26 de fevereiro de 2011

FUTEBOL NORDESTINO - CLÁSSICO NA PARAIBA.



                                           Batalha entre os invictos


               Agrandeza do clássico Campinense x Treze reflete o tamanho real da paixão do povo de Campina Grande pelo futebol. São muitas histórias ao longo desses 377 jogos entres as duas maiores equipes da Paraíba. Alguns vilões, muitos herois que ficaram marcados na memória dos torcedores e que sabem que a cada clássico dos maiorais uma nova página é escrita e um campeonato à parte é disputado.


Como se não bastassem todos os ingredientes que já compõe essa disputa, especialmente nesse primeiro clássico de 2011, alguns toques refinados irão apimentar ainda mais esse grande jogo. Chegando com 100% de aproveitamento na 5ª rodada do Campeonato Paraibano, Galo e Raposa parecem emparelhar-se no que diz respeito aos resultados obtidos até o momento. Contudo, como no futebol as coisas não são sempre iguais, a equipe alvinegra leva pequena vantagem sobre a rubronegra nos critérios de desempate.

Liderando desde a 1ª rodada, o Galo tem sete gols de saldo contra seis da Raposa.Mesmo marcando mais gols que o 1º colocado, 10 contra 9, o Campinense fica atrás do Treze por ter tomado dois gols a mais, 4 a 2. Esses são apenas mais alguns números que ajudam a deixar a torcida em polvorosa, já que quando as duas agremiações sobem ao gramado do O Amigão, a cidade para.


Fonte: jornalonorte.net

FUTEBOL NORDESTINO.



CLÁSSICO DOS MAIORAIS



 

CAMPINENSE E TREZE


               Este clássico é um dos mais acirrados do Brasil, considerado atualmente o maior do interior brasileiro. É o clássico entre dois clubes de Campina Grande, estado da Paraíba: Campinense Clube e Treze Futebol Clube. Também conhecido como clássico Galo contra Raposa, já que Galo é o mascote do Treze, e Raposa, do Campinense. A denominação Clássico dos Maiorais é de autoria do narrador esportivo Joselito Lucena.

História

O Clássico dos Maiorais, que há 55 anos movimenta o futebol paraibano, guarda para o torcedor inúmeros fatos curiosos que vão muito além dos dados estatísticos que confirmam quem venceu mais, quem marcou mais, quem conquistou mais títulos etc.
O confronto entre os clubes teve início em 27 de novembro de 1955, num jogo amistoso realizado no Estádio Municipal Plínio Lemos, que resultou na vitória do Galo por 3x0. No entanto, a rivalidade somente esquentou mesmo no dia 10 de março de 1957, quando o Treze goleou o Campinense por 4 a 0, pelo Campeonato da Liga Campinense de Futebol.
A goleada feriu os brios dos diretores do Campinense, que iniciaram o projeto de profissionalização da equipe. Até aquele momento, o rubro-negro era apenas um clube amador da cidade, e assim permaneceria se não fosse a rivalidade, que acabou gerando os jogos entre alvinegros e rubro-negros.
Em 18 de agosto de 1957, houve a sexta vitória consecutiva da equipe alvinegra, e mesmo sem ainda existir o conceito da sétima, a série de derrotas passou a incomodar tanto diretores quanto jogadores do rubro-negro, e como resultado o Campinense quebrou o jejum de vitórias, derrotando o alvinegro por 2 a 1 no estádio Presidente Vargas no dia 13 de outubro de 1957, num amistoso em homenagem ao aniversário de Campina Grande.
Alheio a estes fatos, varias sátiras foram surgindo ao longo dos anos que gradualmente foram consolidando a rivalidade entre as torcidas dos dois clubes. Porém, em 1977 teve início a mais marcante de todas as ironias já realizadas até aquela época. Depois de uma série de seis vitórias consecutivas do Campinense, a Torcida Organizada da Raposa (extinta TORA), decidiu realizar uma missa de sétimo dia caso o rubro-negro obtivesse a sétima vitória sobre os alvinegros.
A brincadeira perturbou tanto os torcedores do Treze que jamais foi esquecida, embora o Campinense não tenha conseguido realizar a missa, os torcedores do Treze guardaram o ressentimento para a década seguinte, quando deram o troco criando a ironia da “sexta”.
Em 1981, depois de cinco vitórias para os alvinegros, as torcidas organizadas do Treze levaram a campo cestas de vime para simbolizar a sexta vitória consecutiva do clube sobre o adversário. Com a concretização da “sexta”, gerou-se a expectativa em torno da missa de sétimo dia que seria a resposta dada aos rubro-negros pela sátira de 1977.
No dia 25 de outubro de 1981, compareceram ao estádio Amigão, quase 20 mil torcedores, que presenciaram aos 45 minutos do segundo tempo, o atacante Gabriel empatar a partida numa cobrança de pênalti e impedir que a resposta fosse dada.
Decorridos 26 anos, Treze e Campinese voltaram a se encontrar sob a pressão mística de uma missa de sétimo dia, no dia 4 de fevereiro de 2007, mais uma vez, onde o Treze, que vinha de 6 vitórias consecutivas sobre a raposa, queria realizar um fato inédito, enquanto o Campinense buscou inverter o quadro diante do seu principal oponente.
O Campinense ganhou do Treze por 1x0 e adiou, mais uma vez, a tão sonhada, pelas duas torcidas, Missa de 7º Dia.
Ao longo de 30 anos de expectativa em torno da missa de sétimo dia, fica uma certeza que este é um dos principais fatos que acirram um dos maiores clássicos do Brasil.


Fonte: campinenseclube.net

FUTEBOL - 2ª DIVISÃO CAMPEONATO CEARENSE.



                      TRAIRIENSE CONSEGUE VIRADA E ASSUME A LIDERANÇA DA SEGUNDONA


            Jogando no estádio Domingão, em Horizonte-CE, o Trairiense venceu o Pacatuba pelo placar de 3 a 2, de virada, neste sábado, 26, na abertura da quinta rodada do Campeonato Cearense da Segunda Divisão de 2011.

Na primeira etapa, o Pacatuba começou melhor e abriu a contagem, aos vinte e um minutos de jogo, com Dênis, dois minutos depois, João Filho, ampliou a vantagem para o time mandante, na segunda etapa, a reação do Pacatuba começou com gol de Joãozinho, aos vinte e quatro minutos, seis minutos depois, a Lagosta Mecânica empatou com Bibi, e aos quarenta minutos, conquistou a virada com gol de Glauber.

O resultado deixou o Trairiense na primeira posição com onze pontos ganhos, enquanto isso, o Pacatuba é o líder da parte debaixo da tabela com apenas um ponto ganho. Na próxima rodada, o Trairiense recebe o Crateús, no estádio Barrosão, em Trairi-CE, no próximo sábado, 5, às 16h, já o Pacatuba volta a campo na próxima quarta-feira, 2, às 15h30min, no estádio Antônio Cruz, em Fortaleza-CE, onde enfrentará o Uniclinic.


ARTILHEIRO.com.br

FUTEBOL - 1º TURNO SEMI - FINAIS CAMPEONATO CEARENSE.



Fortaleza bate Guarani e aguarda Ceará ou Horizonte na final






O Fortaleza carimbou o passaporte para a grande final do primeiro turno do Campeonato Cearense e agora espera o adversário, que saíra neste domingo, quando será realizada a outra semifinal, entre Ceará e Horizonte.

Confira!
Atuando diante de seus torcedores, o Fortaleza recebeu o Guarani e conseguiu vencer por 2 a 0. O primeiro gol saiu somente aos 27 minutos do segundo tempo, quando Léo Andrade balançou as redes para delírio dos torcedores. O caixão foi fechado aos 41 minutos, com Cleiton convertando penalidade máxima.

A torcida do Tricolor compareceu em peso no Estádio Castelão. Por ter realizado uma melhor campanha na primeira fase, terminando na vice-liderança com 24 pontos. O adversário foi apenas o terceiro colocado, com três pontos a menos.

Mais...

No domingo sai o último finalista. Ceará e Horizonte se enfrentam, às 16 horas, no Castelão. Na primeira fase, o Vozão terminou com a melhor campanha com 29 pontos e nenhuma derrota. Por outro lado, o Horizonte passou apenas na última rodada com a quarta campanha.



Agência Futebol Interior

FUTEBOL - LANÇADO NOVO PROGRAMA SÓCIO - TORCEDOR DO FORTALEZA.



          PROJETO TRICOLOR DE AÇO

        Desde o início desta semana, os torcedores do Fortaleza já podem aderir ao novo programa de fidelidade do clube. Com uma reformulação nos valores e uma mudança no nome, o  projeto “ Tricolor de Aço” tem como principal objetivo, além da alteração na identidade visual, um maior número de adesões por parte dos torcedores.
A diretoria do Fortaleza justifica a mudança, afirmando que o clube passa por um ajuste financeiro para se adequar a capacidade do estádio onde é mandante, em especial o Alcides santos.
Os planos lançados apresentam 2 valores. O “Leão Aguerrido” vem com valor mensal de  R$ 80,00, com taxa de R$ 20,00 para adesão, tornando-se o plano de maior benefício para os associados. Em seguida, a opção “Leão Vibrante” custará ao futuro sócio um valor mensal de R$ 50,00, com R$ 20,00 de adesão.
Segunda a coordenadora do projeto, Daniele Sousa, o clube estuda uma possibilidade de acrescentar mais uma opção de plano depois que o estádio Presidente Vargas for reaberto.

Novidade para garotada

Entres as mudanças no programa de fidelidade “Tricolo de Aço”, o plano “Leão da Garotada” faz sua estreia com benefícios exclusivos para as crianças de até 12 anos. Entre o diferencial dos outros planos, o “Leão da Garota” tem mensalidade de R$ 25,00 e ainda garante a entrada dos sócios com os jogadores em dias de jogos. “Nosso objetivos é estimular os pais a levarem seus filhos ao estádio, fazendo jus ao nome “clube da garotada”, afirmou Daniele, coordenadora do projeto
Para os torcedores que desejam fazer o novo plano, o site do programa disponibiliza uma ficha on-line.

Fonte: Time de Fora – Portal Verdes Mares

FUTEBOL - FLÁVIO ARAÚJO ANALISA O DESEMPENHO DO FORTALEZA NA SEMIFINAL.



             Após o Fortaleza assegurar sua vaga na final do primeiro turno do Estadual 2011, o técnico Flávio Araújo conversou com a imprensa. Para o treinador, mesmo um pouco desgastado devido à sequência de jogos importantes, o time se comportou bem na partida de hoje. O Leão venceu o Guarani de Juazeiro por 2 a 0, no Castelão.

"O nosso objetivo é conquistar o primeiro turno do Campeonato Cearense, mas para isso precisávamos passar pelo Guarani. Na primeira vez que jogamos com eles nesse Estadual, não apresentamos um futebol convincente. Por isso, tínhamos a preocupação de fazer uma boa partida no jogo de hoje. Felizmente conseguimos um bom desempenho e saímos de campo com a vitória", comentou Flávio Araújo.

Analisando a partida, o técnico Tricolor disse ter gostado do primeiro tempo da equipe, apesar de os gols só terem saído na etapa final. "Começamos muito bem a partida. Mesmo não fazendo gols, a equipe criou boas oportunidades. No segundo tempo as chances voltaram a aparecer e dessa vez, a equipe conseguiu converter em gols", enfatizou.
O Guarani não teve muitas oportunidades claras de gol durante o jogo, mas nos últimos minutos deu trabalho ao Tricolor de Aço. Flávio Araújo explicou: "Eles deram uma crescida no final da partida, o que é normal, pois estavam perdendo e precisavam atacar. Mas o nosso time conseguiu segurar bem o resultado e conquistou com méritos a vaga na decisão de quarta-feira", afirmou o técnico do Fortaleza.



Fonte: www.fortalezaec.net/

FUTEBOL - 1º TURNO CAMPEONATO CEARENSE SEMI-FINAIS.



                  Empurrado pela torcida, Tricolor vence Guarani e chega a final do Cearense.


           “Guerreiros, time de guerreiros!” Gritava a torcida do Fortaleza, quando terminou a partida deste sábado, no Castelão. O Tricolor de Aço, com muita garra e determinação, venceu o Guarani de Juazeiro, por 2 a 0, e garantiu a sua vaga na final do primeiro turno do Campeonato Cearense 2011. Os gols marcados por Léo Andrade e Cleiton só saíram no segundo tempo.

Com mais posse de bola no começo do jogo, o Fortaleza tentava pelo meio, mas com uma defesa bem postada, o Guarani impedia as investidas do Tricolor. O Leão então resolveu tentar pelas laterais. E dessa forma, o Fortaleza conseguiu suas melhores chances na etapa inicial da partida.

Primeiro foi com Guto. O lateral cruzou para área, Léo Andrade chegou atrasado e não conseguiu finalizar. Depois foi a vez de Reginaldo, que desceu em velocidade pela esquerda e tocou para Léo Andrade, mas o zagueiro do Guarani se antecipou e afastou o perigo.

O Guarani de Juazeiro tentava assustar a defesa do Fortaleza nos contra-ataques. Mas a zaga do Tricolor de Aço, atenta, impedia qualquer chegada mais perigosa do time do interior. Coube ao Guarani de Juazeiro arriscar de fora da área.

Mas as chances mais claras de gol foram criadas pelo Leão e aconteceram já no finalzinho do primeiro tempo. Aos 39 minutos, Guto puxou o contra-ataque e tocou para Luciano Henrique. O meia limpou a jogada, chutou e a bola explodiu no travessão. Quatro minutos depois, mais um contra-ataque. Reginaldo desceu pela direita e achou Léo Andrade livre, de frente para o gol. Com Claudevan já fora da jogada, o atacante do Leão mandou por cima da meta.

O Fortaleza voltou sem alteração para a etapa complementar. Mas logo que a bola começou a rolar, Flávio Araújo perdeu Gilmak. O zagueiro sentiu a posterior da coxa e Menezes, entrou em seu lugar. E aos 12 minutos, Menezes teve a chance de abrir o marcador. Guto cobrou escanteio e Menezes cabeceou, mas a bola desviou no jogador do Guarani e saiu novamente em escanteio.

Ofensivamente, o Fortaleza era melhor, mas tinha dificuldades em concluir, já que o Guarani voltou bem fechado. Mas aos 26 minutos, o Fortaleza achou um espacinho e não perdoou. Luciano Henrique tabelou com Reginaldo, que chutou forte. Claudevan fez defesa parcial e a zaga não tirou. Léo Andrade chegou e de cabeça, fez 1 a 0 para o Leão. Aos 33 minutos, Léo Andrade subiu novamente e por pouco, não marcou o segundo gol.

Depois do gol do Fortaleza, o time do interior teve que sair mais para o jogo, deixando espaços para o Tricolor do Pici. E aí, o Leão aproveitou para tentar ampliar o marcador. Aos 39 minutos, Cleiton enfiou a bola para Guto, que mandou para Léo Andrade, dentro da área. O atacante do Leão foi derrubado e o árbitro marcou pênalti. Um minuto depois, Cleiton bateu de perna esquerda e marcou o segundo gol da partida. Fortaleza 2 a 0.
O Guarani de Juazeiro, no desespero, se lançou para o ataque, mas o Fortaleza conseguiu se fechar bem e não permitiu que o adversário marcasse. Já nos acréscimos, Guto e Marcos Paulo ainda tiveram chances de ampliar. Classificado para a final do primeiro turno do Estadual, o Tricolor de Aço espera agora a outra partida da semifinal, que acontece amanhã, para conhecer o seu adversário.


Fonte: www.fortalezaec.net/

25 de fevereiro de 2011

JUSTIÇA - MINISTRA QUER SOCIEDADE MOBILIZADA CONTRA A EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS.



A ideia é estender a ação, também, às estradas e rodoviárias do país


              A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário Nunes, convocou hoje (25) a sociedade brasileira para fazer uma mobilização permanente, a partir do carnaval, com a finalidade de preservar e fazer respeitar os direitos da criança e do adolescente em todo o país.

Ela lançou esta tarde, no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, a campanha de carnaval para o enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. “Essa campanha é uma das primeiras ações que nós estamos fazendo este ano, para enfrentarmos juntos - governo federal, municípios, estados e a sociedade brasileira - a exploração sexual”. O lançamento da campanha ocorreu simultaneamente em 17 aeroportos brasileiros.

A ideia da ministra é estender a ação, também, às estradas e rodoviárias do país. O carnaval foi escolhido para iniciar a campanha porque, segundo Maria do Rosário, as crianças e adolescentes ficam mais vulneráveis à exploração sexual em épocas festivas.

A bola é o símbolo da campanha, porque além do seu significado lúdico, ela traduz o compartilhamento de uma responsabilidade, que é combate à violência sexual contra os menores de idade, disse a ministra. “Começa no carnaval, segue o ano inteiro. E o símbolo é a nossa bola, porque nós já estamos também no ritmo da Copa [do Mundo de Futebol], para dizer que a Copa será para o Brasil um momento de proteção das crianças”.

A ministra atribuiu o aumento de denúncias no carnaval à situação de vulnerabilidade da infância nessa época do ano. Deixou claro, entretanto, que isso não tem ligação com as escolas de samba. “Escola de samba, em geral, é um lugar em que as pessoas cuidam muito das crianças. Mas, a questão do álcool, das drogas, corre solta e traz maior vulnerabilidade. Muitas crianças também ficam sozinhas. E isso é muito preocupante. Nós temos, todos, que assumir a responsabilidade com as crianças brasileiras”.

A ministra ressaltou que a presidenta Dilma Rousseff não quer que o governo se limite a fixar políticas de apoio às crianças, mas que empreenda ações práticas. “Tem que agir”, sublinhou. Ela externou preocupação com os cerca de 2,5 milhões de atendimentos feitos pelo serviço gratuito Disque Direitos Humanos, o Disque 100, registrados entre maio de 2003 e dezembro do ano passado.

A campanha, disse Maria do Rosário, é para que o Brasil não “acostume seu olhar” e considere a exploração de menores uma coisa natural. “A sociedade tem que estar vigilante e não pode aceitar essa situação”, afirmou. “Criança não é objeto de consumo. Criança é vida. Criança não é para sofrer nenhuma forma de violência”, completou.

Até maio, a secretaria vai trabalhar as ações que serão lançadas pela presidenta Dilma Rousseff no Dia Nacional de Combate à Violência e Exploração Sexual. Essas ações serão desenvolvidas por todos os ministérios.

“O objetivo é fortalecer os conselhos tutelares, garantir esse trabalho. Punir os responsáveis. Mas, por outro lado, trazê-los [os menores] para uma condição de vida diferente, melhor, respeitar a dignidade humana e, ao mesmo tempo, impedir que novas crianças entrem numa vida tão terrível e destruidora como essa”, disse.


Gazeta.web

POLITICA - DEPUTADO TIRIRICA VAI INTEGRAR COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DA CÂMARA.



         Os deputados novatos na Câmara, Romário e Tiririca, vão estrear agora nas comissões da casa. Tiririca na Comissão de Educação e Cultura, e Romário na de Turismo e Desporto.
O deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca, que foi obrigado pela Justiça Eleitoral a provar que sabia ler e escrever, foi indicado pelo PR para integrar a Comissão de Educação e Cultura da Câmara. Segundo o líder do partido na casa, Lincoln Portela, foi o próprio Tiririca quem pediu para fazer parte da comissão porque a área dele é a cultura, como humorista e palhaço.


 
Jornal da Noite

TECNOLOGIA - BRASIL TEM QUASE 205 MILHÕES DE CELULARES.



Capital federal é a líder em número de aparelhos móveis em operação no país, diz Anatel


               O Brasil já tem mais celulares do que gente: são 205 milhões de aparelhos em operação no país para pouco mais de 193 milhões de habitantes. Uma pesquisa feita pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) mostrou que o Distrito Federal é o que concentra o maior número de telefones por morador - para cada 100 pessoas, há pouco mais de 180 linhas.

Segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (25), mais de 2,2 milhões de novas linhas entraram em operação em janeiro. Do total de acessos em operação no país, 168,8 milhões eram pré-pagos (82%) e 36,2 milhões, pós-pagos. Os terminais 3G (banda larga móvel) totalizaram 22,5 milhões de acessos.
São Paulo tem praticamente 1 em cada 4 aparelhos do total. O Estado responde por mais de 50,8 milhões de linhas. Em seguida, vêm Minas Gerais (20,6 milhões), Rio de Janeiro (18,4 milhões), Bahia (12,8 milhões), Rio Grande do Sul (12,4 milhões) e Paraná (11,5 milhões). O DF é só o 12º em número de aparelhos em operação (4,7 mi).
A operadora Vivo, unidade de telefonia móvel da Telefónica no Brasil, é a líder de mercado, com praticamente 1 em cada 3 linhas, seja pré-paga, pós ou de banda larga. A empresa sozinha responde por 60,8 milhões de acessos.

Confira também

Claro, braço brasileiro de telefonia celular do conglomerado América Móvil, e Tim Participações aparecem empatadas, com 25% do total de números, ou algo entre 51 mi e 52 mi de linhas em operação.

A Oi é a quarta colocada do mercado, com 39 mi de números (e 19% do mercado).

R7

SAÚDE - SIDROME DE BURNOUT, QUANDO O TRABALHO AMEÇA O BEM - ESTAR DO TRABALHADOR.



Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido por Herbert J. Freudenberger como "(…) um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional".

 Descrição

A síndrome de Burnout (do inglês to burn out, queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento profissional, foi assim denominada pelo psicanalista nova-iorquino, Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970.
A dedicação exagerada à atividade profissional é uma característica marcante de Burnout, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome: o portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso profissional. O que tem início com satisfação e prazer, termina quando esse desempenho não é reconhecido. Nesse estágio, necessidade de se afirmar, o desejo de realização profissional se transforma em obstinação e compulsão.

 Estágios

São doze os estágios de Burnout:
  • Necessidade de se afirmar
  • Dedicação intensificada - com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho;
  • Descaso com as necessidades pessoais - comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido;
  • Recalque de conflitos - o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas;
  • Reinterpretação dos valores - isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da auto-estima é o trabalho;
  • Negação de problemas - nessa fase os outros são completamente desvalorizados e tidos como incapazes. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes;
  • Recolhimento;
  • Mudanças evidentes de comportamento;
  • Despersonalização;
  • Vazio interior;
  • Depressão - marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida perde o sentido;
  • E, finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica uma urgência.[1]

 Sintomas

Os sintomas são variados: fortes dores de cabeça, tonturas, tremores, muita falta de ar, oscilações de humor, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, problemas digestivos. Segundo Dr. Jürgen Staedt, diretor da clínica de psiquiatria e psicoterapia do complexo hospitalar Vivantes, em Berlim, parte dos pacientes que o procuram com depressão são diagnosticados com a síndrome do esgotamento profissional. O professor de psicologia do comportamento Manfred Schedlowski, do Instituto Superior de Tecnologia de Zurique (ETH), registra o crescimento de ocorrência de "Burnout" em ambientes profissionais, apesar da dificuldade de diferenciar a síndrome de outros males, pois ela se manifesta de forma muito variada: "Uma pessoa apresenta dores estomacais crônicas, outra reage com sinais depressivos; a terceira desenvolve um transtorno de ansiedade de forma explícita", e acrescenta que já foram descritos mais de 130 sintomas do esgotamento profissional.
Burnout é geralmente desenvolvida como resultado de um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação. Pesquisadores parecem discordar sobre a natureza desta síndrome. Enquanto diversos estudiosos defendem que burnout refere-se exclusivamente a uma síndrome relacionada à exaustão e ausência de personalização no trabalho, outros percebem-na como um caso especial da depressão clínica mais geral ou apenas uma forma de fadiga extrema (portanto omitindo o componente de despersonalização).
Trabalhadores da área de saúde são freqüentemente propensos ao burnout. Cordes e Doherty (1993), em seu estudo sobre esses profissionais, encontraram que aqueles que tem freqüentes interações intensas ou emocionalmente carregadas com outros estão mais suscetíveis.
Os estudantes são também propensos ao burnout nos anos finais da escolarização básica (ensino médio) e no ensino superior; curiosamente, este não é um tipo de burnout relacionado com o trabalho, mas com o estudo intenso continuado com privação do lazer, de actividades lúdicas, ou de outro equivalente de fruição hedónica. Talvez isto seja melhor compreendido como uma forma de depressão. Os trabalhos com altos níveis de stress ou consumição, podem ser mais propensos a causar burnout do que trabalhos em níveis normais de stress ou esforço. Taxistas, bancários, controladores de tráfego aéreo, engenheiros, músicos, policiais, professores e artistas parecem ter mais tendência ao burnout do que outros profissionais. Os médicos parecem ter a proporção mais elevada de casos de burnout (de acordo com um estudo recente no Psychological Reports, nada menos que 40% dos médicos apresentavam altos níveis de burnout)
A chamada Síndrome de Burnout é definida por alguns autores como uma das conseqüências mais marcantes do estresse ou desgaste profissional, e se caracteriza por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, O termo Burnout é uma composição de burn=queima e out=exterior, sugerindo assim que a pessoa com depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos (até como defesa emocional). esse tipo de estresse consome-se física e emocionalmente, passando a apresentar um comportamento agressivo e irritadiço.
Essa síndrome se refere a um tipo de estresse ocupacional e institucional com predileção para profissionais que mantêm uma relação constante e direta com outras pessoas, principalmente quando esta atividade é considerada de ajuda (MÉDICOS, ENFERMEIROS, POLICIAIS e PROFESSORES).


Outros autores, entretanto, julgam a Síndrome de Burnout algo diferente do estresse genérico. de modo geral, esse quadro é considerado de apatia extrema e desinteresse, não como sinônimo de algum tipo de estresse, mas como uma de suas conseqüências bastante sérias.
De fato, esta síndrome foi observada, originalmente, em profissões predominantemente relacionadas a um contacto interpessoal mais exigente, tais como médicos, psicólogos, carcereiros, assistentes sociais, comerciários, policiais, professores, atendentes públicos, enfermeiros, funcionários de departamento pessoal, telemarketing e bombeiros. Hoje, entretanto, as observações já se estendem a todos profissionais que interagem de forma ativa com pessoas, que cuidam ou solucionam problemas de outras pessoas, que obedecem técnicas e métodos mais exigentes, fazendo parte de organizações de trabalho submetidas à avaliações.
Definida como uma reação à tensão emocional crônica gerada a partir do contato direto, excessivo e desgastante ou estressante com o trabalho, essa doença faz com que a pessoa perca a maior parte do interesse em sua relação com o trabalho, de forma que as coisas deixam de ter importância e qualquer esforço pessoal passa a parecer inútil.
Entre os fatores aparentemente associados ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout está a pouca autonomia no desempenho profissional, problemas de relacionamento com as chefias, problemas de relacionamento com colegas ou clientes, conflito entre trabalho e família, sentimento de desqualificação e falta de cooperação da equipe.



Alguns autores defendem a Síndrome de Burnout como sendo diferente do estresse, alegam que esta doença envolve atitudes e condutas negativas com relação aos usuários, clientes, organização e trabalho, enquanto o estresse apareceria mais como um esgotamento pessoal com interferência na vida do sujeito e não necessariamente na sua relação com o trabalho. Outros julgam essa Síndrome de Burnout seria a conseqüência mais depressiva do estresse desencadeado pelo trabalho.

A Síndrome de "Burnout" em Professores

A burnout de professores é conhecida como uma exaustão física e emocional que começa com um sentimento de desconforto e pouco a pouco aumenta à medida que a vontade de lecionar gradualmente diminui. Sintomaticamente, a burnout geralmente se reconhece pela ausência de alguns fatores motivacionais: energia, alegria, entusiasmo, satisfação, interesse, vontade, sonhos para a vida, idéias, concentração, autoconfiança e humor.
Um estudo feito entre professores que decidiram não retomar os postos nas salas de aula no início do ano escolar na Virgínia, Estados Unidos, revelou que entre as grandes causas de estresse estava a falta de recursos, a falta de tempo, reuniões em excesso, número muito grande de alunos por sala de aula, falta de assistência, falta de apoio e pais hostis. Em uma outra pesquisa, 244 professores de alunos com comportamento irregular ou indisciplinado foram instanciados a determinar como o estresse no trabalho afetava as suas vidas. Estas são, em ordem decrescente, as causas de estresses nesses professores:
  • Políticas inadequadas da escola para casos de indisciplina;
  • Atitude e comportamento dos administradores;
  • Avaliação dos administradores e supervisores;
  • Atitude e comportamento de outros professores e profissionais;
  • Carga de trabalho excessiva;
  • Oportunidades de carreira pouco interessantes;
  • Baixo status da profissão de professor;
  • Falta de reconhecimento por uma boa aula ou por estar ensinando bem;
  • Alunos barulhentos;
  • Lidar com os pais.
Os efeitos do estresse são identificados, na pesquisa, como:
  • Sentimento de exaustão;
  • Sentimento de frustração;
  • Sentimento de incapacidade;
  • Carregar o estresse para casa;
  • Sentir-se culpado por não fazer o bastante;
  • Irritabilidade.
As estratégias utilizadas pelos professores, segundo a pesquisa, para lidar com o estresse são:
  • Realizar atividades de relaxamento;
  • Organizar o tempo e decidir quais são as prioridades;
  • Manter uma dieta equilibrada ou balanceada e fazer exercícios;
  • Discutir os problemas com colegas de profissão;
  • Tirar o dia de folga;
  • Procurar ajuda profissional na medicina convencional ou terapias alternativas.
Quando perguntados sobre o que poderia ser feito para ajudar a diminuir o estresse, as estratégias mais mencionadas foram:
  • Dar tempo aos professores para que eles colaborem ou conversem;
  • Prover os professores com cursos e workshops;
  • Fazer mais elogios aos professores, reforçar suas práticas e respeitar seu trabalho;
  • Dar mais assistência;
  • Prover os professores com mais oportunidades para saber mais sobre alunos com comportamentos irregulares e também sobre as opções de programa para o curso;
  • Envolver os professores nas tomadas de decisão da escola e melhorar a comunicação com a escola.
Como se pode ver, o burnout de professores relaciona-se estreitamente com as condições desmotivadoras no trabalho, o que afeta, na maioria dos casos, o desempenho do profissional. A ausência de fatores motivacionais acarreta o estresse profissional, fazendo com que o profissional largue seu emprego, ou, quando nele se mantém, trabalhe sem muito apego ou esmero.

Um dos principais fatores encontrados da origem do burnout, foi a falta de controle sobre o trabalho. Faz-se necessário, ainda, acrescentar que nos territórios da Educação, a Síndrome de Burnout adquire aspectos mais complexos pelo fato de agregar valores oriundos dos sistemas de educação que se alimentam de perspectivas utópicas que interferem, diretamente, no trabalho do professor. Currículos, diretrizes, orientações e demais processos burocráticos acabam por disseminar discussões que sempre acabam acumulando estresse nos processos de ensino e aprendizagem e, consequentemente, envolve o professor e sua práxis. A sociedade, por sua vez transfere responsabilidades extras ao professor, sobrecarregando-o e inculcando-lhe papéis que não serão desempenhados com a competência necessária.

24 de fevereiro de 2011

PESQUISA - BRASIL OCULPA SEXTA POSIÇÃO NO RANKING DE HOMICIDIOS DE JOVENS.



            O Brasil é o sexto país no ranking de homicídios entre jovens. De acordo com o estudo Mapa da Violência 2011, divulgado hoje pelo Ministério da Justiça, a taxa de homicídio entre pessoas de 15 a 24 anos subiu de 30 mortes por 100 mil jovens, em 1998, para 52,9, em 2008. Nesse período, o número total de homicídios registrados no país cresceu 17,8%, ao passar de 41,9 mil para 50,1 mil.
No primeiro lugar do ranking aparece El Salvador, com 105,6 mortes violentas em cada grupo de 100 mil jovens. Em seguida vêm as Ilhas Virgens (86,2), a Venezuela (80,4), Colômbia (66,1) e Guatemala (60,6).

De acordo com o autor da pesquisa, Julio Jacobo, os homicídios são responsáveis por 39,7% das mortes de jovens no Brasil. O estudo aponta que as taxas mais elevadas, acima de 60 homicídios em cada grupo de 100 mil jovens, estão na faixa dos 19 aos 23 anos de idade. “O jovem morre de forma diferente na atualidade. A partir da década de 80, houve um novo padrão de mortalidade juvenil”, destacou o pesquisador.

Em alguns estados, a morte de mais da metade de jovens foi provocada por homicídios. Alagoas é o estado que tem a taxa de homicídio juvenil mais alta do país (60,3), seguido pelo Espírito Santo (56,4), por Pernambuco (50,7), pelo Pará (39,2) e Amapá (34,4).

Segundo Jacobo, os índices de homicídio nas capitais e regiões metropolitanas tiveram uma queda de 3,1% entre 1998 e 2008. No entanto, houve um crescimento considerável das taxas no interior do país. “Chamamos isso de interiorização da violência. A partir de 2003, ocorreu uma queda das taxas de homicídios nas capitais, no entanto, as taxas de homicídio no interior estão crescendo assustadoramente.”

Para o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, esse quadro de violência entre jovens no país exige das autoridades públicas uma profunda reflexão. “Isso coloca sobre os nossos ombros desafios, aos quais temos que responder com integração e superação de obstáculos, para que possamos ter uma política nacional de combate à violência que surta efeitos.”

Cardozo anunciou que vai desenvolver um sistema de informação que mostre o mapa da violência em tempo real. “Apesar de todo esforço dos pesquisadores, as bases de dados disponíveis são de 2008. Temos uma defasagem de três anos. Não temos uma situação atualizada em tempo real do crime. É impossível ter uma ação de segurança pública sem informação.”

Segundo ele, a política de repasse de verbas para a área de segurança aos estados será feita com base nesse sistema. “A ideia é que isso seja transparente, ou seja, que a sociedade possa acompanhar em tempo real onde acontecem os crimes.”


Jornal do Brasil

FUTEBOL - INGRESSOS DE TECIDO CHAMAM A ATENÇÃO.

Ingresso de tecido para Grêmio x Junior Barranquilla (Foto: Eduardo Cecconi/Globoesporte.com)
Ingresso de tecido, com informações bordadas

        Entradas para a partida contra o Junior Barranquilla-COL são diferentes do usual.
         Ao invés de papéis ou de cartões magnéticos, os ingressos para a partida entre Junior Barranquilla-COL e Grêmio são de tecido.
E as informações, impressas nos bilhetes convencionais, estão bordadas em linhas azuis, vermelhas e brancas - as cores do time da casa.
O tecido bordado chama a atenção dos torcedores do Grêmio. Serão cerca de 80 tricolores no Estádio Metropolitano, onde a partir das 23h45m (horário de Brasília) desta quinta-feira as duas equipes se enfrentam.
Em grupos egressos de diversas cidades gaúchas, os gremistas despedem-se dos hoteis e já são vistos nas ruas de Barranquilla com camisas e bandeiras.
Para o setor adversário, os ingressos custam cerca de R$ 50. São esperados aproximadamente 50 mil torcedores do Junior Barranquilla-COL, conhecido por "Papa" ou "Tubarão".


Globo esporte

COPA DO BRASIL - TÚLIO ESTREIA PELO BARRAS - PI CONTRA O ABC-RN.




           Se o time potiguar possui Leandrão, que vem se destacando na temporada como um dos principais artilheiros do alvinegro na temporada, os piauienses resolveram buscar um verdadeiro especialista na arte de fazer balançar a rede adversária e que está na batalha para se juntar a Pelé e a Romário atingindo a marca de mil gols: Túlio Maravilha (956 gols) chegou ao clube e assanhou os torcedores após marcar seis vezes no treino de apronto para o confronto de hoje, às 21 horas, no Estádio Albertão, em Teresina.

Vale lembrar que por ser um clube melhor classificado no ranking da CBF, o ABC pode garantir sua classificação ainda hoje. Para tanto terá que vencer o Barras por uma vantagem de dois ou mais gols. Caso não consiga eliminar o Leão do Marataoan, o confronto de volta em Natal/RN será realizado no próximo dia 3 de março. Quem se classificar vai enfrentar na próxima fase da competição o Vasco da Gama/RJ.

 A experiencia de Túlio é uma das maiores apostas do treinador do vice-campeão piauiense, Denílson Azevedo, para que o time da casa quebre o tabu de não chegar sequer à segunda fase da competição nacional em três Copas da Brasil que já participou. Fundado há apenas 6 anos o Barras tornou-se um dos clubes de ponta do futebol piauiense e em 2007 esteve no octogonal final da Série C do Campeonato Brasileiro, que teve em 2010 o ABC como campeão. “O Túlio veio para jogar, ele já disse que quer atuar os 90 minutos e tem um objetivo que é fazer gols e é isso que esperamos dele neste momento”, disse o técnico Denílson Azevêdo.

O Barras Futebol Club, sediado na cidade de Barras, 45 mil habitantes, 169 anos de fundação, distante 120 quilômetros da capital Teresina, não é nenhum desconhecido para os potiguares. Os dois clubes já se enfrentaram pela série C do Brasileiro em 2007 e o ABC levou a melhor nos confrontos. Após empatar por 2 a 2, no jogo de ida, venceu o Barras por 3×1 em Natal, placar repetido em um amistoso realizado também em Natal após a Série C de 2007.

O desafio contra Túlio não causa nenhum tipo de temor em Leandrão, ele se diz até feliz em poder protagonizar um duelo a parte com o astro nacional. “Respeito muito o Túlio pelo atleta que é e o que ele representa para o futebol, mas espero levar a melhor neste duelo. Será interessante ver dois ex-ídolos do Botafogo em campo lutando por objetivos distintos”, ressalta o “homem-gol” abecedista.

Com algumas baixas no elenco e sem poder contar com Cascata, contundido, Leandro Campos definiu Gabriel como substituto do camisa dez e vai promover uma alteração no esquema, trocando o 4-4-2 pelo cauteloso 3-5-2.

No Barras, Denílson Azevedo já pensa no jogo contra o Vasco, dando a vaga como certa: “Não tem bicho-papão no futebol”.

Ficha técnicaBARRAS F. C.

Baby, Cláudio Ribeiro, Ricardo, Alex Costa, Rildo, Fred, Marquinhos Vitória, Luciano, Teles , Túlio  e Neném (Tinho). Denílson Azevedo.

ABC F. C.Welligton; Irineu, Tiago Garça e Alessandro Lopes; Pio, Basílio, Ricardo Oliveira, Gabriel e Renatinho; Leandrão e ÉDERSON. Técnico: Leandro Campos.

Árbitro: José Cleuton Souza Lima (CE).
Assistentes: Francisco Rudson Rocha Aquino (CE) e Aelson Mariano Campelo Gomes (MA).
Horário: 21 horas

Estádio: Estádio Albertão (capacidade para 55 mil expectadores), em Teresina/PI


Tribuna de Barras

FUTEBOL - APESAR DO TROPEÇO, MURICY ELOGIA, O FLUMINENSE.


      Treinador compreende vaias, explica mudança na forma de atuar da equipe e se mantém tranquilo em briga por vaga: ‘Está tudo em aberto’.

              As vaias dos pouco mais de 10 mil torcedores presentes ao Engenhão deixaram evidentes a insatisfação dos tricolores com a atuação do Fluminense no empate por 0 a 0 com o Nacional, do Uruguai, nesta quarta-feira, pela segunda rodada do Grupo 3 da Libertadores. Muricy Ramalho, no entanto, lamentou apenas os pontos perdidos em seus domínios.
Mesmo criando poucas chances claras e assustando pouco a meta uruguaia, o treinador gostou da exibição de sua equipe e apontou evoluções. Segundo Muricy, o Fluminense tem “mais cara de time” e pecou apenas nas finalizações.
- Nesses 10 (primeiros) jogos (do ano) não conseguir o resultado é o que me incomoda. O posicionamento já está melhor, estamos em cima dos adversários, mais organizados e com cara de time. O que não acontecia no início do ano. O que mais gostei é que o time não desistiu. Foi até o final. Apertamos, criamos oportunidades, corremos pouco susto... Faltou o gol.
Apesar dos vacilos que permitiram o limitado Nacional levar perigo ao gol de Ricardo Berna, o comandante tricolor elogiou a atuação do setor defensivo, que não teve um bom início de 2011.
- O que não estava funcionando era a defesa. Estávamos tomando muito gol e sofrendo muito. Agora, acertamos. Precisamos acertar o meio-campo e o ataque.
Com dois tropeços em dois jogos no Engenhão, o Fluminense se vê em situação delicada na Libertadores, precisando vencer compromissos fora de casa. Muricy, porém, manteve a tranquilidade.
- Está tudo em aberto ainda. Costumamos jogar melhor fora de casa, porque os times saem para jogar. Aqui as equipes se fecham bastante.


Conca Fluminense x Nacional (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Conca recebe carga por trás durante o jogo
Em relação ao time escalado diante dos uruguaios, o treinador explicou que não mandou para campo uma formação com três zagueiros, apesar da origem dos jogadores, e elogiou o desempenho de Digão, auxiliando Mariano pelo lado direito.
- Jogamos com duas linhas de quatro. O jogador que fazia o lado direito tem zagueiro no currículo, mas não fez essa função. O Digão deu mais consistência, atuou como lateral-direito e foi bem. Soltou o Mariano como ponta.
Já sobre Conca, que mais uma vez teve atuação apagada, Muricy deu a entender que, no momento, seu lugar é mesmo ao lado do homem de área, no caso desta quarta Rafael Moura, até que reencontre a boa forma de 2010.
- Isso não é novidade para o Conca. Já jogou assim com o Washington, o Fred, e atuou solto como deve ser. Ainda não está em sua melhor forma.
Muricy não se privou de comentar também os protestos dos torcedores com mais um empate, e se mostrou compreensivo.
- Está todo mundo chateado, e o torcedor tem direito. Até porque vem ao estádio neste horário, paga caro e fica chateado. Mas peço paciência. O time já jogou melhor do que nos outros jogos.
Com dois pontos, o Fluminense é o segundo colocado do Grupo 3 da Libertadores, e encara o América do México, na próxima quarta, às 21h50m (de Brasília), no estádio Azteca. Nesta quinta, os mexicanos encaram o Argentinos Juniors, em Buenos Aires.

Globo esporte

FUTEBOL - FLUMINENSE EMPATA NO RIO.




               Nesta quarta-feira o Tricolor enfrentou o Nacional-URU, pela segunda rodada, e não passou de um empate sem gols em pleno Engenhão.


           Atual campeão brasileiro, o Fluminense ainda não encontrou a fórmula de furar as retrancas na Copa Libertadores. Nesta quarta-feira o Tricolor enfrentou o Nacional-URU, pela segunda rodada, e não passou de um empate sem gols em pleno Engenhão. Na estreia o time das Laranjeiras também empatou em casa, contra o Argentino Juniors, por 2 a 2.

Confira!
 
A situação do clube não é nada boa na classificação. Os dois pontos deixam o Fluminense na segunda colocação do Grupo 3, mas com um jogo a mais que o líder América-MEX e o terceiro colocado Argentino Juniors. Por isso a ameaça de eliminação já na primeira fase é real e assusta. Já o Nacional é o lanterna da chave com um ponto.


Flu para na retranca
Precisando da vitória após estrear com um empate em casa contra o Argentinos Juniors, o Fluminense não fez um bom primeiro tempo e esbarrou na retranca armada pelo time uruguaio. O Tricolor chegou com perigo aos quatro minutos, quando Rafael Moura subiu de cabeça e desviou à direita do gol, assustando.

Com dificuldades para penetrar da defesa do Nacional, o Flu abusou dos chutes de fora da área. Aos 15 minutos, Marquinho chutou no canto direito da entrada da área e a bola passou tirando tinta da trave. Aos 26 foi a vez de Mariano arriscar de fora da área, mas a bola subiu demais e se perdeu ela linha de fundo.
No final do primeiro o técnico Muricy Ramalho não escondeu a insatisfação com o futebol apresentado pela equipe e reclamou muito com os jogadores à beira do gramado. A última chegada do Flu na etapa inicial foi aos 42 minutos com Mariano, que fez grande jogada individual, cruzou rasteiro e a bola foi rebatida para fora da área.

Nada de gols!
Na etapa final o Fluminense voltou mais disposto e aos cinco minutos ficou pedindo um pênalti. Mariano cruzou para a área, Rafael Moura bateu de primeira e a bola explodiu no braço do defensor uruguaio, mas o árbitro mandou seguir. Com o passar do tempo e sem marcar gol, os jogadores do time carioca não conseguiam esconder a ansiedade.

O Nacional recuou ainda mais e a partida ficou "ataque contra defesa". Aos 23 minutos por pouco a torcida tricolor não tirou o grito de gol da garganta. Mariano cruzou para a área, Burián falhou e saiu mal do gol, mas Rafael Moura não conseguiu finalizar. No minuto seguinte o He-Man até balançou as redes, mas foi marcado impedimento e o gol anulado.
Numa das poucas chegadas ao ataque, o time uruguaio teve ótima chance para marcar. Aos 25 minutos Garcia aproveitou a falha da defesa do Fluminense, invadiu a área com a bola dominada e passou pelo goleiro, mas perdeu o equilíbrio e finalizou por cima do gol, dando um grande susto na torcida.
A equipe uruguaia se defendia com maestria, e quando tinha a bola nos pés, mantinha a posse em seu campo de ataque trocando passes para faezr o tempo passar. Desta forma, o time uruguaio conseguiu voltar para casa com um ponto na bagagem e deixou o Tricolor em situação delicada.

Ficha Técnica

FLUMINENSE 0 x 0 NACIOANL -URU

Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro-RJ
Árbitro: Carlos Amarilla-PAR
Assistentes: Nicolas Yegros-PAR e Malcides Saldívar-PAR
Cartões amarelos: Conca, Rafael Moura e Leandro Euzébio (Fluminense); Piriz, Cabrera, Fornarolli e Garcia (Nacional)


FLUMINENSE

Ricardo Berna; Digão (Araújo), Gum e Leandro Euzébio; Mariano, Valencia (Tartá), Diguinho, Marquinho (Souza), Conca e Carlinhos; Rafael Moura.
Técnico: Muricy Ramalho.


NACIONAL -URU

Burián; Gabriel Marques, Lembo, Coates e Nuñez; Mauricio Pereyra, Piriz, Cabrera (Calzada) e Viudez; Fornarolli (García) e Vigneri.
Técnico: Juan Ramón Carrasco



 
Agência Futebol Interior
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FUTEBOL - JOGADOR REGINALDO JR DO FORTALEZA.


                                                 “Hoje eu vivi um sonho”


             O atacante Reginaldo Júnior foi decisivo na vitória do Leão sobre o Fast Clube. Além de fazer um gol logo no primeiro minuto de jogo, o atacante marcou o gol da classificação do Leão, aos 39 minutos do segundo tempo e fez a festa da torcida Tricolor. Revelado nas Categorias de Base do Fortaleza, o atacante não escondeu sua felicidade em ter marcado dois gols em uma partida tão importante para o Tricolor do Pici.

“Já sou muito feliz de poder vestir essa camisa, mas hoje eu vivi um sonho. Agradeço a todos os meus companheiros e ao professor Flávio que vem me dando oportunidades. Trabalho sempre querendo fazer o melhor para o Fortaleza e estou muito feliz por tudo ter dado certo neste jogo”, afirmou Reginaldo Júnior, após o jogo de ontem.



fortalezaec.net

FUTEBOL - FLÁVIO ARAÚJO ATRIBUI SUPERAÇÃO E APOIO DA TORCIDA COMO FATORES DECISIVOS NA VITÓRIA DO LEÃO.


           Depois da emocionante vitória do Leão no jogo de ontem, quando a equipe goleou o Fast Clube por 4 a 1 e garantiu vaga na segunda fase da copa do Brasil, o técnico Flávio Araújo falou com a imprensa. O comandante se mostrou muito feliz com a postura da equipe dentro de campo e disse que a torcida Tricolor, que lotou o Estádio Alcides Santos, foi decisiva para o resultado final da partida.

“Conquistamos essa vitória devido a dois fatores: a superação dos jogadores dentro de campo e apoio que recebemos das arquibancadas. A torcida do Fortaleza foi impressionante. Esteve com o time do início ao fim e deu ainda mais motivação aos nossos atletas, que batalharam muito dentro de campo para conquistar essa classificação”, afirmou Flávio Araújo.

Para o comandante Tricolor, outro fator fundamental foi a rápida reação da equipe ao gol de empate do Fast Clube. “Quando sofremos aquele gol, não nos deixamos abater. Obviamente que lamentamos um pouco porque sabíamos que tínhamos o domínio da partida, mas os jogadores continuaram de cabeça erguida. Eles mostram a união desse grupo”, comentou.

Segundo Flávio Araújo, com o resultado a equipe vai ainda mais motivada para o jogo de sábado, contra o Guarany de Juazeiro, válido pela semifinal do Campeonato Cearense. “O grupo sai fortalecido deste jogo. Agora nossas atenções se voltam para o Estadual, pois teremos mais uma batalha pela frente”, ressaltou o treinador.


fortalezaec.net

COPA DO BRASIL - FORTALEZA GOLEIA FAST CLUBE E ENCARA O FLAMENGO.




                  Próximo adversário dos cearenses será o Flamengo

               O Fortaleza realizou uma verdadeira proeza nesta quarta-feira ao garantir classificação à segunda fase da Copa do Brasil. Depois de derrota por 2 a 0 fora de casa, o Tricolor de Aço bateu o Fast Clube por 4 a 1, em Fortaleza, e confirmou presença na próxima fase.


Se teve um adversário tranquilo pela frente e já teve dificuldades, o Fortaleza terá que abrir o olho, já que na próxima rodada enfrentará o poderoso Flamengo de Ronaldinho Gaúcho e Vanderlei Luxemburgo. Os duelos ainda não têm data para acontecer, já que a CBF espera a definição de todos os confrontos da segunda fase para definir datas e horários.


O jogo


A partida começou ótima para o Fortaleza, que logo no primeiro minuto abriu o placar, graças a gol do atacante Reginaldo Júnior. Os cearenses pressionaram para mudar o marcador ainda no primeiro tempo, mas não tiveram sucesso.
Logo no começo da segunda etapa, o Fast Clube empatou a partida com Pedro Henrique, forçando o Fortaleza a fazer mais três gols caso quisesse sair do estádio com a vaga. Gilmack desempatou a partida e Guto, logo em seguida, fez 3 a 1 para o Fortaleza.

No final, aos 42 minutos, Reginaldo Júnior aproveitou a sobra na grande área e fez o gol da classificação, para delírio da torcida.



FICHA TÉCNICA
Fortaleza 4 x 1 Fast Clube

Local: Estádio Alcides Santos, em Fortaleza-CE
Árbitro: Suelson Diogenes de França Medeiros-RN
Assistentes: Flávio Gomes Barroca-RN e Vinícius Melo de Lima-RN
Público: 6.168 pessoas (5.375 pagantes)
Renda: R$ 79.392,00
Cartões Amarelos: Léo Andrade, Tatu e Marcos Paulo (Fortaleza); Carlinhos e Pedro Henrique (Fast Clube-AM)
Gols: Reginaldo Júnior a 1'/1T e aos 39'/2T, Gilmak aos 20'/2T e Guto aos 30'/2T (Fortaleza); Pedro Henrique aos 16'/2T (Fast Clube)



FORTALEZA:

Fabiano; Roniery, Plínio, Gilmak, Guto; Régis, Marcos Paulo, Bismarck, Luciano Henrique (Vinicius); Reginaldo Júnior (Leandro) e Léo Andrade (Tatu).
Técnico: Flávio Araújo.



FAST CLUB:

Josias; Pedro Henrique, Ricardo, Weverton (Rogério Baiano), Carlinhos (Alberto); Fábio Gomes, Souza, Wilker (Viola), Michel; Clailson e Dioni Júnior.
Técnico: Sérgio Duarte.



Agência Futebol Interior

NOTICIAS - MAIS DE UM MÊS APÓS ACIDENTE, SHAOLIN CONTINUA EM COMA.



             Um mês após sofrer um grave acidente de trânsito, o humorista Shaolin continua em coma na UTI do Hospital das Clínicas, em São Paulo, segundo informou a assessoria da unidade de saúde.

Francisco Josenilton Veloso, de 39 anos, passou por algumas cirurgias para reconstruir o braço e não está mais sedado.

O carro do comediante foi atingido lateralmente por um caminhão na noite do dia 18 de janeiro, na BR-230. O veículo capotou e chegou a sair da pista.

Ele foi atendido primeiramente no Hospital Regional de Campina Grande e foi transferido para o Hospital Antônio Targino, onde a aquipe médica constatou que ele sofreu traumatismo craniano. Desde o dia 21 de janeiro ele se encontra internado no Hospital das Clínicas, onde passou por uma traqueostomia e intervenções no membro superior esquerdo.


Sidney Rezende