24 de novembro de 2013

NO JOGO DA TAÇA DA SÉRIE B, PALMEIRAS VIRA E GOLEIA O CEARÁ

Dever cumprido para o Palmeiras na Série B do Campeonato Brasileiro. Depois de ter confirmado o acesso e o título, o Verdão levou o jogo com o Ceará para Campo Grande (MS) e fez a alegria de sua grande torcida na cidade com uma bela vitória de virada, por 4 a 1, neste sábado. No final, recebeu, enfim, a taça de campeão.
A derrota complicou o Ceará. O time cearense saiu na frente no placar e, com a vitória parcial, partiria para a última rodada dentro do G-4. Com a virada, caiu para sexto, com 59 pontos - mesmo número de Figueirense (quarto) e Icasa (quinto), mas atrás nos critérios de desempate. Na última rodada, no próximo sábado, o Ceará precisa vencer o Joinville em casa e torcer por tropeços dos dois adversários que estão à sua frente. Chapecoense e Sport Recife já estão garantidos na Série A, assim como o Verdão.
Comemoração Palmeiras Taça Série B (Foto: Marcelo Prado)Elenco palmeirense ergue a taça e comemora a conquista da Série B (Foto: Marcelo Prado)
Em busca de uma vaga na elite em 2014, os cearenses foram para o ataque e abriram o marcador em boa jogada individual de Magno Alves, no primeiro tempo. O lance acordou os "donos da casa", que buscaram o empate antes do intervalo, com Eguren, e viraram o marcador na segunda etapa, com Charles.
Na sequência, o Ceará se descuidou ainda mais, e Alan Kardec e Leandro encontraram espaço para brilhar e marcar o terceiro e o quarto, completando a festa alviverde - que ainda teve uma breve (e polêmica) aparição de Valdivia, que entrou no fim e arranjou confusão com o lateral-esquerdo Vicente e o volante João Marcos.
Na última rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, o Palmeiras viaja até Chapecó (SC) para enfrentar a vice-campeã Chapecoense, na Arena Condá, no sábado, às 16h20. No mesmo dia e horário, o Ceará recebe o Joinville no Castelão, em Fortaleza.
Eguren Palmeiras e Ceará (Foto: Fernando da Mata)Palmeirenses comemoram o gol de empate do Verdão, marcado por Eguren (Foto: Fernando da Mata)
G1 - Marcelo Prado

Irã e seis potências chegam a um acordo sobre o programa nuclear



O Irã e as seis potências mundiais chegaram a um acordo sobre a redução do programa nuclear iraniano em troca de alívio nas sanções limitadas, disseram neste domingo (24) várias delegações que estão nas negociações, informou a agência de notícias Reuters.
              
"Chegamos a um acordo", anunciou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, em seu Twitter. O chanceler francês, Laurent Fabius também confirmou o acordo.   

A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, também confirmou neste domingo que se chegou a um acordo sobre o programa nuclear iraniano. A declaração foi dada pelo seu porta-voz, Michael Mann.
"Chegamos a um acordo entre o E3+3 e o Irã", escreveu no Twitter o porta-voz da diplomata.
Irã terá acesso a US$ 4,2 bilhões em divisas, como parte de um acordo pelo qual ele irá travar o seu programa nuclear em troca do alivio de sançõesdas, disse umdiplomata ocidental. Os setores de ouro, petroquímica e industria automobilística seriam aliviados dessas sanções e o país deveria continuar enriquecendo urânio no limite que estabeleça seu o uso civil. AInda há contradições sobre os diplomatas quanto a esses limites e não há mais detalhes do acordo alcançado.
O Ministério das Relações Exteriores da Suíça, que atuou como país anfitrião destas negociações, convocou os jornalistas para uma entrevista coletiva com os ministros que participaram deste processo na sede da ONU.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fará declarações neste sábado (data local) na Casa Branca após ter sido fechado um acordo em Genebra sobre o programa nuclear iraniano. Segundo informou a Casa Branca em comunicado, Obama falará às 22h15 (horário local, 1h15 do domingo em Brasília).
Do G1, em São Paulo

Câmera flagra jogador do Cruzeiro pedindo para o Vasco marcar 3º gol


“Faz logo outro, pô!”, disse o jogador da Raposa ao capitão Cris (Foto: Reprodução/ Sportv)
Um lance na vitória do Vasco sobre o Cruzeiro neste sábado já está gerando muita polêmica. Câmera da tevê flagrou o cruzeirense Júlio Baptista pedindo para o zagueiro Cris marcar outro gol, quando o time carioca já vencia por 2x1.

“Faz logo outro, pô!”, disse o jogador da Raposa ao capitão vascaíno quando o time mineiro pressionava pelo empate.

Em entrevista ao Sportv ainda no vestiário do Maracanã, Baptista explicou: "A gente estava discutindo. Ele falou: “pô, amacia aí”. E eu disse: “vai lá e faz o terceiro”. As pessoas podem interpretar de outra forma, que a gente queria ´amaciar´, mas isso não acontecer em momento algum".

Clubes estudam ação conjunta:

De acordo com o repórter Martin Fernandez, a divulgação do vídeo gerou reação imediata de dirigentes de Portuguesa, Criciúma, Bahia, Fluminense e Coritiba, equipes que brigam contra o rebaixamento junto com o Vasco.

O Presidente da Confederação Brasileira de Futebol José Maria Marin e o seu vice, Marco Polo Del Nero, receberam telefonemas dos dirigentes, de acordo com o repórter. Jogadores das equipes de baixo da tabela de classificação também ficaram revoltados com a cena.


Agencia Miséria

Violência gera confronto entre políticos de Ouricuri

Francisco Ramos da Silva, Lenarte Coelho e o atual vice-prefeito, Gustavo Coelho (Foto: Divulgação)
Não é só no Crato que a aprovação das contas dos ex gestores públicos está gerando confusões. Na cidade de Ouricuri, no Sertão de Pernambuco, as questões políticas ainda são resolvidas como antigamente, na base da violência. No último dia 21, o ex-prefeito, Francisco Ramos da Silva, conhecido popularmente como Biu Ramos sofreu uma grave agressão física. Ele estava em uma padaria localizada no Bairro Renascença (Batalhão), quando foi abordado pelo empresário, Lenarte Coelho e por seu primo, o atual vice-prefeito, Gustavo Coelho (Guga), para uma conversa sobre a votação das contas do também ex-prefeito Chico Coelho, que é pai de Lenarte e tio de Guga.

Lenarte e Guga apelavam à Biu Ramos que convencesse os vereadores coligados ao PMDB, a aprovar as contas de Chico Coelho. Indignados com a recusa de Ramos em persuadir os parlamentares da base do partido ao qual ele é o principal representante no Município, o vice-prefeito, esqueceu do exercício de sua função no cargo de executivo municipal e junto a Lenarte não conteve-se em agredir o ex-gestor.

Após a briga, o fato foi parar na Delegacia de Polícia Civil. Lá, os envolvidos foram orientados a realizar exames de corpo de delito. Em Ouricuri, os casos de ameaças desta ordem são comuns. Para a polução local, o fator mais indecoroso do episódio foi o de os dois agressores não terem levado em conta sequer que o foto do agredido ser um idoso.

Biu Ramos, afirma que sente-se ameaçado. "Fui exposto a uma situação de risco. Tive que pedir medidas urgentes no sentido de resguardar minha integridade física e a minha vida”, conta. 

Por meio da assessoria de imprensa, Guga Coelho disse que apenas revidou das agressões. 

A sessão em que as contas seriam votadas deveria ter acontecido na sexta-feira (22), porém, devido ao caso, um dos vereadores fez um pedido de vista.  

Miséria

Cinco médicos brasileiros mudaram a medicina; veja o que eles fizeram

DO CRIADOR DO MAIOR CENTRO DE TRANSPLANTES DO MUNDO AO DOUTOR-CIENTISTA QUE VOLTOU DE HARVARD PARA REVOLUCIONAR O TRATAMENTO DO MAL DE ALZHEIMER, CONHEÇA OS MÉDICOS BRASILEIROS QUE MUDARAM A HISTÓRIA DA MEDICINA MUNDIAL


Medicos (Foto: Victor Affaro)

Ao proferir o juramento de Hipócrates, todo médico recém-formado promete exercer a nobre arte de curar seguindo os preceitos da honestidade, da caridade e da ciência. Alguns poucos profissionais de branco conseguem fazer bem mais do que isso: em bibliotecas, laboratórios ou salas de cirurgia, eles desenvolvem conhecimentos e inventam técnicas que mudam parâmetros e padrões de conduta. Alguns brasileiros fazem parte desse grupo de excelência da medicina global. Suas técnicas são hoje reverenciadas e adotadas por países como França, Estados Unidos e China. O trabalho desses médicos é quase silencioso – “meus olhos serão cegos, minha língua calará os segredos que me forem revelados”, diz o texto do juramento –, não fosse por homenagens que recebem em prêmios mundiais, reconhecimento supremo do ofício, mas de pouca repercussão fora da academia. É o caso de José Osmar Medina, celebrado pelo seu trabalho no Hospital do Rim, criado por ele e hoje o maior centro de transplantes público do mundo. Ou de José Pedro da Silva, que recebe convites de diferentes partes do globo para ensinar a técnica que mudou a maneira de realizar operações cardíacas em crianças. Em um momento em que o Brasil polemiza na busca por melhorar as condições de saúde pública trazendo médicos de fora, GQ homenageia o trabalho de ponta de cinco doutores brasileiros – três cardiologistas, um nefrologista e um neurologista – que revolucionaram a medicina. 

José Eduardo Sousa (Foto: Victor Affaro) 
José Eduardo Sousaprimeiro médico a fazer cateterismo no Brasil e Criador do stent, ele é reverenciado dos Estados Unidos ao Japão  
Aos 79 anos, a trajetória do médico maranhense José Eduardo Sousa confunde-se com a história da cardiologia no mundo. Depois do curso na Universidade Federal de Pernambuco e das residências no Instituto Dante Pazzanese e na cardiologia pediátrica de Harvard, ele seguiu para a Cleveland Clinic, famoso centro de cardiologia americano, onde o presidente João Figueiredo se tratou. Ali, havia sido realizado pela primeira vez um exame que revolucionaria a cardiologia: o cateterismo. Com um catéter introduzido pela perna ou braço do paciente era possível chegar ao coração e ver o grau de obstrução das artérias coronárias. O ano era 1966, e o jovem Eduardo Sousa, que presenciou tudo, foi o responsável por importar a técnica e fazer o primeiro exame de cateterismo no Brasil. Em 1968, outra revolução: Adib Jatene, ex-ministro da Saúde, fez a primeira ponte de safena nacional. Durante anos, a única maneira de salvar esses pacientes era abrir o peito, em cirurgias longas e de recuperação demorada.

Eis que um médico alemão criou uma nova técnica, a angioplastia com balão, espécie de cateterismo com um balão que “sugava” a obstrução. E foi novamente Eduardo Sousa, após uma temporada na Europa, quem adotou a técnica no Brasil. “Mas apenas em 1999 entrei realmente para a história da medicina”, orgulha-se o médico. A técnica proposta por ele consistia em colocar uma prótese de metal dentro da coronária. Pela primeira vez no mundo era usado o hoje famoso stent, um implante de aço inoxidável inserido no coração via catéter. Desde que teve licença de uso liberada no Brasil, em 2002, Eduardo Sousa já colocou stents em 5 mil pacientes (ou 8 mil implantes, já que em alguns casos é necessário mais de um stent). Em 2012, o médico lançou um livro em que relata as operações uma a uma, com o acompanhamento de cada caso. É um dos maiores tratados sobre esse revolucionário método. Mas Eduardo Sousa ainda não se dava por satisfeito. Voltou a estudar e, em parceria com a indústria farmacêutica, colocou uma droga chamada rapamicina no stent. Outra ideia simples, e genial: com o remédio liberado no ponto da obstrução na coronária, o paciente já não precisaria retornar ao centro cirúrgico – estava curado.
Os bons resultados do stent farmacológico levaram o médico a ser convidado a ensinar a técnica em países como China, Estados Unidos e Austrália. “Quando falei no Japão fiquei surpreso, as pessoas me conheciam”, conta. Ao longo da carreira, apresentou 600 trabalhos em congressos internacionais, 1,5 mil em congressos nacionais e publicou 450 artigos em revistas especializadas.
Entre as centenas de homenagens recebidas, a que mais o emocionou foi o TCT Career Achievement Award, de 2003, em Washington. “Havia 10 mil médicos do mundo todo e fui o 12º a receber esse prêmio.” Toda a família o acompanhou – a esposa, também cardiologista, os seis filhos e até a mãe. “Fiz questão de levá-la de Pedreiras (a 200 quilômetros de São Luís) para me ver receber o prêmio.”
Para manter a própria saúde cardíaca, o médico conta que é viciado em se pesar, bebe o mínimo de álcool possível e não perde um jogo do Palmeiras. Diante da situação do time este ano, em que disputa a Segunda Divisão, o remédio tem sido mesmo assistir aos concertos da Sala São Paulo.
José Pedro da Silva  (Foto: Victor Affaro)

José Pedro da Silva mudou a forma de fazer cirurgias cardíacas em crianças  
O homem que mudou o mundo.” Foi assim que o americano Joseph Dearani, da Mayo Clinic, um dos mais conceituados centros de pesquisas médicas mundiais, apresentou o brasileiro José Pedro da Silva, no encontro anual da Sociedade de Cirurgiões Torácicos, nos Estados Unidos, em 2012. Aos 66 anos, o cirurgião cardiovascular com especialidade em crianças é responsável por revolucionar a cirurgia de Ebstein, que corrige uma má-formação congênita que impede o sangue de circular pelos dois lados do coração. Com sua técnica, um cone feito com o tecido do próprio paciente, ele conseguiu que o sangue percorra seu caminho natural, evitando novas cirurgias. Antes dele, o paciente teria de passar por operações a cada dez anos, sempre. Agora, se tudo der certo, não volta mais.

Seu feito foi publicado no Journal of Thoracic and Cardiovascular Surgery, em 2007, e logo médicos dos principais centros de cardiologia do Japão e Inglaterra enviaram profissionais para aprender com ele. Hoje, Silva é recomendado pelo Children’s Hospital de Boston, ligado a Harvard, para casos complicados. Tanto fez que virou alvo de peregrinação: a família de uma criança americana salva por ele criou a Ebstein’s Anomaly Foundation, fundação que custeia a vinda de médicos ao Brasil para aprender com Silva.
O médico falou com a GQ antes de entrar num centro cirúrgico no Paraguai, onde operaria seis crianças. Dois dias depois, em Londres, ele ensinaria sua técnica no Royal Brompton Hospital. Apesar das dez horas de trabalho diário, José Pedro mantém o telefone ligado de madrugada e não se incomoda em correr para o hospital. “Médicos têm um pouco de super-heróis”, diz.
Erra feio quem entende a afirmação como empáfia. Ele mesmo foi salvo por um. Silva nasceu na Fazenda da Faca, em Pirajuí, oeste paulista. Como sua mãe não havia sido vacinada, sofreu ao nascer de tétano umbilical e foi desenganado. Um médico chegado do Rio de Janeiro, com a recém-lançada penicilina na mala, salvou o bebê. Seu pai também foi salvo de uma tuberculose por um médico brincalhão, cuja lembrança nunca o abandonou.
Estudou na zona rural e, sem cursinho, passou em medicina na Universidade Estadual Paulista, em Botucatu. Para se manter, fazia retratos: “Pintei todas as debutantes da cidade”. Depois da residência no Hospital do Servidor Público de São Paulo, foi para a Cleveland Clinic, referência mundial em cardiologia. Pai de duas meninas e de um garoto de 6 anos, ele acaba de publicar uma nova técnica, a “translocação pulmonar”, que ainda deve gerar congressos e salvar vidas. Nas raras folgas, aprecia prazeres que chama de simples, como pintar, jogar xadrez e caminhar na praia.  

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José Osmar Medina Pestana (Foto: Victor Affaro) 
José Osmar Medina Pestanacriador do maior centro de transplantes do mundo, recebeu um prêmio de Harvard  
Se não fosse a história de vida do nefrologista José Osmar Medina Pestana, a trajetória desse médico poderia ser o enredo de um conto de fadas. Nascido na zona rural de Ipaussu, interior de São Paulo, filho de uma costureira e de um pedreiro, ele chegou a trabalhar como torneiro para custear o cursinho que o ajudou a ingressar na Escola Paulista de Medicina, em 1974. Hoje, aos 60 anos, é o responsável e criador do Hospital do Rim, em São Paulo, que faz mil transplantes por ano. Mais de 12 mil pessoas já foram transplantadas, todas pelo sistema de saúde pública. Essa marca faz do hospital que Pestana criou o maior centro de transplantes público do mundo. E o credenciou a receber um prêmio em Harvard, em novembro de 2012, pelas mãos de Joseph Murray, Nobel de Medicina em 1990, o primeiro médico a realizar um transplante de órgãos na história.

O senhor deve ter ficado lisonjeado, não? “Não, fiquei foi um bocado nervoso”, conta o médico, com sotaque caipira e jeito tímido. Foi, na verdade, um “prêmio tarefa”, em que durante três dias deu aulas para um auditório em Harvard repleto de médicos do mundo todo. Ali, ele explicou o sistema de estações, espécie de “produção em série” ao estilo das montadoras de carros, que desenvolveu para tratar com eficiência (e humanidade) seus pacientes. Após serem recebidos pela enfermagem, passam por clínicos gerais, especialistas, psicólogos e nutricionistas – e são atendidos pelos profissionais do pré-operatório à recuperação. Assim, a partir de melhorias simples no tratamento, o número de transplantados, que era de quatro por ano em 1983, chegou a mil.

No Hospital do Rim não há pacientes particulares: 90% dos tratamentos são pagos pelo Sistema Único de Saúde e o restante por convênios. Apenas em seu consultório ele atende de forma particular. O médico ainda faz trabalho voluntário e orienta 30 alunos que entraram na Escola Paulista de Medicina pelo sistema de cotas. “Eles passam mais de duas horas no trânsito para estudar. Eu os ajudo na formação, já mandei 22 estudantes para o exterior.”
Medina é casado e pai de dois filhos. Um deles cursa o quinto ano de medicina na Santa Casa. Entre um compromisso e outro, o médico se dedica a grandes causas. Participou, por exemplo, dos protestos de rua em julho, quando deixou o jaleco sobre a mesa e foi para a Avenida Paulista reivindicar. “Foi emocionante ver a moçada na rua, acho que se houver mais comprometimento com o trabalho viveremos em um mundo melhor.” 

Antônio de Salles (Foto: Victor Affaro)

Antônio de SallesEle criou o marca-passo cerebral que revolucionou o tratamento da obesidade e do mal de Alzheimer  
Se nos anos 60 o grande desafio da medicina era o coração, hoje a aventura é desvendar o cérebro.” Quem diz isso é o neurocirurgião Antônio de Salles, de 58 anos, que voltou ao Brasil no ano passado, após mais de 20 anos correndo o mundo. Nascido no Paraná e criado em Goiânia, ele cursou a Universidade Federal de Goiás antes de partir para o Medical College of Virginia, nos Estados Unidos, onde estudou trauma de crânio e terapia intensiva. Anos mais tarde, foi admitido em Harvard, onde especializou-se em cirurgia estereotáxica, que consiste em um sem número de cálculos para tornar as operações do cérebro menos invasivas e mais eficazes.

Dos Estados Unidos, seguiu para Suécia, onde iniciou sua carreira acadêmica na Universidade de Umea. A escuridão do inverno, porém, levou-o a buscar pontos mais ensolarados, e ele acabou na Universidade da Califórnia. Na UCLA fundou o Serviço de Radio-Cirurgia e Estereotaxia (intervenções pouco invasivas, como biópsias), do qual ainda é diretor. Foi lá que começou a estudar as técnicas de neuromodulação, a implantação de marca-passos no cérebro para tratar pacientes com obesidade mórbida e mal de Alzheimer, por exemplo. A primeira cirurgia do tipo foi feita por sua equipe em 1996. De lá para cá, já implantou os aparelhos em 600 pacientes. “Bulimia, anorexia e até depressão também podem ser tratadas com esse implante cerebral.”

Para trazer a técnica ao Brasil, o médico inaugura até dezembro um centro cirúrgico de US$ 10 milhões, no novo prédio do HCor. O laboratório abrigará aparelhos e computadores avançados, que o ajudarão na criação do centro de neurociência do hospital paulistano. “Vamos introduzir a neuromodulação cerebral no país”, diz.

Apesar de morar em São Paulo com a família, a esposa também neurocirurgiã e o filho Lucas, de 6 anos (que quer ser médico), ele mantém estudos e pesquisas laboratoriais em Los Angeles. A cada dois meses, também atende a consultas por lá.

E não é apenas nos centros cirúrgicos que seu talento aparece. Salles também é escritor – seu dia começa às 4h30, quando acorda para escrever ficção. Seu primeiro romance Why Fly Over the Cuckoo’s Nest? (Por que cuidar da saúde mental?, em tradução livre) está nas mãos do americano Glenn Berenbeim, roteirista de séries de sucesso da TV americana, como O Toque de um Anjo, exibida no Brasil pela Globo nos anos 90. Se tudo der certo, além de aparecer como autor de artigos científicos, seu nome poderá ser visto nos créditos de filmes de Hollywood.

  
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José Carlos Pachón Mateos (Foto: Victor Affaro) 
José Carlos Pachón MateosCientista e médico, do laboratório dele saíram técnicas que facilitam as cirurgias no coração
  
Nossa entrevista estava marcada para as 11h de uma sexta-feira, mas ela só pôde ser feita às 9h da manhã seguinte. Naquela dia supostamente tranquilo, José Carlos Pachón Mateos, de 57 anos, emendou um procedimento no outro e ficou 12 horas ininterruptas dentro de um centro cirúrgico. “Eu nem sinto mais o tempo passar”, disse o médico, que estava feliz pelo sucesso em ambas operações.

Em São Paulo desde 1979, o mineiro de Uberaba é hoje o diretor do Serviço de Arritmia do HCor e também o responsável pelo Setor de Estimulação Cardíaca Artificial do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Fora do Brasil, ele é conhecido como o médico responsável por criar técnicas capazes de curar arritmias graves com métodos pouco invasivos, que devolvem o paciente à vida normal com apenas três dias de repouso, em média. Antes dele, era preciso abrir o peito e o tórax dos doentes, que levavam meses para voltar à rotina.
 
Uma de suas criações é a estimulação cardíaca pelo esôfago, técnica celebrada em congressos europeus e que hoje é amplamente usada na França. Por meio dela, é possível curar uma arritmia, com o uso de uma pequena e finíssima sonda que chega ao ponto entrando pela perna do paciente. Outra, a “estimulação ventricular bifocal”, que como sugere o nome estimula os ventrículos em dois pontos diferentes, foi recentemente experimentada em Taiwan. Mais duas técnicas para o tratamento da fibrilação atrial – a doença que matou o jogador Serginho, do São Caetano – e da síncope vagal maligna, que causa desmaios e apagões inesperados, foram apresentadas e começam a ser usadas em diferentes partes do planeta. Todas têm a mesma característica, são menos invasivas e altamente avançadas.
 
Graças ao trabalho desse médico, fica cada vez mais distante a necessidade de abrir o peito e o tórax do paciente – a maioria dos males é tratada com um catéter que chega ao ponto com o auxílio de computadores. Atualmente, o grande aliado de sua equipe é um computador que permite ver o coração em 3D por dentro e batendo, para checar onde estão as arritmias.

Filho de uma família de três irmãos médicos, Pachón também é pai de três filhos médicos. “Digo que quando eles se formaram em medicina eu realmente me reproduzi”, diz. Para ele, que entende a medicina como um estilo de vida, esta era a área que mais abrangia física, química e biologia, suas paixões. Por isso, além das cirurgias e do tempo que passa em seu consultório, em Moema, ele comanda uma equipe de cientistas em seu laboratório no Dante Pazzanese. É do cruzamento dessas frentes que surgem as técnicas que vêm se tornando referência no mundo.

 
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre os procedimentos.
  
gq.globo.com

23 de novembro de 2013

Geninho misturou 'sangue italiano' e carinho para recolocar Sport na elite

header matéria Sport serie A (Foto: arte esporte)



O relógio apontava 0h do dia 13 de setembro, quando Geninho ouviu o seu celular tocar. Do outro lado da linha, o presidente do Conselho Deliberativo do Sport, Gustavo Dubeux. Velho conhecido do treinador, o dirigente tinha um pedido a fazer: “Volte a comandar o Rubro-negro e nos leve à Série A”. Sem trabalhar desde o Campeonato Paulista, quando fez uma péssima campanha com o São Caetano e depois de dar um tempo na profissão para atender a um pedido da família, o técnico hesitou, mas aceitou o convite. O desafio de voltar a brilhar no cenário nacional o motivou. E não deu outra. Dois meses após assinar com o clube, Geninho recoloca o Leão da Ilha na Série A.
- Não tinha como recusar o convite do Sport. Atendi a ligação do Gustavo, que é um grande amigo e fiz questão de aceitar. Era um desafio enorme, mas eu confiava no meu trabalho e no trabalho do grupo. Era difícil, mas isso me motivou. Deu certo. Vem dando certo - disse o técnico, que, logo após o fim do jogo com o Boa Esporte, tratou de elogiar os jogadores e classificar o acesso do Leão como merecido.
Geninho Sport (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)Geninho conseguiu levar Sport ao topo do futebol brasileiro de novo (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)
O caminho, no entanto, não foi fácil. Quando assumiu o clube, o Sport vinha de uma derrota por 4 a 2 para o ABC e estava na oitava posição da Série B. Na lembrança do treinador, um vestiário abatido, momentos antes da sua partida de estreia, na vitória por 1 a 0 sobre o Figueirense.
- Quando cheguei, o pessoal estava sem confiança. Tentei passar essa credibilidade. Com carinho, conversa e alguns puxões de orelha. O grupo comprou o projeto e deu certo. Foi uma situação em que todo mundo se abraçou.
Às vezes, a gente perde o tom. Quando tem que reclamar, eu solto o verbo, mesmo. Tenho uma descendência da Calábria, que me faz ter o sangue um pouco quente. Mas isso passa quando o jogo acaba"
Geninho
O carinho propagado pelo treinador, porém, foi deixado de lado algumas vezes. Calmo fora das quatro linhas, Geninho assumia outra personalidade dentro de campo. Rígido e disciplinador, o técnico não poupava críticas aos comandados. Como no jogo contra o Boa o Esporte, que garantiu o acesso.
- Acorda! Vocês têm que vencer este jogo. Não adianta ficar olhando o adversário passar. Sai dessa área – berrou, em meios ao muitos palavrões à beira do gramado.
A falta de traquilidade em campo, segundo o treinador, é fruto de sua descendência italiana.
- Às vezes, a gente perde o tom. Quando tem que reclamar, eu solto o verbo, mesmo. Tenho uma descendência da Calábria, que me faz ter o sangue um pouco quente. Mas isso passa quando o jogo acaba.
Feliz com o acesso, o treinador agora projeta um 2014 vitorioso pelo Sport. Para isso, no entanto, terá que renovar o seu vínculo com o clube.
- Claro que penso em ter uma temporada vitoriosa no Sport. Com calma, planejamento e na Série A. Para isso, porém, preciso sentar com a diretoria. Mas vamos deixar isso para depois da competição.
Por Recife

Raça Caprina Boer


Raça Boer

bode

A Raça Boer foi desenvolvida na África do Sul, e hoje se encontra distribuída em quase todo planeta. O nome Boer, origina-se no termo alemão que significa fazenda, e era utilizado para discriminar esses caprinos nativos dos Angorá, importados para a África do Sul no século XIX. 

No Brasil encontrou condições apropriadas para o seu desenvolvimento, sendo hoje a raça caprina com maior numero de registros junto a ABCC (Associação Brasileira de Criadores de Caprinos).

Obteve sua primeira importação na década de 90, com a vinda de reprodutores e matrizes vivos da África do Sul, Canadá e Estados Unidos.

A busca pelo melhoramento genético da raça Bôer no Brasil, é um fato. Hoje, o rebanho nacional, não deixa nada a desejar em qualidade genética, aos animais importados. O crescimento é evidente, quando comparamos o potencial dos animais atuais, aos que participavam de exposições à 5 anos atrás.

De grande valia a pecuária nacional, a criação de caprinos Bôer, possui todas as características de manejo desejáveis ao consórcio com a criação de bovinos, haja vista, a não concorrência direta com o alimento do gado. A transformação das ramas, ervas, arbustos, etc. em carne vermelha saudável (possui baixo teor de colesterol), de grande aceitação e com preços em alta, é um excelente incremento de renda na propriedade.

Caracteristicas Gerais da Raça Boer


O Boer é considerado a principal raça caprina com características especializadas para produção de carne, onde apresenta rápida taxa de crescimento, fertilidade e fecundidades altas, pelagem uniforme, excelente conformação de carcaça, grande rusticidade e adaptabilidade à varias condições ambientais.

Segundo especialistas do setor, três critérios de seleção têm contribuído para esse reconhecimento geral: a) Tamanho grande; b) Alto rendimento de carcaça e c) Uniformidade aparente visual. A conformação uniforme não somente na pelagem, mas também na estatura e na tipologia para carne.

A sua carne apresenta sabor agradável, maciez e suculência superior quando comparadas a outras raças caprinas. Porém, com um grande diferencial quando comparadas com outras carnes vermelhas, em função de suas propriedades dietéticas, pois apresenta baixos teores de colesterol, gordura saturada e calorias.

A sua pele é de grande aceitação, e bastante valorizada, não só por possuir pêlos curtos e lisos, mas também por possuir elasticidade superior. O caprino Boer é um animal de baixa manutenção, porque a fêmea possui leite suficiente para alimentar sua cria, fazendo com que ela cresça mais cedo, sem ser necessário a adição extra de concentrado. A desmama do cabrito ocorre rapidamente e com um incremento de 160% em relação a outras raças de caprinos para corte.

Padrão Racial da Raça Boer


O Boer deve ter um corpo profundo e aparência feminina/masculina, mostrando grande força e simetria das formas. Uma bela cabeça, com chifres redondos, que são curvados para trás, uma pele grossa e flexível, ossos fortes e um andamento forte e gracioso. A fêmea deve ter um formato triangular definido quando vista de lado. Os machos parecem ser mais pesados na cabeça, pescoço e quarto dianteiro.

Características da Cabeça ou Raciais - O Boer deve ter uma cabeça forte com um perfil convexo, nariz romano e orelhas pendulosas. A cabeça tem que ser média em comprimento, com fronte larga e aparência feminina/masculina. O maxilar tem que ser forte, reto e alinhado corretamente com a mordida, nem acima nem abaixo da preensão. Olhos claros e brilhantes. O pescoço deve ser proporcional ao tamanho do corpo e grosso na base, juntando-se suavemente nos ombros e no peito, simétrico e bem inserido.


Coloração - A ideal é branca com cabeça e orelhas vermelhas, com toda a pele descoberta bem pigmentada. A cabeça pode ser completamente vermelha com uma mancha branca ou pinta. O vermelho pode ser um tom desde vermelho claro até escuro, incluindo laranja, castanho ou preto avermelhado. A exigência mínima em coloração é uma mancha vermelha cobrindo no mínimo 40% de ambos os lados da cabeça excluindo as orelhas; A exigência mínima para as orelhas é de 50% vermelhas (dependendo do tamanho pode ocupar o mínimo de 75% de pigmentação geral da cabeça). Cerca de 20% de manchas vermelhas ou coloração geral no corpo é aceitável. Cores sólidas no corpo, além de branca e preta não serão discriminadas desde que a cor sólida seja um tom de creme, castanho ou vermelho, e cubra no mínimo 80% do corpo e cabeça.


Tamanho, Condição e Desenvolvimento - De acordo com a idade, a preferência é dada a animais com crescimento superior e melhor desenvolvimento muscular. O Boer deve ser bem musculoso, com uma suave mas firme cobertura de carne. O pêlo e a pelagem devem ser saudáveis; a pele deve ser solta e maleável. Será tolerada a queda de pêlos nos meses de inverno.


Conjunto da Parte Dianteira - Os ombros devem ser largos e fortes, bem musculosos com uma cobertura suave de carne firme. A espádua deve estar bem encaixada contra o peito e garrote. O garrote deve ser levemente arredondado e quase sem definição com carne suave cobrindo a área da espinha dorsal. O peito é amplo, profundo, musculoso e firme.


Dorso e Posterior - O dorso deve ser largo e forte com uma camada de carne suave e firme. A linha de dorso deve ser forte, reta e quase plana. O lombo deve ser comprido e largo. Os flancos devem ser profundos e cheios. A garupa deve ser longa, larga e ligeiramente inclinada, com uma cobertura suave de carne firme. As ancas são bem separadas e niveladas com a linha dorsal. Os ísquios bem separados e mais baixo que os ílios. A inserção da cauda ligeiramente acima e corretamente encaixada entre os ísquios.

Pernas, Quartelas e Pés - As pernas traseiras devem mostrar profundidade muscular e grossas na área pélvica que torna compatível a cabra de corte ideal. As pernas traseiras devem ser médias em comprimento; espaçadas e quase retas quando vistas de trás; quase perpendiculares do jarrete até as quartelas quando vistas de lado. As pernas dianteiras devem ter comprimento médio, bem espaçadas, formando um retângulo vertical, retas e fortes. Os ossos devem ser limpos e fortes, e com densidade adequada para carregar peso. Os pés devem ser saudáveis, curtos, largos e retos com casco profundo, sola nivelada e dedos fechados. Os cascos dianteiros e traseiros devem ser pretos. Quartelas fortes é um pré-requisito.

Capacidade Corporal - Capacidade do corpo deve ser profunda e larga de ponta a ponta, permitindo capacidade digestiva ampla, força e vigor.

Perímetro torácico - Perímetro torácico grande, resultante de costelas compridas, bem arqueadas, peito largo e musculoso entre o membros dianteiros, cheias na ponta do cotovelo.

Costado - Costado profundo e uniforme, largo e bem apoiado da frente até a traseira, com costelas bem arqueadas, largas, planas e largamente espaçadas.



Orgãos Reprodutivos:Testículos - Os machos devem ter os dois testículos firmes, completamente distendidos e de tamanho igual. Não pode existir uma divisão (fenda) de mais de 2,45 cm num macho adulto.
Tetas - As tetas devem ser bem definidas e corretamente posicionadas. Um máximo de duas tetas funcionais de cada lado, com uma separação definida entre elas.
Úbere - O úbere deve ser comprido e largo, projetando-se para a frente e mostrando capacidade adequada sem tamanho exagerado. Deve ser ligado firmemente, sem formar bolso na frente, inserindo-se ao corpo suavemente. O úbere deve ser dividido simetricamente em duas partes, com ligamento suspensório mediano forte. Deve ser flexível e elástico, sem cicatrizes e bem murcho quando vazio ou seco.


abcboer

Homem é preso em aeroporto com 12 beija-flores dentro da calça

Flagra aconteceu na Guiana Francesa; aves estavam presas entre jeans e cueca do traficante

Editora Globo
Foto: Reprodução/Anda - Agência de Notícias de Direitos Animais
Autoridades do aeroporto de Rochambeau, na Guiana Francesa acharam que um dos passageiros que aguardava para embarcar em um voo apresentava comportamento suspeito

Então, um grupo decidiu obrigá-lo a participar de uma revista íntima. Ao tirar as calças, os oficiais descobriram o motivo do incômodo do homem. Ele carregava 12 beija-flores presos entre a calça jeans e a cueca.
Editora Globo
Foto: Reprodução/Anda - Agência de Notícias de Direitos Animais
Os pássaros estavam amarrados individualmente com pedaços de pano.
Editora Globo
Foto: Reprodução/Anda - Agência de Notícias de Direitos Animais
O traficante de aves, que portava documentos da Holanda, foi preso e aguarda para ser julgado.
  Globo Rural 

Rádio comunitária é incendiada em Soledade; diretor diz que incêndio foi criminoso e pode ter motivações políticas




A Rádio Comunitária Soledade FM foi incendiada na madrugada deste sábado (23). Segundo informações do fotógrafo Elias Rodrigues que esteve no local registrando as imagens da tragédia, foi ateado fogo em todos os equipamentos do estúdio da emissora e houve perda total.

A Rádio Soledade FM é uma emissora da Associação Comunitária de Comunicação e Ação Social do município de Soledade, no interior paraibano.  O diretor da rádio, Ivanilson Gouveia, afirmou que o incêndio é criminoso e que o atentado pode ter tido motivações políticas, uma vez que a ameaça de incêndio já havia ocorrido no mês de outubro deste ano durante o pleito eleitoral suplementar no município, fato este informado por uma denúncia anônima e aplacado naquela época pela ação da juíza eleitoral da Comarca de Soledade Bárbara Bortoluzi e sob a vigilância particular da emissora na véspera da eleição.


De acordo com Ivanilson Gouveia, a emissora desperta a ira de algumas lideranças políticas conservadoras no município que obviamente tem interesses escusos de poder. Ele ainda lamentou as perdas no incêndio, "toda a estrutura conquistada em mais de dez anos de luta foi perdido nessa tragédia, mas, envidaremos esforços para montarmos uma nova estrutura". Frisa o diretor.




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