do Ceará finalizou a contratação do colombiano Jown Cardona, para compor o elenco do Vovô. Jown Cardona, de 23 anos, estava atuando no Desportivo Cali desde 2012. No primeiro semestre de 2016, o meia atuou no Cortuluá, onde foi destaque no clube, marcando 8 gols e despertando interesse em vários clubes. Cardona já treina em Porangabuçu desde 07/06, e terá situação regularizada antes do retorno das disputas do Brasileirão.   

Confira a ficha técnica do atleta:

Jown Anderson Cardona Agudelo
apelido: Cardona
nascimento: 09/01/1995 (23 anos)
posição: meia-atacante
naturalidade: Cali (Colômbia)
altura: 1,70
peso: 67kg
clubes: Deportivo Cali (Colômbia), Cortuluá (Colômbia), Real Santander (Colômbia) e Ceará/CE

Com informações do cearasc.com

1 de julho de 2018

Redes sociais: riscos e potenciais para a eleição

Embora estudiosos das relações entre comunicação e política sejam cautelosos ao projetar o espaço que redes sociais podem ocupar na campanha deste ano, pesquisa do Ideia Big Data, divulgada em maio, aponta que as redes sociais devem influenciar na definição de voto de 43,4% dos eleitores, contra 56,6% que disseram que mídias digitais não terão influência na tomada de decisão. Dentre tantas plataformas, o Facebook e o WhatsApp são apontados por pesquisadores entrevistados pelo Diário do Nordeste como aquelas que devem ter uso intensificado na campanha de 2018, mas, ao mesmo tempo em que elas podem ser ferramentas úteis para a definição do voto do eleitor, também são terreno fértil para a propagação de fake news e propaganda negativa na eleição.
O estudo do Ideia Big Data revela que 59,5% dos entrevistados pretendem acompanhar as publicações dos seus candidatos pelas redes sociais. A plataforma preferida para isso, de acordo com o levantamento, é o Facebook (58,5%), seguida do YouTube (13,2%), do Instagram (11,5%), Twitter (8,9%), WhatsApp (4,8%) e LinkedIn (3,2%). A pesquisa, encomendada pela consultoria Bites, entrevistou 1.482 pessoas no País. A margem de erro, segundo o instituto, é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Os dados sinalizam que, como estratégias de campanha, plataformas como o Facebook, o Twitter e o Instagram, além de instrumentos de comunicação como o WhatsApp, podem ganhar mais espaços na disputa de postulantes pelos cargos eletivos que estarão em jogo em outubro próximo, mas pesquisadores defendem, também, que é fundamental que o eleitorado aprenda a fazer um bom uso das redes sociais para que elas possam ser relevantes no processo eleitoral.
Na avaliação de Jamil Marques, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que desenvolve pesquisas na área de comunicação e política, há dois elementos que apontam para que as redes sociais, às quais ele se refere como redes de comunicação digital, passem a ter espaço cada vez mais relevante nas campanhas e também no comportamento do eleitorado para a definição do voto.
Onde o eleitor está
Um deles, segundo Marques, está associado ao fato de que as novas regras de financiamento, juntamente com o receio em relação a doações a partir de recentes investigações que expuseram esquemas ilícitos de irrigação de campanhas, devem tornar a quantidade de recursos mais escassa e, diante disso, postulantes precisam “apelar para outras formas de mobilização, de comunicação ou de difusão das suas mensagens para o eleitorado”. Além disso, diz ele, “os próprios candidatos estão percebendo que precisam ir aonde o eleitorado está, e seu eleitorado está, cada vez mais, nas redes de comunicação digital”.
Professor titular de Teoria da Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Wilson Gomes, por sua vez, pondera que “é muito complicado dizer que a internet vai influenciar votos”, porque a divisão entre uma noção de mundo real e de mundo virtual, segundo ele, é superada nos dias atuais. “Hoje não tem mais isso, então as pessoas têm várias janelas por meio das quais acessam a realidade. Os aplicativos, a estrutura da web, as chamadas mídias digitais, mídias sociais, são apenas mais um instrumento. Ou seja, uma pessoa que está vivendo em qualquer lugar dificilmente vai se privar de recursos online para formar a sua opinião”, argumenta Gomes, pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Democracia Digital.
No atual cenário, afirma o professor, há grupos mais influenciáveis pelas redes sociais no contexto eleitoral do que outros. Na análise de Wilson Gomes, uma parte dos votos do “lulismo”, por exemplo, corresponde ao voto sindical e, mesmo que esta parcela de eleitores esteja online, não é nas rede sociais que vai formar sua opinião política. A mesma relação ele enxerga nos votos oriundos dos movimentos sociais que se voltam a Guilherme Boulos, pré-candidato do PSOL. Já o “bolsonarismo”, considera ele, é “fundamentalmente um fenômeno de internet”. “Todas as frentes simpáticas ao Bolsonaro são enraizadas em ambientes digitais. Tanto é assim que a campanha do Bolsonaro começou há muito tempo”, afirma.
Sociabilidade
Já Jamil Marques acrescenta que considerar a forma de sociabilidade do candidato, assim como o cargo que está sendo pleiteado, é importante para definir a centralidade das redes de comunicação digital para cada candidatura. Segundo ele, uma pesquisa de mestrado feita pelo pesquisador Fellipe Herman na UFPR, por exemplo, investigou a sociabilidade de candidatos a vereador de Curitiba em 2016, e concluiu que os “vereadores de bairro” utilizam menos as redes digitais de comunicação na campanha, já que “o grosso do relacionamento” com os eleitores é mantido pessoalmente.
“A gente conseguiu reforçar a ideia de que a internet é um elemento fundamental do processo de escolha do voto, mas que essa influência das redes de comunicação digital varia de cargo para cargo que está em questão”, resgata Marques. Para postulantes a presidente da República, governador e prefeito de grandes cidades, por exemplo, ele observa que as redes têm papel de comunicar para massas, já que os candidatos não têm condições, durante a campanha, de chegar à totalidade de eleitores dos seus colégios eleitorais.
Em um universo de tantas redes sociais, porém, algumas, nas projeções dos pesquisadores, podem ter mais ênfase na campanha de 2018. Jamil Marques acredita que as duas plataformas que mais vão se destacar na disputa eleitoral deste ano são o Facebook, que já teve posição de destaque em pleitos anteriores, e o WhatsApp – embora defina este como um instrumento de comunicação –, que tem, segundo ele, ganhado projeção maior na esfera eleitoral.
“Essas ferramentas passam a ocupar uma centralidade nas nossas vidas e os candidatos não podem abrir mão de estar lá. Alguns anos atrás, coisa de duas décadas, a gente tinha grandes atores que participavam da comunicação política: os marqueteiros, o jornalismo, os institutos de opinião pública, o Poder Judiciário. Hoje, a gente tem um outro ‘player’, que é justamente o controle das redes sociais”.
Wilson Gomes, da UFBA, também considera que o WhatsApp deve estar mais em evidência na campanha, pela característica de que o compartilhamento de mensagens instantâneas na plataforma não é “rastreável” como em outras redes sociais, como o Facebook ou o Twitter, nas quais publicações podem ser salvas e ficam disponíveis por mais tempo. Este elemento, aliás, está na centralidade das discussões sobre a propagação de fake news durante o pleito deste ano.
Em debate realizado na Câmara dos Deputados no dia 19 de junho, por exemplo, o promotor e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Digital, Frederico Ceroy, disse que o WhatsApp será um “problema enorme para as eleições 2018”, já que ferramentas de checagem de fatos não estão moldadas para a plataforma. Wilson Gomes, por sua vez, analisa que aspectos positivos e negativos do WhatsApp para a campanha não estão relacionados à ferramenta em si, mas são características das pessoas que a utilizam.
Alcance
“O WhatsApp, que é uma rede de publicação de mensagens instantâneas, permite as pessoas utilizarem para tudo, para o bem e para o mal. Estamos reclamando do WhatsApp porque o ambiente político está muito envenenado, polarizado. Se as pessoas estão odiando, elas vão odiar no Twitter, no Facebook, no bar, na reunião…”, opina. Conforme Gomes, as redes sociais, contudo, potencializam a escala do alcance e a velocidade de distribuição de informações.
“As pessoas precisam de um conteúdo que apenas confirme aquilo que já acham. Enquanto houver pessoas que consomem fake news, vai ter fake news. Fake news existe porque atende aos desejos de várias pessoas”, aponta. E não só de pessoas, mas também de campanhas. “Não sei se as campanhas querem combater fake news, porque tem campanhas que se beneficiam intensamente de fake news. O ‘bolsonarismo’ é uma fábrica de fake news”, considera o docente.
Neste cenário, o professor Jamil Marques afirma que, para o eleitorado, o principal desafio já colocado é aprender a utilizar as redes sociais, de modo que possa se apropriar dos benefícios proporcionados por elas, mas também desviar de problemas que causam ou intensificam. “É muito importante que o eleitor aprenda a característica de uma fake news e, a partir disso, possa começar a distinguir em qual material e em qual tipo de fonte ele pode confiar ou não”, defende.
Recursos
Tais questões se tornam mais evidentes no período pré-eleitoral, que sinaliza a possibilidade maior de utilização de redes sociais para propaganda, a partir da possibilidade de impulsionamento pago de conteúdos na internet por candidatos, mudança incorporada à legislação eleitoral para este pleito. “As campanhas tirarão do seu pouco dinheiro do tempo da televisão para colocar em mídias digitais? Não sei, mas tenho a impressão de que o impulsionamento (de publicações) vai consumir um pouco mais dos recursos”, projeta Wilson Gomes.
Ele ressalta, porém, que a campanha digital não está apenas nas ações definidas pelas coordenações, mas o que as pessoas fazem digitalmente a favor ou contra candidaturas, conforme analisa, também compreende uma campanha que já está em curso, abaixo da alçada do Tribunal Superior Eleitoral e dos Tribunais Regionais Eleitorais.
Jamil Marques, por sua vez, vê as redes de comunicação digital não como concorrentes de meios tradicionais de propaganda eleitoral, como a televisão e o rádio, mas complementares. Ao considerar características distintas das plataformas – na TV e no rádio, aponta ele, o alcance pode chegar a um público de diferentes faixas etárias e perfis variados, diferente dos usuários que buscam informações políticas online –, o professor da UFPR aponta que as campanhas tendem a investir em “mensagens” de acordo com cada público.
Por William Santos
Blog do Edison Silva
Com informações do Diário do Nordeste

Cabo Sabino assume presidência do Avante e destaca amizade com Camilo

Encontro dos integrantes do Avante, na manhã deste sábado, para a posse do deputado federal Cabo Sabino como presidente da siglaFOTO: FABIANE DE PAULA
Ainda que pregue a “neutralidade” do seu partido nas eleições deste ano para o Governo do Estado, o deputado federal, Cabo Sabino (Avante), admite ter uma relação de “amizade” com o governador Camilo Santana (PT), mas que não integrará a base de sustentação do petista na disputa pela sua reeleição em outubro próximo. Em entrevista ao Diário do Nordeste, hoje, durante ato de sua posse como presidente estadual do Avante, Cabo Sabino disse que não tem como “conviver” com os irmãos Cid e Ciro Gomes e veta seus filiados a estarem no mesmo palanque deles.
Em busca de mais um mandato na Câmara Federal nas eleições deste ano, Cabo Sabino confirma sua aproximação com o governador Camilo Santana, para tratar de demandas “oficiais” da categoria dos profissionais de segurança. E admite ter uma relação de “amizade” com o petista. Ele disse que já recebeu convite do próprio governador para integrar a sua base, mas descarta a aliança.
“Deixei claro que gosto dele demais, tenho respeito por ele, mas onde os Ferreira Gomes estiverem eu não tenho condições de estar. Eu tenho uma situação que não tem como conviver com o Cid e com o Ciro, não tenho como estar no mesmo palanque com eles. Não tenho nada contra o governador Camilo, pelo contrário, eu acho que ele abriu a porta do diálogo e permanece essa porta de diálogo com a categoria. A base tá liberada, agora o que eu não quero é que nenhum candidato do Avante esteja no mesmo palanque junto com Ciro e Cid”.
Cabo Sabino já foi filiado ao PR até o fim do ano passado, quando o partido fazia oposição à gestão estadual, mas ele passou a receber tratamento de aliado no Palácio da Abolição, principalmente, após ter rachado a sua relação com o deputado Capitão Wagner (PROS), seu colega de partido na época, que decidiu também pleitear uma vaga para deputado federal. No entanto, ele nega ser adversário de Wagner e disse que há espaço para dois representantes militares na Câmara dos Deputados.
Foi com Wagner que ele também disputou a coordenação da campanha do presidenciável, Jair Bolsonaro (PSL) no Estado, nome que é defendido por profissionais de segurança pública. Recentemente, em visita de Bolsonaro a Fortaleza, Cabo Sabino não subiu no palanque dele, apenas Capitão Wagner. Sabino disse que houve uma “ciumeira” do PSL no Estado com o fato dele ser próximo do governador Camilo Santana, do PT, partido que Bolsonaro critica. Mas, apesar de ter sido vetado pelo presidenciável em seu palanque, colocou panos frios e disse que continuará apoiando o seu nome para a Presidência da República.
“Eu não vou deixar de ter proximidade com o governador do Estado por nenhuma pessoa, porque é mais importante a minha categoria do que o Bolsonaro. Eu não vou deixar de tratar com o governador as coisas da minha categoria, porque os que estão próximos do Bolsonaro, o Bolsonaro ou quem quer que seja tem divergências com o governador Camilo. Pra mim, o Bolsonaro será o próximo presidente da República, voto nele, mas a minha categoria é mais importante do que ele”.
Cabo Sabino disse também que o partido estuda fazer uma coligação nas eleições para deputado federal com a Rede Sustentabilidade, PHS e o MDB. Já para a Assembleia Legislativa, o MDB ficaria fora dessa eventual coligação.
Por Edison Silva
Com informações do Diário do Nordeste

Ferroviário começa luta pelo acesso contra o Campinense no Castelão

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Duas partidas separam o Ferroviário da principal meta para a temporada 2018: acesso à Série C. A primeira acontece hoje, às 20 horas, no Castelão e o Tubarão quer construir uma vantagem para os 90 minutos decisivos da próxima segunda-feira, 9, em Campina Grande, na Paraíba. A única maneira de conseguir isso é vencendo o Campinense.
 
O problema é que em casa o time coral costuma ter dificuldades para vencer - ganhou apenas do Cordino e pelo placar mínimo. Talvez por isso o foco do último treino comandado por Marcelo VIlar antes da partida foi no ataque do time, exigindo pontaria, velocidade e uma boa troca de passes.
 
Existe uma baixa no setor para o jogo de hoje, no entanto Luís Soares tomou o terceiro cartão amarelo e está fora da partida. Vitinho, Dudu e Juninho Quixadá brigam pela vaga dele.
 
A defesa do Ferroviário pode ser considerada sólida, já que o time segue invicto na competição. Não há nenhum desfalque no setor, mas Vilar optou por não relacionar Léo, que vinha sendo o titular da equipe até não poder atuar no jogo passado devido suspensão pelo terceiro amarelo. Gleibson iniciará a partida pela segunda vez consecutiva.
 
O provável Ferroviário para o jogo tem Gleibson, Lucas Mendes, André Lima, Luís Fernando e Sávio; Leanderson, Mazinho, Janeudo e Esquerdinha; Juninho Quixadá e Edson Cariús.
 
O Campinense veio para Fortaleza com dois desfalques. O lateral direito Alex Murici está suspenso e o atacante Eduardo foi vetado pelo departamento médico com dores na coxa esquerda. Douglas Santos e Denílson são os prováveis substitutos, respectivamente.
 
O time comandado pelo técnico Ruy Scarpino chegou á capital cearense ainda na noite de sexta-feira, para driblar a “ressaca” de uma viagem de ônibus de cerca de 14 horas.

Imagem internet
Por Brenno Rebouças
Com informações do O Povo

Fortaleza anuncia acerto com atleta Nenê Bonilha

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O Fortaleza Esporte Clube acertou a contratação do meia Nenê Bonilha, de 26 anos. O atleta estava atuando no futebol português, no Vitória de Setúbal, e chega por empréstimo até o final de 2018.

Nenê chega para reforçar o Tricolor de Aço nas disputas do Campeonato Brasileiro da Série B. Seja bem-vindo!

Ficha Técnica:
Nome: Luís Otavio Bonilha de Oliveira (Nenê Bonilha)
Nascimento: 17/02/1992 (26 anos)
Naturalidade: São João da Boa Vista/SP
Posição: meia
Pé preferencial: destro
Altura: 1,75m
Peso: 69kg
Clubes: Paulista, Corinthians, Catanduvense, Avaí, Osasco Audax, Vila Nova, Rio Claro, Nacional/POR, Vitória de Setúbal/POR

Com informações do Fortaleza1918.com

30 de junho de 2018

Fortaleza se reabilita de tropeço, vence o Paysandu e segue tranquilo

Vitória manteve o Fortaleza em situação tranquila na Série B nacional (foto: Fernando Torres/Paysandu)
O Fortaleza já deixou no passado a derrota por 2 a 1 para o Oeste na rodada passada da Série B do Campeonato Brasileiro. Na noite deste sábado, o líder da segunda divisão nacional se reabilitou ao vencer o Paysandu por 1 a 0, no Mangueirão.
O resultado levou o Fortaleza aos 29 pontos ganhos, liderando a competição com folga. Avaí, CSA e Vila Nova são os concorrentes mais próximos do time dirigido por Rogério Ceni, com 22 cada. Já o Paysandu soma 17 e está no meio da tabela de classificação.
Apesar de contar com o apoio da sua torcida neste fim de semana, o Papão acabou vazado aos 38 minutos do primeiro tempo. Bruno Melo foi lançado do lado esquerdo da área e teve tranquilidade para concluir diante do goleiro Renan Rocha, anotando o único gol da partida.
Nos minutos finais, irritados com o tropeço, torcedores do Paysandu não contiveram a sua revolta. “Adeus, Dado! Adeus, Dado!”, berraram nas arquibancadas do Mangueirão, pedindo a demissão técnico Dado Cavalcanti.
Pela 14ª rodada da Série B, o Fortaleza voltará a campo somente no domingo de 8 de julho, quando visitará a Ponte Preta no Moisés Lucarelli. Antes, na quarta-feira, o Paysandu tentará se reabilitar diante do Coritiba, no Couto Pereira.
Com informações da Gazeta Esportiva

Candidatos ao Governo do Ceará podem gastar até R$ 9,1 milhões em campanha, decide TSE

Eleitores vão escolher Presidente da República, Senadores, Deputados Federais e Estaduais em outubro de 2018. (Foto: Heloise Hamada/G1)Eleitores vão escolher Presidente da República, Senadores, Deputados Federais e Estaduais em outubro de 2018. (Foto: Heloise Hamada/G1)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta sexta-feira (29) o limite de gastos das campanhas eleitorais para as eleições de outubro próximo, bem como o limite para a contratação de pessoal.

Para os cargos de governador de Estado e senador da República, o limite de gasto para a campanha é fixado de acordo com o eleitorado do Estado em 31 de maio de 2018. No caso do Ceará, que tem 6.342.684 eleitores, o limite de gastos para a campanha ao Governo é de R$ 9,1 milhões por candidato, valor que será acrescido de R$ 4,55 milhões se a disputa for para o segundo turno.

Para a eleição de dois senadores – que ocuparão as vagas de José Pimentel (PT) e Eunício Oliveira (MDB) –, os gastos serão limitados a R$ 3,5 milhões para cada candidato. Já os candidatos a Deputado Federal podem gastar até R$ 2,5 milhões cada um, enquanto que os concorrentes ao cargo de Deputado Estadual, R$ 1 milhão cada.

Para o cargo de Presidente da República o teto será de R$ 70 milhões para o primeiro turno das eleições. Na hipótese de ocorrência de segundo turno, o limite de gastos de campanha deve ser acrescido em mais R$ 35 milhões.

Limite de contratações
O TSE também disponibilizou o limite de contratações diretas ou terceirizadas de pessoal para serviços de militância e de mobilização nas ruas. Esse quantitativo também tem por base a população do Estado em questão.

No caso do Ceará, podem ser contratadas 2.045 pessoas para cada campanha aos cargos de presidente da República e senador; 4.090 para governador do Estado; 1.432 para deputado federal e 716 pessoas para cada candidatura ao cargo de deputado estadual.

Regra
Estado com até 1 milhão de eleitores têm seus gastos limitados a um teto de R$ 2,8 milhões para a campanha ao Governo do Estado, de acordo com o TSE. Em caso de segundo turno nas eleições, esse limite deve ser acrescido de em R$ 1,4 milhão.

Com o maior eleitorado do país – 9 milhões de eleitores –, São Paulo possui o maior limite de gastos para a campanha de governador entre todos os estados da federação: R$ 21 milhões no primeiro turno e outros R$ 10,5 milhões se a disputa for para o segundo turno.

Por Verônica Prado
Com informações do G1 CE

‘Açúcar invisível’ está escondido em alimentos que nem imaginamos

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Estudos mostram que o açúcar processado - de qualquer tipo - é totalmente dispensável para o organismo. Mas existe uma quantidade de açúcar que a gente deve ou pode consumir diariamente? O Dr. Carlos explica que com até 2 colheres rasas de sopa de açúcar na sua alimentação diária, não há evidências de nenhum prejuízo. Entre 2 e 4 colheres há bastante evidência de problemas de saúde. A partir de 4 colheres, as evidências são muito importantes.

O problema é que o brasileiro tem exagerado. Nossa média é uma das mais altas do planeta: cerca de 10 colheres de sopa rasas por dia. “No Brasil e na maior parte dos países do mundo, o grande responsável pelo consumo excessivo de açúcar é o que está escondido em produtos industrializados”, explica o Dr. Carlos. O chamado ‘açúcar invisível’, que está nos biscoitos, sorvetes, refrigerantes, sucos de caixinha, achocolatados, ketchup, leite condensado e até nas gelatinas. O consumidor tem o direito de ter todas as informações sobre o que está levando pra casa, mas no caso do açúcar nem sempre isso acontece. É que a indústria não tem a obrigação de especificar a quantidade de açúcar que adiciona aos produtos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária está estudando um novo modelo de rótulo que deixe todas as informações bem claras. Por enquanto, a dica para uma dieta menos açucarada é: observar na embalagem a ordem dos ingredientes. Primeiro vem sempre o produto em maior quantidade. Mas e os adoçantes? Seriam um bom substituto? “Não há evidência nenhuma de que quem consome adoçante tem qualquer benefício. Alguns estudos associam alguns com algumas doenças”, esclarece o Dr. Carlos.

Com informações do Globo.com

Quartas de Final da Série D 2018 começam no dia 1º de julho

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As Quartas de Final da Série D 2018 estão definidas. Com a última vaga preenchida na segunda-feira (25), a Diretoria de Competições da CBF fez os últimos ajustes na Tabela Detalhada, nesta terça-feira (26), e confirmou os confrontos da próxima fase da competição nacional. Confira os detalhes nos documentos em anexo.
Todos jogos de ida serão realizados no dia 1º de julho. Já os duelos de volta se encerram no dia 9 de julho com Campinense-PB x Ferroviário-CE. Um dia antes, no domingo, as outras seis equipes lutam pela vaga, que garante o acesso para a próxima edição da Série C.
Inicialmente marcado para o estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, o duelo de ida entre Ferroviário-CE e Campinense-PB será realizado no Estádio Castelão. Veja mais informações sobre a alteração no documento em anexo.
Confira os confrontos da Quarta Fase:
Jogos de Ida - 1/7 - DOM
Treze-PB x Caxias-RS
Horário: 16h
Estádio: Almeidão - João Pessoa

Imperatriz-MA x Manaus-AM 
Horário: 18h30
Estádio: Frei Epifânio - Imperatriz (MA)

Linense-SP x São José-RS 
Horário: 19h
Local: Gilberto Lopes - Lins (SP)

Ferroviário-CE x Campinense-PB
Horário: 20h
Local: Castelão - Fortaleza

Jogos de Volta - 8/7 - DOM
São José-RS x Linense-SP
Horário: 15h 
Local: Passo D` Areia - Porto Alegre

Caxias-RS x Treze-PB 
Horário: 16h
Local: Centenário - Caxias do Sul (RS)

Manaus-AM x Imperatriz-MA 
Horário: 18h
Local: Ismael Benigno - Manaus

9/7 - SEG
Campinense-PB x Ferroviário-CE
Horário: 21h15
Local: Ernani Sátyro - Campina Grande (PB)

Com informações da CBF

Para reencontrar caminho da vitória, Fortaleza visita Paysandu

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Líder absoluto da Série B, o Fortaleza ligou o sinal de alerta depois de perder pela segunda vez na segunda divisão. Agora, para reencontrar o caminho da vitória, o time de Rogério Ceni vai a Belém enfrentar o Paysandu neste sábado, às 20h30 (de Brasília), em partida válida pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O Leão tem 26 pontos conquistados e segue isolado na liderança da competição, com quatro pontos de vantagem para o segundo colocado, Avaí. A equipe cearense passou dez rodadas invicto, até cair para o São Bento. Desde então, foram apenas dois jogos, porém o time voltou a perder e quer espantar a sequência negativa de duas derrotas, um empate e uma vitória nos últimos quatro confrontos.
Para o duelo deste sábado, Rogério Ceni terá alguns problemas. Marcinho passou por novos exames e foi diagnosticada uma fratura em processo espinhoso de vértebra lombar. O tratamento conservador já foi iniciado e o jogador deve ficar afastado por um mês.
Além deste atacante, o treinador tem mais uma baixa no setor. Gustavo, apelidado de Gustagol, fraturou o antebraço direito e já passou por cirurgia, mas será desfalque por dois meses. Wilson deve ser o substituto.
Do outro lado, o Paysandu também vive momento complicado. Na oitava colocação com 17 pontos somados, a equipe vem de quatro jogos sem vencer, sendo dois empates e duas derrotas. Apesar disso, o time tem apenas três derrotas ao todo no campeonato e um triunfo pode aproximá-lo do G4.
O treinador Dado Cavalcanti também terá problemas para escalar seu time. O zagueiro Diego Ivo e o volante Nando Carandina, suspensos, desfalcam a equipe. Além deles, Perema e Cassiano foram vetados pelo departamento médico.
O setor ofensivo sofre com a baixa de Cassiano, já que o atacante é o artilheiro do Paysandu na temporada com 20 gols anotados, seis deles na Série B.
FICHA TÉCNICA
PAYSANDU x FORTALEZA 

Local: Estádio Mangueirão, em Belém (PA)
Data: 30 de junho de 2018, sábado
Horário: 20h30 (Brasília)
Árbitro: Eduardo Tomaz de Aquino Valadão (GO)
Assistentes: Edson Antônio de Sousa (GO) e Hugo Savio Xavier Corrêa (GO)

PAYSANDU: Renan Rocha; Matheus Silva, Edimar, Fernando Timbó e Carlinhos; Cáceres, Renato Augusto e Thomaz; Claudinho, Dionathã e Moisés
Técnico: Dado Cavalcanti

FORTALEZA: Boeck, Pablo, Roger, Ligger e Bruno; Derley, Dodô e Marlon; Minho, Wilson e Wesley
Técnico: Rogério Ceni

Com informações da Gazeta Esportiva

Como ficaram as oitavas de final da Copa do Mundo da Rússia 2018


Oitavas de final Copa 2018


Copa do Mundo Rússia 2018 já tem seus 16 classificados para as oitavas de final, depois que Colômbia e Japão se juntaram nesta quinta-feira a Inglaterra e Bélgica, que já tinham vaga garantida e disputavam apenas a liderança do seu grupo. A Europa é a grande dominadora, com 10 participantes nas oitavas, contra cinco das Américas e um da Ásia (o Japão).

OITAVAS DE FINAL

  • França x Argentina: sábado, 30 (11h). A seleção francesa terminou como primeira do grupo C e enfrentará uma Argentina que chega motivada depois do agônico triunfo (2 a 1) contra a Nigéria e de estar muito perto da eliminação. Será o primeiro duelo desta Copa entre dois campeões do mundo.
  • Uruguai x Portugal: sábado, 30 (15h). O Uruguai, uma das melhores seleções do torneio (três vitórias, cinco gols marcados e nenhum sofrido), enfrentará o combinado de Cristiano Ronaldo, que não avança às quartas de final de uma Copa desde a Alemanha-2006, e que também sofreu para passar de fase.
  • Espanha x Rússia: domingo, 1 (11h). A Roja se medirá com a anfitriã. Depois do empate contra Marrocos, a equipe de Hierro terminou em primeiro no seu grupo e agora terá de mostrar seu melhor nível contra os locais. A destituição de Lopetegui e a chegada de Hierro alteraram o curso normal de uma seleção que partia entre as favoritas, mas que até agora não desenvolveu seu melhor jogo.
  • Croácia x Dinamarca: domingo, 1 (15h). A seleção croata foi outro destaque na fase de grupos. Com Modric como grande figura, enfrentará a Dinamarca, liderada por Christian Eriksen.
  • Brasil x México: segunda-feira, 2 (11h). O México perdeu na quarta-feira para a Suécia (3 a 0) e não conseguiu terminar em primeiro no grupo F, para evitar o Brasil nas oitavas. Um Brasil que foi crescendo na competição e no qual Neymar também tentará dar mais do que mostrou até agora, após se recuperar de uma lesão.
  • Bélgica x Japão: segunda-feira, 2 (15h). A priori, o duelo mais desigual das oitavas. Os belgas chegam como claros favoritos após ganharem os três jogos disputados na fase de grupos, enquanto os japoneses se classificaram com sofrimento, graças ao critério de desempate do fair play.
  • Suécia x Suíça: terça-feira, 3 (11h). Cruzamento inesperado de oitavas. Ambas as seleções foram revelações em seus grupos e ganharam com bom futebol o bilhete para a fase seguinte. A seleção helvética perde dois titulares da zaga por suspensão: Lichtsteiner e Schär.
  • Colômbia x Inglaterra: terça-feira, 3 (15h). No duelo que fechará as oitavas de final, os ingleses buscarão uma vitória que lhes permita finalmente fazer um bom papel num mata-mata de Copas. A Colômbia, por sua vez, chega às oitavas com a possível baixa de sua estrela, James Rodríguez.
Com informações do El País